Bissexual – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com ContosSafados.com Thu, 05 Sep 2024 16:18:40 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://contossafados.com/wp-content/uploads/2024/08/chilli.png Bissexual – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com 32 32 236344640 Aventuras Sexuais de João (Relato) https://contossafados.com/conto/aventuras-sexuais-de-joao-relato/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=aventuras-sexuais-de-joao-relato Thu, 05 Sep 2024 16:12:57 +0000 https://contossafados.com/?p=2028

Ela se masturbando, cheguei e meti tudo nela sem dó, até as bolas. Ela gemia muito gostoso, gritava “ai que pica, amooooor”. Eu chamava ela de “minha quenga”, comi ela em todas posições imagináveis. Gozamos na cara, nos peitos, na bunda, dentro daquela buceta gostosa, até no cuzinho dela.

O Início de Tudo

Ano de 2005, estava numa fase complicada, o legítimo pós-término de casamento, fase onde nós homens vivemos na noite caçando para provar seu valor de macho nas outras mulheres. Após um dia de sábado chuvoso, triste, resolvi ir pra night, acabei conhecendo a Roberta, professora, na época, 35 anos, baixinha, sorriso belo, uma bunda massa e uns peitos grandes. No mesmo dia já mostrei a que fui, com beijos ardentes e mão circulando pelo corpo. Naquele dia não transamos, mas senti nela um tesão tão forte que ela tremia a cada beijo que dava passando a mão nela.

O Cinema

Fomos nos falando por telefone e MSN, e marcamos uma saída, um cinema com o filme “Sr. e Sra. Schmidt”. Mas o que menos fizemos foi ver o filme. Ficamos nos arretando, e eu avancei sinal, meti a mão nos seios e dentro da calça, sentindo o calor da xana dela na minha mão. Terminado o filme, ela disse que queria ir pra cama comigo, mas no dia não dava, tinha que cuidar da avó. Levei de boa, pois sabia que ela estava na minha.

O Primeiro Encontro Íntimo

Seguiu a vida, com mensagens fortes no celular e MSN, de lado a lado, e na sexta, fomos direto ao motel. Chegando lá, começou a beijação, eu já tirando a blusa dela, e chupando peito, barriga, e minha mão já desabotoando a calça dela. Ela estava com um conjuntinho preto rendado de calcinha e sutiã, e eu vá chupar toda ela, deixando-a só de calcinha pretinha, que por sinal ficava linda. Ela gemendo gostoso, e toda molhada, e eu de pau duro.

Ela dizendo “tu é gostoso mais do que eu esperava, desse jeito caso contigo”, e nisso ela se atracou no meu pau, chupando muito gostoso. Eu quase gozei, mas aí peguei ela e tirei a calcinha com os dentes, chupei toda buceta dela, e depois botei tudo nela, começando papai e mamãe. Botei ela de quatro, quando sentimos que íamos gozar ela veio por cima, e eu chupando o peito dela com a mão na bunda dela, gozamos juntos, os dois gemendo e gritando, ela me chamando de “gostoso” e eu dizendo que ser “aluno dela pra comer a profe gostosa”.

A Surpresa

Nos recompomos e tal, aí fiz uma coisa que ela não esperava, vesti a calcinha dela, que por sinal ficou bem em mim. Ela se assustou no início, mas depois achou o máximo. Frases dela. E chupei ela e comi dela usando a calcinha dela. Mandei ferro dentro dela por vários dias, ela sempre com calcinhas massas (menos a vermelha estilo Inter, que talvez não seja preferência por ser gremista, mas outros tipos de vermelho gosto). Transamos no banheiro da casa dela, no meu carro dentro da garagem particular, na cama dela.

Conflitos e Término

Numa bela transa nossa, senti nela gemido mais forte e gostoso (segundo ela, orgasmos múltiplos), que ela confessou que foi o melhor que ela teve na vida. Depois disso, quando eu ia dormir lá, me acordava chupando meu pau, me punhetiando. Enfim, conheci uma Roberta tarada e gostosa na cama, ao contrário do que era no seu dia a dia, no qual é uma mulher mandona e cheia de manias.

Por isso terminei com ela, nem o sexo gostoso e nossa química segurou. Achei uma pena terminar ainda mais por ela sentir ciúmes da minha “ex”, e fora ela ficar enchendo o meu saco com papos estilo “casamento” e “concursos”. Sei que ela queria o melhor pra mim, mas era demais que eu não aguentei. Tanto que num domingo, ela me estressou tanto, fui embora, nunca mais voltando.

Nova Amizade

Dois anos depois, ela estava com um cara gente boa, mas ela aceitava tudo que ela impunha. Bom, aí fica muito fácil. Seguindo, eu estava numa relação que arrumei outra mulher “estilo Roberta”. Estava de saco cheio, e mandei andar. Voltamos a conversar, Roberta e eu. Ela dizia que o maridão era fraco na cama, e tal, mas me dá de novo que é bom, nada (rs). Eu pronto pra meter na rede, ela sempre se esquivava, dando uma de mulher virtuosa.

Encontro com Karina

Num belo dia, me chama no MSN, diz que ia me apresentar uma amiga fogosa e tal, a Karina, morena, 1,75m, bunda muito massa, peitos grandes e fartos. Me passando todos contatos, comecei a conversar com ela. Marcamos num pub, conversamos, dançamos, e não precisei de muito tempo, beijei, e depois de alguns arretos, beijos pegados de parte a parte, e mãos bobas, convidei ela pra irmos para um lugar mais íntimo, e ela topou.

No Motel com Karina

Chegando no motel, comecei sem dar trégua, tirei o vestido dela, aquele corpo gostoso, e ela sem calcinha já, bem quenga. Eu chupei ela de cabo a rabo, gozou na minha boca, aquela buceta gostosa. Na sequência, ela chupou meu pau todo, me fazendo gozar na boca e nos peitos dela. Fiquei meio assim de gozar antes, mas nem precisou muito. Vendo aquela mulher fogosa falando de sexo, endureceu de novo.

Ela se masturbando, cheguei e meti tudo nela sem dó, até as bolas. Ela gemia muito gostoso, gritava “ai que pica, amooooor”. Eu chamava ela de “minha quenga”, comi ela em todas posições imagináveis. Gozamos na cara, nos peitos, na bunda, dentro daquela buceta gostosa, até no cuzinho dela.

Revelações e Complicidade

Meu deus, o melhor estava por vir. Quando descobri que ela também era bi, e já tinha tido experiências com pessoas do mesmo sexo (suas primas na adolescência), aí me senti à vontade para contar as minhas de quando era guri. Ela adorava, e nós fodendo e cada um contava uma historinha.

As fodas eram algo, nós sem isso, já rolava o tesão forte, e com isso então, era um tesão sem fim. Ela contava as fodas dela com outros, e eu contava que eu fazia nas outras. Isso tudo nós fodendo, e eu usava a calcinha dela. Nela quebrei todos meus recordes de fodas numa noite. Ela também fez quebrar tabus e preconceitos sexuais, e ciúmes bestas. Nos tornamos grandes cúmplices.

Desfecho e Reflexões

Fazem 5 anos que nos conhecemos, e sempre damos um jeito de sair, mesmo ambos casados. Nos falamos no Facebook, mensagens nos aniversários. Espero que tenham gostado, meus contos são narrados em cima de fatos reais. Posso mexer numa coisa ou outra para simplificar a história ou ficar mais rápido.

A Roberta seguiu a vida insatisfeita na cama, mas sempre digo pra Ka, convida ela pra brincar conosco, mas nunca aceitou. Diz a Karina que a Roberta tem tesão por mim até hoje, e que usou ela pra fugir da tentação. Mas no fundo agradeço a Roberta, que me proporcionou a melhor amante que tive até hoje, sem frescuras e bobagens. Como digo, uma boa puxa outra melhor ainda. Espero que tenham gostado. E contarei mais aventuras sexuais, todas reais.

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2028
Eu, o Patrão e a Esposa Dele https://contossafados.com/conto/eu-o-patrao-e-a-esposa-dele/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=eu-o-patrao-e-a-esposa-dele Wed, 28 Aug 2024 17:45:58 +0000 https://contossafados.com/?p=1926 Sou Ana, todos me chamam de Aninha, fluente em ingles e espanhol, datilógrafa exímia, sem modéstia bonita, 1,74 m ,

morena, menina séria, sem namorados, virgem. Fiz exame, fui aceita, indo trabalhar como secretária executiva de um empresário. O patrão, um senhor de meia idade, casado, seu filho, bonitão, solteiríssimo.

Nos primeiros tempos, apenas trabalho, tratamento, protocolar, um bom emprego. Aos poucos foi se criando uma atmosfera de amizade, menos protocolar, passei a ser tratada de Aninha, até que um dia o chefe me convidou para jantar. Aceitei, moro sozinha, meus pais vivem no interior, não tenho de prestar contas de minha vida a ninguém, porque desprezar o convite.

A noite, me perguntei: e se vier uma cantada, rejeito, ponho meu ótimo emprego em risco, aceito, contrario a educação rígida recebida de meus pais, na qual perda de virgindade sem casamento significava perda da honra.

Fui, nos “trinques”, restaurante de luxo, para meu alívio o patrão veio com a esposa e seu filho, comemorávamos o aniversário deste. Comida e bebida dos deuses, é bom ser rico, nenhuma cantada, uma noite agradabilíssima.

No fim do jantar eu e a esposa do chefe fomos ao banheiro. Beth, uma jovem senhora, louraça, queimada de sol, como diria me pai “de fechar o comércio em véspera do Natal”. Ela me falou: “gostei muito de vc, meu marido e o filho vão viajar neste fim de semana, venha passar o domingo comigo em nossa casa”. Aceitei.

Domingo de Sol, entrei na casa ( que casa, mereceria ser escrita com k e maiúsculas, KASA), Beth me recebeu, convidou-me a piscina, não troxe maio disse eu, quem falou em maio, vou pelada, bolas, porque não? fui nua.

Nadamos, que delícia, deitamos no Sol, me senti feia ante aquele corpão. Conversamos muito, sobre a firma, sobre os patrões, até que o sexo veio ao foco. Ela disse ter sido modelo fotográfica até casar como patrão, eu me confessei virgem, sem namorados. Não acredito, vc tão bonita, virgem e sem namorados!

Fomos almoçar, nuas, comida espetacular aquecida no microondas. Meu sexo, adormecido, despertou com força, uma sensação nova, o tão falado tesão. Não resisti, dei um beijo em Beth, ela retribuiu, nos abraçamos, partimos para a sacanagem, minha 1ª foda, que coisa deliciosa. Ela perguntou: gostastes menina? Adorei. Usa teu corpo, aproveita a juventude, deixa de lado essa timidez.

Despedimo-nos, vesti-me, não botei calcinhas e soutien, fui para meu apê me sentindo mulher. Decidi andar nua em casa, já tinha fumado escondida, passei a faze-lo abertamente.

Dia seguinte, no trabalho, o filho da patrão, George seu nome, foi me levar um serviço, colocou as mãos na minha cintura, não me contive, deu um suspiro de tesão, me encabulei, ele percebeu, foi direto ao aassunto: queres sair comigo hoje a noite? Vamos a um motel? Sou virgem, se vc quiser ainda assim, eu topo. Claro, tesuda.

No fim do expediente levei meu carro para casa, ele me apanhou lá, fomos a um motel, ficamos nús, nos bolinamos, me penetrou, um pinguinho de sangue, depois o orgasmo, um banho na hidromassagem, um jantar real,me deixou em casa tarde da noite, pensei: essa é realmente a vida que eu quero.

O chefão, Pedro, voltou de viagem. Me chamou: soube que ja trepastes com Beth e George, verdade? Ruborizei, esperei o pior. Ele riu, calma, agora é minha vez. Podes sair hoje? Que alívio, sem problemas, respondi. Beth ja sabe, somos um casal aberto.

No fim do dia recebi uma caixa de presente, dentro um mini vestido e um bilhete: “te apanho as 20:00 h. Usa o vestinho, nada em baixo, buceta e cú em forma”.

O chefe mostrou ser um mestre no excitar uma mulher, me deixou louca, comeu minha buceta, depois meu cú, minha outra virgindade se foi, doeu muito mas que orgasmo, banheira, jantar regado a vinho, me deixou em casa, exausta de tanto gozar.

Tornou-se umm hábito pasasar os fins de semana com meus patrões, na beira da piscina, nua, nadando, apanhando sol, fudendo. Isso é que é viver!

Em conversa, Pedro me disse que a firma gastava muito dinheiro pagando putas para seus clientes mais importantes em suas visitas. Prefereria dar esse dinheiro para vc, gostas de fuder, es bonita, topas? Nada a perder, pensei, topo.

Logo surgiu a 1ª foda: levei o cliente ao motel após o expediente, tomei pica, dois dias depois outra trepada, logo depois mais outra, a coisa se tornou costumeira, no fim do mês recebi uma bolada, ser puta de luxo rende muito bem.

O chefão viaja muito ao exterior a negócios, são viagens rápidas, muitas reuniões, tenho ido com ele em algumas. Nessas ocasiões, exerço minha função de secretária e, nas horas vagas, sou o “cobertor de orelhas” do chefe.

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1926