Corno – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com ContosSafados.com Fri, 21 Feb 2025 13:46:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://contossafados.com/wp-content/uploads/2024/08/chilli.png Corno – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com 32 32 Comeram minha namorada! https://contossafados.com/conto/comeram-minha-namorada/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=comeram-minha-namorada https://contossafados.com/conto/comeram-minha-namorada/#respond Fri, 21 Feb 2025 13:46:29 +0000 https://contossafados.com/?p=3019 Prazer sou Pedro pra quem não conhece e recomendo que leiam meus contos, estou tentando contar os fatos por ordem de ocorrência. Atualmente estou contando coisas que aconteceram quando eu tinha meus 18 anos e namorava Carla, tenho 1, 80m, branco, um pouco de músculos nos braços porém magro, cabelo pretos e olhos verdes, meu pinto tem 23 cm. Nesse tempo eu já estava pegando minha sogra, minha cunhada e tinha pego uma amiga da minha namorada a Jéssica e sua mãe também, porém descobri que ela me traia também.

Era uma quinta feira e minha namorada disse que iria ao médico, ou seja, casa do Luís. Fui para sua casa na esperança de encontrar Rosa minha sogra e dar uma bela comida nela porém quando chego lá sou recebido por minha cunhada Letícia, Letícia tinha 1, 62m, com uns peitos enormes, uma bunda redondinha e aquela cintura fina, era loira de cabelo curto, com os olhos azuis e uma boca perfeita. Ela então falou:

– Pedro é quem eu precisava para conversar, vamos no parque da água branca?

Topei e saímos. Pegamos o metrô e descemos na barra funda, fomos até o parque e começamos a andar por lá, pegamos um sorvete e quando fomos mais para o fundo do parque que tinha pouco movimento, achamos um banco e nos sentamos.

Eu: – Então o que você queria conversar?

Letícia: – Você não vai acreditar no que rolou ontem.

Eu: – O que?

Letícia: – Eu e a Carla transamos com o Matheus.

Eu: – Os três juntos?

Letícia:- Siiiiim, nossos pais saíram ontem a noite e Larissa iria dormir na nossa avó, então ficamos os três em casa.

Eu apenas escutava atentamente e já ficando excitado, enquanto Letícia prosseguiu:

– Estávamos entediados e resolvemos jogar stop, ( para quem não sabe, tem vários temas e as pessoas tiram no dedo uma letra tipo N e tem que colocar palavras que começam com aquela letra nos temas, palavras repetidas são 5 pontos, palavras únicas 10 pontos e nada 0 pontos) porém Matheus falou que seria interessante se fosse um strip stop e a cada letra quem tivesse menos ponto tirava uma peça. Carla e eu aceitamos.

Na primeira rodada Carla perdeu e tirou a camisa ficando de shorts, calcinha e sutiã, então na segunda rodada Carla e Matheus empataram como perdedores e ambos tiveram que tirar, Carla ficou de calcinha e sutiã e Matheus de camisa e cueca. Prosseguimos e perdi, tive que tirar a camisa, em seguida Matheus perdeu e tirou a camisa ficando de cueca e começamos a rir e falar que quem deu a ideia ficaria nu primeiro. Jogamos e perdi junto de Carla, tirei meu shorts ficando somente de sutiã pois estava sem calcinha e Carla tirou o Sutiã ficando com os peitos para fora, logo percebemos o volume na cueca de Matheus. Jogamos mais uma vez e Matheus perdeu, ele tirou a cueca e aquela rola dura de 19 cm saltou para fora, então rimos e perguntamos se ele estava excitando com as irmãs no que ele afirmou.

Eu e Carla dissemos que ele havia perdido, porém ele propôs pagar uma prenda caso perdesse, dito e feito ele perdeu então Carla que havia ganhado pediu a prenda, pediu que ela batesse uma punheta. Matheus então começou a bater e falar, preferia fazer outra coisa com ele. O pau dele começou a babar e pedimos para parar e continuamos, dessa vez eu perdi e tirei o sutiã, na próxima Matheus perdeu novamente e Carla ganhou e pediu que ele fodesse meus peitos, eu me ajoelhei e cuspi em seu pau no que ele enfiou entre meus peitos e começou a foder bem gostoso, quando estava quase gozando, Carla pediu para parar, jogamos mais uma e eu perdi, Matheus pediu para para chupar o seu pau e comecei a chupar porém estava de olhos fechados e quando sinto algo na língua e abro meus olhos é Carla chupando do outro lado.

A partir dai foi só putaria entre a gente, chupamos muito o Matheus e botamos ele para foder nós duas a noite toda, ele comeu todos nossos buraquinhos e sabe o que mais?

Eu: – O que?

Letícia: – Eu não lavei, a porra dele tá dentro de mim ainda.

Eu já não aguentava mais de tesão e a puxei para trás de uma casinha das que tem dentro do parque, como estava pouco movimentado ninguém iria ali, abaixei meu shorts e Letícia cuspiu e batia uma punheta gostosa, assim que meu pau estava bem molhado a coloquei apoiada na parede e comecei a comer aquela buceta meladinha pela porra do irmão, não demorou muito e explodi em um gozo dentro dela. Quando estávamos se arrumando percebemos dois caras, um aparentava ter por volta de uns 40 anos e outro por volta dos 20, um estava com celular na mão e ele disse que gravou tudo e que colocaria na internet.

Letícia pediu que não fizessem isso, que apagassem, então veio a condição, ela tinha que fazer eles gozarem também, se aproximaram dela e tiraram seus paus para fora, o senhor de 40 anos tinha uma rola bem grossa, devia ter uns 18 cm e não fechava na mão de Letícia, o outro de 20 anos tinha uma rola de uns 16 cm e era normal. Letícia ajoelhada batia uma punheta para eles e eles riam falando:

– Tá gostando de ver sua namorada putinha cuidando das nossas rolas?

Eu estava muito excitado vendo aquela cena mas apenas disse para não machucarem ela.

Sr de 30 anos: – Podemos garantir que não a machucaremos mas os nossos paus não podem dizer o mesmo.

Letícia começou a chupa-los e o Sr de 40 anos forçava a rola na sua garganta e ela vivia engasgando, afinal ela tinha 18 anos e uma boquinha deliciosa. Quando estavam com a rola bem dura abaixaram o shorts de Letícia o tirando e o Sr de 40 anos a ergueu e colocou o seu pau em sua buceta, era um estranho a comendo sem camisinha, os riscos dele ter doença ou sei lá o que, porém o amigo dele veio do outro lado e falou:

– Vamos ensinar uma coisa que só amigos de verdade podem fazer para putinhas como você.

Então ele forçou até entrar os dois paus na buceta de Letícia que a essa altura se segurava para não gritar de dor e prazer, então começaram a comê-la e perguntavam se eu corninho estava gostando. Fiz que sim com a cabeça, eles anunciaram que iriam gozar e desceram ela e gozaram em sua cara e na sua boca.

– Agora vai lá corninho dá um beijo na namorada.

Fui em direção de Letícia e olhando em seus olhos demos um beijo de língua.

Eles então riram e falaram, a gente não gravou nada mas obrigado pela gozada putinha.

Foram embora e ficamos ali, Letícia percebendo que eu estava duro apena tirou meu pau para fora novamente e bateu uma punheta molhando com o esperma de sua boca e seu rosto até que eu gozasse no mato. Nos arrumamos e voltamos para casa, deixei ela na casa dela e nem esperei por Carla aquele dia.

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Oferecendo Minha Esposa https://contossafados.com/conto/oferecendo-minha-esposa/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=oferecendo-minha-esposa Sun, 02 Feb 2025 12:32:58 +0000 https://contossafados.com/?p=2963 Atração no Horizonte Mineiro

Olá, me chamo Gabriel e sou casado com Helena há 6 anos. Helena é um deslumbre, morena com cabelos castanhos ondulados na altura dos ombros, cerca de 1,68m de altura, seios delicados, curvas impecáveis e um olhar castanho hipnotizante. Ela tem aquele charme natural que vira cabeças por onde passa. Desde os tempos de namoro, sempre foi muito assediada, algo que secretamente sempre me provocou mais desejo do que ciúme.

Adoro comprar roupas provocantes para ela e ver os olhares em sua direção quando saímos juntos. No supermercado, no parque ou no shopping, Helena sempre chama atenção, seja pelos vestidos curtos ou os shorts justos que evidenciam sua beleza. Quando voltamos para casa, esses momentos parecem acender uma chama a mais no nosso sexo—cheio de confissões picantes das cantadas que ela recebe no dia a dia.

Mas o que vou relatar agora aconteceu há cerca de dois anos, e posso dizer que foi uma experiência que transformou nossa relação de uma forma que nunca imaginei.

O Convite

Helena fazia trabalhos extras como promotora em eventos e, naquela época, meu amigo de infância, Diego, que é representante de uma marca de vinhos renomada, a convidou para participar de uma feira enogastronômica. O evento aconteceria em uma cidade charmosa na Serra Paulista, começando no sábado de manhã e terminando no domingo à tarde. Com o bom pagamento oferecido, concordei sem pensar duas vezes. Diego e ela viajaram na sexta-feira logo após o entardecer.

Na manhã seguinte, por volta das 9h, recebi uma vídeo chamada da minha mulher, e o que vi imediatamente acelerou meu coração. Helena vestia um macacão preto tão justo que parecia pintado no corpo. O decote profundo exibia suavemente sua pele, enquanto as costuras do tecido abraçavam suas curvas de maneira provocante, deixando pouco para a imaginação.

— Hoje os homens aqui vão enlouquecer, você sabe disso, né? — Ela disse com um sorriso cheio de malícia. — Já estou toda molhadinha só de imaginar.

Aquilo era um misto de ciúmes e excitação. A ideia de outros homens admirando minha esposa fazia meu corpo fervilhar de desejo.

— Pode deixar, amor. Quero saber cada detalhe depois — respondi, tentando soar casual, ainda que minha mente já estivesse percorrendo longas fantasias.

Helena soltou uma risadinha, me jogou um beijo na câmera e desligou. O dia passou devagar, com a expectativa do que poderia acontecer martelando na minha cabeça.

Suspiros ao Anoitecer

Quando o relógio marcava 18h30, ela ligou novamente. Agora, sua voz parecia cheia de adrenalina e… algo mais.

— Oi, meu amor. Sentiu minha falta?

— Com certeza. E você, foi muito cantada?

— Ai, Gabriel. Você nem imagina. Perdi a conta de quantas vezes me chamaram de deliciosa e pediram meu número — disse ela, rindo.

— E algum deles te chamou a atenção?

Ela hesitou por um momento, e então, com aquele sorriso atrevido que eu conhecia tão bem, respondeu:

— Talvez. Tem um cara aqui, o Joaquim. Ele chegou a dizer que se eu não fosse casada, ele me pegaria no ato.

— E o que você disse?

— Eu disse que ser casada não era exatamente um problema… — disse com a voz provocante, jogando lenha na fogueira.

Helena contou que o homem, aparentemente confiante e charmoso, havia passado por trás dela no corredor da feira e sussurrado no ouvido que o macacão estava deixando ele louco de tesão, especialmente a forma como o tecido marcava as curvas dela. Subitamente, eu a interrompi.

— Você gostou?

— Mais do que devia — confessou ela, rindo baixinho.

Entre palavras, Helena detalhou como ele a encoxou na fila para pegar café, esfregando o volume na calça contra a bunda dela, enquanto descrevia em detalhes o que gostaria de fazer com ela. Eu não sabia se ficava com ciúmes ou ainda mais excitado. Não consegui me segurar e comecei a me tocar.

— E aí, o que você sentiu? — perguntei, ofegante.

— Gabriel, senti um calor, sabe? Um tesão impossível de ignorar. Não sei se consigo segurar isso por muito tempo…

A Decisão

Mais tarde naquela noite, Helena voltou a me ligar para dizer que o grupo de expositores planejava jantar juntos e talvez sair para dançar. Era evidente o tom de diversão maliciosa na voz dela, especialmente quando mencionou que Joaquim era quem havia organizado o convite.

— Então é isso? Você vai sair com ele? — perguntei, tentando alinhar minha voz com o turbilhão de sentimentos dentro de mim.

— Só se você me disser que está tudo bem — respondeu ela. — Se eu for, vou me permitir fazer o que der vontade.

Houve uma pausa nervosa na nossa conversa. Parte de mim estava tomada de desejo pela ideia, enquanto outra parte temia as consequências.

— Vá e faça o que sentir que precisa ser feito. Só não me ligue hoje, me conte tudo amanhã quando voltar — decidi, deixando que as palavras escapassem antes que eu pudesse repensar.

— Tem certeza, amor?

Eu confirmei. Quando desligamos, meu coração parecia prestes a explodir. A fantasia tinha ultrapassado os limites da imaginação — agora era real.

A noite se arrastou, cheia de ansiedade e excitação, enquanto eu esperava pelo amanhecer e pelas confissões de Helena…

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Quero Dar Pra Dois, Amor… https://contossafados.com/conto/quero-dar-pra-dois-amor/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=quero-dar-pra-dois-amor Fri, 09 Aug 2024 00:40:22 +0000 https://contossafados.com/?p=1907 Fazia uma semana que houvera realizado uma de minhas fantasias. Aquela que ronda o imaginário de 99% das mulheres. Tive a sorte de ter um marido que compartilhava dos mesmos desejos que eu e eu, queria repetir a experiencia maravilhosa de dias atrás, e mais, SABIA EXATAMENTE COM QUEM.Meu maridinho havia me dividido com outro homem. Ver sua esposa gemendo e adorando dar pra outro, deixava-o excitado no seu imaginário há muito tempo, mas somente numa de minhas visitas a ele, no Japão, onde passava uma temporada a trabalho, foi que conseguimos colocar tudo em prática.(Leia: “Dando pro meu maridinho e outro gostosão no Japão” e “Meu maridinho fudeu meu cuzinho já arregaçado por outra piroca” )

A noite tinha sido maravilhosa para nós dois e desde então, todas as vezes que nós trepávamos, meu marido ainda se excitava com as lembranças daquela foda, o que deixava nossas transas mais urgentes e mais violentas. Adoroooo…..

Eu queria muito rever o Paulo, estar nos braços daquele moreno gostoso e de pau invejável. Nunca tinha trepado com outro pirocão daquele tamanho e além do mais, ele tinha “PEGADA”.

Completando uma semana de nossa aventura, resolvi que era hora de incitar meu chifrudinho a aceitar um novo encontro a três.

Comprei uma lingerie vermelha (cor de sua preferência) e coloquei saltos altos e meias pretas, juntamente com um colar grande de pérolas que, com seu caimento, deixava os seios bem atraentes. Ele estava no último dia de trabalho diurno. Chegaria em casa por volta das 20 hs e ao entrar em casa, se depararia com a visão de sua mulherzinha no cio, esperando pra ser muito bem fudida. No dia seguinte, seria sua folga: dia ideal pra um menage, então, eu tinha q convencê-lo hj!!!

Quando entrou em casa, viu o jantar já pronto sobre o fogão e adentrando mais, encontrou a sobremesa sobre a mesa. Lá estava eu, deitada sobre ela, com um das pernas dobradas e, com o colar na boca, lancei sobre meu homem um olhar que o despiria em um segundo.

_Venha se deliciar com sua sobremesa, antes de comer seu jantar. Eu disse.

Ele logo tirou sua camisa e antes de desabotoar a calça, chegou até a ponta da mesa e tocou minha xana através da calcinha de renda.

-Que surpresa boa…assim como a dona dela…

Ficou alisando minha buceta e minhas coxas com uma das mãos enquanto usava a outra pra tocar seu pau, até que retirou minha calcinha e caiu de boca, com maestria, como sempre fazia. Como gostava de chupar uma buça esse meu maridinho e o fazia deliciosamente bem. Em poucos minutos eu gozei pela primeira vez.

Logo q gozei, me pus ajoelhada e meti akele cacetão gostoso na minha boca. Lambi a cabeçorra, depois o pau em toda sua extensão, engoli as bolas e depois o pau inteiro. Mamava e masturbava meu amadinho ao mm tempo. Engasgava e cuspia nele. Ele adorava assim. Olhava pra sua cara de tesão e ficava louca! Arrebitava mais a bundona e rebolava, abrindo as ancas com uma das mãos e sugerindo um anal.

Percebi que estava na hora de tocar no assunto, apreciando a cara de um safado que tem uma rola na boca de uma puta.

_ Tá gostoso meu boquete, amorzinho?

_Está uma delícia vagaba, como sempre!!!

_Lembra daquele dia em que eu fiquei com duas picas duronas na minha boquinha, lembra? A sua e a do garanhão do Paulo? Elas até se encostavam…q delícia…como eu sonho em engolir duas toras na minha boquinha de novo, engasgar ora com um pau, ora com outro…

Sentindo que seu pau ficara mais duro ao relembrar a cena, ele disse:

_Vc não esquece aquele caralhudo não é, vadia?

_ Ai meu gostoso, foi tao bom dar pra dois machos ao mm tempo…Temos que repetir a dose não é? E fiz cara de menininha safada que faria qualquer coisa pra ganhar um sorvete.

Então, ele me levantou e me colocou apoiada na mesa, com a bundona arrebitada.

_Vem aqui e se contente com a rola do seu macho, sua camofa….Meteu de uma vez só na minha buceta encharcada e começou as estocadas fortes, batendo na minha bunda e puxando meus cabelos.

_Vive sonhando com aquele pirocudo não é, vadia? Agora não quer mais se satisfazer com uma vara só…

_ Ai amorzinho, como eu gostei de ter uma pica me fudendo e outra na minha boca. Podíamos estar fazendo isso agora…imagina…sua mulherzinha se deliciando com uma bengala grande na boca, sugando, mamando, engasgando e vc metendo com força aí atrás, vendo outro homem gemendo de tesão por sua putinha…e depois, ele gozando e enchendo essa minha boquinha de porra….vc nao ia gostar de ver sua mulher se deliciando com outra benga de novo, seu safadinho? Não gosta de imaginar sua esposinha sendo enrabada por outro? Eu sei que gosta, seu puto….

_hum….sua vadia….

_vc sabe que eu adorei aquele caralhudo do Paulo, não é? Me dá esse presentinho antes de eu voltar pro Brasil, amor…faz sua mulherzinha feliz de novo, vai…

_Sua cadela…enquanto não fuder de novo com aquele sacana, não vai ficar satisfeita não é?

E assim, ele me batia, me puxava os cabelos e me enforcava, lambendo meu pescoço e meus ouvidos, o q me levava á loucuraaaa…

__ O que pretende fazer com ele, sua vaca? Me conta o que vai querer…

Eu imaginava a cena na minha mente. Dois homens me beijando, me alisando, me chupando por todos os lados e duas rolas na minha boca…, uma na boca e outra na buceta, uma na buceta e outra no cu….queria muito rever aquele moreno lindo…

_ Vou querer ser fudida em todos os meus buraquinhos, amor…Quero engolir as duas toras ao mm tempo. Quero ser lambida por todo meu corpo. Quero sentir mãos, dedos me explorando. Quero bocas me beijando. Quero rolas me deflorando. Quero porras me lambuzando. Quero ver sua carinha de safado e enciumado, analisando o que eu fiz com o outro e que não tenha feito ainda com vc…quero gozar muito gostosoooo….

_ Ai, sua cachorra, vc está cada dia mais puta e safada. Que tesão vc me causa….toma essa rola dura feito pedra na buceta, vadia…toma…

_ isso amor, assim….come sua sobremesa com vontade vai…mete com força, seu puto….soca essa jeba toda na minha xereca que eu quero gozar gostoso com ela….to me imaginando chupando o cacetão gostoso do Paulo enquanto vc me fode…aiiiii…. Vai deixar ele comer meu cuzinho de novo, paixão? Vai…deixa….me faz feliz, amorzinho…

_Quer dar o cu de novo pra ele, piranha? Vou ter q aguentar ver outro te enrabando? arregaçado seu anelzinho?

_ Sim, corninho…uma trepada sem dar o rabo, não é uma trepada de verdade….Agora que experimentei e gostei, vou querer sempre…..Quer meter no meu cuzinho agora, safadinho?

_ Não vadia…hj não…Vamos deixar pro Paulo te enrabar e depois eu entro em ação. Vamos fazer fila pra fuder seu rabo. Vai aguentar duas picas te fudendo o cu em seguida? Não vai adiantar reclamar…Se der pra ele, vai ter que dar pra mim também, e eu vou adorar comer seu cu já alargado por outro pau….

_Sim amor, eu topo….vou aguentar…eu te sugo o cacete enquanto ele me fode o rabo e depois trocamos….Ou então, deixamos o meu cuzinho bem cheio de porra. A porra dele e a sua, escorrendo pelas minhas pernas. Ia gostar de gozar em mim, depois de outro sacana ter gozado também? Outro macho gozando na sua esposinha, antes de vc? Me lambuzando toda? …Ai…Mete mais forte amor….Eu quero gozar….me fode gostoso, cachorrinho…

_uiii….que vadia essa minha mulher….já que quer tanto, vamos fazer a sua vontade, cadela…..vamos ligar pro safado e combinar, putinha…mas hj vc é só minha e vou jorrar leitinho em vc agora…toma…..aiiii….toma piranha….

Rebolei bastante na vara do meu corninho que acabara de topar me ver com outro homem, mais gostoso e mais pirocudo que ele. Gozamos juntos, imaginando o que estaria por vir, provavelmente no dia seguinte. Ia me deliciar como nunca com dois cacetes. IA SER JANTAR E SOBREMESA PRA DOIS.

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Meu Esposo é um Corno https://contossafados.com/conto/meu-esposo-e-um-corno/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=meu-esposo-e-um-corno Thu, 08 Aug 2024 00:27:48 +0000 https://contossafados.com/?p=1898 “Ai, meu cú, Pedro, por favor, não judia dele, senão meu marido vai perceber”. Quanto mais eu falava, mais ele socava e dava tapas na minha bunda, me xingando de vagabunda. “Toma nessa bunda, sua piranha, sente uma pica de verdade nesse cu branco, sua puta”.

Introdução

Eu me chamo Ana e vou chamar meu marido apenas como “meu esposo”. Eu tenho 34 anos e ele tem 30. Sou loira e tenho algo que os homens adoram – uma bunda grande e empinada. A última vez que medi, tinha mais de 130 cm de quadril. Meus seios também são volumosos, o que me faz chamar a atenção em qualquer roupa que uso.

Meu esposo é uma pessoa muito batalhadora. Quando o conheci, ele tinha apenas 24 anos, mas já era promissor no ramo em que atua. Nos conhecemos na faculdade; ele era um aluno muito aplicado enquanto eu, sempre fiz jus à cor dos meus cabelos… “loira”. Nunca me importei com as piadinhas e, sinceramente, nem sei como consegui terminar os estudos. Acho que foi por causa das colas que recebia, todos querem ajudar a “gostosona”. Homens são todos bobos, não aguentam ver uma bunda que fazem qualquer coisa.

O Passado e o Presente

Quando conheci meu esposo, ele já sabia mais ou menos quem eu era e a minha fama de “mina rodada”. Tive muitos namorados, nunca fui tímida. Se estava afim de um cara, eu ia e dava em cima dele. Sempre gostei de sexo e de seduzir os homens, andar bem arrumada, com roupas justas, calcinhas pequenas e sempre marcando.

Adoro usar leggings bem justas que chegam a “comer” a bunda, pois divide e fica bem sexy, ou então um vestidinho básico, decotado e meio justo. Meu esposo já me conheceu assim. Nos apaixonamos um pelo outro. Ele é moreno, e eu adoro negros. Embora tenha casado com um moreno, quase todos os meus namorados eram negros. Detalhe, não gosto de pinto pequeno; pra me agradar, tem que ser com 18 cm pra cima.

A Descoberta

Um dia, recebi um e-mail pornográfico de um ex-namorado que era tarado por mim, ou melhor, pela minha bunda. Namorei com ele por cerca de um ano e, depois, sempre que podíamos, saíamos. Ele era muito bom de cama. Segue cópia do e-mail que ele mandou:

“Boa tarde, gostosa!

Hoje lembrei de você e quis te escrever. Quando lembro dos ótimos momentos que passamos juntos, fico excitadíssimo e tenho que homenagear você. Pego alguma foto sua de calcinha ou biquíni e bato uma bem gostosa para esse rabão que um dia foi meu.

Guardei todas as fotos que tiramos juntos, é uma bela recordação. Adorava foder este teu rabo, arregaçar essa tua boceta e ver você gozar como uma vagabunda. Lembra de como você vinha à minha casa vestida? Eu colocava meu colchão no chão, você ficava de quatro e eu te fod** até não querer mais, principalmente esse cú seu.

Lembra-se quando você sentava esse rabão nos meus 23 cm de pica e pedia para eu foder seu cu de vagabunda? Você dizia ‘fode o cu dessa vagabunda, essa bunda grande merece pica grande, esse cu merece ficar arregaçado, arrombado, pois eu sou uma puta que merece tudo isso’.

Olha, sinceramente, nunca fodi um igual ao seu ainda. Adorava ver seu cu arregaçado escorrendo porra e tirar fotos e ver você fazendo poses como uma atriz porno. Adorava receber suas mensagens, dizendo que estava com o cuzinho doloridinho porque tinha levado muita pica. Era demais pegar minha pica e bater ela na sua cara e xingar você de vagabunda, puta, piranha de vários nomes que sei que você adorava, e depois esporrar esse seu lindo rostinho de modelo.

Gata, você é completa. Você não sabe como me arrependo de ter deixado você, a maior besteira da minha vida. Se quiser, sabe onde eu moro e sabe meu número também. Um beijo, saudades e desejo tudo de bom pra você. Não se preocupe com as fotos, estão bem guardadas, jamais faria ou farei algo para te prejudicar.”

Li esse e-mail e fiquei pensando se deveria mostrar ao meu esposo. Toda vez que eu mentia para ele, ele sempre descobria depois, e eu prometi para mim mesma que não omitiria nem mentiria mais para ele sobre nada do meu passado. Deixei o e-mail na caixa de entrada e, três dias depois, decidi que deveria mostrar. Quando ele chegou do serviço à noite, me vesti especialmente, do jeito que ele gostava. Bem perfumada, com batom vermelho e vestido escandaloso. Ele adorava chegar em casa e me encontrar assim.

Depois que jantamos, o chamei para perto do computador e disse que queria mostrar algo, mas antes fiz ele me prometer que não ficaria zangado comigo, pois isso fazia parte do nosso pacto de sermos sempre sinceros um com o outro. Falei que meu ex havia enviado um e-mail pornográfico para mim e que, se ele quisesse ler, estava ali. Se não quisesse, eu apagaria e pronto, assunto resolvido.

Mas ele disse que gostaria de ler e me prometeu que não ficaria zangado e que, quando brigássemos, não jogaria isso na minha cara. Fui para o sofá e deixei ele sozinho lendo. Daí a pouco, ele me chamou, me abraçou e senti a pica dele dura. Ele me perguntou se aquilo era realmente verdade, se eu tinha aguentado 23 cm de rola na minha bunda. Ele estava encostando minha bunda e virei o pescoço e disse, “Você acha que um negão iria dar moleza para uma gostosa como sua esposa? Ele fez tudo isso mesmo, tudo é verdade”.

Percebi que ele ficou mais excitado e disse, “Como a minha esposa é vagabunda, e ainda ficou regulando este rabo para mim”. E é verdade, quando dei o cu para meu esposo, já fazia seis meses que namorávamos. Eu fiquei provocando ele, dizendo que o negão arrombava o cu da mulher com quem ele casou, comia tanto que me largou porque eu era muito puta para ele. E é verdade isso, por causa disso terminamos. Não demorou muito, meu marido disse que ia gozar, me abaixei rapidamente e recebi uma esporrada na cara. O assunto naquele dia acabou.

A Fantasia

Conforme os dias foram passando, ele perguntava se algum ex tinha enviado e-mail para mim, ou pegava vídeos eróticos e me mandava, perguntando se eu já tinha feito algo igual à atriz pornô. O que era verdade eu dizia que sim e, do contrário, também. Eu não mentia. E normalmente era sempre alguma atriz fazendo sexo anal, ou vídeos de suruba, ou recebendo dois homens numa DP. Esses de DP eu negava, o que era verdade, nunca tinha feito uma DP, embora ele não acreditasse. Mas ele mandou um com uma mulher mamando duas picas e recebendo porra na cara. Esse eu disse que já tinha passado por situação igual. Aí foi que ele duvidou mesmo de que eu nunca tinha feito uma DP. A verdade era que eu já tinha transado com dois homens, mas nunca fiz uma DP. Não sei dizer por que não fiz; foi a única vez que possuí dois machos e não rolou dupla penetração, apenas enquanto eu chupava um, o outro metia e vice-versa. Ele demorou a acreditar, mas acabou acreditando. Eu não tinha razão para mentir.

E meu esposo ficava excitadíssimo quando eu falava essas coisas pra ele. Aí ele me pedia para dar detalhes das minhas transas, queria saber tudo, e eu contava. Não demorou muito, e ele me perguntou se eu transaria com outro homem com ele vendo. Eu disse que não. Eu não queria ter a vida promíscua que tive no passado. Mas ele sempre tocava no assunto, sempre conversávamos sobre isso, e a minha resposta era sempre a mesma, pois eu não achava isso correto, achava que isso acabaria com nosso casamento. Mas isso só fazia com que ele gostasse de me exibir mais, adorava quando me via sair escandalosa na rua. Os amigos dele babavam por mim. Ele adorava e sabia disso. Ou seja, não implicava mais com minhas roupas, ao contrário, incentivava eu usar.

A Decisão

Depois de dois anos com ele insistindo, perguntei se ele realmente queria me ver dando para outro homem, se suportaria me ver gemendo, se aguentaria levar um chifre, ver um cara metendo no meu rabão bem gostoso e eu pedindo mais. Porque ter uma fantasia é uma coisa; realizar a fantasia é outra. A resposta dele foi que era tudo o que mais queria. Eu respondi, “Então aguarde que você vai levar um chifre, mas não reclame, porque eu vou sair com a pessoa que eu quiser, e será como eu quiser”. Combinado não sai caro.

Nunca vi alguém tão ansioso para ser corno. Às vezes, me perguntava se aquilo era realmente possível, mas deixei os grilos de lado e comecei a pensar em como faria aquilo.

Neste intervalo de tempo, nós tínhamos comprado um sítio, já fazia uns dois anos, onde construímos casa, piscina, nada muito sofisticado, mas de extremo bom gosto. E nos últimos oito meses havíamos contratado um caseiro para tomar conta do sítio. Vou chamá-lo de Antonio. Era um homem negro, mas negro mesmo. Baiano, tinha na faixa de 45 anos, não tinha família, era separado da mulher e tinha porte físico até bonito. É alto e forte, nada de academia; aquilo era do trabalho duro mesmo da roça, dizendo ele que sempre trabalhou duro.

A Oportunidade

De repente, comecei a olhar aquele homem com outros olhos. Não era bonito, mas eu me sentia atraída porque aquele macho, rústico, grosso e indelicado, tinha mãos cheias de calo.

Vi ali a oportunidade de realizar a fantasia do meu esposo. Quando meu marido me cobrava, eu dizia que ele não perdia por esperar, pois ia levar um chifre.

Sempre que eu ia para o sítio, seu Antonio nos respeitava muito. O caminho dele era das plantações para a casa onde ele morava. A casa do caseiro é um pouco separada da nossa, mas dá perfeitamente para ver a nossa casa.

Eu ia toda escandalosa, mesmo antes de aceitar as fantasias do meu esposo, mas nunca fui muito de conversar com ele. Sempre quem acertava tudo era meu esposo. Mas de repente comecei a mudar, passei a conversar mais com seu Antonio e até a fazer comida para deixar para ele.

Bem, comecei a sentir um desejo intenso por aquele nordestino, ainda mais sabendo da fama que eles têm como amantes. Pedro era um homem forte e atraente, e desde que ele estava no sítio, nunca vi sinal de mulher por lá. Num sábado, precisei ir até o sítio sozinha para levar mantimentos para ele, a pedido do meu marido, que estava ocupado com o trabalho.

Após meu marido sair, tomei um banho, me arrumei, coloquei uma legging justa que ficava um pouco transparente, uma blusa decotada e uma sandália de salto. Peguei o carro e segui para o sítio, que fica a 70 km da nossa casa. Pedro sabia que eu iria sozinha, pois meu marido já tinha ligado para ele. Quando cheguei, buzinei, e ele abriu o portão. Pedi para ele descarregar as coisas do carro, dizendo que tudo era para ele.

Tenho certeza de que Pedro já me cobiçava antes, mas sempre manteve o respeito. Provavelmente, por causa das roupas provocantes, ele ficaria ainda mais tentado a partir de agora. Peguei uma sacola leve e fui caminhando na frente dele, que me seguia. Coitado, devia ter ficado excitado. A legging que eu usava mostrava claramente a calcinha. Entrei na casinha dele e conversamos um pouco. Ele adora conversar, pois fica sozinho a semana inteira e nem sempre vamos ao sítio. Ele é uma pessoa muito confiável, por isso deixamos o sítio sob seus cuidados.

Eu sempre tentando me mostrar para ele, notei que ele olhava para minha bunda, mas logo desviava o olhar. Perguntei se a piscina estava limpa, e ele confirmou que sim. Então, falei que estava pensando em dar um mergulho, pois estava muito calor. Não era mais aquela menina desinibida de quando solteira, que conseguia o que queria. Agora, não sabia bem como fazer aquele homem me desejar, uma vez que eu era a patroa dele e ele respeitava muito meu marido.

Me dirigi à casa do sítio e pedi a Pedro para descobrir a piscina e trazer uma cerveja para nós, pois estava muito calor. Eu estava inventando desculpas para ele me ver na piscina. Nunca antes tive essa liberdade com ele. Abri a casa para o vento entrar, fui ao pequeno guarda-roupa no quarto e escolhi um biquíni vermelho, modelo asa delta, que ficou totalmente enterrado na minha bunda, muito chamativo.

Deixei a legging e a calcinha sobre a mesinha perto da piscina, totalmente visíveis. Entrei na piscina de onde podia ver Pedro na cozinha dele. Ele já havia descoberto a piscina e voltado para sua casinha. Mergulhei na piscina e depois gritei para ele trazer a cerveja.

Pedro veio com uma lata na mão. Perguntei se ele não iria me acompanhar, e ele, meio envergonhado, disse que não estava com vontade. Ordenei que ele fosse pegar outra cerveja, colocasse uma bermuda ou uma sunga e voltasse. Ele foi, e depois de 20 minutos voltou de sunga com uma latinha na mão. Mas o que me impressionou foi o volume da sunga dele. Lembrei dos cabos de enxada que já tinha enfrentado na época de solteira.

Saí da piscina e, só para me exibir, disse para ele ficar à vontade, pois eu tinha certeza que meu marido não ficaria zangado em saber que ele me fez companhia. Coloquei uma saia branca, transparente, que me deixou ainda mais provocante. Imaginem, um bundão com um biquíni vermelho enterrado e os seios quase saindo da parte de cima do biquíni.

A timidez dele era visível, mas começamos a conversar sobre algumas coisas do sítio. Eu apenas concordava, pois não estava minimamente interessada no assunto. Percebia que ele me olhava com desejo, e a cerveja nos deixou mais soltos. Ele deu um mergulho e eu observava. Quer saber? Eu estava louca para ser a puta daquele homem forte e traçar meu marido com um belo par de chifres.

Enquanto ele tomava banho, fui preparar algo para comermos. Algumas comidinhas semi-prontas que eu havia trazido. Eu já estava planejando isso fazia tempo, então vim preparada. Comemos e bebemos mais cerveja. Ele já tinha perdido a timidez e eu mais ainda, tanto que parei de beber, pois já estava soltinha. Tomei coragem, me deitei na beira da piscina e pedi para ele passar protetor em mim. Ele simplesmente pegou o protetor e começou a passar, alisando minha bunda com aquelas mãos ásperas. Eu estava excitadíssima. O caseiro iria comer a madame loira e rabuda.

Quando ele terminou, me desvirei e falei que ele ainda não havia terminado. Puxei a parte de cima do biquíni e meus seios ficaram à mostra. Ele não disse nada, simplesmente estendeu as mãos para mim, levantou-me e logo me beijou, dizendo “Já sei o que a senhora quer”. Caí nos braços daquele homem, fui encostada na parede e ele me levou para o quarto da casa. Sentia aquele pau grosso e grande encostar na minha bunda ou nas coxas. Eu estava à mercê daquele tarado.

Ele me colocou de joelhos e ficou em pé. Logo entendi a senha. Aquele pau enorme na minha frente… não resisti, comecei a chupar. Era grosso e grande, mas eu já tinha visto outros assim na vida. Ele disse, “Você faz ideia, vagabunda, de quantas vezes já bati punheta pensando em você? Quantas vezes não gozei nas suas calcinhas que você deixou no varal?”. Ali, submissa àquele macho viril, eu estava excitada demais. Deitei na cama, ele tirou meu biquíni e empurrou o pau. Senti minha xana rasgar. Fazia tempo que não sentia algo assim. Ele bombou minha boceta raspada, sabia pegar uma mulher. Me fez sentar em cima dele e rebolar como uma vagabunda. Aquele filho da puta não gozava, e eu já tinha gozado umas três vezes. Logo descobri a estratégia dele quando passou o dedo no meu ânus, que fazia tempo que só pertencia ao meu marido.

Eu fiz charminho, mas ele cuspiu na mão e começou a enfiar o dedão. Quando vi, já estava com a tora enfiada no rabo, dizendo “Ai, meu cú, Pedro, por favor, não judia dele, senão meu marido vai perceber”. Quanto mais eu falava, mais ele socava e dava tapas na minha bunda, me xingando de vagabunda. “Toma nessa bunda, sua piranha, sente uma pica de verdade nesse cu branco, sua puta”. Não satisfeito, ele me fez sentar em cima da rola dele novamente. Eu já estava arrombada, com a bunda vermelha de tanto apanhar e com o cu só no buraco. Sentei em cima e rebolava. Ele segurou meu bumbum e gozou dentro de mim. Quando saí de cima, a porra escorria. Ele me fez deitar para levantar minhas pernas e ver meu cu escorrendo porra e sujando o lençol.

Nos recompusemos, ele foi para sua casinha e eu tomei um banho. Estava dolorida, mas percebi que meu marido tinha razão. Eu estava precisando daquilo, me sentia renovada. Saí do banheiro, me enxuguei e fui pegar minha roupa que ficou na mesinha. Só estava a legging e a blusa, faltava a calcinha. Vesti sem calcinha mesmo. Nesse momento, Pedro voltou com a calcinha na mão e disse, “Vou ficar com ela para lembrar da senhora”. Ele me pegou, me beijou, e rolou um tesão de novo. Mas já eram 6 da tarde, eu tinha passado o dia no sítio. Estava na hora de voltar. Tive que acalmar Pedro. Chupei aquele pau de novo até ele gozar na minha boca, o que foi difícil, mas consegui.

Levantei e fui ao banheiro me limpar. Ele me segurou pelo braço e disse, “Vai embora assim, beijar o corno do seu marido”. Fui embora daquele jeito mesmo, recomendei a ele que aquela aventura nunca tinha acontecido. Ele disse que eu poderia ficar tranquila.

Cheguei em casa, o corno estava no sofá me esperando. Mal sabia ele que, enquanto trabalhava, levava um chifre.

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