Família – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com ContosSafados.com Fri, 21 Feb 2025 13:42:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://contossafados.com/wp-content/uploads/2024/08/chilli.png Família – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com 32 32 Dei para os meus “tios” https://contossafados.com/conto/dei-para-os-meus-tios/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=dei-para-os-meus-tios https://contossafados.com/conto/dei-para-os-meus-tios/#respond Fri, 21 Feb 2025 13:42:26 +0000 https://contossafados.com/?p=3015 Hoje vim contar de uma época em que eu morava com uma tia no Rio, era perto de uma igreja pequena e ficava ao lado de um escritório agropecuário de um senhor de uns 45 anos chamado Fabrício ,em dias de final de semana sempre fazia churrasco nos fundos do escritorio com seus amigos e clientes, apenas homens frequentavam, sempre era uma bebedeira entre eles e muita conversa, dava pra ouvir tudo do meu quarto.

Como ninfomaniaca sempre ficava rolando na minha mente uma fantasia louca onde eu estava no escritório semi nua e deixava todos os homens me foder inteirinha sem dó nem piedade, ficava molhadinha pensando nos tiozões enlouquecidos de tesão me fodendo como a boa putinha que eu sou.

O que eu não sabia é que minha tia é uma boa amiga da esposa de Fabrício, ele ia as vezes em casa tomar um café e bater um papo,eu não deixava nunca passar nada em branco,fiz uma bela amizade com ele no nível de dar beijinhos no rosto e até mesmo sentar em seu colo,ele me via como uma criança mas eu amava o provocar de uma forma bem sutil.

Em um desses sábados de churrasco minha tia pediu que eu levasse uma travessa de maionese até o escritório, sem nem pensar duas vezes eu aceitei e fui até meu quarto, coloquei uma mini saia jeans e uma blusinha rosa claro bem transparente e delicada e claro, sem calcinha, eu estava lisinha por baixo e pronta pra ir.

Era umas 22:30 quando eu esperei por Fabricio , ele me recebeu com aquele grande sorriso cheirando a álcool e cigarro, cheiro que particularmente amo juntos, o cumprimentei beijando o canto de sua boca nem disfarçando que era proposital, desviei dele entrando sem ser convidada (sim, ousada), atraí os olhares de todos ao chegar no fundo do escritório, era cerca de 15 tios bebendo e comendo mas no momento paralisados, me olhavam de cima a baixo, logo Fabrício aparece e me apresenta como sua sobrinha Navi, não de sangue mas de coração (ou ereção, aposto que já havia ficado duro pensando em mim).

Aos poucos os tios puxam assunto enquanto bebo cerveja e os agrado sempre sendo simpática e fazendo absolutamente tudo de forma sensual, estava inquieta imaginando o quando logo eu estaria satisfeita, Tio Fabrício tava sempre por perto tocando meu braço enquanto falava e olhando meus peitos através da blusinha,acho que ele sabia que eu queria exatamente o que eu mesma queria.

Conversa vai e conversa vem aos poucos os tios iam pra casa,eu já estava bem alterada mas ainda queria realizar minha fantasia, havia só dois tios e o Fabrício, estavam começando a limpar tudo mas dei o golpe super velho de derrubar cerveja na minha blusa com a maior expressão de inocência, tio Fabrício me levou imediatamente para a pia pra limpar a blusa, os outros dois nao deixavam de olhar para os meus mamilos , e claro que para ser justa, não deixava de olhar o volume deles.

Tio Fabrício passava o pano devagar nos meus peitos, todos sabiam o que fazer mas ninguém fazia então comecei a passar a mão no pau do tio por cima de sua calça, surpreso, tio Fabrício não sabia como reagir mas eu continuei o provocando enquanto olhava para os seus amigos sem vergonha alguma na cara, devagar comecei a beijar lentamente tio Fabrício em seu pescoço e sua boca enquanto passava a mão no pau e seus amigos lentamente, surpresos também, porém animados, e bem animados.

O clima esquentou muito rápido eles tiravam minhas roupas aos poucos começaram a me acariciar o que me deixava super quente e excitada, não demorou muito para que eu abaixasse as calças deles e começar a chupar o primeiro a minha frente com a maior fome e sede de porra, masturbavao os outros dois a minha esquerda e direita com as mãos bem ocupada com da frente inteirinho na minha boca, era minha primeira vez fazendo isso com três homens ao mesmo tempo mas a bebida e a minha excitação ajudou bastante, eu estava completamente molhada e ansiosa para que o primeiro enfiasse fundo na minha bucetinha, o que não demorou muito porque eles também não viam a hora. sentei no colo do tio Luis sem pressa com medo de me machucar,quem diria que era tão grande! Seu pau molhado entrava bem fundo na minha bucetinha pequena, eu engolia o pau de seu amigo sempre rezando para não deixar o outro só, afinal,todos merecem amor, tio Luiz empurrava minha cintura contra o seu colo com força, eu delirava com isso, estava tão gostoso que eu não pude acreditar, finalmente, eu já havia gozado mas ele aparentava estar só no começo e seus amigos também,eu não tinha muita experiência mas acho que ele sim.

Minha goza transparente escorrendo as bolas do tio Fabrício era melhor sensação da noite, tio Fabrício tem um tapa forte na minha bunda e me fez levantar, era hora de outra posição e outro tio, um tio de barba me colocou de quatro massageando meu clitóris cuspindo um pouco sua mão, não ouve calma ele começou no hard, esse tio adorava bater e puxar forte no meu rabo de cavalo para trás dando um super impulso fazendo minha bucetinha engolir o seu pau inteiro pau inteiro sem dó.

Cada tapa era um gemido engolido pois eu não conseguia emitir os sons com o pau enorme do tio Fabrício na minha garganta, imaginei que se eu fosse morrer um dia gostaria que fosse assim, estava tão molhado, quente e rápido eu não estava aguentando, eu já havia gozado pelo menos cinco vezes, estava indo ao delírio, mas logo o tio com barba preencheu minha bucetinha inteirinha de porra, foi uma sensação maravilhosa, eu não estava nem um pouco preocupada, o tio de barba saiu do jogo se vestiu e foi fazer uma ligação, me restavam dois.

Decidimos ir para o sofá do escritório, era mais confortável e mais reservado, quando chegarmos o segundo tio me deitou no sofá de frente para ele, abrindo bem as minhas pernas, seu pau tinha uns 15 cm, ele enfiava rápido mas de forma não muito intensa, eu chupava com gosto o pau do tio Fabrício, que gemia como um urso, já seu amigo estava me chateando, notei que o melhor era acabar logo com esse tio e ficar a sós com o tio Fabrício, dei sinal de que queria mudar de posição , fiquei por cima cavalgando rápido e forte, ele chupava e mordia meus mamilos gemendo alto, logo gozou todo seu leite na minha buceta, escorrendo um pouco no sofá do tio Fabrício, o que acho que na hora ele não notou, e lá se vai o terceiro tio!

Eu estava muito cansada mas agora era o que eu mais, queria meu Gran finale, a lenda do tio Fabrício entrando inteirinha em mim, acho que eu estava completamente apaixonada por aquele tio, ele era tão intenso , bruto e grande que me levava a loucura e me faz esquecer que horas eram, olhei por acaso para o meu relógio, já era 1:30 da manhã, meu celular no chão não parava de piscar,certeza que já vi umas 40 ligações da minha tia, isso começou me deixar paranoica preocupada, pedir para que o tio Fabrício terminasse rápido pois precisava voltar para casa, ele entendeu, pediu que eu deixasse ele gozar na minha boca,supercontente como sinal de gratidão eu fui totalmente a favor, infelizmente não passei mais tempo contigo Fabrício naquela noite, mas houveram outras noites e tardes e outras histórias que serão contadas em próximos contos!

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Eu, Minha Esposa e Sua Irmã https://contossafados.com/conto/eu-minha-esposa-e-sua-irma/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=eu-minha-esposa-e-sua-irma https://contossafados.com/conto/eu-minha-esposa-e-sua-irma/#respond Fri, 07 Feb 2025 18:56:13 +0000 https://contossafados.com/?p=2981 Sou casado com Sandra há pouco mais de doze anos, estamos na casa dos trinta e poucos anos e estamos muito felizes em nosso relacionamento, tanto relacionamento sexual como a vida juntos. Sandra se cuida e apesar da idade lentamente se aproximando, ela está muito bem de corpo. Não está gorda, apesar de uns kilos acima do peso ideal tem um corpo bem desenhado, seus seios são grandes e, apesar de firmes a gravidade inevitavelmente age sobre eles deixando-os um pouco caidos. No geral ela é uma mulher bonita sempre tem algum homem virando o pescoço pra olhar quando ela passa. Temos um relacionamento sólido, nós nos comunicamos bem, assim, ao longo dos anos, viemos a conhecer os nossos gostos e desgostos sexuais e saber exatamente o que nos excita.

Eu adoro fazer sexo oral em Sandra, chupar sua buceta como seu fosse uma manga madura e suculenta. Eu amo o jeito de quando ela está excitada, os lábios de sua boceta se abrem revelando sua suculenta umidade dentro. Eu não gosto de lamber uma buceta peluda, então Sandra raspa a área em volta de seus lábios para mim, mas ainda deixa sua boceta muito peluda do clitóris para cima. Eu adoraria que Sandra raspasse totalmente deixando a buceta lisinha para mim, mas ela diz que irrita, que dá muita coceira raspar, e assim já está muito bom pra mim chupar

Eu agradeço, fico muito feliz chupando sua fenda suculenta e saboreando seu delicioso suco que verte como um riacho de dentro dela. Eu amo mordiscar delicadamente seu clitóris e circular com a minha língua para levá-la ao orgasmo. Sandra sempre goza rapidamente nas preliminares comigo lambendo profundamente a sua buceta e quando eu penetro meu pau nela, a boceta está prontinha e verte cada vez mais, parece até que mija no meu pau quando goza sendo penetrada.

Às vezes, quando Sandra está se sentindo dominante, ela força minha cabeça entre suas coxas abertas com as mãos e com os dedos entrelaçados no meu cabelo, ela fica esfregando meu rosto contra sua bucet, usando minha boca e língua para chegar ao orgasmo, cobrindo meu rosto todo com seus sucos escorregadios e pegajosos. Então ela me ordena para sugar profundamente dentro dela e chupar todos os seus sucos.

Às vezes, depois que terminamos de foder, ela me pede pra chupar e, prende minha cabeça em sua boceta com suas pernas em minhas costas, então empurra a mistura da minha porra misturada com seus sucos do fundo da buceta pra dentro da minha boca, forçando-me a engolir a mistura amarga e viscosa. Enquanto eu devoro a minha própria porra das profundezas da buceta fudida e escorregadia de Sandra, ela belisca seus próprios mamilos, e xinga de “safado”, “corno”, “gostoso” enquanto eu lambo todo o comprimento da sua fenda aberta, até que ela tenha outro orgasmo.

Katia é a irmã mais nova de Sandra e mora na mesma cidade, mas num bairro afastado alguns quilômetros de nossa casa, do outro lado da cidade. Sandra e sua irmã, ao longo dos anos, sempre foram próximas. Eles compartilham muita coisa e sempre conversam de forma bem aberta sobre todo tipo de assunto, seja no telefone ou se encontrando para tomar um café ou fazer compras no centro da cidade. Katia é três anos mais nova que minha esposa e é muito parecida de corpo e de rosto, só um pouco mais miúda de corpo. Katia é casada com Jeff(Jefferson Jeff é apelido do marido dela) há seis anos e, apesar de não terem nenhum filho, parecem felizes juntos.

Recentemente, Sandra foi às compras com Katia no centro e, depois que terminaram de fazer compras, tomaram sua habitual xícara de café com bolo em uma cafeteria do Shopping para por as fofocas em dia. Naquela noite, quando Sandra e eu conversamos na cama antes de nos acomodarmos, ela me disse:

– “Você não adivinhar o quê fiquei sabendo?”

– “É… com certeza não tem como eu adivinhar! Me surpreenda”, eu disse.

– “Bem, eu tive uma fofoca das boas com Katia hoje depois das compras!.”

– “Novidade isso né…kkk”, eu respondi sarcasticamente.

– “Não.. mas hoje foi diferente. Nós falamos sobre sexo e nossos maridos”, disse Sandra.

– “Hummmm… Então o que você aprendeu com ela?” eu perguntei, curioso com o tema sexo.

– “Bem, você nunca vai acreditar”, disse Sandra.

– “Acreditar no que?”

– “Bom, a gente começou falando sobre o que gostamos, o que nos excita e o que fazemos na cama com nossos maridos e coisas assim.”

– “Então, não tem nada de novo nisso?” Eu perguntei: “Eu pensei que vocês, mulheres, sempre falavam sobre sexo”.

– “Nem sempre…”, disse Sandra, “…e certamente não falamos tão abertamente como fizemos hoje.” completou

– “Hummm… o que sua irmã te contou que faz na cama então?” perguntei intrigado

– “Bem…”, disse Sandra, “está mais para o que ela NÃO faz na cama!”.

Sandra, em seguida, me contou sobre sua conversa com Katia e como ela mantinha raspada a área em torno de sua boceta para mim chupar. Contou como eu adorava cair de boca nela e levá-la ao orgasmo com minha língua chupando todos seus sucos. Katia ficou muito enciumada e, explicou que seu marido Jeff era muito conservador na cama. Katia contou que só faziam amor na posição padrão papai-mamãe, uma ou extraordináriamente duas vezes por semana, e sempre no escuro, com as luzes apagadas. Katia disse a Sandra que eles nunca haviam feito sexo oral um ao outro, pois Jeff achava que era sujo, nojento. Ela explicou que em toda a sua vida ela nunca teve uma língua perto de sua vagina, muito menos ter um orgasmo assim. Katia explicou que ela suportava sua chata vida sexual insatisfatória, porque ela realmente amava Jeff e que ele compensava isso em outras áreas de seu relacionamento.

Nos dias seguintes ao fato eu percebi que Sandra passou a caonversar muito mais, todos os dias pela celular com sua irmã Katia e que as mensagens entre as duas giravam quase somente em torno de sexo. Mas Sandra não me deixava ver as mensagens e nem me contava nada sobre o que conversava com sua irmã. Duas semanas depois Sandra combinou outro encontro com sua irmã para ir às compras e tomar um café para outra sessão de fofocas. Naquela noite, enquanto conversávamos na cama, Sandra me contou sobre o que conversaram nesse dia, e que as duas haviam combinado um “plano”. Sandra explicou tudo para mim e, eu fiquei absolutamente chocado com o que ela estava dizendo. Eu estava ao mesmo tempo espantado e muito excitado.

Ela me contou que haviam providenciado para que Katia fosse até nossa casa na manhã da próxima quarta-feira. As quarta-feiras são sempre meu dia de folga do trabalho e, eu levo as nossas crianças para a escola, e então ficamos sozinhos em casa. Nós geralmente curtímos o tempo livre juntos e fodemos bem a vontade, inclusive na sala, na cozinha, enfim, eu e Sandra aproveitamos a privacidade todo dia de quarta-feira. O marido de Katia, Jeff, estaria no trabalho o dia todo, e não teríamos com que nos preocupar, ele não ficaria sabendo que sua esposa veio à nossa casa, e se por acaso souber não haveria nada de mais nisso.

O plano de Sandra consistia no seguinte: Segundo ela(Sandra) eu sou um excelente “chupador de bucetinha”, e ela ficou tão triste em saber que sua irmã nunca teve sua boceta chupada que, ela queria que eu chupe a sua irmã faça ela ter seu primeiro orgasmo com uma língua amorosa. Afinal de contas, somos família e nos amamos. Sandra disse a sua irmã que ela me deixaria lamber sua boceta com a condição de que eu não a beijasse na boca ou fizesse amor com ela, apenas estimulasse sua boceta com minha língua até que ela gozasse. Sandra também me disse que ela permaneceria no quarto junto com a gente admirando a cena, apenas para evitar de eu querer “algo mais”, se eu ficar muito excitado chupando a boceta de sua irmã. Com Sandra presente ela poderia ter certeza que era só minha língua que ia penetrar a buceta da sua irmã. Comecei a contar o tempo até chegar a quarta-feira, para mim colocar minha língua na buceta da minha cunhada pela primeira vez(será que vai ter outras vezes?)!

Quando a quarta-feira chegou, levei as crianças para a escola, como de costume. Quando voltei, Katia já estava em nossa casa e estava tomando uma xícara de café com Sandra. As mulheres pareciam muito felizes e pareciam mais unidas. Sandra explicou que Katia ia subir para nossa suite e tomar um banho, pra ficar toda fresquinha, pronta para a minha língua. Disseram para subir pro quarto somente quando Katia estivesse pronta… elas me avisariam.

Eu esperei no andar de baixo enquanto as mulheres se ocupavam no andar de cima. Elas pareciam adolescentes risonhas e falantes e eu estava nervoso enquanto esperava pacientemente. Eu ainda achava difícil acreditar que minha esposa estava de bom grado me deixando chupar a buceta de sua própria irmã, minha cunhada, escondido do marido dela, para levá-la ao orgasmo enquanto Sandra iria observar com sua plena bênção. Inacreditável!!!

Depois de uma meia-hora, Sandra chamou do nosso quarto para eu subir. Subi as escadas o mais rápido que pude e entrei no nosso quarto. Sandra estava sentada na poltrona ao lado de nossa cama, e sua irmã estava deitada em nossa cama, de costas, coberta com uma colcha leve, até o queixo. Sandra me disse “olá, querido, acho que minha irmã está precisando de atenção da sua maravilhosa língua!”

Eu fiquei ao lado da cama e lentamente puxei a colcha para baixo, desnudando minha cunhada bem devagarzinho. Expus até os seios pequenos e pontudos de Katia ficarem totalmente a mostra. Seus seios são menores que os da minha esposa, mas bem mais firmes e bicudos. Katia parecia um pouco envergonhada por ter sua nudez exposta. Eu me inclinei para a frente e peguei um de seus pequenos mamilos na minha boca e suavemente chupei. Quando rolei minha língua sobre o mamilo, ele começou a endurecer na minha boca e um pequeno gemido escapou de seus lábios. Revezei-me rolando cada um dos mamilos duros entre meus lábios e puxando delicadamente a carne sensível entre os meus dentes.

– “A buceta meu amor! Chupe a buceta!”, minha mulher me pediu com uma voz sexy.

Obedeci e, lentamente empurrei a colcha do corpo de Katia e levemente deslizei minha língua ápera para baixo sobre sua barriga lisa até chegar em seu umbigo. Katia tinha aquele aroma encantador de uma mulher que recentemente lavara com um sabonete ligeiramente perfumado. Minha língua deixou um rastro de saliva molhada de seus seios para baixo sobre sua barriga lisa até o umbigo.

Finalmente, retirei o resto da colcha que cobria o corpo de Katia para o chão, revelando toda a glória de sua nudez. Katia estava vestindo apenas calcinhas de renda branca emoldurando sua buceta perfeitamente lisa e sem pêlos.

– “Eu raspei os pentelhos dela na banheira especialmente para você.” Disse Sandra. “Eu sei como você gosta de enfiar sua língua para dentro de uma buceta lisinha.”

Eu olhei para baixo admirando o corpo magro sem pêlos de Katia deitada em nossa cama. Suas pernas estavam entreabertas e eu vislumbrei as dobras suaves de sua boceta entre o material das calcinhas rendadas e macias. Eu me movi entre as pernas ligeiramente abertas e levemente deslizei minha língua até a carne sensível da parte interna das coxas. O contato a fez separar as pernas um pouco mais. Eu lambi sedutoramente o comprimento de cada uma de suas coxas, gentilmente fazendo cócegas e provocando-a com a minha língua. Enquanto eu lambia, eu podia sentir o cheiro de sua excitação almiscarada e sabia que ela estava começando a ficar molhada. Depois de provocá-la por algum tempo eu retirei sua calcinha e abri bem suas pernas e lambi o comprimento de sua fenda molhada. Quando minha língua entrou em contato com sua fenda, ela soltou um longo e baixo gemido. Eu gentilmente provoquei seus lábios e lambi a umidade de seu buraco quando ele se abriu debaixo da minha língua.

Enquanto eu lambia a buceta de Katia, minha esposa falava com ela dizendo “tá gostoso?” “sente como a lingua dele vai fundo na buceta” Ouvir minha esposa falando assim com sua irmã, realmente me excitou de uma maneira estranha. Eu continuei sondando a buceta de Katia com minha língua afundando dentro dela lambendo as dobras internas da vagina como se procurasse algo lá dentro.

Ela estava ficando muito molhada e minha boca e queixo estavam se tornando brilhante como seus sucos molhados que escorriam junto com minha saliva. Eu puxei os longos lábios internos da buceta dela com os meus dentes, abrindo com os dedos e expondo a umidade suculenta de seu buraco rosa. Eu comecei a concentrar minha língua em seu clitóris, lentamente rolando minha língua em volta dele fazendo uma leve pressão. Katia começou a forçar os quadris em direção da minha boca, ergui os olhos por entre as pernas dela e fiquei atordoado ao ver que minha esposa estava do lado da cama, rolando os mamilos duros de Katia entre os dedos e beliscando-os gentilmente.

– “Está gostoso assim Katia?” Sandra disse e, puxou seus mamilos num beliscão forte

Eu fiquei mais tarado ainda e, continuei chupando seu clitóris ereto agora sugando com força. Katia assentiu com a cabeça e gemeu de agradecimento. Eu alternava entre empurrar minha língua profundamente no buraco molhado de Katia bebendo e saboreando seus sucos, em seguida, mordiscando levemente seu clitóris. Eu podia sentir seu pequeno clitóris inchado e duro na minha língua enquanto eu a lambia. Katia soltou outro longo gemido e eu abri meus olhos e olhei novamente para cima em descrença total para ver Sandra se inclinar para frente e pegar um de seus pequenos mamilos na boca e sugar forte. Minha esposa estava chupando com entusiasmo os mamilos de sua irmã mais nova, enquanto eu chupava sua buceta com fome.

Eu poderia afirmar que pelo movimento dos seus quadris se contraindo e pela umidade saindo de sua buceta, que Katia estava pertinho do orgasmo. Então abri mais as pernas dela e empurrei dois dedos profundamente em sua buceta lisinha, pra massagear seu ponto ‘G’, enquanto ao mesmo tempo eu chupava vigorosamente seu clitóris. Sandra agora estava chupando seus mamilos e apertando e massageando seus pequenos seios.

A respiração de Katia acelerou e, não demorou muito pra ela arquear seu corpo todo tenso e soltar um longo gemido, que beirava um grito, e gozou intensamente. Senti as paredes de sua boceta se contraindo rapidamente em volta dos meus dedos, enquanto eu lambia seu clitóris.

Minha boca estava encharcada dos liquidos pegajosos de Katia e ela se estremecia toda gozando. Eu continuei chupando sua buceta sensível e o clitóris e ela teve outro orgasmo menor como um estremecimento e nova vertente de sucos.

Katia com suas mãos afastou minha cabeça da sua buceta e parei de lambê-la. Olhei bem para sua boceta escancarada com os lábios inchados e vermelhos. Toda a sua região pubiana e a parte interna das coxas estavam cobertas de um brilho úmido. Ela tinha os olhos parcialmente fechados e sua respiração ainda estava forte se recuperando do orgasmo intenso.

– “Você gostou Katia?” Sandra carinhosamente perguntou a sua irmã com a mão esquerda em seu seio e a mão direita afagando seu cabelo e a lateral do seu rosto.

– “Oh sim, essa foi a melhor gozada que eu já dei”, Katia sussurrou com sua respiração entre-cortada.

Sandra deixou sua irmã e veio até nos pés da cama e disse

– “Obrigado querido. Por fazer isso com minha irmã”.

Ela então me abraçou e me surpreendeu beijando minha boca, saboreando os sucos de buceta de sua irmã que ainda cobriam meus lábios e minha boca. A língua quente de Sandra sondou minha boca enquanto me abraçava e nos beijávamos. Katia sentou na cama e, ficou lá, nua sentada nos observando. A mão de Sandra entrou por dentro do meu calção e pegou forte no meu pau duro sob a cueca e disse:

– “Chupar a buceta da minha irmã te excitou safado?” Sandra perguntou.

– “Sim” eu respondi. “Você sabe o quanto eu amo chupar uma buceta.”

Então sem aviso algum Sandra se ajoelhou na minha frente e rapidamente puxou meu calção com cueca e tudo para baixo até os tornozelos. Meu pau duro pulou pra fora apontando direto pra cima e, Sandra disse: “Ooh, querido, que delicia!” Eu mal tive tempo de pensar e ela abocanhou a cabeça do meu pau com sua boca quente e molhada.

A cena agora é era a seguinte… eu estava ali em pé, nos pés da cama com minha esposa de joelhos na minha frente chupando meu pau, minha cunhada Katia nua, sentada na cama assistindo. Sandra engolia meu pau até um pouco mais da metade, movimentando a cabeça para cima e para baixo, fodendo meu pau com a boca, do jeito que ela sabia que eu gostava. Com a mão, ela gentilmente masturbava a base do meu pau para cima e para baixo. Sandra girou a língua em volta da cabeça do meu pau e subiu e desceu lambendo o comprimento todo e abocanhando profundamente em sua boca quente e molhada. Não demorou muito com este tratamento pra mim esguichar minha porra salgada no fundo da boca de minha esposa. Eu grunhi como um urso e jorrei quatro longos jorros e enchi sua boca com o meu grosso e pegajoso gozo.

O que aconteceu depois foi uma das coisas mais loucas e imprevisiveis que eu já vi em toda a minha vida,

Sandra rapidamente se levantou do chão e correu em volta da cama, se inclinou para frente e beijou sua irmã na boca. Eu assisti com espanto quando suas bocas se abriram e suas línguas se encontraram em um apaixonado beijo de lingua molhado. Sandra passou grande parte da minha porra para dentro da boca da sua irmã e elas rodaram suas línguas uma na outra, antes que Katia engolisse tudo. Quando se separaram de seu sensual beijo de irmãs, pude ver um pouco da minha porra branca e espessa saindo do canto da boca de Katia. Minha esposa, tambem tinha os labios brilhantes.

MInha esposa pediu para mim sair ddo quarto, então subi meus calções e sai do quarto para dar privacidade as duas irmãs. Eu acho que as duas mulheres ficaram um pouco embaraçadas com os eventos que aconteceram e o como as coisas aconteceram. A sessão certamente não foi exatamente do jeito que Sandra e eu havíamos discutido. Katia saiu do quarto vestida e me agradeceu pelo melhor orgasmo da sua vida, me deu um beijo no rosto e saiu para voltar para sua própria casa.

Mais tarde, naquele mesmo dia, Sandra e eu fizemos amor, e depois que eu gozei enchendo a sua boceta,

de porra, Sandra me mandou chupá-la e quando botei a boca no seu grelo, ela prendeu suas pernas nas minhas costas e empurrou minha cabeça para dentro da sua boceta, me forçando a chupar toda a porra de dentro dela, só me soltou quando gozou com minha lingua áspera enfiada dentro dela. Sandra pediu desculpas pelo que havia acontecido com sua irmã, falou que o tesão tomou conta dela e, a coisa fugiu ao seu controle. Por fim nos beijamos apaixonadamente e ela me disse que isso nunca deveria acontecer novamente.

Em minha mente eu pensei “tomara que ela mude de idéia e convide Katia fosse novamente”.

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Comi o cuzão da sogra da minha irmã https://contossafados.com/conto/comi-o-cuzao-da-sogra-da-minha-irma/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=comi-o-cuzao-da-sogra-da-minha-irma Thu, 05 Sep 2024 16:28:23 +0000 https://contossafados.com/?p=2031

“Quer comer meu cu, quer garotão? Quer o cu da titia? Me faz gozar primeiro!” Tirei ela de cima, a joguei no chão, levantei suas pernas e dei uma surra de pica nela, agarrado em suas coxas.

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Reunião Familiar

Após minha irmã Laura se reconciliar com Carlos, seu marido, eles passaram a organizar mais reuniões em sua casa. Nessas reuniões, as famílias acabaram criando uma intimidade maior. Fomos convidados para o aniversário do sogro de Laura, Roberto, que seria realizado na casa dele, com um churrasco durante o dia.

Ao chegar lá, quem nos recebeu foi Vera, sua mulher, uma coroa enxuta. Com 52 anos, dá de 10 em muitas garotas jovens. Viciada em academia, ela tem um bundão durinho e empinado, seios pequenos, porém firmes, cabelo bem feito e coxas firmes, de deixar qualquer jovem excitado. E eu não sou diferente. Só não sei como aquele velho barrigudo dá conta dessa gostosona.

O Olhar de Vera

Tudo corria normal até que, durante o churrasco, resolvi ir ao banheiro. Estava no meio da mijada quando alguém empurrou a porta, que por descuido deixei aberta. Virei para ver, ainda com o pau na mão, e era Vera, a sogra da minha irmã. O olhar dela veio direto para o meu pau. Envergonhado, pedi desculpas e coloquei a pica para dentro. Ela só me respondeu com um sorriso sacana.

Voltei à mesa e continuei a beber e comer normalmente, sem contar a ninguém. Pensei que seria apenas aquilo. Até que, quando fui colocar meu almoço, ela apareceu pedindo para furar fila. A safada, a todo momento, dava passos para trás roçando aquele rabão na minha pica, que logo deu sinal de vida. Ela olhou para trás e riu, enquanto pegava uma linguiça, dizendo para mim:

“Eu adoro uma linguiça.”

Todos riram achando que era apenas uma brincadeira de uma velha fogosa, mas eu sabia que aquela porra ia dar merda…

O Convite para a Geladeira

Após o almoço, na conversa, ela se queixou de que sua geladeira estava com oscilações. Como fiz curso de refrigeração um tempo atrás, ela me perguntou se eu poderia dar uma olhada. Disse que sim, depois olharia, mas o dia transcorreu e a cerveja não parou. Acabei esquecendo da geladeira, mas não dela. Algumas olhadas e insinuações deixaram claro que aquela coroa queria minha vara. Na hora de ir embora, ela se lembrou da geladeira e me perguntou se eu não poderia ver outro dia. Combinamos para quinta-feira de manhã, pois eu estava livre. E o velho não estaria em casa, ela fez questão de frisar, dizendo que ele atrapalharia dando palpites. Ficou combinado.

O Encontro

Na quinta, às 09h, estava eu lá batendo em sua porta para fazer a manutenção, mas não seria na geladeira… Vera logo veio me atender, estava com uma calça de academia e um pequeno top. Ela sempre fazia questão de falar da sua idade e de seu corpo. Estava, mais uma vez, se exibindo. Fui ver a geladeira, enquanto ela foi tomar banho. Tentava descobrir se tinha algo de errado. Ela voltou com um vestidinho bem curto e branco, bem soltinho, dizendo que iria adiantar o almoço.

A coroa usou um truque clássico para me atrair, deixou uma colher cair no chão e se encurvou para pegar, me mostrando aquele rabão todo e sem calcinha. Meu pau subiu na hora. Levantei-me.

“Dona Vera, a senhora está me deixando cheio de tesão, é melhor parar.” Eu disse.

“Então tá dando certo. E quem disse que eu quero parar?” ela respondeu.

A Sedução

Logo a ataquei, dando um intenso beijo em sua boca carnuda e minhas mãos foram direto naquele rabo gostoso. Mas a coroa estava com pressa, me puxou até a sala. Em um minuto, ela tinha arrancado toda minha roupa. Sentei-me no sofá. Ela se agachou em minha frente. Lhe ajudei a tirar o vestido, revelando seus peitos com mamilos apontando para o céu. Não me deu tempo de falar nada e abocanhou meu pau. Que experiência ela tem! Sabe como chupar uma rola. Ela lambia toda a cabeça, depois chupava pouco a pouco, quase me torturando até colocar toda minha rola em sua boca. Mas quando ela abocanhava tudo, era uma delícia. Ela mamou… Mamou, e quando eu já estava doido de tesão, ela parou, passou a chupar só minhas bolas e punhetar levemente. Implorei para lhe fuder.

Ela então pegou um óleo em cima da mesa de centro da sala e passou na buceta. Então veio para cima de mim e sentou. E que sentada! Ela piscava a buceta, mordendo meu pau a cada momento. Eu ora apertava aquela bunda gostosa, ora enfiava dedos em seu cu, que era meu objetivo.

Ela percebendo que eu queria seu cu começou:

“Quer comer meu cu, quer garotão? Quer o cu da titia? Me faz gozar primeiro!” Tirei ela de cima, a joguei no chão, levantei suas pernas e dei uma surra de pica nela, agarrado em suas coxas. Fiz um vai e vem num ritmo frenético. Minhas bolas batiam na bunda dela a todo momento. Ela gritou, gritou muito enquanto gozava. Eu estava a ponto de gozar também. Então tirei a pica da buceta e encaixei na entrada daquele cu gostoso, melando-o todo de porra.

O Clímax

Ela se virou de quatro e ficou lá enfiando os dedos no cu, espalhando minha porra ora pela bunda, ora lambia os dedos. Observei aquilo por alguns minutos e parti pra cima. Montei atrás dela, enfiei minha rola de uma só vez. Ela gemeu, pediu pra eu parar um pouco, dizendo que o velho não comia seu cu. Não parei. Ela desmontou ficando apenas de bruços. Meu ritmo ia se acelerando a cada momento. Dei tapas, puxões de cabelo, mordidas no pescoço. Me deliciei naquele rabo. Ela me pediu pra comer de ladinho. Comi, e enquanto fodia seu cu, com os dedos estimulava a buceta, tocando sempre no grelo inchado de tesão.

Já estava quase gozando de novo, até que ela subiu no meu pau, de costas pra mim, rebolou com minha vara enterrada no cu, rebolou gostoso e pediu pra ganhar leite. E eu claro dei. Ao avisar que ia gozar, ela rapidamente se levantou, abaixou e abocanhou meu pau. Gozei tudo na sua boquinha, a coroa tomou toda a minha porra.

Exausta, pediu pra parar. Tomamos banho e voltamos para a cozinha. Não descobri o defeito da geladeira. Então, trocamos telefone e em breve vou lá acabar o concerto…

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Meu Tio Come Minha Mãe e Eu Também https://contossafados.com/conto/meu-tio-come-minha-mae-e-eu-tambem/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=meu-tio-come-minha-mae-e-eu-tambem Sun, 01 Sep 2024 02:20:02 +0000 https://contossafados.com/?p=1996

Passei pela sala e brinquei com ele, dizendo que ele estava muito cheiroso e que também ia tomar banho para ficar cheirosa. Ele aproveitou e me deu um tapa na bunda (como quase sempre), dizendo para tomar banho direitinho. Brinquei dizendo que o tapa que ele havia dado estava muito fraquinho, que não doeu nada.

Faltava uma semana para eu completar 17 anos quando descobri o que era sexo de verdade. Até então, eram apenas alguns beijinhos quase inocentes nos meninos da escola e conversas com as meninas, sem nada muito sério.

A Família

Minha mãe era uma linda mulher de 35 anos, com um corpo maravilhoso. Viúva, trabalhava como enfermeira no hospital da cidade. Meu pai havia morrido em um acidente de caminhão quando eu tinha 5 anos, então fui praticamente criada pelo meu tio Gabriel, irmão do meu pai, que morava com minha mãe fazia uns 3 anos.

Tio Gabriel era um homem lindo de 31 anos, com olhos azuis e, desde que veio morar conosco, sempre me paparicava com brinquedos, doces e muitos abraços. Ele era o tipo de homem que as mulheres da vizinhança viviam dando bola, algo que minha mãe sempre criticava.

Também tinha outro tio, Lucas, que morava perto de nossa casa e sempre vinha nos visitar. Ele também vivia me adulando.

Descobertas

Eu era loirinha, com um corpo bem desenvolvido… coxas grossas, bunda redonda e grande, cinturinha fina e seios pequenos, mas que eu sabia que iriam crescer, pois os da minha mãe eram grandes. O que mais me chamava atenção, e que descobri depois que também chamava a atenção de todos os homens, era minha bucetinha, uma buceta grande e cheinha, com um clitóris bem saliente. Eu sentia ele ficar durinho quando andava de bicicleta ou quando ia lavar no banho.

Uma semana antes do meu aniversário, ao chegar à escola no período da tarde, ocorreu um acidente no transformador e, como a escola ficou sem luz, todos foram dispensados. Após brincar um pouco com as colegas, resolvi voltar para casa e foi aí que descobri as safadezas de meu tio Gabriel com minha mãe.

O Encontro Secreto

Ao chegar em casa, escutei gemidos estranhos e, sem saber o porquê, entrei quietinha, intrigada com aquilo. Ao chegar em frente ao quarto da minha mãe, pela porta entreaberta, a vi na cama com as pernas abertas e meu tio Gabriel com a boca na buceta dela, lambendo-a todinha. Minha mãe gemia e se contorcia toda. Fiquei paralisada olhando aquela cena. Logo em seguida, meu tio se levantou e vi ele peladão com uma pica enorme, grande mesmo, dura com a cabeça vermelha. Ele então puxou minha mãe pelos cabelos e começou a enfiar aquela pica na boca dela, que não conseguia engolir nem metade. Ele dizia vários palavrões, mas o que mais me marcou foi ele dizendo… “chupa minha pica, sua putinha safada”.

O Primeiro Orgasmo

Meu coração parecia que ia saltar pela boca. Instintivamente, levei a mão entre as pernas, por debaixo da saia da escola, e senti um calor e uma umidade que nunca tinha sentido antes. Foi aí que meu tio deitou-se de barriga para cima, com aquela pica enorme apontando para o teto, e minha mãe foi por cima, começando a enfiar aquilo tudo na buceta dela. Pensei que ia rasgá-la no meio, mas ela foi descendo devagarzinho e aquela pica foi desaparecendo dentro dela.

Uma Nova Vida Cheia de Safadezas

Depois de alguns longos minutos, minha mãe deu um gemido forte, quase gritando, e gozou loucamente. Minha mão entre minhas pernas estava completamente melada, escorrendo pelas minhas coxas. Havia tido meu primeiro orgasmo apenas olhando para ela e imaginando-me no lugar dela, sentada naquela pica enorme enterrada na minha bucetinha virgem.

Sai cambaleando dali, entrei no meu quarto e deitei na minha cama, praticamente desfalecida pelos intensos prazeres que havia sentido.

De uma coisa tive certeza a partir daquele dia… aquela pica enorme, grossa e dura ia ter que entrar na minha buceta e me proporcionar o prazer que eu havia assistido entre meu tio e minha mãe. A partir daquele dia, começaria uma nova vida cheia de safadezas.

Planejando o Encontro

No outro dia, mais calma, comecei a analisar o que havia acontecido. Lembrei-me que meu tio sempre dava um jeito de me fazer sentar no colo dele quando minha mãe não estava em casa. Brincava de fazer cócegas, dava-me tapinhas na bunda, dizendo que minha bunda era grande e podia apanhar um pouquinho. Essas brincadeirinhas que agora percebia que não eram tão inocentes como eu imaginava.

Quando eu estava em casa, ficava com shortinhos bem folgados, minissaias, blusinhas curtinhas sem sutiã. Por diversas vezes, pude descobrir, depois de ver o tamanho da pica dele, que sempre sentia um volume duro cutucando minha bunda e na minha bucetinha gorda, principalmente porque ele em casa também usava uns calções folgados e de tecidos bem finos. Fazia tempos que tio Gabriel me bolinava disfarçadamente.

Mas agora, sabendo do que se tratava, quem ia comandar as safadezas era eu. Aquele desejo que ele sentia por mim iria crescer ainda mais.

Provocação e Ação

Dois dias depois do ocorrido, minha mãe foi trabalhar no turno da noite. Logo que ela saiu, meu tio foi tomar banho. Estava calor, então ele colocou um dos shorts bem fininhos e foi para a sala assistir TV. Passei pela sala e brinquei com ele, dizendo que ele estava muito cheiroso e que também ia tomar banho para ficar cheirosa. Ele aproveitou e me deu um tapa na bunda (como quase sempre), dizendo para tomar banho direitinho. Brinquei dizendo que o tapa que ele havia dado estava muito fraquinho, que não doeu nada.

Ele então se levantou do sofá, deu uma corridinha, me abraçou, me apertando e forçando a virar, e me deu mais três tapinhas na bunda com um pouquinho mais de força. Dei um gritinho safado e disse que agora doeu um pouquinho, rindo. Ele então me deu um tapa que realmente doeu, e eu dei um gritinho dizendo que agora tinha doído mesmo.

A Preparação

Ele disse “não fica insultando senão vou dar uns tapas bem dados”. Entrei no banheiro dizendo “seu maldoso, minha bundinha vai ficar vermelha, vou contar para minha mãe!”. Liguei o chuveiro e esfreguei meu grelinho, enorme, e em poucos segundos gozei. Estava ficando louca de tesão com aquilo que estava acontecendo e tinha certeza que ele também!

O Confronto

Depois do banho, coloquei um shortinho bem folgado, sem calcinha, um bustiê pequeno e fui para a sala. A TV estava ligada. Cheguei por trás dele e falei perto do ouvido “agora estou cheirosinha igual você” e dei um beijinho estalado no rosto dele. Só para provocar mais, disse “o último tapa que você deu ficou ardendo, tá vermelho” (mentirinha só para atiçar). Ele então disse “é mentira, nem bati tão forte assim”. Era o que eu queria. Abaixei o lado do short onde tinha levado o tapa e mostrei praticamente um lado da bunda, dizendo “tá doendo sim”, fazendo carinha de choro.

Ele ficou quase sem fala olhando um pedaço da minha bunda e com minha ousadia. Engoliu seco, mas logo brincou dizendo “mentira, tá branquinha, nem marca tem”. Retruquei dizendo que tinha ficado dolorida (mentirinha rsss). Levantei o short e olhei para o calção dele, aquele volume já estava levantando. Ele pegou uma almofada e disfarçadamente colocou em cima. Sentei no mesmo sofá. O que eu tinha imaginado ia começar a acontecer. Ele, recuperado da minha atitude ousada, começou a conversinha cheia de duplos sentidos.

“Tá doendo mesmo, minha princesa?” (eu adorava quando ele me chamava assim). “Um pouquinho… você foi muito ruim” (abafei o riso). “Quer que eu faça uma massagenzinha?” (quase não acreditei quando ele disse isso). “Se o tio prometer que não vai bater de novo…” (minha buceta já começava a melar, antevendo o que podia acontecer). Sorrindo, ele disse “claro que não… vou pegar o óleo de amêndoa da tua mãe, ela diz que faz bem para a pele”. Eu não estava acreditando que ia acontecer coisa boa tão rápido.

O Momento

Quando ele levantou, tentou cobrir o volume que sua pica fazia no short, mas a almofada caiu e deu pra ver o tesão que tinha tomado conta de seu corpo. Com certeza eu não ia deixar de fazer tudo para deixá-lo mais louco ainda.

Ele voltou com o óleo. Eu rapidamente me virei de bruços, colocando uma almofada debaixo do meu ventre. Minha bunda com certeza ficou maior ainda. Pedi para ele a almofada que tinha colocado em cima da pica para tentar escondê-la e coloquei-a embaixo do meu rosto, ficando com um lado do rosto virado um pouquinho para trás. Ele ficou por instantes parado em pé, mas levantando meus pés, sentou-se no sofá e colocou meus pés em seu colo. Só de imaginar ele olhando para minhas coxas, minha bunda arrebitada, minha buceta que já era grandinha devia estar enorme de inchada e toda melada, meu grelo então devia estar querendo furar o shortinho (ainda bem que era bem folgado rss)… eu ouvia… ele respirava pesado enquanto começávamos novamente o joguinho de sedução.

— Como vai fazer… abaixa o short um pouquinho onde ficou doendo…

Devagar, abaixei o short deixando minha bunda enorme toda nua. Ele suspirou.

— Pode passar, tio… devagar, tá…

Seus dedos pousaram em minha bunda, deslizando meio de lado. O toque era extremamente quente. Ele massageou e perguntou com a voz meio trêmula:

— Assim tá bom?

— Sim… é quente esse óleo… é gostoso…

— Eu passo de vez em quando na tua mãe…

— Você bate na bunda dela também? (risos)

— De vez em quando… só que nela eu bato com mais força… (ele tinha entrado no clima de vez… devagarzinho deslizei os pés e senti a pica dele totalmente dura).

— Mas ela não acha ruim de levar tapas? (eu era tão safada)

— Ela gosta, princesa… quase toda mulher gosta de uns tapinhas na hora de fazer amor (as mãos dele deslizavam pela minha bunda quase chegando no meu cuzinho que pulsava desejando que os dedos dele deslizassem por toda parte).

— Tá boa a massagem? (ele sabia que eu estava de safadeza e já tinha resolvido com certeza aumentar o grau de tesão… senti que ele tirava a pica pra fora do calção e esfregava-a nos meus pés… estava molhada).

— Vou massagear com um pouquinho mais de força… é mais gostoso… posso? Não vai doer, princesa… eu prometo… (minha buceta estava completamente encharcada… eu esfregava meus pés descaradamente na pica dele… dura como ferro).

— Vamos tirar o short todo pra não ficar cheio de óleo… pode?

 Entrega Total

Sem pensar, levantei o quadril e ele puxou o short deixando-me completamente nua. Percebi que o short dele também já não estava em seu corpo. Suas mãos começaram a deslizar por minhas nádegas, descendo pelas minhas pernas. Eu tremia e comecei a gemer bem baixinho.

Ele foi com as mãos até meus pés e pegou a pica, simulando que metia entre eles. Quando seus dedos subiram pelas minhas coxas, encontraram minha buceta toda encharcada e dedilharam meu grelo inchado, me fazendo gemer alto. Aqueles dedos me levaram à loucura. Ele enfiou um dedo no meu cuzinho, me arrancando um gemido forte, e eu disse gemendo:

— Tá doendo… (de prazer).

Um tapa bem dado estalou na minha bunda, chamando-me à realidade.

— Aiiiiii… agora doeu…

Outro tapa bem dado estalou na outra bunda e então ele mostrou seu lado macho dizendo:

— Cala a boca, putinha… você ainda vai apanhar mais um pouquinho antes de gozar gostoso… sua vadiazinha safada…

O tesão latente

Levei outro tapa forte e senti sua língua enfiando-se na minha buceta por trás, sugando meu grelo com força. Quase desfaleci de tanto prazer. Ele me virou de frente e chupou minha buceta toda. Meu grelo pulsava entre os lábios dele. Em segundos, gozei pela primeira vez na boca de um homem. E que homem… minha buceta estava totalmente molhada, encharcada.

Ele me pegou e me colocou de frente, sentada no colo dele. Beijou-me na boca, sugando minha língua e enfiando a sua quente na minha. Sua pica deslizava entre os lábios inchados de minha buceta. Meu grelo sentia o calor daquela pica enorme esfregando nele. Os tapas na minha bunda branca continuavam, e suas palavras aumentavam meu tesão:

— Vagabunda tarada igual a sua mãe… só uma pica na buceta pra acalmar uma vadia que nem você… princesa putinha… vou deixar tua buceta inchada…

Eu estava doida para que ele enfiasse aquela pica enorme de uma vez em mim. Então, ele começou a me torturar mais ainda antes de me comer de uma vez. Ele já sentia que era o dono do meu corpo e disse:

— Pede pra eu meter na tua buceta, sua putinha… pede, senão não vou te comer…

Eu estava em transe, doida pra sentir ele penetrar em mim. Nem quase percebia o que ele estava querendo… me transformar em uma putinha submissa. Era o que ele gostava… dominar a mulher. E eu começava a sentir que gostava de ser uma vadia bem vagabunda… igual ou mais que minha mãe. Quase sem perceber, pedi:

— Me come… por favor… quero dar pra você!

Levei um tapa forte no rosto e a voz do macho que ia ser meu dono mandou:

— Pede com vontade, sua puta… pede meu pau na tua buceta, vagabunda…

A Submissão Completa

Um tapa mais forte no outro lado do rosto. A pica no meio das minhas coxas deslizava entre os lábios da minha buceta, me torturando. Eu senti que ia ser assim… com um pouco de dor e o dobro de prazer!

— Me come… me arregaça com esta pica enorme… quero gozar igual minha mãe gozou no dia que vi vocês metendo… mete, seu tarado…

Levei mais dois tapas na cara com muita força. Titio colocou a pica na entrada da minha buceta melada e foi me puxando pra baixo. Senti sua pica entrando na minha buceta sem dó. Meu cabaço tinha ido. Sentei por completo em sua pica, me sentindo totalmente preenchida. Minha buceta era uma buceta de mulher agora.

Ele me deitou e começou a meter que nem um louco. Quando ele começou a gozar, senti minha buceta parecendo que estava pegando fogo. Aquele líquido quente fez com que meu corpo começasse a tremer e se convulsionar. Meu gozo foi tão intenso que gritei de prazer.

Foi tão bom… foi demais… perder o cabacinho com meu tio tarado… tem mais… depois eu conto… tudo!

Conclusão

Esse foi apenas o começo da jornada da protagonista ao explorar sua sexualidade de maneira intensa e proibida. Quer saber mais sobre as aventuras dela? Continue acompanhando nossas histórias para não perder nenhum detalhe.

Vídeo ilustrativo:

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Meu Primo É um Cavalo https://contossafados.com/conto/meu-primo-e-um-cavalo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=meu-primo-e-um-cavalo Wed, 28 Aug 2024 17:52:34 +0000 https://contossafados.com/?p=1942 Meu nome é Camilla, cabelos ruivos ao meio das costas. Sou branca, alta tenho 1,77…

Tenho 35 anos, peso 72 quilos e gosto de academia. Treino regularmente.

Sou separada e mãe de um menino de 17 anos chamado Lucas. Assim que me separei aos 31 pra 32 anos, estava muito sufocada, porém aliviada. Afinal sair de um casamento que ao final era só de aparência foi o melhor que fiz. Para abafar um pouco os fatos e até pela minha cabeça que estava a mil resolvi viajar para o interior onde tenho parentes até hoje.

Então fiz as malas e viajei rumo ao sossego.

Quando cheguei fui recebida por um primo na rodoviária, Tonhão, como o chamamos, era o caçula de minha tia, tinha 25 anos, estava alto, braços forte. Costas largas. Sua pele morena, boca firme e olhar forte. Cabelo curto lembrava um cabloco. Por uns instantes tentei lembrar-se daquele menino que nadava no riacho comigo, andava a cavalo… Comia mos manga sentados na arvore onde trocamos beijinhos inocentes, éramos muito novo.. E subitamente voltei a si quando Tonhão sorriu e abraçou saudando-me:

E ai prima, fez boa viagem? Nossa ele me reconheceu de primeira. E com um longo abraço, respondi que sim. Tonhão levou minha bagagem para o carro e partimos pro sitio. Fazia uns 41 graus e eu estava sufocada… Aqui em São Paulo raramente fazia o calor que estava lá. Tonhão tirou a camisa, e perguntou se não tinha problema, pois estava muito calor. Respondi que não, enquanto admirava fixamente aquele peitoral sarado… Que delicia de primo. Percebendo meu olhar Tonhão sempre alegre e descontraído perguntava de todos aqui, do Lucas e de minhas novidades. Eu respondia disfarçando, mas admiranda aquele corpo esculpido pelo trabalho braçal no sitio e moreno bronze de sol. Num momento disse para ele:

quem me dera nesse calorão pudesse tirar a roupa também! E sorri maliciosamente. Imediatamente meu primo fingindo errar a marcha passou a mão em minha perna e respondeu. Prima, aqui você pode tudo, é só querer… E olhou-me de rabo de olho. Basta pedir.

Eu senti minha bucetinha piscar, e um gelo na barriga. Ele parou o carro na beira da estrada, mostrou-me o um riacho lindo. Eu senti vontade pular dentro com roupa e tudo, eu estava pegando fogo, por fora e principalmente por dentro. Tonhão abraçou de costas e disse-me:

Depois te trago aqui pra você conhecer, agora se não te levo pra mãe, ela me esfola vivo. Esta ansiosa para tiver. Eu fiquei aliviada, porque sei que se entrasse no riacho àquela hora, com ele, ia perder a cabeça. E relembrar nosso tempo de criança kkk.

Cheguei ao sitio fui muito bem recebida, meus tios felizes por me ver, moda de viola, mesa farta, e Tonhão lá sempre me fitando por onde eu passasse.

Já tinha dois dias que eu estava lá e sempre recebendo piadinha e leves toques com os abraços de meu primo, tudo no ‘sem querer’, sei… Ele sempre me abraçava de costas, e eu sentia seu pau pulsa, me cutucando. Até que ele me perguntou se queria conhecer a cidade e também o riacho. Amei a idéia, estava muito quente lá. Minha tia incentivou e desculpo se por não poder acompanhar, estava indisposta e lá tinha muita rocha e arvores. Entramos no carro e partimos. Já no carro, Tonhão deixou no ar suas segundas intenções, olhando meu vestido de viscose soltinho, e sempre errando a marcha, e eu me empolgando. Como errava kkk, e olha que ele dirige desde os 13 anos. Chegamos ao riacho sentei na grama. Que delicia, coloquei o pé na água olhando aquela vegetação fechada e silenciosa. Tonhão já estava sem camisa, pra variar. Alias, ele vivia quase sempre sem camisa, e de bermuda. Era muito quente lá e ele cuidava de quase todo ou trabalho do sitio. Comecei abater o pé na água é jogar nele. Ele foi jogar em mim, levantei e corri pra grama. Tonhão correu atrás de mim e claro, muito mais rápido que eu, alcanço-me e me trouxe no colo. Ameaçando jogar-me ao rio. Gritei segurando seu pescoço: Não, de roupas não! Ele deitou-me na grama sorriu e disse: então tira… Sentindo seu corpo muito próximo ao meu, e aquele olhar forte me fitando, apenas olhei. Tonhão me beijou. Eu não conseguia falar, mas respondi seus beijos alisando seu peito. Sentindo que eu queria, (e como queria), meu primo foi passando a mão por todo meu corpo. Eu estava com medo, e perguntei: E se chegar gente? Devemos parar agora. Ele deitou-me numa pedra menor, e erguendo meu vestidinho e sem muita preocupação respondeu: nada disso, ninguém vem aqui, esse lago ta na propriedade de meus pais e puxou minha calcinha para o lado e passou me chupar. Apavorada, perguntei: _E os tios? Ele levantou a cabeça sorriu e disse: Chegamos até aqui de carro, acha mesmo que eles virão a pé? Ai me entreguei de vez.

Tonhão colocou encostada numa rocha e começou a me tocar todinha. Beijava minha boca, meu pescoço, meu rosto. Descia a boca nos meus seios e me chupava com força. Que delicia, que tesão. Eu apertava e o beijava intensamente, enquanto punhetava seu pau.

Tonhão me chupava deliciosamente, enfiava os dedos abria minha bocetinha e sugava bem no fundo, eu estava ofegante então te pedi: faz um 69 comigo, deixa eu te chupar. Imediatamente, Tonhão ajudou a posicionar sobre nossas roupas e passamos a nos deliciar. Era ótimo sentir aquela boca me sugando. E eu não deixava por menos. Ele abriu minhas pernas e sugava forte, ele me abria com os dedos e chupava ao fundo minha grutinha, que chegava a fazer sucção, me lambendo e me chupando. Eu chupava seu mastro como quem chupa um sorvete em dia de calor, mamando cada cm daquela rola grossa. Podia sentir seu leitinho escorrer quando de repente meu primo me segura firme e diz, ¬ senta em mim, de frente, quero te olhar enquanto te fodo todinha. Olhei aquela vara e disse: só se for agora vagabundo. Então sentei naquela rola gostosa, devagar, sentindo ela me penetrando. Pressionava a abertura de minha bocetinha lambuzada pela sua boca faminta. Senti minha boceta abrir lentamente, há meses não metia com ninguém. Meu macho estava ofegante e me chamava de prima safada, de gostosa e dizia que ia me arrombar todinha. Eu sentia na pele isso. Seu pau era de tamanho normal, uns 19 cm +ou – mas era bem grosso. Comecei a cavalgar como uma louca precisava me mexer para sentir aquela dorzinha gostosa parar, e comecei a rebolar na sua rola freneticamente. Tonhão colocou a boca no meu mamilo e passou a chupar como um bezerrinho enquanto sovava o outro. Eu estava louca, uivava e gemia estava rebolando com quase todo o pau dele em mim. Tonhão mamava e mordia meus seios, tentava abocanhar ele todinho, mas meus seios são generosos e ele ficava na vontade, (rsrs) sem dó descontava mordendo meus biquinhos e sugando os mamilos, eu gemia de dor e tesão. Mas era uma dorzinha leve e saborosa. Eu estava muito perto de gozar quando Tonhão me disse, fica de 4 pra mim priminha safada? Fiquei de 4 proximo a pedra e então Tonhão passou a me comer ali, como uma cadela. Enfiava e tirava seu pau, que teimava e não entrar tudo (claro). Então ali de 4 pro meu primo, aquele cabloco sarado, sentia como era ser mulher denovo! Ele enfiava com força usando a mão para abrir um pouco e facilitar a passagem de sua vara e dissia toda hora: minha putinha, sua bocetinha ta tão apertadinha que até parece nossos tempos de criança, chega a doer meu pau quando enfio em você… Eu gemia alto e feliz. Estava molhada de suor, mas ele não parava de bombar. Mete meu macho, primo cachorro. Me come do jeito de quando éramos crianças! Eu falava varias vezes e ele obedecia sem dó forçando minha xaninha. De repente Tonhão parou e eu rapidamente perguntei? O que foi? Ele disse: Não quero gosar, para, fica quietinha. Eu sorri e comecei a rebolar, provocar. Então, ele sorriu deliciosamente e disse: É assim? Vou te mostrar como faz minha delicia. E deitando-me de barriga para cima, caiu de boca na minha xana vermelhinha e lambeu todinha deixando toda úmida. Ei gemia arranhando meu homem, e ele colocando a cabeça generosa e rosada do seu pau na portinha enfiou sua rola na minha boceta e fortemente passando a bombear enfiando o que coube. Vou te arrombar todinha minha paulista cachorra. Gemíamos alto e de joelhos Tonhão forçava entrar todinho seus 19 cm de rola dura em mim. Levantando minhas pernas e colocando no seu pescoço enfiava forte seu pauzão arregaçando me maravilhosamente. Com a boca ele massageava meus seios, mordiscando o biquinho enquanto eu gemia de dor e tesão. Que primo delicioso. Que férias!

Foi ficando cada vez mais rápidas e fortes as bombadas. E uivando, ele disse: Vem comigo, vou gozar… Vem safada vou te encher de porra. E eu que já estava no ponto gozei junto. Sentia nosso leite escorrer pernas abaixo. Tonhão me beijou e disse: Muito bom, só faltou meu amiguinho aqui para completar, e passou o dedo no meu cúzinho. Eu estava ofegante, sorri e disse com cara de safada: Vou ficar aqui 10 dias, quem sabe o que mais tenho pra conhecer aqui nessa cidade linda! Ficamos ali gozados e deitados por uns minutos e depois entramos no riacho para nós refrescar e nos lavar. Nós curtimos por toda aquela tarde, e inclusive transei com meu primo continuamente, enquanto estive lá no riacho aquele dia e também nós dias que fiquei no sitio. Tranzamos no riacho, no carro, no curral, no quarto que fiquei hospedada e no bosque da cidade. Mas eu ai voltarei pra contar! Foram ótimos 14 dias de férias que fui mulher ativa na mão de meu primo. Até esqueci os motivos da separação por aqueles dias. Bjkas.

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Peguei Minha Sobrinha Tocando Siririca https://contossafados.com/conto/peguei-minha-sobrinha-tocando-siririca/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=peguei-minha-sobrinha-tocando-siririca Wed, 28 Aug 2024 17:43:51 +0000 https://contossafados.com/?p=1925 Quando completei 40 anos aconteceu uma loucura incrível em minha vida que resolvi contar pra vocês.

Tenho uma empresa de assistência técnica em computadores na minha cidade a mais de 10 anos.

Sou casado há 15 anos e tenho um casal de filhos.

Minha esposa tem uma irmã de 38 anos com uma filha que acabou de completar 17 anos.

Samara é o nome da garota e o que chamava a atenção nela eram duas coisas, a altura e a magreza. Tinha 1.74 m e com certeza ia crescer ainda mais. Ela treinava no time juvenil de vôlei da cidade.

Apesar de morarmos na mesma cidade não nos víamos com muita freqüência a não ser nos aniversários e nas festas tradicionais. Minha cunhada tinha ficado viúva há uns 2 anos e se tornara uma pessoa muito religiosa e evangélica.

Sempre fui um cara tranqüilo que trabalhava muito e não fazia muita farra com a mulherada, pois minha esposa era uma mulher bem fogosa e que sabia como satisfazer o maridão. RSS.

Foi então que um belo dia minha cunhada me ligou desesperada dizendo que os computadores de sua padaria estavam com problemas e necessitava urgente de meus serviços profissionais. Fui até lá de consegui solucionar tudo rapidamente.

Depois disso a minha cunhada me pediu que voltasse outro dia pra fazer uma revisão nos computadores pessoais dela e da minha sobrinha que também viviam apresentando problemas.

Minha cunhada e a sobrinha moravam no andar de cima do sobrado onde ficava a padaria.

Depois de 2 dias liguei pra minha cunhada dizendo que estava indo revisar os computadores na parte da tarde e ela então disse que apesar de ter que sair para resolver uns problemas eu poderia ir sem problemas, pois iria deixar a gerente avisada sobre minha visita.

Assim que cheguei à padaria a gerente comentou que minha cunhada tinha saído há uma meia hora e então subi calmamente as escadas para a parte superior do sobrado com minha maleta de serviço.

Na sala havia um computador onde era feita a gravação do sistema de vigilância da padaria e quando entrei pelo corredor onde levava aos quartos procurando o quarto da minha sobrinha onde estaria o outro computador comecei a perceber uns ruídos que pareciam ser gemidos.

Apesar de não imaginar nenhuma maldade logo tive certeza que aqueles gemidos eram de tesão e bem devagar fiquei escutando e notei que vinha do quarto em frente e a curiosidade tomou conta de mim. Se minha cunhada havia saído com certeza só podia ser minha sobrinha que estava ali dentro daquele quarto fazendo sacanagem com alguém.

Porem aquela situação me deixou intrigado porque há uns 6 meses eu havia ido com minha esposa e meus filhos ao aniversário de minha sobrinha e pra mim ela era uma garota jovem e que não despertava atenção.

Mas os gemidos aumentavam de intensidade e movido pela curiosidade meti a mão na maçaneta da porta e percebi que não estava fechada com chave e então abri a porta bem devagar e tive uma visão incrível que me deixou completamente estarrecido.

Não tinha nenhum garoto no quarto, mas Samara minha sobrinha de 17 aninhos estava deitada de bruços na cama totalmente nua com a mão entre as coxas e seus dedos ágeis brincavam entre os lábios de sua bucetinha peludinha. Ela se contorcia como uma cobra se masturbando deliciosamente e gemendo sem pudor. Foi ai que percebi que apesar de magrinha minha sobrinha tinha uma bundinha bem arrebitada e redondinha. Uma toalha de banho estava ao seu lado e deu pra perceber pelos cabelos molhados que a safadinha tinha saído do banho e se masturbava cheia de tesão em sua cama. Os gemidos eram fortes evidenciando o tesão que sentia. Senti que meu pau começou a crescer sem controle e minha bermuda estufou na frente. Meu pau era bem grande e grosso e quando ficava duro não tinha como esconder! RSS.

Dava pra ver que a bucetinha da minha sobrinha estava toda molhada, pois seus dedos até brilhavam de tanto liquido que escorria. Os gemidos ficavam cada vez mais fortes e seu corpo já estava completamente tomado pelo tesão se contorcendo incontrolável.

Quando Samara gozou quase gozei junto com a safada. Ela parecia uma cobra mal matada de tanto que rebolava e se contorcia sem controle gemendo alto como uma putinha tarada. Deu pra ver que seu grelinho era bem saliente e estava bem inchado. Devagar aquela garota tesuda foi se acalmando gemendo baixinho. Meu pau parecia que ia explodir de tanto tesão e foi então que pelo espelho enorme do guarda roupa minha sobrinha safada ao abrir os olhos notou minha presença ali a assistindo se masturbar e então se levantou toda atabalhoada e acabou escorregando e bateu com aquela bundinha gostosa no chão. Na hora resolvi ser solidário com aquela garota safada e entrando no quarto peguei a toalha e todo carinhoso disse:

-calma Samara…não precisa ficar assim…tá tudo bem…não fique nervosa…tá tudo bem minha querida! Não queria te assustar…toma a tolha…para se cobrir! Fique calma…meu anjo!

Ela tremia tanto que dava até dó notar o susto que ela levou a me ver ali em seu quarto e pegando a tolha se enrolou nela e depois de se sentar na beira da cama ela gaguejando sussurrou:

-ai…tio Roberto…que susto…eu…eu…meu coração parece que vai sair pela boca! Nossa…que vergonha…eu …eu…nem sei…o que dizer! Que vergonha…meu Deus!

Para deixá-la bem calma me sentei ao seu lado e carinhosamente sorri dizendo:

-Samara querida…não precisa ficar assim…isso que vc tava fazendo é completamente normal…os hormônios estão em ebulição no seu corpo…as garotas de sua idade fazem muito isso…não precisa ficar assim tão nervosa! Tá tudo bem!

-eu…eu…nossa…se minha mãe souber disso…ela me mata…ela é muito brava…principalmente sobre sexo… vive me dando sermões…ela nem sonha que eu faço isso…nossa!

-Samara…se acalma meu anjo…pela minha boca ela não vai saber…fica tranqüila! Eu sei como é…agora…vou te dar um conselho…quando vc for fazer isso de novo…tranca a porta! Pode ter certeza que se fizer isso ninguém vai ter ver! Vc vacilou…querida! RSS.

Ela então deu um sorriso tímido e disse:

-bem…isso é verdade! RSS. Pode deixar que da próxima vez…vou seguir seu conselho…nossa levei um susto que vai demorar um bom tempo pra esquecer! Pensei que ia me dar um treco! RSS.

Como senti que ela se acalmara resolvi brincar pra acabar de vez com aquele clima constrangedor e disse:

-é? Na verdade acho que minha querida sobrinha ia ter um “treco” quando estava gozando…até achei que vc ia desmaiar de tanto tesão! Vc sempre goza assim garota?

Ela então sorriu e disse:

-bem tio…ja que vc viu tudo não tem como esconder né! Sim…eu adoro brincar assim…eu tenho uma amiga do vôlei que me ensinou…muitas coisas…e eu adorei! Mas pra mim…é normal!

A conversa continuou bem tranqüila e reveladora.

-Claro querida…todo mundo sente tesão…uns mais…outros menos! Mas só pra vc saber…nossa família é bem tarada…sua tia minha esposa…é uma tarada….a gente transa que nem louco…ela adora sexo! Sua mãe também gostava muito antes de seu pai falecer…ele comentava comigo que ela queria transar quase todo dia…agora depois que ela virou crente é que parece que ficou estranha! RSS.

-é? É bom saber disso! Pelo menos não vou ficar pensando que só eu é que sou assim! Nossa tio…de vez em quando penso umas coisas…fico toda molhadinha…e tenho que me masturbar. RSS.

Aquela conversa estava me deixando completamente tarado me fazendo ter uma ereção tão intensa que dava a impressão que se tocasse meu pau com um pouco de força iria se quebrar ao meio e então resolvi que iria também mostrar meu lado safado e então disse:

-Samara…vc com essas safadezas deliciosas acabou me deixando também muito excitado…lembrei-me das loucuras que fazia quando era bem jovem…e te ver rebolando e gemendo daquele jeito na cama…também fiquei todo tarado…quase que me masturbei…junto com vc! RSS.

Minha sobrinha não pareceu ter ficado constrangida com aquela conversa e sorrindo bem safada disse:

-jura tio…nossa…to vendo que nossa família é bem louquinha mesmo! Foi tanto assim? RSS.

Na hora me levantei da cama e ficando em sua frente mostrei minha barraca armada e dando uma apertada de leve disse todo safado:

-claro que sim querida! Olha como estou…parece que vai explodir…ta duro até agora! Acho que vou ter que entrar no banheiro e fazer o que vc fez…brincar…até gozar! RSS.

Ela olhou abismada pra frente da minha bermuda e disse:

-nossa tio…que coisa enorme…o Sr. tem! RSS. Eu já vi de dois meninos da escola…nas festas…e não eram assim…nossa tio…eu não sabia que ficava assim…tão grande! RSS.

Na verdade a safadeza já tinha se instalado em minha mente e meu juízo já tinha ido embora e sem pensar muito comecei a querer levar aquela loucura adiante e sorrindo disse:

-mas…vc já pegou no pau dos garotos Samara…pode me dizer…acho que sabe que pode confiar em mim!

-sim…mas só por cima da roupa! Tenho medo de começar e não conseguir parar tio! RSS.

-é verdade…tesão é quase incontrolável…mas é uma delicia…acho que estou assim com muito tesão porque faz 4 dias que não transo…tua tia está menstruada! RSS. E depois de ver vc gozando gostoso deitadinha na cama brincando com sua bucetinha…ai não tem jeito de não ficar assim…bem duro! RSS.

Samara sorria toda safada e não tirava os olhos do volume na frente da minha bermuda e então continuei:

-bem…acho que minha querida sobrinha safadinha tá precisando tomar outro banho…sua bucetinha deve tá ensopada…de tanto que gozou! Antes de começar a arrumar os computadores também vou ao banheiro! Mas me fala uma coisa querida…o tombo que vc levou da cama…não deixou seu bumbum machucado? RSS.

-acho que não tio…acho que foi mais o susto…vou deixar escorrer bastante água nele…talvez fique só um pouco roxo! To acostumada a levar tombos na quadra…sempre some rápido as manchas! RSS.

-Tomara que sim…vou ficar triste se ficar marcado por causa do susto que causei na minha linda sobrinha…seu bumbum é muito lindo pra ficar com mancha roxa! RSS.

-tio…vc já falou que meu bumbum é lindo várias vezes…assim vou ficar me achando. Acho que sou muito magra …queria ter corpão…igual outras garotas…com pernas grossas e seios grandes! RSS.

-que nada garota…vc vai muito mais bonita que as outras garotas…se quiser vai poder até ser modelo…alta e elegante…com uma bunda arrebitada…não tem garoto que não vai querer te agarrar! RSS.

Ela deu uma gargalhada e toda safada disse:

-tio…espero que o Sr. esteja certo…tenho certeza que vou gostar…muito! RSS.

Foi então que Samara levantou a toalha e empinando a bunda para mim sorriu dizendo:

-tá vendo tio…não ficou marca do tombo…só ficou um pouquinho dolorido…acho que foi só o susto mesmo!

Ela entrou no banheiro e logo escutei o barulho do chuveiro e em seguida fui ao outro banheiro e em segundos tirei o pau pra fora da bermuda e depois de uma meia dúzia de bombadas gozei que nem louco no vaso sanitário. Espirou porra pra todo lado. Gozei como há muito tempo não gozava. Parecia que tinha um litro de porra armazenado no meu saco. Gemi forte imaginando minha sobrinha virgem e safada peladinha rebolando na cama como uma puta.

Dei uma limpada rápida e fui pra sala começar a revisão no computador. Quando estava terminando minha sobrinha apareceu na sala com uma mini-saia e uma blusinha curtinha toda cheirosa dizendo brincando:

-tio…pronto…estou toda molhadinha ainda…mas é do chuveiro! Adoro sair do chuveiro sem me secar direito…gosto de sentir o corpo secando aos poucos! Que coisa maluca né? RSS.

-é…cada louco com sua mania…mas vc com certeza pode fazer isso! Toda garota linda pode tudo! RSS.

-humm…assim desse jeito…vc vai me deixar mal acostumada! RSS. Mas e ai tio…conseguiu se acalmar? RSS.

-sua safadinha…pelo jeito vc só tem 17 anos na certidão de nascimento! De cabeça e de corpo…vc parece que tem bem mais…sua pilantrinha safada! RSS.

Ela deu um sorriso e então continuei dizendo:

-bem…agora deixa ver o seu computador…tua mãe disse que vc reclamou que está lento demais! Vamos fazer uma limpeza nele!

Fui até seu quarto e me sentei na poltrona em frente do computador e Samara ficou de pé ao meu lado e então comecei a dar uma olhada na maquina. Removi uns vírus que deixavam o computador lento e enquanto deixava tudo organizado resolvi voltar a falar de safadeza e disse:

-Samara…adorei o cheiro desse sabonete que vc está usando…é uma delicia…cheiro de mulher bonita!

A safadinha encostou-se ao braço da poltrona e toda sorridente disse:

-é tio…eu adoro ficar cheirosa…adoro me sentir bem feminina…gosto de usar roupas assim bem curtinhas…pena que minha mãe fica me podando…aproveitei pra colocar essa mini-saia e esse topzinho enquanto vc está aqui…e minha mãe vai demorar pra voltar…com ela por perto ela não deixa usar esse tipo de roupa! Quando vou pra casa das amigas levo roupas escondidas na bolsa pra ela não ver! RSS.

-Samara…realmente vc está linda assim…vc fica muito sexy e sensual! Fala-me uma coisa querida…que tipo de calcinha está usando por baixo dessa mini-saia? Espero que seja uma bem pequenina! RSS.

-Eu queria que fosse fio dental mas mamãe não compra assim…então enfio tudo no reguinho e fica atoladinha …minhas amigas fazem assim também! RSS.

Todo safado decidi arriscar uma safadeza legal e disse:

-humm…adoro calcinha enfiada no reguinho…vc podia mostrar para o tio…deixa-me ver! RSS.

Nem precisei pedir duas vezes e em instantes ela levantou a mini-saia e empinou aquela bundinha linda dizendo toda safada:

-pronto tio…o que vc achou…gostou da minha calcinha atoladinha?

Meu pau nem parecia que tinha gozado meia-hora antes e começou a crescer dentro da bermuda e todo tarado continuei:

-Minha sobrinha…assim vc arrasou…super linda! Mas…olhar essa bunda deliciosa assim tão pertinho ta deixando meu pau duro novamente! RSS. Olha como me deixou…sua safadinha linda!

Ela olhou e sorrindo toda safada disse:

-nossa tio…tá enorme de novo…que grandão! RSS.

-é Samara…vc é a culpada disso! RSS. Mas vou te falar uma coisa minha querida…apesar de ficar linda assim de calcinha…tenho certeza que prefiro vc do jeito que te vi deitada na cama…sem nada…peladinha! RSS.

Samara não abaixava a saia e então todo safado levei minha mão até suas pernas e fiquei apertando de leve suas coxas um pouco acima do joelho e então minha sobrinha disse uma coisa que me deixou tarado:

-quer…que eu tire a calcinha tio! Vc foi tão legal comigo que se quiser eu tiro!

Nem pestanejei e todo tesudo disse:

-claro que sim…se vc quiser…pode tirar…querida!

Foi quase inacreditável mas Samara em segundos tirou a calcinha e voltou a encostar-se à poltrona e sem pensar em mais nada deslizei minha mão entre suas pernas e conforme a fui subindo minha sobrinha foi abrindo as coxas e logo meus dedos deslizavam entre os lábios de sua bucetinha virgem. Quando toquei seu grelinho duro ela deu uma gemida forte e em seguida peguei sua mão e levei até meu pau. Ela apertou com vontade. Abri o zíper e tirei-o pra fora e ela então pegou deliciosamente e toda safada sussurrou:

-ahh tio…como é quente…nossa…que grosso que é…eu achava que não era desse tamanho…é uma delicia pegar…nossa…ahh…tio que mão gostosa vc tem!

O tesão tomou conta de vez e todo tesudo disse:

-Samara…vc é uma garota muito safada e deliciosa…que bucetinha gostosa…teu grelinho tá durinho…sua tarada…rebola nos meus dedos…deixa o tesão tomar conta do seu corpo…ahhh!

Minha sobrinha passou a rebolar totalmente entregue e em segundos sua bucetinha estava completamente ensopada. Ela punhetava minha pica dura como aço gemendo e rebolando nos meus dedos.

Depois de alguns segundos quase que instintivamente fui puxando minha sobrinha putinha em direção ao meu colo e quando ela docemente se sentou de costas pra mim sua bundinha redonda e empinada se encaixou perfeitamente fazendo minha pica grossa e dura agasalhar entre suas coxas. Quando ela sentiu a cabeça da minha rola deslizar entre os lábios ensopados de sua bucetinha virgem Samara pareceu que sabia perfeitamente o que fazer e rebolava como uma louca. A cabeça da minha pica toda babada deslizava firme provocando prazeres que nos deixavam completamente tesudos e sem juízo.

Antes que aquilo ficasse ainda mais sem controle levantei minha sobrinha do meu colo e coloquei-a de 4 na beira da cama com aquela bundinha toda exposta e enfiei meu rosto entre suas coxas ensopadas e meti a língua naquela bucetinha virgem lambendo e sugando seu grelinho duro que saltitava entre meus lábios.

Samara gemia alto sem controle e rebolava como uma puta experiente e não demorou pra dar um grito e gozar copiosamente na minha boca. Minha sobrinha parecia mijar de tanto liquido que expelia de sua bucetinha virgem tesuda. Todo tarado meti meu dedão no seu cuzinho que piscava sem controle. Eu não conseguia pensar em mais nada a não se em gozar e em seguida dei um tapinha na bunda da safada e todo tarado disse:

-Senta na cama…sua putinha safada…quero gozar…agora é sua vez…chupa minha pica…vou encher essa boquinha tesuda de porra!

Samara não demorou mais que 10 ou 15 segundos pra segurar minha pica entre suas mãos e começar a lamber a cabeça toda babada. Logo eu fodia sua boquinha como se fosse uma buceta e a vadia não refugava de jeito nenhum e engolia o maximo que podia em segundos dei um berro e comecei a ejacular loucamente na

sua garganta. Minha porra foi sendo sugada sem nenhum pudor. Samara engoliu quase tudo com prazer.

Quase nem dava pra acreditar que aquela garota magra e quase sem seios sabia como chupar uma pica enorme e grossa como a minha.

Quando olhei o rosto de minha sobrinha ela deu um sorriso cheio de tesão e sussurrou:

-tio…que delicia…essa brincadeira…nossa…muito melhor do que imaginei! Nossa…vou querer mais! RSS.

Também sorri e todo tarado disse:

-Samara…vc é uma maluquinha tarada…quase nem acredito que ainda é virgem! RSS.

-ainda sou tio…mas depois de hj…acho que não vou conseguir ficar virgem muito tempo! Foi tão gostoso… que tenho certeza que vou querer tudo…logo! RSS.

-garota…vc é muito tarada…ja pensou se alguém fica sabendo sobre isso! Nossa…nem quero pensar no que pode acontecer…vc tem 17 anos…Deus me livre!

-tio…na boa…fica sussu! Juro não vou contar pra nenhuma amiga…pode ter certeza! La na escola quando alguém apronta alguma coisa…todo mundo fica sabendo! Não quero ficar mal falada! Minha fama já não é muito boa! RSS.

-sua safada maluca…espero que vc tenha um pouco de juízo e seja discreta! RSS.

-mas…tio…quando vc vai voltar pra “ver” os computadores de novo? RSS.

-Samara…aqui não podemos fazer esse tipo de coisa…é loucura demais…ja pensou se chega alguém?

-tio…pode pensar em dar um jeito…pra gente brincar de novo…não quero nem saber…vou querer outra vez!

-tá bom…vou pensar…em algo…depois a gente se fala…liga na loja…o telefone tá na etiqueta que colei no computador!

Sai dali e fui embora com minha cabeça a mil e foi então que lembrei que nos fundos da minha loja de assistência tinha uma edícula onde eu guardava sucatas e outras coisas e então tive a certeza que ali seria um lugar bem seguro pra esse tipo de safadeza.

No outro dia logo cedo mandei a faxineira fazer uma limpeza em um dos quartinhos e coloquei umas poltronas usadas, instalei ventiladores e deixei tudo arrumado aguardando que minha sobrinha deliciosa ligasse.

Samara só me ligou 4 dias depois e até achei que a maluca tivesse desistido daquela loucura.

Ela então me contou que tinha levado um tombo na escada e torcera o pé e o ortopedista tinha recomendado repouso e aplicações de gelo e por causa disso não pode sair de casa.

Quando ela perguntou toda safada quando iríamos nos encontrar combinamos para o outro dia na parte da tarde. Samara disse que depois do treino de vôlei iria até minha loja.

Quando minha sobrinha chegou entrou pelo corredor lateral da loja sem que ninguém percebesse e logo sai dizendo que iria atender um cliente.

Minha sobrinha estava com um shortinho de lycra bem justinho que mostrava seu corpinho tesudo e logo estávamos nos agarrando com muito tesão. Ela demonstrava estar mais atirada que da primeira vez e quando me dei conta estávamos completamente nus e Samara estava ajoelhada entre minhas coxas mamando na minha pica com uma volúpia incrível.

Logo minha sobrinha mostrou que iria se tornar uma putinha bem devassa pois depois de alguns minutos chupando minha rola deu um sorriso bem safado e disse:

-tio…faz igual aquele dia…lambe minha bucetinha por trás…me faz gozar bem gostoso…até sonhei com isso!

Naquele instante percebi que Samara tinha nascido pra ser uma puta de verdade…só a idade é que não combinava com sua safadeza e resolvi que ia tratá-la como uma mulher…sem frescuras e todo tarado disse:

-sua putinha tarada…gosta de ser lambida assim…igual uma cadelinha…sua putinha safada! Vou te fazer gozar mais gostoso hj…ahh se vou! Fica de 4 sua putinha…e abre bem essas pernas!

Samara em segundos estava toda arreganhada diante de meus olhos no sofá e seu grelinho durinho denunciava todo seu tesão e peguei-o entre os lábios e suguei-o com maestria. Ela rebolava sem pudor e logo estava completamente ensopada. A putinha gozou rapidinho. Eu lambia sua bucetinha peludinha desde o grelinho até seu cuzinho rosado que piscava loucamente quando eu metia a língua no seu anelzinho.

Samara gemendo toda tesuda implorava sussurrando:

-ahh tio…que delicia…assim…chupa…lambe tudo…ahhh…que tesão…não para…quero gozar…de novo…adoro sentir a língua quente na minha bucetinha e no meu cuzinho…é uma delicia…ahh!

Ajoelhado atrás daquela putinha eu fazia com prazer o que ela pedia e logo metia um dedo naquele cuzinho tesudo. Ela passou a rebolar mais ainda e só pra testar o tesão da safadinha dei uns tapinhas naquele bumbum empinado. Ela deu uns gritinhos safados mas nem se importou e logo dei uns tapas mais fortes.

Gemendo mais alto Samara passou a se contorcer sem controle e gozou novamente de uma forma tão intensa que chegou a escorrer pelas suas coxas. Eu tinha dois dedos enterrados no seu cuzinho que também estava completamente úmido.

Meu parecia uma rocha de tão duro e sem pensar em nada me levantei e fiquei de pé atrás daquela bumbum todo exposto e passei a deslizar minha rola por aquela rachinha virgem e entre suas nádegas dizendo tesudo:

-rebola na pica do tio…sua putinha tarada…mostra…que vc gosta de pau…sua safada…abre seu bumbum… com as mãos…quero ver vc assim…toda arreganhada…mostra…sua putinha!

Dei dois tapas mais fortes em cada lado da bunda da safada e ela toda submissa fez o que mandei e quando vi aquele cuzinho se contraindo bem diante dos meus olhos encaixei a cabeçona toda babada e dei uma fincada firme. Acho que de tanto tesão que estávamos sentindo a cabeça pulou firme dentro daquele cuzinho.

Samara deu um gritinho e tentou ir pra frente mas o encosto da poltrona não deixava e então sem dó comecei a enfiar minha pica enorme naquele cuzinho tesudo e todo tarado sussurrei:

-ahh…que cuzinho delicioso…vou te enrabar sua putinha…dá esse cuzinho pro tio…vou te comer bem gostoso…relaxa…que vai ser gostoso…dá…pra mim…ahhh!

Minha sobrinha gemia de dor mas logo senti meus pelos colando naquela bundinha empinada. Eu estava inteirinho dentro dela totalmente engatado. Meu pau latejava de prazer naquele cuzinho quente como fogo. Passei a meter bem devagar e Samara logo correspondeu passando a rebolar na minha rola enorme. Ela gemia agora de prazer e passei a comer aquela bundinha como merecia ser comida. A penetração era total. O barulho do meu púbis batendo forte naquele bumbum era um prazer indescritível e logo dei um berro e comecei a encher aquele cuzinho de porra fervente. Minha sobrinha deu um grito e também começou a gozar copiosamente pelo cu se contorcendo sem controle. Meti forte e sem dó até o talo. A vadia levou vara naquele rabinho delicioso e adorou ser enrabada daquela maneira.

No pequeno banheiro que havia ali tomamos banhos juntos e examinando o cuzinho da minha sobrinha putinha deu pra notar que só havia ficado um pouco inchado mas a vadia agüentara minha pica enorme e grossa sem problemas e tive certeza que dali pra frente eu iria ter um rabinho delicioso pra meter gostoso.

E isso realmente aconteceu e toda semana após os treinos minha sobrinha putinha vem até os fundos da minha loja pra levar rola naquele cuzinho delicioso e engolir porra com sua boquinha sequiosa. Em pouco tempo aquele corpinho magrinho começou a se desenvolver e já mostrava que ia ficar super gostosa.

Samara se revelava uma ninfomaníaca sem nenhum pudor.

Durante nossas conversas fiquei sabendo que desde os 15 anos ela “fazia brincadeiras sexuais” com duas amiguinhas do colégio.

Durante um ano enrabei minha sobrinha putinha com minha rola grossa sem que ninguém desconfiasse a não ser minha esposa que sentindo nossas transas diminuíram um pouco de intensidade chegou a insinuar que eu podia estar “pulando cerca”. RSS.

Samara quase sempre implorava pra que eu tirasse o cabaço de sua bucetinha, pois das três amigas inseparáveis do colégio ela era a única que permanecia virgem. Apesar de desejar meter a pica naquela bucetinha virgem tesuda sempre consegui me controlar. RSS.

Porém…um dia depois de um bom tempo…pude meter minha pica grossa naquela bucetinha tesuda…mas isso vcs só vão saber depois…na continuação desse conto!

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Travesti Transformou Meu Marido em Viado https://contossafados.com/conto/travesti-transformou-meu-marido-em-viado/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=travesti-transformou-meu-marido-em-viado Wed, 21 Aug 2024 19:11:00 +0000 https://contossafados.com/?p=1878 O Início dos Desejos

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Com o tempo, Tiago insinuou que queria incrementar ainda mais nossa vida sexual e experimentar um ménage, mas ele só aceitaria com outra mulher. Como eu via sua excitação quando era penetrado, aceitei fazer o ménage com outra mulher, porém seria eu quem escolheria.

Sempre fui leitora de contos eróticos e sabia que um travesti seria o ideal. Procurei em um site de acompanhantes e selecionei uma que era bem feminina e bem dotada. No primeiro contato, fiquei impressionada, pois Janaína era maravilhosa. Uma loira de 1,75m, seios médios e uma bunda de parar o trânsito.

O Encontro

Na noite marcada, eu e Tiago saímos para um bar para encontrar minha amiga. Ficamos bebendo e esperando, e Tiago, talvez pela ansiedade, acabou bebendo um pouco mais. Passado algum tempo, meu celular tocou e avisei Tiago que nossa amiga teve um contratempo, mas que ela iria direto para o motel que já havíamos reservado.

Quando chegamos, Janaína já estava esperando. Após as apresentações, fomos para nossa suíte. Tiago estava muito impressionado com a beleza de Janaína e partiu para o ataque, deixando-a só de calcinha. Janaína começou a mamar em seu pênis, e Tiago ficou alucinado, pois ela mamava maravilhosamente bem.

A Descoberta do Prazer

Aos poucos, Janaína foi passando o dedo no rego e depois no ânus de Tiago. Sua excitação foi aumentando até que Janaína começou a masturbá-lo e enfiou a língua em seu ânus. Tiago, que até então tinha me ignorado, perguntou se eu tinha trazido o pênis de borracha. Eu disse que sim, mas que já estava com Janaína.

Tiago ficou de bruços, e Janaína tirou a calcinha, revelando um pênis grande e grosso (acima de 20cm). Ela colocou uma camisinha, deu uma cuspida no ânus de Tiago e começou a penetrá-lo. Tiago inicialmente estranhou o tamanho, mas disse que já havia comprado um maior. Apesar de desconfiado, ele rebolava cada vez mais, soltando gritinhos de satisfação.

Enquanto Janaína o penetrava, eu comecei a mamar em seu pênis, que não demorou a ejacular como nunca. Não consegui engolir toda a porra, ficando uma parte escorrendo pelo meu rosto, que Tiago ajudou a limpar com a língua.

Revelações e Novas Descobertas

Pedi a Janaína que mostrasse seu pênis para Tiago. Ela retirou do ânus dele, tirou a camisinha e colocou junto ao rosto de Tiago. Ele ficou paralisado com o que via – uma rola grande com a cabeça triangular e bem mais grossa que o corpo do pênis, pulsando e apontada para cima e para baixo, com duas enormes bolas enfeitando tudo aquilo.

Tiago não resistiu e segurou naquele poste, punhetando-o com as duas mãos e gritando que aquilo deveria ter rasgado tudo. Falei para ele mamar, pois sabia que ele estava querendo. Tiago, como um viado experiente, mamou até receber um mar de porra na boca e engoliu tudo.

Brinquei com Tiago, dizendo que agora que ele já era um viadinho, seria também um corno, pois eu também queria experimentar aquela pica. Janaína se transformou de uma mulherzinha meiga para um macho de verdade, e enquanto eu mamava naquela pica maravilhosa, ela falava para Tiago, “Olha seu corno, como eu estou comendo sua mulherzinha”. E também recebi aquele cacete no meu ânus. Janaína ainda comeu Tiago novamente.

Conclusão e Novos Desejos

Agora estamos querendo fazer um ménage com outro homem, porém, para me comer, ele terá que comer Tiago primeiro.

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Fantasia de Casal https://contossafados.com/conto/fantasia-de-casal/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=fantasia-de-casal Tue, 13 Aug 2024 17:54:32 +0000 https://contossafados.com/?p=1861 Explorando Novos Horizontes

Num final de semana em que minha esposa foi para a casa dos pais dela com nossos filhos, eu, Marcelo, decidi sair sozinho para dar uma voltinha. Mas não fui aos barzinhos da moda não, queria algo diferente, então fui para o outro lado da cidade onde não tenho costume de ir e é cheio de butecos no sentido da palavra, os famosos copo sujo.

Nesse buteco, descobri que fora da cidade, tem um local que o pessoal vai para dançar, que começa por volta de 14 horas sábado e domingo e vai até mais ou menos meia-noite. Perguntei se era uma zona ou coisa assim, e o cara que eu conversava me explicou que não, era um barzinho diferente, que ia todo tipo de pessoas, inclusive garotas de programa, e que casais não pagavam para entrar, mas homem sozinho pagava 20 reais.

Planejando a Noite

Entusiasmado com a informação, peguei o endereço e as instruções de como chegar lá. Decidi que na próxima semana iria com minha esposa, Lara. Ansiosamente esperei a semana passar. Já na segunda-feira, quando minha esposa chegou, contei a novidade para ela e sugeri que fôssemos conhecer esse lugar. Aproveitei para dizer a ela que fosse bem sensual.

O sábado finalmente chegou. Mandamos nossos filhos para a casa da minha mãe, que mora em outro bairro da cidade, e fomos para lá. Lara escolheu um vestidinho curto e leve de algodão, sem sutiã e sem calcinha – ela sempre sai sem calcinha para se exibir e facilitar caso rolar algo.

A Chegada ao Bar

Chegamos lá por volta de 17 horas. Já na descida do carro, Lara mostrou sua intimidade para o flanelinha, que não acreditou no que viu. Entramos no bar, que realmente era diferente. Era um galpão aberto, mas nos fundos tinha um portão, por onde ocasionalmente víamos casais indo e também alguns homens sozinhos.

Sentamos em uma mesa e pedimos cerveja. Lara se posicionou de forma a se exibir à vontade, enquanto o forró corria solto no salão.

A Primeira Dança

Depois de tomarmos alguns goles e dela se exibindo, apareceu um cara que a chamou para dançar. Lara foi, e o cara logo começou a encoxá-la ao ritmo do arrocha. Eles dançaram umas três ou quatro músicas, e percebi que ela gostava do papo do cara. Ele era um homem alto e forte, que parecia não se importar com minha presença, ou talvez soubesse que eu não faria nada.

Ele começou a falar coisas no ouvido dela, e ela foi se entregando. Eu sabia que em pouco tempo ela ia sair dali com ele. Pelas risadinhas que ela dava e a forma como eles dançavam, já sabia onde isso ia dar.

O Portão dos Fundos

Pouco tempo depois, vi ele apontando para o portão nos fundos do galpão. Ele a puxou pelas mãos e seguiram para lá. Esperei um pouco, imaginando que estivessem dando uns amassos mais quentes. Levantei-me e fui até o porteiro para saber o que acontecia lá nos fundos.

O porteiro, com um sorriso no rosto, me falou que lá era o “motel”, o ponto de abate. Casais iam para lá e ficavam à vontade. Perguntei sobre os homens desacompanhados, e ele explicou que alguns caras deixavam outros verem ou mesmo participarem.

Descobrindo o Segredo

Fiquei louco de curiosidade e fui para lá mais rápido que uma bala. Passei pelo portão e vi alguns casais transando numa boa, alguns sozinhos e outros com plateia. Procurei Lara e lá no fundo a vi, de quatro no chão com o vestidinho levantado, o homem bombando nela e outros três ao lado. Ela chupava um e masturbava outros dois.

Aproximei-me e o cara me falou para esperar minha vez, pois era por ordem de chegada. Falei que queria apenas ver. Lara gemia abafado com a rola do cara na boca e o homem bombando nela. Depois ele aumentou a velocidade e avisou que ia gozar, despejando tudo nela.

Uma Noite Inesquecível

Outro dos que estavam sendo masturbados tomou o lugar dele. Com a vagina dela cheia do sêmen do primeiro, ele enfiou seu pau nela também. Ele bombou e depois mudou para o ânus, fazendo-a gemer de dor e prazer ao mesmo tempo. Minha esposa começou a rebolar na pica dele e ele gozou no ânus dela.

O terceiro entrou em sua bucetinha, metendo com força e dando tapas em sua bunda, chamando-a de safada. Enquanto isso, outros caras chegavam e se preparavam para comê-la.

Minha esposa teve que aguentar muita rola, mas saiu de lá satisfeita, e eu saí de lá ainda mais corno e feliz.

Conclusão

Essa experiência nos proporcionou uma noite cheia de novas descobertas e sensações. O lugar revelou-se um espaço onde pudemos explorar nossas fantasias de forma segura e consensual. A cada semana, ficamos mais ansiosos para voltar e viver novas aventuras juntos, fortalecendo nosso relacionamento e alimentando nossa cumplicidade.

Se você também quer explorar novas experiências com seu parceiro, não deixe de conferir lugares como esse. A vida é curta demais para não aproveitar cada momento ao máximo.

E aí, já viveu algo parecido? Conte-nos nos comentários!


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A Amiga da Minha Prima me Deu Gostoso https://contossafados.com/conto/a-amiga-da-minha-prima-me-deu-gostoso/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-amiga-da-minha-prima-me-deu-gostoso Thu, 08 Aug 2024 00:32:55 +0000 https://contossafados.com/?p=1901 O dia que transei com a amiga da minha prima

Depois que voltei do Canadá e antes de ir pro navio, me aventurei a fazer facul de Propaganda e Marketing

como eu sou um dos primos mais velhos, foi a época que minha prima estava entrando na facul e íamos todos juntos no meu carro. um dia, combinamos de tomar cerveja na casa dela, minha tia tinha viajado.

ela convidou duas amigas, mais meu outro primo… ficamos tomando cerveja, conversando, e ela não parava de me olhar. como eu tinha tomado um pouco a mais, resolvi dormir na casa dela, e me ajeitei na sala, minha prima e as amigas foram dormir no quarto.

no meio da noite, levantei para ir ao banheiro e quando cheguei na porta, vi que a luz estava acesa. esperei a porta se abrir e lá estava a amiguinha, que ficou me olhando a noite inteira. dei uma risadinha, fiz uma brincadeira sobre a quantidade de cervejas e entrei. quando eu sai, quem estava sentada no sofá?

eu perguntei se ela estava bem, disse que estava sem sono. sentei no sofá ao lado dela e me ofereci pra fazer companhia, perguntei se ela gostaria de tomar um copo d’água, peguei água pra ela. moreninha, cabelos pretos, um sorriso que me hipnotizava cada vez que eu olhava pra ela , shorts curtinhos, blusinha de bichinho, sem sutiã. 18 aninhos, uma delícia!

sentadinha com as pernas encolhidas no sofá perguntei se ela estava com frio, a cobri com o lençol que eu estava usando lógico, eu tb estava coberto, começamos a conversar e dar risada baixo para ninguém acordar.

Eu estava dormindo só de calça, sem camiseta, não tinha levado roupa pra dormir. Eu ia dormir de cueca, mas achei melhor não. Eu estava usando uma cueca boxer preta.

Conversa vai, conversa vem, o papo de namorado, beijo e etc entrou em pauta. ela disse que só tinha tido um namoradinho, com quem ela perdeu a virgindade e tinha ficado com outro carinha na faculdade, mas estava sem ninguém e eu… “pobre de mim” rsr tinha ficado com uma menina, mas já fazia mais de um mês que eu não beijava e disse que a boca dela era linda e que cada vez que ela sorria eu me hipnotizava mais ainda.

Aí ela abriu um dos sorrisos mais lindos que eu já vi , a sala estava escura, só a luz da rua entrando pela janela e aquele sorrisão lindo iluminou tudo. Aí eu não resisti e acariciei o rosto dela, dizendo que era realmente um dos sorrisos mais lindos que eu já tinha visto e nos beijamos. eu cheguei mais perto, ela colocou as pernas por cima das minhas, reparei nos bicos dos seios durinhos por cima daquela blusinha.

Cada barulhinho que vinha dos quartos, a gente ficava esperto e os beijos foram esquentando, as mãos começaram a brincar. Enfiei minha mão por dentro da camiseta, mas nas costas e descia usando só as pontas dos dedos, bem de leve. Ela se arrepiava toda, arqueava as costas, olhava pra mim e mordia os lábios.

Ela passava a mão no meu rosto, descia pelo meu peito, passava na barriga, ia até o elástico da cueca e voltava. Comecei a acariciar sua barriguinha, coxas, corria os dedos desde o joelho até a linha do shorts e depois descia para a parte interna da coxa. Nas coxas, a pele se arrepiava cada vez que minha mão passava, uma hora a mão ia nas costas, outra hora nas coxas, nunca as duas de uma vez senão ela não ia sentir nem um, nem outro.

Finalmente, encostei a ponta do meu dedo no biquinho do seio dela, durinho e pressionei levemente e ela me olhou com um sorrisinho muito safado e eu fiquei brincando com ele por cima da blusinha e subi minha mão das costas para a nuca, entre os cabelos. Segurei a cabeça dela e a beijei com força, mordi seus lábios e por baixo da blusa, encaixei minha mão direitinho no seio dela, encaixe perfeito, minha mão fria na sua pele quenteO corpo inteiro se arrepiou e eu fiz um sinal e ela entendeu na hora. Levantou os bracinhos e eu tirei a blusinha dela …. que seios lindos, pequenos, firmes, durinhos e ARREPIADOS.

Eu a sentei no meu colo, de pernas abertas e os acariciei com as duas mãos, hora de leve, hora os apertava mas não com força. Passei a lingua no biquinho e dei uma leve moridinha.

Ela se empolgou e começou a rebolar no meu colo, abriu o ziper da minha calça…

Eu a levantei, baixei seu shorts tirei a minha calça e fiquei só de cueca

Se alguém aparecesse pelo menos não iam pegar a gente totalmente pelado. Coloquei o lençol por cima e ela sentou no meu colo novamente, mas não a penetrei. Fiz ela se sentar em cima dele, e ela estava molhadinha, fiz ela ficar passando a bucetinha no meu pau pra frente e pra trás. Eu sentia aquela bucetinha lisinha, se encaixar direitinho no meu pau, passando molhadinha. Ela já estava mais do que empolgada, adorando cada vez que o pau chegava no seu grelinho e numa das vezes que ela passou, eu fiz um movimento com a cintura e meu pau entrou direitinho na bucetinha dela.

Ela não esperava e adorou (já tinha colocado a camisinha) ficamos abraçados, coladinhos, ela gemendo baixinho, meu pau encaixado direitinho dentro dela, ela toda meladinha, rebolando, cada vez mais rápido, ficou ofegante, respirando fundo.

O corpo tremeu todo, ela gozou e logo depois eu gozei. Ela ficou em cima de mim, me deu um abraço apertado, e um beijo. os lábios estavam gelados, a boca seca. Ela se levantou, pegou a roupa e foi para o banheiro.

Depois fui eu e quando voltei ela ainda estava lá no sofá. Disse que a vontade dela era dormir abraçada comigo pra terminar uma noite perfeita mas que se acordasse fora do quarto, as meninas iam suspeitar.

Ela voltou pro quarto, eu dormi no sofá. Acordei com as meninas todas bagunçando na cozinha, dando risada, todas de pijaminha, sem sutiã, gostosinhas e a minha moreninha no meio. Meio aérea, com um sorriso no rosto e quando me viu, sorriu mais ainda.

Lavei o rosto, disse que ia pra casa.

Elas pediram pra eu não ir.

Eu tomei café com elas e fui. Minha prima depois me ligou e perguntou o que eu achava da morena. Eu disse que achava ela linda e perguntei o motivo dela estar perguntando.

Ela me disse que a menina não parava de falar de mim, como eu era bonito, educado, mas nunca ficou sabendo do que realmente aconteceu.

Eu sai com a menina mais duas vezes, mas aí fui pro navio e já era.

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A Sobrinha Da Minha Esposa https://contossafados.com/conto/a-sobrinha-da-minha-esposa/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-sobrinha-da-minha-esposa Wed, 07 Aug 2024 00:14:02 +0000 https://contossafados.com/?p=1895 Introdução e Primeiro Encontro

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Minha esposa tem uma sobrinha de 18 anos, chamada Larissa, mas desde os 15 anos ela me provoca descaradamente sempre que sua tia não está por perto. Eu e minha esposa, Ana, temos um relacionamento extremamente aberto, e conto tudo para ela. Sua confiança em mim é tanta que pediu para eu dar uma facilitada e ver até onde ia a insistência da sobrinha. Quando resolvi tirar alguns dias de férias no escritório, Ana ligou para Larissa (morena clara, cerca de 1,75m de altura, magra, cabelos pintados de loiro mas originalmente castanhos na altura dos ombros, usa aparelho dentário) para passar alguns dias conosco e ela aceitou. Numa quarta-feira à tarde, ela chegou à nossa casa, me deu um abraço apertado onde pude sentir seus seios pequenos junto ao meu peito e me deu dois beijinhos no canto da boca antes de se instalar no quarto da nossa filha. À noite, por volta das 19h, Ana chegou do trabalho perguntando como estava o plano, e informei apenas sobre o abraço e os beijinhos.

A Primeira Noite

Por volta das 20h, pedimos uma pizza e, após o jantar, me recolhi para o quarto para assistir TV, enquanto Ana conversava com Larissa na sala. Às 22h, as crianças se recolheram, pois tinham escola pela manhã, e Ana veio para o quarto, deixando Larissa assistindo TV na sala. Fui até o banheiro social que fica ao lado da sala, tomei banho e saí enrolado com a toalha na cintura. Despedi-me de Larissa desejando-lhe uma “boa noite” e fui para o quarto, deixando a porta entreaberta e apagando a luz, deixando acesa apenas a luz do abajur que Ana utiliza para ler livros à noite. Eu estava super excitado com a ideia de comer a sobrinha da minha esposa e falei baixinho no ouvido dela que iria fodê-la pensando na sobrinha safadinha. Ela adorou e já foi alisando meu pau por baixo do lençol, que rapidamente joguei fora da cama, ficando pelado com o pau duro apontando para a porta. Sentei-me apoiando as costas na cabeceira da cama, oferecendo para ser chupado, e recebi uma chupada deliciosa; Ana estava demais. Ela explorava toda a extensão do meu pau, lambia a cabeça e meu saco. De repente, vejo um vulto; era Larissa nos observando pela fresta da porta. A luz que vinha da sala denunciava sua presença ali. Fiz de conta que não a percebi e me dediquei a foder sua tia. Mudamos de posição e fizemos um 69 com a buceta de Ana voltada para a porta. Eu chupava e me lambuzava enquanto dedilhava seu clitóris; ela gemia e pedia para eu não parar de chupar, pois ia gozar. Acelerei as chupadas e pedi para ela gozar bem gostoso na minha língua.

A Presença de Larissa

A presença de Larissa atrás da porta deixou nossa transa muito mais excitante. Após fazer um delicioso 69 com Ana, encaixei-me entre suas pernas e passei a fode-la de quatro, dando fortes estocadas. Seus gemidos ecoavam pelo quarto, e na minha cabeça vinha a imagem da sobrinha se masturbando enquanto nos observava. Comecei a bombar com mais força, e Ana, percebendo que meu gozo estava por vir, retirou meu pau da sua buceta e pediu que eu gozasse na sua boca. Estranhei o pedido, pois ela não gosta muito disso, mas atendi. Gozar na boca dela foi algo incrível; a sensação de estar sendo observado tornou tudo mais intenso.

O Dia Seguinte

Fomos para o banheiro do quarto, e avisei Ana que sua sobrinha assistiu nossa transa. Ela disse que sabia da presença de Larissa e que pediu para eu gozar na sua boca por isso. Dormi só de cueca, e pela manhã tive a oportunidade de ficar a sós com Larissa. Levantei às 9h e ela ainda estava dormindo. Fui até o quarto e vi aquela deusa só de calcinha e blusinha. Sai e bati a porta fazendo um pouco de barulho antes de ir tomar café. Ela levantou e foi tomar banho, saindo apenas com uma toalha e foi tomar café comigo. Ficamos calados por alguns minutos até ela falar que deveríamos foder de portas fechadas, pois as crianças poderiam acordar e ver. Sorri e falei que ela deveria parar de olhar a intimidade dos outros por trás da porta. Ela disse que o que é bom é para se mostrar. Perguntei então o que ela achou, e antes que ela respondesse, levantei para pegar mais pães. Ela notou o volume por baixo da cueca e disse que achou super excitante, que se masturbou e gozou várias vezes nos observando, mas que tinha medo de sua tia interpretar mal se entrasse para participar. Ela parecia hipnotizada pelo conteúdo da minha cueca e não tirava os olhos de lá. Aproveitei o clima e me aproximei, dizendo para ela experimentar, já que sua tia não estava em casa.

Um Novo Encontro

Ela olhou nos meus olhos e fui de encontro a ela. Coloquei meu pau para fora da cueca e disse “ele é todo seu agora, faça o que quiser”. Ela parecia não acreditar no que estava acontecendo, mas timidamente pegou e começou uma leve punheta. Aos poucos, a timidez foi ficando de lado e ela abocanhou, lambendo a cabeçinha e dizendo “é assim que a titia faz, não é?” Não respondi e levei-a para o quarto, dizendo para fazer tudo o que sua tia fez e o que ela tinha vontade de fazer. Sentei-me apoiando as costas na cabeceira da cama, oferecendo meu cacete para ela, que chupou com tanta maestria que nem parecia ter só 18 anos. Ela cuspia e engolia tudo, ainda passando a língua no meu saco, quase me fazendo gozar. Coloquei-a deitada de barriga para cima e me encaixei entre suas pernas, retirando a toalha e roçando meu pau entre suas pernas enquanto a beijava demoradamente. Ela estava super molhada, e meu pau, de vez em quando, entrava na sua buceta. Eu sentia seus gemidos no pé do ouvido, e aquilo estava me deixando louco. Para não gozá-la, retirei meu pau e resolvi chupar sua buceta. Fui descendo aos poucos, mordisquei seu pescoço e desci até seus seios, chupando-os enquanto olhava seu rosto, que fazia expressões de prazer. Desci mais até sua bucetinha, uma maravilha rosadinha e sem pelos, com lábios pequenos. Chupei e dava linguadas em seu clitóris, fazendo seu corpo estremecer. Não demorou muito e senti seu primeiro gozo; seus gemidos e as mordidas nos lábios denunciavam o prazer que estava sentindo. Novamente me encaixei entre suas pernas, colocando-as entre meus braços e enterrando bem fundo na sua bucetinha deliciosa. Estoquei com força e rapidez, fazendo-a gozar novamente. Ela então pediu que a comesse de quatro e que gozasse na sua boca, e assim fiz. Encaixei-me, segurei firme na sua cintura e bombardei até anunciar que meu gozo estava por vir. Sentei na cama e ela chupou meu pau, absorvendo todo o leite que saia dele e engoliu. Fomos banhar e ficamos trocando carícias.

O Segredo

Quando Ana chegou à noite, esperei todos dormirem para contar a ela tudo o que fizemos. Ela disse que achou super excitante e pediu para fotografar nossas transas. Larissa, no começo, não permitiu, mas o tiozinho aqui pediu com jeitinho e tirei várias fotos para mostrar a minha mulher à noite quando chegasse do trabalho. Estou mantendo este segredo; a sobrinha imagina que a tia não sabe das nossas fodas matinais e nem que ela vê tudo pela câmera digital. Infelizmente, minha folga acabou e Larissa voltou para casa, mas já estamos preparando outra semana de folga.
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