Gay – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com ContosSafados.com Fri, 07 Feb 2025 19:09:53 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://contossafados.com/wp-content/uploads/2024/08/chilli.png Gay – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com 32 32 236344640 Uma Travesti Dotada https://contossafados.com/conto/uma-travesti-dotada/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=uma-travesti-dotada https://contossafados.com/conto/uma-travesti-dotada/#respond Fri, 07 Feb 2025 18:50:38 +0000 https://contossafados.com/?p=2977 Meu nome (ficticio) é Renato, tenho 42 anos, tenho 1.78m, 80 kgs, malho todos os dias, estou sempre em forma.

Moro na orla de Maceió, mas um motivo de praticar esportes, aquele calçadão é maravilhoso, correr ali fim de tarde!!

Vamos a história, tenho uma tara enorme por travestis, já sai com algumas, mas teve uma que me marcou pra sempre, o nome dela é Melissa, 1.70, morena, cabelos pretos naturais, na cintura, 22 anos, seios médios, bunda enorme e um pau de dar água na boca, 22 cm de puro prazer, grosso, uma pele rosada, deixou o meu que mede 21 cm no chulé!!

Estava na empresa terminando uma reunião, quando bateu aquela vontade de fazer uma putaria bem gostosa, resolvi entrar em sites onde encontramos essas belezas, olhei algumas, mas tudo já conhecida, dai tinha uma morena que me chamou a atenção, resolvi mandar um zap, me respondeu na hora, perguntei como era o progama completo e quanto era, despois dela responder perguntei se ela gozava, ela respodeu que gozava muitoooo e que adorava encher a boca dos clientes de leitinho….meu pau subiu na hora…marcamos uma hora depois, quando ela entrou no carro gelei, era muito mais bonita que nas fotos, cheirosa, meiga, muito bonita.

Seguimos para o motel, chegando lá, fui tomar uma ducha, voltei de toalha, ela tava so de calcinha e sutien, sentei ao lado dela, me lascou um beijo que fiquei zonzo, meu pau tava em pedra, toquei no pau dela, ja tava saindo pelo lado da calcinha, quando toquei fiquei louco….ela enorme, muito lindooooo, começamos a se roçar, beijar, fui tirando sua calcinha, quando o pau dela saltou pra fora, não hesitei, começei a lamber ele todo, depois pedi pra ela ficar de 4, começei a passar a lingua no cuzinho lizinho dela, enfiei toda minha lingua, ela só gemia!!!

Voltamos a se beijar de novo, ela se abaixou e começou a me chupar, eu tava explodindo, depois fizemos um 69 delicioso e continuamos naquela putaria mágica!!

Perguntei a ela como ela gostava de gozar, e ela falou que era de duas formas, me penetrando ou na minha boca, eu não sabia se ia aguentar aquela tora dentro de mim, mas ela me prometeu colocar devagarzinho, e sem perceber eu ja tava de 4, ela forçando a cabecinha no meu cuzinho, doia muito, mas o prazer era maior, ela colocou mais gel, e enpurrou de vez….nosssaaaa, que delicia, dor misturada com prazer, levantei um pouco as costas e fiquei roçando as minhas costas nos seios dela, e ela gemendo no meu ouvido, muito gostoso aquela situação…ela falou que tava perto de gozar, então pedi pra meter nela, ela então deitou de bruços, eu fui por trás dela e fui empurrando meu pau bem lentamente naquele rabo delicioso, ela gemia e pedia pra beija-la, ela virava o rosto e nossas linguas se misturavam num clima nunca antes sentido, ficamos trocando de posição algumas vezes, nos roçavamos e depois de um tempo resolvemos gozar.

Ela ficou de pé e pediu pra eu chupar aquele pau delicioso, obedeci na hora, ela tava que não aguentava mais e avisou que tava chegando, eu então parei e ela começou a mexer aque pau gigante, e em poucos segundos saia de dentro daquele mastro aqueles jatos fortes, que metade engoli e metade lambuzava meu rosto… em seguida ela caiu na cama e desfaleceu, eu fiquei lanbendo o restinho daquele leite maravilhoso.

Depois levantou, fomos tomar banho….bem, essa parte que eu gozo na boquinha dela, conto no proximo conto!!!

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O cara do bate-papo me tratou como putinha https://contossafados.com/conto/o-cara-do-bate-papo-me-tratou-como-putinha-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-cara-do-bate-papo-me-tratou-como-putinha-2 Wed, 28 Aug 2024 02:14:59 +0000 https://contossafados.com/conto/o-cara-do-bate-papo-me-tratou-como-putinha-2/ Vou começar me apresentando: Me chamo Felipe, tenho 27 anos, moro no interior do Rio Grande do Sul, tenho 1,70m, 70kg, moreno claro, corpo bem distribuído. O que vou relatar aqui aconteceu no domingo, dia…

Um Encontro Online

Estava em um chat vendo se encontrava alguém para aquele dia, já que eu havia acordado louco por uma sacanagem, e vejo um nick que me chamou atenção: JoãoFortão. Mandei mensagem para ele que logo respondeu e me deu a sua descrição: 1,84m, 90kg, branco e um dote impressionante. Logo me interessei e trocamos Skype. Lá passamos horas conversando; ele me mandou uma foto do dote, então pude comprovar que realmente ele não mentia. Mandei foto da minha bunda, do meu corpo e ele gostou também.

O Encontro Marcado

Porém, estávamos em cidades diferentes, cerca de 40km distantes. Eu não queria ir até ele por medo de levar um bolo e porque o calor estava horrível. Ele estava nas mesmas condições, louco para foder mas não queria ir tão longe. Depois de muita conversa, de dizer tudo que queríamos fazer e de mandar uma foto do meu rosto, consegui convencer o macho a vir até mim para irmos a um motel, porque ele curtiu todas as putarias que eu gosto de fazer.

Chegada ao Motel

Chegando no local marcado, entro no carro dele e vejo um homem gostoso que me espera… Arrancamos e logo ele pegou a minha mão e enfiou no seu dote, nisso eu já vi que tudo que falamos no Skype ia se realizar. No caminho do motel falávamos muitas putarias:

  • “Pega no pau do teu macho, vim aqui só pra te foder, seu putinho. Gosta né?”
  • “Que pau grosso… Tô louco pra mamar.”

A Primeira Vez

Chegando no motel, mal saímos do carro e ele já estava pegando na minha bunda e tirando minha bermuda. Entramos e ele arrancou minha roupa, tirou o pau para fora e me jogou sentado na cama. Sem muita frescura, começou a enfiar o pau grosso na minha boca, que foi crescendo mais. Não era tão comprido, mas era sim bem grosso, cheio de pentelhos, uma delícia.

  • “Ah putinho, era isso que tu queria, tava louco por pau, né?”

E eu, com a boca cheia no pau dele, só conseguia fazer “uhumm”. Eu estava louco de tesão já desde o Skype, onde falamos de mijada, porra na cara, cuspe… Esse era um macho bem como eu gosto, que sabe tratar um puto.

A Entrega Total

Depois de já estarmos os dois pelados, ele fodendo minha boca como bem queria, ele me diz:

  • “Já quer começar a levar vara, meu putinho?”
  • “Quero, meu macho gostoso…”

Ele começa a acariciar meu rabo, meter um dedo e a dizer:

  • “Que rosquinha gostosa… Vai ficar toda arregaçadinha com meu pau.”

Pego uma das muitas camisinhas que levei, entrego para ele, que encapa o pauzão grosso. Pego o KY, lambuso muito o meu cu e o pau dele e deito de bruços.

O Clímax

Começo a sentir aquele homenzão forçar a entrada do meu cuzinho com cuidado, já que eu não dava há muito tempo. Quando senti que começou a entrar, não tive como segurar; gemia feito uma cadela e o safado, soltando todo o peso em cima de mim, me falava no ouvido:

  • “Calma meu putinho, sente meu pauzão entrando todo no teu cuzinho apertado, geme minha putinha.”

Passados alguns minutos até meu rabo acostumar com o pau lá dentro, ele me bota de quatro e já sou tomado pelo prazer de levar pau no rabo. Começo a empurrar minha bunda contra aquele macho, não importando mais se o pau era grosso ou não, queria apenas ser fodido e dar prazer pro meu macho.

Pós-Encontro

Depois de gozar, eu não aguentei mais levar pau, já que o meu cu se contraiu tanto. Demos uma pausa, outro banho frio e voltamos para a cama. Passei a chupar meu macho que estava deitado, engolia ele todinho, lambia e via a nossa imagem no espelho. Era realmente um baita homem e com um pau muito gostoso. Nessa chupada, me entreguei por completo e logo eu estava de pau duro de novo.

Despedida

Meu macho logo quis voltar a me comer, tentado de bruços, mas meu rabinho estava muito ardido. Tentei sentar e também não rolou. Acho que, quando gozei, meu rabo se contraiu demais e dificultou o resto da foda. Fui fazer ele gozar com a minha boca. Chupei aquele pau grosso muito, deixava ele meter na minha boca como queria. Ficamos uns 25 minutos nisso até que ele tirou da minha boca e gozou no meu rosto todo… Nisso, meu tesão foi demais e gozei também. Me atirei na cama, todo esporrado e realizado.

  • “Deixa eu ver esse rostinho cheio de porra… Safado, era isso que tu queria?”

Eu, com um sorriso no rosto e bem putinho, respondi:

  • “Sim… Que macho gostoso… Que foda gostosa.”
  • “De quem é esse cu agora?”
  • “Teu… Meu macho gostoso.”

Tomamos banho, nos vestimos e saímos de lá esquecendo o tubo de KY. Ele me deixou onde me pegou e ficamos de marcar outra foda dessas.


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Desejos No fórum https://contossafados.com/conto/desejos-no-forum-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=desejos-no-forum-2 Tue, 27 Aug 2024 03:29:02 +0000 https://contossafados.com/conto/desejos-no-forum-2/ O Encontro Inesperado

No intervalo entre uma audiência e outra, apertadíssimo, fui ao banheiro no segundo andar do fórum e lá, para minha agradável surpresa, encontrei um servente de limpeza (dessas empresas terceirizadas) e ele parecia estar tocando uma punheta. Ele me olhou sobre os ombros e eu, de início meio intimidado, enquanto fazia meu xixi, aproveitei para dar uma espiada na ferramenta que, de fato, estava dura. Aí sabe como é, né, não tem bicha que resista a um pau duro. Perguntei baixinho se ele gostaria que eu chupasse… Ele fez o número 6 com a mão, me indicando o sexto andar.

A Tensão Crescente

Terminada a audiência, lá fui eu, subindo as escadas, mega nervoso (afinal, fórum é o lugar menos apropriado para uma sacanagem, embora muitos colegas sejam como eu). Localizei meu “amigo” me esperando no banheiro de deficientes, entrei e ele trancou a porta. Aí, só de lembrar… Ele já estava com a deliciosa pica pra fora… Não era nem muito grossa nem muito grande, mas, de fato, deliciosa. Ajoelhei-me e abocanhei aquela delícia… Eu estava chupando uma Halls e o cara ficou louco com o geladinho que minha boquinha safada dava na sua pica (aliás, toda vez que vou mamar, chupo uma Hallsszinha básica).

O Prazer Gelado

O cara ficou louco e socou tanto a rola na minha boca que me feriu a linha que segura a língua (fiquei uns 3 dias sem conseguir falar direito). Em seguida, ele já quase gozando, sacou uma camisinha e me pediu o cú, que eu, embora muito nervoso, não pude negar. Ele forrou o chão com um papelão (gente, que absurdo), me pôs de quatro e empurrou a pica me fazendo delirar. Me fodeu muito, primeiro de quatro, depois de frente, de lado, em pé, me xingava de viado, puta, e eu rebolava como uma…

A Entrega Completa

Ficamos uns 15 minutos assim, tirava a pica toda e socava de uma só vez, fazendo meu cu peidar de tanto que me encheu de ar. Na hora de gozar, o filho da puta puxou a camisinha e esporrou minha cara toda, dentro da minha boca, sujou meu terno, me deixou toda arrombada, me chamou de viado safado, se vestiu, abriu a porta e vazou. Fiquei lá, com a bunda arregaçada, tocando punheta até gozar feito uma cadela…

A Recordação Marcante

Gente, depois desse dia, quer me fazer feliz é me dar uma diligência para aquele fórum.

Nota: Troquei os nomes dos personagens originais conforme solicitado, mas como não foram fornecidos nomes específicos, os personagens ficaram genéricos neste contexto. Se desejar nomes específicos, por favor, forneça-os.

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Putaria na Delegacia https://contossafados.com/conto/putaria-na-delegacia-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=putaria-na-delegacia-2 Sat, 24 Aug 2024 19:36:07 +0000 https://contossafados.com/conto/putaria-na-delegacia-2/ Sedução na Delegacia

Quando deixamos o sertão para trás e nos mudamos para a cidade, apesar de ainda ser uma cidade do interior, havia seu charme e múltiplos atrativos. Assim que comecei a faculdade, fiz muitos amigos, incluindo o delegado regional, que também cursava a mesma faculdade.

Eduardo, tinha 30 anos, casado e pai de 2 filhos. Sua esposa, Carla, era muito carinhosa e sempre me recebia bem quando eu ia à sua casa para fazer trabalhos da faculdade. Tornei-me grande amigo desse casal. Ninguém sabia do meu passado de roceiro, onde tive um caso com um vizinho. Nunca dei pinta de que gostava de homens, mas eu chamava muita atenção com meus cabelos loiros, olhos verdes e corpo definido. Homens, gays e mulheres me olhavam famintos por sexo. Eu realmente era muito bonito.

Foi numa dessas festas de final de semestre que percebi que Eduardo estava me cercando. Eu não podia ter amigos que ele já ficava com ciúmes, queria minha atenção todo o tempo. Como já não era mais inocente, decidi que nunca mais ficaria com homens. Queria namorar, ter uma família. Naquele dia, Eduardo bebeu todas. Até chamei sua atenção, pois não ficava bem para um delegado beber tanto. Ele nem ligou e disse que eu levaria o carro, já que não bebia. Fiquei constrangido com tudo aquilo, mas compreendi.

Já eram 1h da madrugada quando convidei ele para irmos embora. Eduardo pegou o telefone e ligou para Carla, avisando que iria dormir na delegacia, pois tinha bebido demais. Pediu para eu ficar com ele, pois costumava delirar quando bebia muito. Concordei e disse a Carla que não havia bebido nada e estava lúcido.

O Começo da Noite

Conduzi seu carro até a delegacia. Ao chegarmos, ele estava hilário, só ria e me cutucava. Falou que ia tomar uma ducha e logo iria dormir. Fiquei ali, observando. Ele saiu do banheiro todo cheiroso, usando uma cueca branca que destacava suas partes íntimas, e se jogou na cama. Tomei banho e me deitei ao seu lado, meio incômodo, pois Eduardo era um tesão de macho. Tentava dormir, mas estava inseguro. Me virei para o canto, mas logo senti sua perna sobre a minha, e seu membro encostando na minha bunda. Estava duro, e percebi que ele não estava dormindo.

Entrega ao Desejo

Por um momento de loucura, decidi colaborar. Coloquei meu corpo mais grudado ao dele. Ele me puxou pela cintura, me beijando e me chamando de amor. Tentei resistir, mas sem sucesso. Começamos a nos tocar e nos beijar como amantes. Eu desci e abocanhei seu membro grosso e depilado, enquanto ele fazia o mesmo com o meu. Ficamos num 69 delicioso por cerca de 30 minutos e gozamos juntos.

Ele perguntou se meu cuzinho tinha dono e eu disse que não. Apertou meu peito e falou que agora tinha. Lubrificou bem e começou a meter, me fazendo gemer de prazer. Ficou socando por vários minutos até gozar dentro de mim. Dormimos abraçados e, ao acordar, tomamos uma ducha rápida e fomos almoçar fora. Na segunda-feira, na faculdade, me chamou num reservado, me deu um longo beijo e me deu uma aliança, falando que eu tinha um compromisso apenas com ele. E assim estamos até hoje.

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Meu Sogro Safado https://contossafados.com/conto/meu-sogro-safado-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=meu-sogro-safado-2 Sat, 24 Aug 2024 16:32:28 +0000 https://contossafados.com/conto/meu-sogro-safado-2/ Resumo

Um jovem conta como a amizade com seu sogro se transforma em algo inesperado e intenso. Encontros no clube e conversas íntimas revelam desejos escondidos, levando a um relacionamento mais próximo e proibido.

O Conto Reescrito

Encontro no Clube

Estou namorando uma gata chamada Julia, ela tem 18 anos, um corpinho que é uma loucura, peitinho empinado e durinho, pernas grossas e um bumbum de fazer qualquer um perder a cabeça. Sempre que estamos juntos, vejo os olhares para ela. Os pais dela são super gente boa, especialmente o pai. O nome dele é Ricardo, ele tem 36 anos, é engenheiro, adora malhar e jogar futebol. Talvez por isso tenha um físico de garotão. Julia diz que sempre que estão juntos, todo mundo pensa que eles são namorados.

A mãe dela, Fernanda, também é um espetáculo. Alta, corpo muito bem definido, uma mulher que vira pescoços na rua. Ela sempre foi muito gentil comigo. Mas o Ricardo, desde que nos conhecemos, começou a me acompanhar todo sábado ao clube para jogar uma pelada. Isso fez com que ficássemos cada vez mais próximos.

No início, eu achava estranho um cara com 12 anos a mais que eu curtir minha companhia. Mas ele era muito gente fina e sempre conversávamos bastante, enfim, nos dávamos muito bem. Além disso, ele era uma espécie de modelo para mim, um cara bem-sucedido, um bom profissional, bonitão, com um físico invejável e uma aparência jovem. Uma vez, disse a ele que admirava seu jeito e que, quando estivesse mais velho, gostaria de ser como ele. Ele respondeu que não era tão velho assim, apenas tinha casado cedo, mas que isso não impedia de viver a vida.

Conversas Íntimas

Numa dessas conversas, fomos caminhando para o vestiário e ele me chamou para tomar uma água de coco na cantina. Conversamos sobre muitas coisas, e ele aproveitou para me sondar. Achei que ele estava querendo saber se eu e Julia estávamos transando, mas ele foi muito discreto e eu também. Para minha surpresa, ele reagiu bem à notícia de que Julia não era mais virgem e que eu não era o primeiro na vida dela. Muito pelo contrário, afirmou que isso o deixava feliz, e disse que ela sabia escolher bem seus namorados. Ele disse isso enquanto colocava a mão na minha perna, bem na parte superior da coxa, e dava um leve aperto.

Aquele toque passou uma certa intimidade entre nós, mas não achei nada demais. Afinal, há meses vínhamos nos aproximando, era natural que ele se sentisse à vontade comigo. Mas o fato é que percebi em seu olhar um brilho especial, e o que me deixou mais confuso ainda foi o que senti com seu toque. Quando ele tirou a mão, uns cinco segundos depois, eu queria que ele continuasse com a mão ali, ou até mesmo que me abraçasse. Minha reação foi segurar seu ombro daquele jeito meio de macho pra macho e empurrá-lo dizendo:

— Vamos pro chuveiro, senão a gente fica sem almoço.

Revelações no Vestiário

Quando chegamos no vestiário, quase todo mundo já havia saído, apenas dois caras ainda estavam lá, mas já estavam vestidos e apenas ajeitavam o cabelo na frente do espelho. Entramos logo no banho. No vestiário não havia divisórias, apenas uma fileira de chuveiros lado a lado, de modo que tomávamos banho juntos, sem problemas. Mas naquele dia, eu percebi que o Ricardo estava diferente. Eu até o achei mais jovem, mais brincalhão. De repente, encontrei seu olhar no meu e reparei que o verde dos seus olhos era muito bonito. Nunca havia notado aquilo e saiu naturalmente:

— Nossa! Seus olhos são muito bonitos, a mulherada deve ficar louca!

Então ele disse que a mulherada e os homens também. Rimos e reparei que estávamos sós no vestiário. Então, sem mais nem menos, ele virou e disse:

— E você tem uma vara fenomenal, minha filha deve sofrer na tua mão.

Eu, meio constrangido, até porque o pau dele era bem maior que o meu, disse:

— Se o meu é fenomenal, o teu é o que então?

Então ele respondeu:

— Olha aqui, o meu não é tão grande assim…

Foi aí que notei que o pau dele estava duro. Quando vi aquilo, senti um frio na barriga, uma sensação esquisita, mas não deixei de olhar bem aquele pau. Não estava muito duro, o prepúcio cobria metade da glande, mas já estava quase na horizontal, e era mais grosso também. Só aí reparei que o pau do cara era realmente um belo cacete, devia ter uns 20 cm quando ficasse duro de vez.

Fiquei imaginando a Fernanda sentando naquele pauzão e cavalgando o Ricardo, tudo isso olhando para o pau do meu sogrão. Não conseguia impedir que meu pau também ficasse duro, só que o meu ficou empinado para cima. O Ricardo também olhava com um leve sorriso no rosto, até que quebrou o silêncio:

— É, minha filhinha deve estar toda arrombada por causa dessa rola, seu puto!

— Imagina a Fernanda — disse eu.

Caímos na risada e terminamos o banho ainda com o pau duro. Fomos nos secar. Não falamos mais nada. Fomos embora juntos como sempre.

Convite Inusitado

O Ricardo me deixava em casa todo sábado depois do jogo. Só que nesse sábado fizemos a viagem calados. Quando parou no meu portão, ele colocou de novo a mão na minha coxa, só que agora bem mais acima, quase atingindo meu pau inexplicavelmente ainda duro, e convidou-me para passar na sua casa no domingo de tarde. Disse que a Julia e a Fernanda iriam a um chá de panela de uma amiga da família e ele queria aproveitar para instalar um ventilador de teto. Eu disse que tudo bem.

No dia seguinte, no horário combinado, lá estava eu tocando o interfone. Quando entrei, o Ricardo abriu a porta da sala só de cueca. Ele perguntou se eu não queria pôr um short seu para não sujar minha bermuda. Eu aceitei e fomos ao seu quarto buscar. Ele pegou a peça, jogou para mim e disse para eu botar. Prontamente, baixei minha bermuda e, quando estava vestindo o short, o Ricardo passou por mim e passou a mão na minha rola, perguntando se não estava durinha como ontem. Eu fiquei meio nervoso, mas resolvi encarar com naturalidade, e fomos colocar o tal ventilador.

Só que o Ricardo pediu para eu segurar a escada e ele subiu, de modo que meu rosto ficou na altura do seu pau e pude ver que o bicho estava em ponto de bala. Então resolvi brincar com ele da mesma forma que brincou comigo minutos antes, passei a mão e disse:

— É, isso aqui está duro como pedra, hein, tá pior que ontem!

Então ele, na maior naturalidade, botou o bichão para fora e eu fiquei olhando para tudo aquilo sem saber o que fazer, mas bem que estava gostando. Era uma cena no mínimo esquisita, eu ali segurando a escada e meu sogro trepado com o pau para fora, bem em frente ao meu rosto. Eu sentia até o cheiro daquela rola e não sei onde eu estava com a cabeça que perguntei se quando puxava o prepúcio doía (afinal, como sou circuncidado, não sabia).

Ele disse que não, que eu podia puxar que não tinha problema. Movido por uma vontade incontrolável, segurei aquela vara suavemente e puxei o prepúcio, fazendo a cabeça meladinha sair todinha para fora. O cheiro da vara do Ricardo ficou mais forte. Ele desceu da escada, pegou meu pau, botou para fora do short e começou a punhetá-lo. Depois me chamou para o quarto, me empurrou para a cama, deitou e começou a me chupar na maior.

Quase que automaticamente, também abocanhei sua vara e ficamos os dois nos chupando ali por um bom tempo. De repente, senti que o Ricardo começou a passar a língua pelo meu saco, virilha e desceu até meu rego, passando a língua em volta do meu anel e depois meteu a língua no meu cu, que piscava feito louco enquanto eu o chupava gemendo de tanto tesão.

Explosão de Prazer

Eu melei meu dedo de saliva e comecei a massagear seu anelzinho e depois a meter meu dedo no seu cu enquanto o chupava. Meu sogrão começou a gemer, a rebolar quando eu metia o dedo, até que resolvi meter dois dedos e ele ficou mais excitado. Meti mais um e fiquei com meus três dedos no seu cuzão e chupando seu pau enquanto ele gemia feito doido, lambendo meu cu. Depois resolveu fazer o mesmo comigo e começou a meter o dedo em mim e voltou a chupar meu pau. A essa altura já estávamos completamente entregues e começamos a dar sinais de gozo. Logo, logo começamos a estremecer juntinhos e gozamos um na boca do outro. Foram tantos jatos de porra que fiquei com a boca toda melada e o Ricardo também. Depois nos beijamos na boca com a cara melada de porra.

Descansamos um pouco e então ele me alertou que teríamos que nos arrumar e instalar o ventilador, senão nossas mulheres chegariam e poderiam desconfiar que algo estava errado. Eu disse que queria comer aquele cuzinho gostoso dele, mas ele disse que naquele dia não. Disse que eu deveria ter calma que ele ia dar um jeitinho durante a semana da gente ir para um lugar onde a gente pudesse trepar à vontade.

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Meu Padrasto Sacana https://contossafados.com/conto/meu-padrasto-sacana/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=meu-padrasto-sacana Thu, 08 Aug 2024 23:50:41 +0000 https://contosgay.com/?p=1865 Meu nome é Lucas, atualmente tenho 22 anos, 1.86 de altura, 78kg, pele clara, olhos e cabelos castanhos, uso aparelho nos dentes e tenho um ar latino devido à minha descendência, o que, creio eu, excita ainda mais os desejáveis.

Tudo começou cerca de nove anos atrás, quando saí da minha cidade natal, no interior de MS, para estudar na capital, Campo Grande. Meus pais haviam se separado há alguns anos; meu pai sempre envolvido com política e minha mãe sempre no comércio.

Por conta dos lucros, ela resolveu abrir uma conveniência de bebidas que, devido ao consumo, às vezes fechava bem tarde. Eu já estava fazendo faculdade fora, com dezoito anos, quando minha mãe me ligou dizendo que estava de namorado novo. Ela sempre foi jovem, tanto no corpo quanto na alma, loira, alta e com um belo corpo que, aliado à sua simpatia, chamava a atenção dos homens. Na época, ela tinha 42 anos.

Quando ela me revelou o nome do rapaz, quase caí duro! O cara que ela estava namorando já tinha me paquerado e eu quase já tinha “ficado” com ele. Era o Rafael, um cara de 37 anos, com um ar safado, pelos pelo corpo, moreno, barriga de cerveja e umas pernas grossas por conta das partidas de futebol e de estatura mediana. E agora?! No dia que ela me contou, já bati umas dez punhetas pensando nele. Achei que o meu interesse tivesse passado logo após as várias punhetas! Engano total!

Nas minhas primeiras férias, corri para a minha cidade. Não aguentava de saudades dos meus pais e amigos, que logo encontrei. De noite, minha mãe resolveu, com minha estadia na cidade, ir para o nosso sítio, tudo isso para preparar um almoço no outro dia. Como de costume anterior, fiquei cuidando da conveniência. Lá pelas nove da noite, apareceu o Rafael, meu recente padrasto. Ele me abraçou, roçou aquele pau que na hora ficou “meio-bomba” e me deu um beijo no rosto.

Senti imediatamente um cheiro bom de perfume misturado a um ar sacana, aliado a uma pequena barba grossa. Tudo misturado com aquele bafo masculino de cerveja. Ele chegou com um cara que eu já tinha ficado, o Carlos, um cara com as mesmas características de Rafael, mas mais peludo, com barba cerrada e um belo par de pernas e braços grossos, cheios de músculos e pelos. Mas com aquela barriguinha safada!!!

Eles estavam bem alegres por conta das cervejinhas após o jogo de futebol, com roupas de jogadores, porém limpos; percebi pelo cheiro que haviam tomado uma ducha “pós-jogo”. Não demorou muito e eu disse ao Rafael que iria “conversar” com o Carlos lá atrás (minha casa ficava atrás da conveniência). Deixei sob sua supervisão a conveniência e os funcionários. Meu padrasto fixou um olhar de safado, tarado e excitante em mim nesse instante e disse: vai lá, meu filhinho, divirta-se!!! E riu coçando o saco! Nem dei bola e fui.

O Primeiro Encontro

Em menos de dois minutos, o Carlos baixou o short e me mostrou a benga gostosa dele, uns 18 centímetros com muitos pelos e uma cabeça fininha, mas que engrossava muito no percurso da rola. Disse estar com saudades da minha boca, já que tínhamos ficado uma vez.

Socou bem fundo na minha garganta, me fez babar e quando eu iria começar a me despir, levei um baita susto. O Rafael, meu padrasto, estava na porta da sala, com a mão dentro do seu short de jogador e um olhar direcionado a nós. Em seguida, ele disse:

“Engole bem, hein, meu guri?!”

Sem mais, o Carlos disse para ele chegar junto, começando assim os dizeres depravados de um safado e fudedor como ele:

“Hoje eu vou me lambuzar nesse seu cuzinho gostoso, meu filhinho!”

Eu nem pensei duas vezes, caí de boca naquele pau babento, grosso e com um cheiro maravilhoso de macho. Engoli as duas rolas, esfreguei as cabeças e os caras curtiram muito. Lambia as duas e a baba de um passava para o outro. Meu padrasto perguntava ao Carlos o que ele achava do guri dele e ele dizia:

“Rafael, eu com um filhinho desses iria sair do futebol e correr para ser lambido por ele! Meu banho seria a língua dele no meu saco e virilhas! Iria arregaçar o seu cuzinho todos os dias.”

A Noite de Intenso Prazer

Nesse instante, o Rafael esfregou minha boca no saco do Carlos, mandou eu ficar cuspindo e babando. Ele se colocou atrás de mim e começou a lamber meu rabinho e a enfiar os dedos! Sem dó: língua, cuspe e um, dois e três dedos em questão de segundos. Os dedos entravam em mim com uma voracidade, tudo isso com a maestria de um safado que lubrificava muito com sua baba. Enquanto eu me distraía com a virilha do Carlos, toda lambuzada pelos meus cuspes, meu padrasto sacou não sei de onde uma camisinha e meteu em sua rola em fração de segundos e avisou:

“Não adianta gritar! Vai doer, mas você vai gozar! Vou arregaçar o seu cuzinho!!!!”

E meteu! Não com tanta voracidade como disse! A cabecinha ele meteu sem dó, mas com um gritinho meu ele aliviou a meteção, passando a me fazer carícias e a me beijar na nuca. Nesse momento, o Carlos viu minha carinha de putinha e começou a me beijar, alternando os beijos com seu pau. Ele passou a admirar o gosto de sua baba na minha boca. Meu padrasto se enfezou neste instante, talvez por ciúmes, e começou a socar e eu a gemer e gritar com as estocadas em meu cuzinho. Caraca, ele socou fundo, muito, mas muito mesmo. Fiquei mole e fui segurado nos braços de Carlos. Eu estava de quatro e quase cai de frente. Ele anunciou seu gozo e num piscar de olhos sacou a camisinha e jorrou litros de porra na minha boca.

Escorria por todo o meu corpo, mas ele fez questão de juntar com aquelas mãos grossas e enfiar na minha boca, me obrigando a beber todo aquele leitinho quente, dizendo que passaria a ser meu alimento diário. Nisso ele sentou-se no sofá e mandou o Carlos me foder. Ele adorou, seu pau estava quase quebrando de tão duro. Fiquei de pé e só abaixei o tronco para lamber o pau do meu padrasto, a pedido dele. O pau de Carlos entrou lentamente, o foda foi suportar aquele caralho que engrossava muito até a base. Ele metia e me lambia as costas, a nuca e acariciava meu cabelo. Nisso, o pau do meu padrasto começou a endurecer e eu a chupar, ele me dizia coisas que me alucinavam:

“Vai, meu filhinho, dá gostoso para o amigo do seu papai! Arregaça esse rabo para satisfazer meus gostos! Isso, vai putinha, abre o rego, deixe à mostra o cuzinho arrombado para o pau do Carlos não errar o caminho!”

Nisso, fiquei numa posição mais reta e com o pau bem encaixado no meu rabo. Meu padrasto começou a me beijar e a punhetar seu pau junto com o meu. Minha rola de 17 centímetros estava quase gozando já. Nisso ele me deu um beijo, começou a cuspir em minha boca e aumentou a pressão da punheta conjunta. Gozamos ao mesmo tempo, foi insano! Loucura, meu pau gozando com o pau dele e tudo isso devido àquela mão grossa e a jatos de cuspi em minha boca, seguidos de beijos intensos. Nisso, Carlos começou a me morder, de leve nas costas e a falar muito:

“Rafael, que filhinho safado você tem, meu irmão! Deixa eu comê-lo sempre! Que putinha do papai! Merece rola sempre!”

O Desfecho

Meu Deus, seu pau inchou dentro de mim e pude sentir cada jato de porra dentro do meu rabinho, tão esfolado por conta de duas picas frenéticas. Num movimento rápido, ele sacou a camisinha encharcada de porra e lambuzou minha cara com aquele leite grosso, viscoso e quente, muito quente! Não parecia real!!! Não era um sonho, era verdade. Os dois machos safados, sacanas, vindos do futebol, com cheiro de cerveja, estavam me beijando com porra e tudo, após uma super foda que me deixou de pernas moles.

Ficamos moles e depois de algum tempo fomos nos recuperando. A foda foi boa demais que nem precisávamos falar nada. Terminamos a noite tomando uma cervejinha e papeando sobre coisas fúteis. No outro dia, no almoço no sítio, o difícil foi suportar as encaradas do meu padrasto. O andar dessa história eu conto se desejarem. Anseio por saber o que acharam deste conto. Contos reais com desfechos excitantes, caso vocês queiram…

Agora estou à procura de machos, homens de qualquer idade, peso e altura que queiram fantasiar suas histórias e desejos. Quero ser seu filho, sobrinho, neto, enteado, primo, irmão ou apenas seu garoto em nossas transas. Com sigilo, segurança e muita perversão. Sou formado, bom nível, cabeça aberta e sem “nêuras”, sempre viajando por conta do trabalho.

Vídeo Ilustrativo:

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2136 Contos Eróticos Gay - ContosGay nonadult
Cavalguei no Negão Igual Uma Puta https://contossafados.com/conto/cavalguei-no-negao-igual-uma-puta-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cavalguei-no-negao-igual-uma-puta-2 Tue, 06 Aug 2024 23:45:41 +0000 https://contossafados.com/conto/cavalguei-no-negao-igual-uma-puta-2/ Altos e Baixos no Morro

Eu estava no auge, pois tinha me assumido ser gay. Muita gente ficou chocada, mas eu gosto de chocar mesmo.

Um dia, estava eu subindo meu morro, pois tem um morro que é um desarme subir para ir à minha casa. No meio do morro, embaixo, tem uma baixada onde moram uns rapazes humildes, mas aproveitadores. Antes, eu não sabia muita coisa da vida, era meio bobo.

Eles estavam conversando. Não eram tão feios, mas eram meia boca. Mas tinha o Marcos, ele me excitava. Marcos era moreno cor de jambo, alto, magrinho, olhos esverdeados.

Pedi uma informação com o pretexto de puxar papo. Eles começaram a conversar, mas logo começaram as piadinhas. Eu, na época, como disse, não tinha malícia.

Eles começaram a zuar e eu falava bobagem, dava em cima de um e de outro, e foi aquilo. Marcos estava quietinho na dele, era um rapaz mais reservado.

Os meninos estavam bebendo e logo um disse:

  • Cara, vamos fumar um baseado?

E o outro respondeu:

  • Vamos.

Logo foram os dois e só ficaram eu e Marcos.

Ele me mediu de baixo a cima; juro que isso me deu um baita tesão. Coçou o saco e disse:

  • Você tá a fim de pagar um boquetinho pra mim?

Aquilo me deixou em pânico e muito excitado.

Na hora, senti meu cuzinho piscar, me deu vontade de voar nele ali mesmo.

Fomos para um lugar seguro e discreto.

Chegamos num lugar, um matagal cheio de árvores, um lugar abandonado.

Ele tirou o pau para fora. Nossa, que pau! Ele era negro, grandão, com 22 cm, uma cabeça bem grande.

Comecei a abocanhar aquela serpente, ele me ensinava. Um jeito meio bruto para ensinar, mas valia a pena.

Chupava gostoso. Teve uma hora que engolia, mas não conseguia, era grande demais.

Chupava e ele gemia falando:

  • Chupa, veadinho, vai!

E aquilo me dava mais tesão enquanto eu chupava e me punhetava bem gostoso.

Lambi a cabeça, o saco, chupava as bolas, e ele urrava bem gostoso.

Como meu cu estava piscando, falei assim com cara de malícia:

  • Vem, amor, vem me comer!

Ele ficou com um tesão, pegou aquele membro. Começou a bater na minha bunda, que é bem empinadinha. Depois começou a colocar na portinha, aquilo me deu uma dor intensa, ele começou a colocar devagar.

Eu dei um grito de dor, mas logo se tornou tesão.

Ele foi metendo, metendo bem gostoso e eu fui gemendo:

  • Vai, mete, meu mulato, mete!

E ele aumentava a velocidade e eu gemia alto. Ele pôs o dedo na minha boca e eu comecei a chupar o dedo dele.

Ele metia e falava:

  • Cuzinho gostoso, apertadinho, tá gostando, tá?

Eu fazia cara e boca, rebolava e pedia que me desse uns tapas na bunda enquanto me punhetava bem gostoso.

Ele pediu que trocássemos de posição. Ele se sentou e eu comecei a sentar no pau dele e cavalgava bem gostoso.

Eu gemia igual uma mulher selvagem; suor, terra e gozo se misturavam.

Cavalgava, cavalgava e gemia.

Ele disse com ar e voz de tesão:

  • Me punheta então.

Eu comecei a punhetar, e veio o gozo.

Veio o líquido gostoso, caiu na minha cara, no cabelo.

Eu chupei o pau dele, limpei tudo como uma fêmea limpa o macho dela.

Começamos a conversar.

Antes dele ir embora, pedi que segurasse o pau dele um pouquinho.

Despedimos-nos e fui para casa e me masturbei muito pensando nele.

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Foda Com o Barbeiro – Relato https://contossafados.com/conto/foda-com-o-barbeiro-relato-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=foda-com-o-barbeiro-relato-2 Mon, 05 Aug 2024 23:35:20 +0000 https://contossafados.com/conto/foda-com-o-barbeiro-relato-2/ Aconteceu comigo hoje mesmo, e preciso compartilhar essa história com vocês.

Por ser bastante vaidoso, vou ao salão cortar o cabelo todo mês. No salão onde sempre vou, há um cabeleireiro que é uma verdadeira gracinha. Vou chamá-lo de Rafael (nome fictício).

Um Encontro Inesperado

Hoje, saí de casa por volta das 15h para resolver algumas coisas antes de ir ao salão. Chegando lá, cumprimentei Rafael e um cliente que estava terminando seu corte. Rafael, gentilmente, abriu uma exceção para mim, mesmo já sendo o último cliente do dia.

Sentei-me e comecei a folhear uma revista enquanto conversávamos sobre assuntos banais. Quando o cliente terminou, despediu-se e eu finalmente pude sentar na cadeira, ansioso.

A Conversa Esquenta

Começamos a conversar sobre sexo, um tema que já havíamos abordado superficialmente antes, mas nunca tínhamos passado desse ponto. Rafael, visivelmente excitado, começou a acariciar o próprio membro por baixo da calça enquanto cortava meu cabelo. Ficava evidente o volume crescente em suas calças. Ele então decidiu fechar a loja para garantir privacidade total.

Eu já estava tomado pelo desejo, quase sem conseguir me conter. Rafael fez uma pausa e foi ao banheiro, deixando a porta aberta. Lá, ele olhou para mim e perguntou:

  • Você acha que é grande?

Ele estava com o pau na mão, literalmente. Rafael era baixinho, moreno, com cabelo arrepiado e olhos levemente puxados. Seu corpo era delicioso, e seu membro, apesar de não ser longo, era grosso e tinha uma cabeça avermelhada.

Explorando os Desejos

Meio sem jeito, perguntei:

  • Posso senti-lo?

Ele assentiu com a cabeça. Comecei a masturbar seu pau, depois abaixei e o coloquei na boca. Comecei a chupá-lo avidamente.

Rafael gemia de tesão, e eu aproveitava para explorar cada centímetro do seu corpo, chupando seu pau, saco e pescoço.

De repente, ele começou a perder o tesão, e eu fiquei sem entender. Então ele confessou, timidamente:

  • Queria pedir uma coisa, mas tenho vergonha.

Cocei a cabeça e disse, com a mão ainda em seu pau:

  • O que é? Pode falar.
  • Eu adoro um fio terra.

Aumentando a Intensidade

Voltei a chupá-lo e molhei meu dedo com cuspe, começando a massagear seu ânus. A reação foi imediata; Rafael ficou extremamente excitado. Fui inserindo o dedo devagar, massageando sua próstata enquanto chupava seu membro com mais fervor. Ele gemia como nunca antes, e eu conseguia sentir seu prazer crescendo.

Coloquei dois dedos e aumentei a velocidade da chupada, até ele gozar abundantemente.

  • Quero gozar também – disse eu.
  • Não sou gay – respondeu ele.

Pedi para ele relaxar e garanti que não contaria a ninguém. Rafael começou a me chupar, e sua boca era incrivelmente suave, como veludo. Depois, comecei a lamber seu ânus, e ele imediatamente disse:

  • Eu não vou dar!

Pedi para ele ficar quieto, dizendo que só ia chupar seu cuzinho. Seu pau voltou a ficar duro. Aproveitei um momento de distração, passei cuspe no meu pau e, sem ele perceber, penetrei-o de uma vez.

O Clímax

Rafael gemia gostoso e falava sacanagens no meu ouvido enquanto eu bombeava. Finalmente, ambos gozamos intensamente.

Depois de terminarmos, ele cortou meu cabelo e pediu segredo.

Respondi que só manteria o segredo se pudéssemos repetir a dose todos os dias.

Essa foi minha aventura. Quem quiser falar comigo…

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Putaria Com o Encarregado https://contossafados.com/conto/putaria-com-o-encarregado-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=putaria-com-o-encarregado-2 Sat, 03 Aug 2024 23:22:46 +0000 https://contossafados.com/conto/putaria-com-o-encarregado-2/ Desejo no Depósito

Meu nome é Ricardo. Quando eu tinha 18 anos, fui trabalhar em um supermercado, pois minha família era pobre e eu precisava ajudar com as despesas de casa. No meu primeiro dia de trabalho, tive uma surpresa agradável ao ser apresentado a Marcelo, meu encarregado. Ele era um homem lindo e muito atraente, devia ter uns 30 anos, 1 metro e oitenta, olhos verdes e um sorriso safado. Estava usando uma calça bem apertada, que deixava evidente o volume entre suas pernas. Meu corpo reagiu imediatamente àquela visão, e eu não conseguia tirar os olhos do seu volume. Ele percebeu meu olhar fixo e, com um gesto provocante, coçou o volume enquanto me olhava diretamente.

O Primeiro Contato

Não resisti e comecei a passar a mão no volume de Marcelo. Estávamos no depósito de embalagens, e ele mandou que eu fechasse a porta. Quanto mais eu apertava seu volume, mais ele crescia e engrossava. Marcelo olhou para mim e perguntou com um sorriso malicioso:

— Então, Ricardo, quer dizer que você gosta de um macho, de levar uma rola na bunda?

Eu confirmei com a cabeça, e imediatamente abri seu zíper. Fiquei admirado ao ver como sua vara era linda, tinha uns 23 cm, e a cabeçona era rosada. Comecei a mamar aquele mastro delicioso enquanto acariciava minha própria rola, que já estava em ponto de bala. De repente, ele segurou minha cabeça com as duas mãos e a pressionou contra seu pausão, dizendo:

— Chupa esse caralho bem gostoso, viadinho. Você gosta de dar a bundinha, né? Vou foder esse cuzinho até ele ficar inchado.

Intimidade Crescente

Quanto mais Marcelo falava, mais eu sentia tesão. Sua pica era gostosa, com a cabeça bem macia e quentinha. Comecei a acariciar suas bolas, que mais pareciam duas bolas de sinuca, e coloquei-as na boca enquanto batia uma punheta para ele e para mim. Marcelo gemia de prazer e acariciava meu cuzinho, enfiando um dedo. Meu cu era bem apertadinho, pois eu não dava com frequência.

Ele comentou:

— Como você vai aguentar minha pirocona com um cuzinho tão fechadinho?

Tiramos a roupa completamente, e ele me pôs de quatro. Lubrificou meu buraco com cuspe e começou a esfregar aquela cabeçona na entrada do meu rabo. Com a mão, direcionei seu mastro para o lugar certo. Ele começou a enfiar aquele pausão no meu cu. Quando a cabeça entrou, senti um misto de dor e tesão. Pedi que tirasse um pouco, pois estava doendo. Mas em vez de tirar, ele me segurou com força e enfiou tudo, dizendo:

— Você não queria, seu viadinho? Agora vai aguentar tudinho, vou arrombar esse cu, você nunca mais vai me esquecer.

Clímax Inesquecível

Eu estava sentindo um pouco de dor, mas as coisas que Marcelo falava me davam mais tesão e vontade de ser enrabado. Ele começou a bombar mais rápido e, ao mesmo tempo, começou a bater uma punheta para mim.

— Vai, Ricardo, quero ver você gozar com meu caralho enfiadinho no seu cu.

Quanto mais rápidas e bruscas eram as estocadas, mais eu rebolava. De repente, senti um jato de porra bem quente inundando meu cu. Marcelo soltou um gemido delicioso, e gozamos juntos intensamente.

https://pt.xhamster.com/videos/the-boss-2001454

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O Pedreiro Comeu Meu Rabo https://contossafados.com/conto/o-pedreiro-comeu-meu-rabo-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-pedreiro-comeu-meu-rabo-2 Fri, 02 Aug 2024 23:13:28 +0000 https://contossafados.com/conto/o-pedreiro-comeu-meu-rabo-2/ Minha casa estava em reformas. Eu, que não sou bobo nem nada, estava de olho no pedreiro. O Marcos é forte, bonitão, de cabelo preto curtinho e uns olhos cinzentos que tiram o fôlego. Fica trabalhando de shorts e sem cueca, com a vara balançando solta. Sempre que ele vai subir numa escada, eu fico lá segurando e dou uma olhada disfarçada.

Sempre que dá, eu corro pro banheiro e bato uma punhetinha, mas tem que ser rápido pro meu pai não pensar que estou fugindo da obra. Eu fico lá ajudando e curtindo.

Mas essa semana aconteceu uma coisa diferente. Meus pais foram jantar na casa de uns amigos, e começou a chover muito, e eles resolveram ficar por lá mesmo. O Marcos, que estava de moto, perguntou se tinha problema de dormir lá. Claro que eu disse que não tinha problema nenhum, que meus pais não iriam ligar, que o mundo estava desabando lá fora e que nem era seguro ficar andando de moto com o temporal.

Ele sempre tomava banho lá mesmo antes de ir embora. Tinha roupa e tudo dentro da mochila. Fiquei feito louco esperando a hora de parar o trabalho e ficar sozinho com ele na sala, vendo TV. Esperei, e quando ele tomou banho, saiu do banheiro enrolado na toalha. Fiz uns sanduíches de queijo quente e levei para a sala. Ele estava com fome e perguntou se eu me importava de ele ficar sem camisa, porque estava com calor.

– Por mim, pode ficar até sem a toalha. – brinquei.

Mas ele sentou de toalha mesmo e fingiu que não ouviu. Perguntei se ele queria assistir um filme no DVD, e mostrei os que eu tinha, com alguns pornôs que estavam lá no meio, de propósito. Não me enganei, ele foi direto para um que tinha uma loira na capa, com a cara toda melada de porra e um negão de pau grande do lado. Ele nem perguntou nada e colocou no aparelho.

A Primeira Iniciativa

Começou a história com um encanador negão que conserta a pia da loira. Aí ela nota que está sem grana, e ele diz que aceita outras formas de pagamento. Quando ela começou o boquete, o Marcos tirou a toalha e começou a massagear a pica, com uma enorme cabeça rosada e cheia de veias em volta, como uma cobra gigantesca pronta para dar o bote. Ele estava com cheiro de sabonete, e eu sentia como se estivesse a um centímetro dele, olhando para o movimento que ele fazia. Ele me perguntou:

– Legal, né? Você curte esses filmes? São os meus preferidos!

– Ah, você gosta de loiras…

– Na verdade, estou curtindo o negão.

Meu coração bateu na garganta quando ele falou. Eu estava sem fôlego.

– Você também curte branquelinhos, tipo eu?

Ele me olhou com cara de safado, e nem esperei ele responder. Caí de boca no cacete duro dele, engolindo até quase engasgar. Senti o gosto quente dele, e sua mão empurrando minha cabeça cada vez mais fundo até eu ficar sem ar. Eu chupava como uma criança chupa um sorvete, com fome e com sede, saboreando cada centímetro. Quando ele menos esperava, comecei a sugar suas bolas, e eu senti ele se arrepiando e gemendo mais forte.

Minhas mãos estavam passeando por seu corpo, explorando seus músculos firmes e definidos, sua pele lisa e suave, seus pelos perfumados pelo banho. Ele gemia, olhando para a tela da TV e para mim, fazendo eu engolir cada vez um pedaço maior. Eu lambia e beijava, e ficava alguns segundos batendo punheta. Ele segurou minha cabeça e foi me fazendo subir, lambendo seu umbigo, seus mamilos e seu pescoço. Então fiquei cara a cara com ele. Seu queixo quadrado, com a barba por fazer, me dava mais tesão do que qualquer outra coisa.

Paixão Ardente

Ele começou a me beijar com força, sugando minha língua e meus lábios, esfregando a barba nas minhas bochechas e no meu pescoço, me deixando tão arrepiado que eu chegava a tremer. Sua língua ia e voltava, e estávamos nos movendo rápido, como se nada mais no mundo importasse. Eu segurava seu cacete quente, macio e duro, e ele enfiava os dedos no meu cuzinho, para amaciar o serviço. Ia com cuidado, rodando o dedo polegar e o médio e continuou com dedos atrás. Quando viu que eu não ia mais aguentar, comecei a bater punheta ainda com o fio terra funcionando. Eu gozei feito um louco, esporrando todo o sofá, ainda com o dedo dele no meu rabinho. Então ele se levantou e me pegou firme por trás, enfiando a vara com tudo, comigo ainda de pé. Eu senti uma dor terrível, muito desconfortável, como se estivesse me rasgando.

Pensei que nunca mais fosse conseguir sentar, mas ele começou a dar estocadas e mais estocadas, e a empurrar minhas costas me deixando de quatro. Fiz o sofá de apoio e deixei ele me puxar para a frente e para trás. Depois de um tempo, ele arrancou o pau com tudo, e se sentou, me puxando para que eu o cavalgasse. Ele gemia de prazer e eu de dor misturada a prazer, mas agora a sensação era tão boa que eu não queria parar nunca mais de transar.

Ele começou a morder minha orelha, e a cochichar para mim, dizendo que queria gozar na minha boca. Então eu desmontei de sua vara gostosa, e voltei a chupar seu caralho grosso. Logo ele começou a gemer mais alto, e eu engoli sua vara mais o mais fundo possível. Senti sua porra quente pressionar minha garganta, com seu esguicho forte e volumoso, que eu engoli como um néctar. Ele continuou esporrando em bicas, e encheu toda a minha boca. Eu senti seu gosto meio ácido, meio salgado, pegajoso e apertando a língua, como banana verde.

Engoli tudo, e isso o deixou muito feliz. Então ele se abaixou e nos beijamos, ele sugando de mim o que ainda restava de porra em meus lábios. Depois disso, tomamos um banho juntos e ficamos fodendo a noite toda, até meu rabo ficar assado. Mas valeu a pena, foi inesquecível. Pena que depois que a obra terminou, ele se mudou de cidade para arranjar um trabalho melhor, e nunca mais o vi. Pelo menos aproveitei meu pedreirão enquanto pude.

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