Casada Puta – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com ContosSafados.com Thu, 26 Dec 2024 17:32:12 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://contossafados.com/wp-content/uploads/2024/08/chilli.png Casada Puta – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com 32 32 Comi o cuzão da sogra da minha irmã https://contossafados.com/conto/comi-o-cuzao-da-sogra-da-minha-irma/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=comi-o-cuzao-da-sogra-da-minha-irma Thu, 05 Sep 2024 16:28:23 +0000 https://contossafados.com/?p=2031

“Quer comer meu cu, quer garotão? Quer o cu da titia? Me faz gozar primeiro!” Tirei ela de cima, a joguei no chão, levantei suas pernas e dei uma surra de pica nela, agarrado em suas coxas.

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Reunião Familiar

Após minha irmã Laura se reconciliar com Carlos, seu marido, eles passaram a organizar mais reuniões em sua casa. Nessas reuniões, as famílias acabaram criando uma intimidade maior. Fomos convidados para o aniversário do sogro de Laura, Roberto, que seria realizado na casa dele, com um churrasco durante o dia.

Ao chegar lá, quem nos recebeu foi Vera, sua mulher, uma coroa enxuta. Com 52 anos, dá de 10 em muitas garotas jovens. Viciada em academia, ela tem um bundão durinho e empinado, seios pequenos, porém firmes, cabelo bem feito e coxas firmes, de deixar qualquer jovem excitado. E eu não sou diferente. Só não sei como aquele velho barrigudo dá conta dessa gostosona.

O Olhar de Vera

Tudo corria normal até que, durante o churrasco, resolvi ir ao banheiro. Estava no meio da mijada quando alguém empurrou a porta, que por descuido deixei aberta. Virei para ver, ainda com o pau na mão, e era Vera, a sogra da minha irmã. O olhar dela veio direto para o meu pau. Envergonhado, pedi desculpas e coloquei a pica para dentro. Ela só me respondeu com um sorriso sacana.

Voltei à mesa e continuei a beber e comer normalmente, sem contar a ninguém. Pensei que seria apenas aquilo. Até que, quando fui colocar meu almoço, ela apareceu pedindo para furar fila. A safada, a todo momento, dava passos para trás roçando aquele rabão na minha pica, que logo deu sinal de vida. Ela olhou para trás e riu, enquanto pegava uma linguiça, dizendo para mim:

“Eu adoro uma linguiça.”

Todos riram achando que era apenas uma brincadeira de uma velha fogosa, mas eu sabia que aquela porra ia dar merda…

O Convite para a Geladeira

Após o almoço, na conversa, ela se queixou de que sua geladeira estava com oscilações. Como fiz curso de refrigeração um tempo atrás, ela me perguntou se eu poderia dar uma olhada. Disse que sim, depois olharia, mas o dia transcorreu e a cerveja não parou. Acabei esquecendo da geladeira, mas não dela. Algumas olhadas e insinuações deixaram claro que aquela coroa queria minha vara. Na hora de ir embora, ela se lembrou da geladeira e me perguntou se eu não poderia ver outro dia. Combinamos para quinta-feira de manhã, pois eu estava livre. E o velho não estaria em casa, ela fez questão de frisar, dizendo que ele atrapalharia dando palpites. Ficou combinado.

O Encontro

Na quinta, às 09h, estava eu lá batendo em sua porta para fazer a manutenção, mas não seria na geladeira… Vera logo veio me atender, estava com uma calça de academia e um pequeno top. Ela sempre fazia questão de falar da sua idade e de seu corpo. Estava, mais uma vez, se exibindo. Fui ver a geladeira, enquanto ela foi tomar banho. Tentava descobrir se tinha algo de errado. Ela voltou com um vestidinho bem curto e branco, bem soltinho, dizendo que iria adiantar o almoço.

A coroa usou um truque clássico para me atrair, deixou uma colher cair no chão e se encurvou para pegar, me mostrando aquele rabão todo e sem calcinha. Meu pau subiu na hora. Levantei-me.

“Dona Vera, a senhora está me deixando cheio de tesão, é melhor parar.” Eu disse.

“Então tá dando certo. E quem disse que eu quero parar?” ela respondeu.

A Sedução

Logo a ataquei, dando um intenso beijo em sua boca carnuda e minhas mãos foram direto naquele rabo gostoso. Mas a coroa estava com pressa, me puxou até a sala. Em um minuto, ela tinha arrancado toda minha roupa. Sentei-me no sofá. Ela se agachou em minha frente. Lhe ajudei a tirar o vestido, revelando seus peitos com mamilos apontando para o céu. Não me deu tempo de falar nada e abocanhou meu pau. Que experiência ela tem! Sabe como chupar uma rola. Ela lambia toda a cabeça, depois chupava pouco a pouco, quase me torturando até colocar toda minha rola em sua boca. Mas quando ela abocanhava tudo, era uma delícia. Ela mamou… Mamou, e quando eu já estava doido de tesão, ela parou, passou a chupar só minhas bolas e punhetar levemente. Implorei para lhe fuder.

Ela então pegou um óleo em cima da mesa de centro da sala e passou na buceta. Então veio para cima de mim e sentou. E que sentada! Ela piscava a buceta, mordendo meu pau a cada momento. Eu ora apertava aquela bunda gostosa, ora enfiava dedos em seu cu, que era meu objetivo.

Ela percebendo que eu queria seu cu começou:

“Quer comer meu cu, quer garotão? Quer o cu da titia? Me faz gozar primeiro!” Tirei ela de cima, a joguei no chão, levantei suas pernas e dei uma surra de pica nela, agarrado em suas coxas. Fiz um vai e vem num ritmo frenético. Minhas bolas batiam na bunda dela a todo momento. Ela gritou, gritou muito enquanto gozava. Eu estava a ponto de gozar também. Então tirei a pica da buceta e encaixei na entrada daquele cu gostoso, melando-o todo de porra.

O Clímax

Ela se virou de quatro e ficou lá enfiando os dedos no cu, espalhando minha porra ora pela bunda, ora lambia os dedos. Observei aquilo por alguns minutos e parti pra cima. Montei atrás dela, enfiei minha rola de uma só vez. Ela gemeu, pediu pra eu parar um pouco, dizendo que o velho não comia seu cu. Não parei. Ela desmontou ficando apenas de bruços. Meu ritmo ia se acelerando a cada momento. Dei tapas, puxões de cabelo, mordidas no pescoço. Me deliciei naquele rabo. Ela me pediu pra comer de ladinho. Comi, e enquanto fodia seu cu, com os dedos estimulava a buceta, tocando sempre no grelo inchado de tesão.

Já estava quase gozando de novo, até que ela subiu no meu pau, de costas pra mim, rebolou com minha vara enterrada no cu, rebolou gostoso e pediu pra ganhar leite. E eu claro dei. Ao avisar que ia gozar, ela rapidamente se levantou, abaixou e abocanhou meu pau. Gozei tudo na sua boquinha, a coroa tomou toda a minha porra.

Exausta, pediu pra parar. Tomamos banho e voltamos para a cozinha. Não descobri o defeito da geladeira. Então, trocamos telefone e em breve vou lá acabar o concerto…

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A Casada Que Trai o Marido https://contossafados.com/conto/a-casada-que-trai-o-marido/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-casada-que-trai-o-marido Sun, 25 Aug 2024 18:37:22 +0000 https://contossafados.com/?p=1858

O Encontro Inesquecível

Introdução

Viviane era uma mulher casada de 35 anos, mulata, com 1,70m de altura e alguns quilinhos a mais que destacavam suas curvas. Mesmo sendo bem casada e sem filhos, sentia falta de uma boa conversa com pessoas de alto nível intelectual. Estava terminando sua faculdade e, em busca de novas amizades, se inscreveu no Badoo, onde conheceu Rafael.

Primeiros Contatos

Ao visitar o perfil de Viviane, Rafael percebeu que ela morava a quase 100 km de distância. Apesar da distância, decidiu cumprimentá-la e aguardar um retorno. Para sua surpresa, Viviane respondeu rapidamente, iniciando uma breve conversa, pois estava no trabalho e sua chefe circulava por perto.

Na segunda conversa, o bate-papo fluiu melhor. Viviane pediu o número do Skype de Rafael para que pudessem conversar longe dos olhos curiosos do Badoo. Após algumas recomendações de horários adequados, Rafael concordou em receber uma ligação dela assim que saísse do trabalho.

A Primeira Ligação

Por volta das 18h, Viviane ligou e tiveram uma ótima conversa. Ela preferia falar do que escrever, para não deixar rastros escritos. Curiosa, quis saber tudo sobre Rafael, desde onde ele morava até horários disponíveis para se encontrarem. Viviane revelou que frequentava a cidade dele toda semana por causa de sua pós-graduação e sugeriu um encontro.

Aproximação Gradual

Ao longo de quase dez dias, trocaram mensagens e Viviane começou a enviar fotos ousadas que tirava ao chegar em casa, antes de seu marido voltar. Num desses momentos, Rafael perguntou se ela já tinha essas fotos no celular, e Viviane garantiu que as tirava na hora, mandando uma foto nova quando ele escolheu a cor azul para sua calcinha.

Viviane confirmou que preferia encontros ao vivo para continuar com as provocações. Decidiram se encontrar em um local mais reservado e combinaram de tomar um suco em um motel.

O Encontro

No dia marcado, Rafael chegou no local combinado e encontrou Viviane. Eles seguiram para o motel, onde escolheram um quarto tranquilo. Embora tensa no início, Viviane foi relaxando aos poucos com a conversa.

Ao entrarem no quarto, trocaram abraços e beijos carinhosos, que logo evoluíram para carícias mais intensas. Viviane pediu para tomar um banho, alegando estar muito quente devido ao deslocamento e à excitação do momento. Rafael ajudou-a a se despir, apreciando seus seios firmes e tesos, além de sua buceta carnuda e lisa.

Intimidade e Conexão

Viviane tomou banho enquanto Rafael a observava através da parede translúcida de tijolos de vidro. Ao sair, envolta numa toalha, encontrou Rafael de cueca e foi ao encontro dele, buscando um abraço carinhoso. Sentindo falta da atenção que não recebia de seu marido, Viviane se entregou aos carinhos de Rafael.

Deitaram-se juntos, trocando beijos e toques carinhosos. Rafael começou a massagear o clitóris de Viviane, que já estava bem molhada. Ele desceu com os lábios até seus seios, barriga e buceta, explorando cada centímetro com a língua.

O Clímax

A respiração de Viviane mudou drasticamente quando Rafael encontrou seu ponto G. Gemidos e sussurros prolongados tomaram conta do ambiente. Rafael aproveitou para massagear seu cuzinho com a babinha que escorria da buceta, aumentando ainda mais a excitação de Viviane. Após gozar com o oral e as dedilhadas de Rafael, Viviane pediu para chupá-lo.

Com ela por cima agora, Rafael aproveitou para mordiscar seus seios e dar alguns tapinhas merecidos. Viviane cavalgava sobre ele, gozando rapidamente várias vezes. Sentindo cãibras devido à intensidade dos orgasmos, precisou deitar para se recuperar, enquanto Rafael observava sua felicidade trêmula de tesão.

Finalizando o Encontro

Após alguns minutos, Viviane se recuperou e começou a bater uma punheta vigorosa em Rafael, que ainda não tinha gozado. Ela deitou-se entre suas pernas e chupou seu pau gostosamente, até que ele jorrou em sua boca e cabelos.

Rindo, Viviane correu para o banheiro para secar os cabelos e evitar que seu marido sentisse o cheiro de outro homem. Ao voltar, riram juntos e perceberam que o tempo voou. Era hora de se despedirem.

Antes de partirem, Viviane beijou Rafael carinhosamente, prometendo mais encontros e surpresas no futuro. Deixou claro que queria viver bons momentos sem cobranças, apenas prazer e diversão.

Conclusão

A experiência com Rafael foi tudo que Viviane desejava e mais. A promessa de novos encontros encheu ambos de expectativa. A vida de Viviane ganhou um novo brilho, e a aventura só estava começando.

Vamos ver o que o futuro reserva para esses dois.

Vídeo:

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Soquei No Cú da Casada https://contossafados.com/conto/soquei-no-cu-da-casada/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=soquei-no-cu-da-casada Fri, 09 Aug 2024 00:36:55 +0000 https://contossafados.com/?p=1904 Olá, este é o meu segundo relato. Aqui vou contar como foi o meu segundo encontro com minha coroa gostosa…

Tenho 41 anos, sou baixinho, 1,65 m de altura, 70 kg, estou um pouco acima do peso, com uma barriguinha que me dá um charme a mais. Meu kct não é lá essas coisas em questão de tamanho, mas funciona, que é uma beleza….

Tinta sensual: Como escrever histórias eróticas criativas

No meu primeiro relato, já descrevi a morena gostosa que conheci através de um site de relacionamento, mas para quem ainda não leu, ela é uma morena deliciosa, 49 anos, coxas grossas e macias, bumbum durinho, arrebitado e delicioso, seios grandes e durinhos, com mamilos fantásticos, principalmente quando entumecidos pelo tesão…

Como ela mora em uma cidade do entorno próximo ao DF e eu em uma cidade satélite, cujo nome agora não vem ao caso, kkkk, marcamos que ela viria me buscar perto de onde eu moro…

Ela chegou com seu Gol prata, lindíssima e charmosa como sempre, muito cheirosa e exalando desejos e tesão por todos os poros…

Seguimos para um motel em Taguatinga, um motel muito bom, por sinal. Logo que entramos, ele me disse: “Amor, pede alguma coisa para bebermos” e entrou para o banheiro. Passados longos e demorados minutos, ela me saiu, vestida com uma cinta-liga vermelha, uma minúscula calcinha fio-dental também vermelha, toda enterrada naquele rabo lindo e delicioso. Seus seios fartos se espremiam dentro do desproporcional sutiã, que deixava seus lindos seios ainda mais lindos e deliciosos. Eu a esperava usando somente uma boxer preta, já bebia uma cerveja. Ofereci a ela, que aceitou, e ela disse: “Vou fazer uma coisa diferente com você.”

Ela começou a alisar meu pau por cima da cueca, que logo estava duro como rocha. Então, ela começou a me chupar, mas de um jeito bem diferente e muito gostoso. Ela dava goles na cerveja e, com a boca cheia, abocanhava meu pau. Era uma sensação deliciosa: sentir os lábios dela em torno do meu kct e sentir o frio da cerveja que estava em sua boca. Ela mamava assim e engolia a cerveja e, outra vez, enchia a boca e vinha me mamar gostoso. Após algum tempo me chupando assim, ela deixou meu pau e minhas bolas todas babadas, mas ainda duras.

Eu, a essa altura, já tinha livrado ela do sutiã, deixando-a só de cinta-liga e calcinha, com aqueles seios lindos à disposição e alcance da minha boca, e eu os mamava com prazer e muito gosto. Eu chupava e mordiscava os mamilos, fazendo ela gemer de tesão e prazer. Quando levei minha mão entre suas pernas, ela estava com a xaniha enxarcada e babando, dela escorria um mel delicioso que eu de imediato passei a sugar e a lamber tudo…

Como eu adoro chupar uma buceta, eu aprendi a sempre caprichar em minhas chupadas, levando ela ao delírio e quase desfalecendo. Eu deslizava a minha língua bem devagarinho entre os grandes lábios da bucetinha dela, voltava e chupava um dos lábios e depois o outro, mas sempre alternando chupadas suaves e chupadas mais intensas. Passava minha língua por toda a extensão da buceta dela e mordiscava o clitóris dela e às vezes o massageava usando só a pressão dos lábios. Eu deixava meus dentes raspar de mansinho no grelinho dela, e quando eu sugava o grelinho dela, ela segurava minha cabeça com as duas mãos e pressionava minha cabeça contra seu ventre molhado e quente…

Ela teve intensos e sucessivos orgasmos sendo chupada assim….

Como a grande maioria das mulheres, mulheres taradas e safadas, ela também gosta de ouvir e falar palavrões, adora uns tapas no bumbum, gosta de ser chamada de cachorra, safada, putinha, na verdade, ela é a minha putinha. Ela pedia: “Vem, meu cachorro safado, vem fuder a sua cachorrinha, vem meter na sua putinha, vem…”

Ela deitada de costas, eu ajoelhado, levantei suas pernas e me encaixando entre elas, comecei a meter bem devagarinho naquela buceta quente, apertada e deliciosa, no começo com movimentos suaves, que foram se alternando com o movimento do quadril dela. Ela rebolava e mexia com muita maestria. Eu soltei uma das pernas dela, mantendo a outra erguida, apoiando a perna dela no meu peito, fazendo assim ela ficar de ladinho. E nessa posição, ela gozou mais umas duas vezes sem tirar. Eu, quando ela passou a pedir para meter mais forte, a gemer mais intensamente, eu também anunciei que estava quase gozando. Ela então disse: “Não goza dentro, eu quero que você goze aqui nos meus seios, quero eles banhados por sua porra, quero sentar eles lambuzados…”

E assim eu fiz. Quando estava a ponto de gozar, eu tirei da buceta dela e fiquei ajoelhado perto do rosto dela e punhetando para gozar nela. Quando gozei, foi em jatos, espirrava nos seios, rosto e cabelos dela. Demos uma parada para recuperar as forças, abrimos outra cerveja e começamos a conversar descontraidamente…

Com as forças já estabelecidas, ela começou a me chupar, meu pau ainda meio mole. Ela disse: “Quero ele bem durinho, eu quero sentir ele no meu rabinho, estou louca pra sentir ele todo dentro do meu cuzinho…”

Com poucas mamadas, ela deixou ele vivo e totalmente duro de novo. Ela abriu a sua bolsa, retirou um frasco com um óleo lubrificante, começou a lubrificar todo o meu pau com o óleo e me entregou o frasco, dizendo: “Amor, lubrifica bem meu rabinho com esse óleo e me faz gozar gostoso…”

Ela se posicionou de quatro, segurando sua bundinha com as duas mãos e abrindo bem, deixando aquele botãozinho cheio de pregas à mercê da minha pica. Por meu pau não ser dos maiores, entrou com certa facilidade e também por estar bem lubrificado e ela com muito tesão, eu encostei a ponta rombuda de meu pau na portinha dos fundos dela e fui empurrando bem devagarinho. E, com uma deliciosa satisfação, eu o vi se esconder centímetro a centímetro dentro daquele cuzinho maravilhosamente.

Ela rebolava gostosa e, a cada rebolada, entrava um pouco mais. Então, com ele todinho enterrado, eu comecei um delicioso vai e vem, no início bem lento e logo passei a bombar com mais força e ela, completamente estasiada, gemia e pedia: “Mete, amor, fode o meu cuzinho, fode, arromba esse cuzinho que é seu agora.” Eu, segurando firme seus quadris, dava tapas na bunda dela, tapas que ela gostava muito e mandava bater mais. Ela dizia: “Bate, vai, me faz gozar.” Eu, com o pau todo enterrado no rabo dela, comecei a dedilhar seu grelinho, levando ela à loucura e a um orgasmo intenso e eu também gozei, enchendo o cuzinho dela de porra. Ela, com o corpo ainda em espasmos, deixou-se cair na cama, fazendo assim eu sair de dentro dela…

Foi um dos nossos melhores encontros e uma das nossas melhores trepadas…

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