No Trabalho – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com ContosSafados.com Fri, 21 Feb 2025 13:52:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://contossafados.com/wp-content/uploads/2024/08/chilli.png No Trabalho – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com 32 32 Putaria Com A Promotora https://contossafados.com/conto/putaria-com-a-promotora/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=putaria-com-a-promotora https://contossafados.com/conto/putaria-com-a-promotora/#respond Fri, 21 Feb 2025 13:52:00 +0000 https://contossafados.com/?p=3027 É a primeira vez que escrevo. Sempre gostei muito de ler contos eróticos e sempre me excitam bastante. Bem me chamo Allan,36 anos, 1,83m, moreno, corpo normal nem gordo nem magro, enfim um cara comum. Trabalho como segurança de rua, cuidando de algumas lojas, o que me faz ter contato com muitas mulheres, mas eu nunca fui muito mulherengo, sempre fui muito na minha.

O que vou compartilhar aconteceu comigo há uns dois meses e eu jamais me imaginaria vivendo isso. Uma das lojas que faço segurança é de produtos de beleza e trabalham muitas promotoras, além das funcionárias fixas da loja. É nessa loja que eu costumo almoçar e descansar,pois tem um estoque bem espaçoso e bem refrigerado e o gerente é um amigo e não se importa que eu acesse a loja. Certo dia chega na loja uma morena linda, deve ter 1,70m, cabelos pretos até a cintura, uma boca que só de olhar já te faz imaginar mil maravilhas,olhos mel, seios médios e firmes, cintura bem desenhada,uma bunda linda redondinha de deixar qualquer um babando e uma bucetinha bem marcadinha na calça legging que ela estava vestindo. Parecia uma passista de escola de samba. Chegou se apresentou (eu estava fazendo a abertura da loja e ela pensou que eu era o gerente) dizendo que ia substituir uma menina que trabalha fixa na loja, pois ela teve que resolver umas coisas particulares e tal e ela ficaria naquele dia. Até então tudo normal, pois como já relatei nunca fui mulherengo e sempre respeitei as meninas das lojas e com a Carla (a substituta) não seria diferente. Terminei de fazer a abertura da loja e fui fazer a ronda nas outras lojas. Quando voltei uma das funcionárias fixas da loja veio brincando comigo dizendo:

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– Toma cuidado que você está sendo investigado.

E eu respondi:

– Eu? Por que? Sou tão bonzinho…

– Deixa de ser sem vergonha que você sabe de quem eu estou falando

– Eu não sei de nada…

E saí rindo imaginado quem seria, pq realmente eu não fazia idéia. Era aniversário de uma das promotoras e as meninas estavam fazendo uma intera pra comprar um bolo e salgadinhos. Eu estava com pouca grana e colaborei com o que eu tinha e a Bárbara (que estava recolhendo o dinheiro e que havia brincado comigo) falou:

– Tá cheio do dinheiro e fica aí de mão fechada.

E nessa hora a Carla que estava perto fala:

– É abre essa mão, deixa de ser coração duro…

E solta uma risadinha

Eu falo:

– O coração não, tenho outras partes duras, mas o coração não é uma delas.

Pra minha surpresa ela se mostrou interessada em saber me perguntando

– O que por exemplo?

Nessa hora a Bárbara sai de fininho e me fala:

– cuidado com a investigação…

Entendi que quem estava perguntando por mim era a Carla.

E ela perguntou de novo:

– O que por exemplo?

Resolvi então “brincar” um pouco pra ver na que ia dar e respondi:

– Esse é o tipo de coisa que não se fala, mas se mostra….

E saí andando achando que não ia dar em nada.

Quando subi pra almoçar quem está na cozinha? Carla a morena delícia que estava tornando o meu dia muito agradável (e eu não fazia idéia do quanto agradável ainda ia ficar). Ela abre um sorriso lindo e eu não acreditei que era pra mim. Ficamos conversando sobre muitas coisas e a mente pensando muita sacanagem mas certo que seria apenas isso, PENSAMENTO. Acabei de comer(a comida rsrs) e fui deitar um pouco pra descansar. Fui pra parte mais escondida do estoque e onde pode ficar com a luz apagada e quando eu olho vem a Carla procurando um lugar pra ficar. Mexi. Com ela dizendo:

– Cuidado pra não dormir demais e passar da hora

Ela então vem e pegunta

– Cabe mais um aí nesse cantinho?

Respondi que sim e ela foi se ajeitando. Enquanto ela se ajeitava virou aquele bundão maravilhoso quase na minha cara e eu que não sou de ferro já fiquei de pau duro. Ela termina de se ajeitar e conversamos mais um pouco e ela então pergunta

– E então vai me deixar curiosa até quando?

– Qual a sua curiosidade?

-Não se faça de desentendido, você sabe exatamente o que eu estou falando.

E tendo dito isso já começou a passar a mão na minha coxa e foi subindo e com cara de safada fala pra mim

– Você disse que é um tipo de coisa que não se fala, mas se mostra então me mostra que eu fiquei curiosa pra saber se é duro mesmo.

E já meteu a mão por cima da calça e começou a alisar. Meu pau que já estava quase estourando dentro da cueca latejava demais na mão dela. Ela então abre a minha calça e lambe ele por cima da cueca. Eu não estava acreditando que aquele mulherão daquele estava me atacando daquela maneira. Ela coloca meu pau pra fora e começa a punhetar bem devagar dizendo

– Nossa está bem duro mesmo

E tendo dito isso caiu de boca, e que boca, quase gozei logo de cara. Ela definitivamente sabe chupar um pau. Subia, descia, parava na cabeça dava linguados e engolia tudo. Eu estava no paraíso. O risco de entrar alguém e nos pegar tornava o nosso ato ainda mais prazeroso. Falei pra ela que tbm queria sentir o seu sabor e ela vira-se de costa pra mim e bota aquele bundão na minha cara. Abaixei a calça dela e me deparei com uma bucetinha linda,carnuda, cheirosa e completamente ensopada. Não resisti e caio de boca arrancando um gemido gostoso dela que me chupa com mais vontade. Não podíamos fazer barulho pra não ser descobertos, mas o prazer que aquela situação nos proporcionava fazia com que os gemidos saíssem sem percebermos. A hora do almoço estava abando mas a sacanagem estava apenas começando e mesmo querendo que não acabasse falo pra ela:

– Tenho que sentir essa bucetinha no meu pau

Ela então se levanta e tira a calça, se ajoelha de costas pra mim e senta no meu pau deslizando aquela bucetinha bem devagar. Ela estava tão molhada que entrou fácil e ela começa então um sobe e desce maravilhoso, eu agarro ela por trás apertando seus peitos e ela gemendo bem gostoso no meu ouvido pedindo pra eu meter nela mais e mais, que ela estava adorando sentir o meu pau na sua bucetinha, e ela deita a cabeça no meu ombro e aperta meu braço anunciando que estava gozando no meu pai, e eu já tomado de prazer já nem me preocupava mais se alguém poderia entrar e nos pegar daquele jeito e peço pra ela ficar de quatro. Quando ela ficou e eu me deparei com aquele cuzinho eu pensei ele vai ter que ser meu hj, e enquanto eu metia nela de quatro comecei a alizar aquele cuzinho que estava piscando pra mim, não houve objeção, e então resolvi ir mais um pouco e enfiei um dedo naquele cuzinho. Percebi que ela estava com a mão na boca pra não gritar e foi então que eu falei: é agora

Tirei da sua bucetinha e coloquei na entradinha do cuzinho dela e ela começou a jogar o corpo pra trás querendo que meu pau entrasse logo, comecei um vai e vem gostoso e aquele rabo parecia querer me engolir. Senti o gozo se aproximando e comecei a socar mais forte e ela gemendo e falando

– isso vai fode esse cu, enche ele com seu leite

Gozei como a muito tempo não gozava,enchi o cuzinho dela com a minha porta e ela continuou se mexendo, pois meu pau ainda estava duro e ela falou que estava quase gozando. Colaborei masturbando seu grelinho enquanto ela rebolava com meu pau no cu. De repente a respiração dela fica mais forte e ela explode em um orgasmo maravilhoso.

Nos vestimos e voltamos ao trabalho como se nada tivesse acontecido, porém a Bárbara percebeu que havia acontecido algo e ficou olhando mas não questionou nada. Peguei o número da Carla e de vez em quando nos encontramos para transas maravilhosas onde experimentamos lugares arriscados, mas outro dia eu conto.

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Eu, o Patrão e a Esposa Dele https://contossafados.com/conto/eu-o-patrao-e-a-esposa-dele/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=eu-o-patrao-e-a-esposa-dele Wed, 28 Aug 2024 17:45:58 +0000 https://contossafados.com/?p=1926 Sou Ana, todos me chamam de Aninha, fluente em ingles e espanhol, datilógrafa exímia, sem modéstia bonita, 1,74 m ,

morena, menina séria, sem namorados, virgem. Fiz exame, fui aceita, indo trabalhar como secretária executiva de um empresário. O patrão, um senhor de meia idade, casado, seu filho, bonitão, solteiríssimo.

Nos primeiros tempos, apenas trabalho, tratamento, protocolar, um bom emprego. Aos poucos foi se criando uma atmosfera de amizade, menos protocolar, passei a ser tratada de Aninha, até que um dia o chefe me convidou para jantar. Aceitei, moro sozinha, meus pais vivem no interior, não tenho de prestar contas de minha vida a ninguém, porque desprezar o convite.

A noite, me perguntei: e se vier uma cantada, rejeito, ponho meu ótimo emprego em risco, aceito, contrario a educação rígida recebida de meus pais, na qual perda de virgindade sem casamento significava perda da honra.

Fui, nos “trinques”, restaurante de luxo, para meu alívio o patrão veio com a esposa e seu filho, comemorávamos o aniversário deste. Comida e bebida dos deuses, é bom ser rico, nenhuma cantada, uma noite agradabilíssima.

No fim do jantar eu e a esposa do chefe fomos ao banheiro. Beth, uma jovem senhora, louraça, queimada de sol, como diria me pai “de fechar o comércio em véspera do Natal”. Ela me falou: “gostei muito de vc, meu marido e o filho vão viajar neste fim de semana, venha passar o domingo comigo em nossa casa”. Aceitei.

Domingo de Sol, entrei na casa ( que casa, mereceria ser escrita com k e maiúsculas, KASA), Beth me recebeu, convidou-me a piscina, não troxe maio disse eu, quem falou em maio, vou pelada, bolas, porque não? fui nua.

Nadamos, que delícia, deitamos no Sol, me senti feia ante aquele corpão. Conversamos muito, sobre a firma, sobre os patrões, até que o sexo veio ao foco. Ela disse ter sido modelo fotográfica até casar como patrão, eu me confessei virgem, sem namorados. Não acredito, vc tão bonita, virgem e sem namorados!

Fomos almoçar, nuas, comida espetacular aquecida no microondas. Meu sexo, adormecido, despertou com força, uma sensação nova, o tão falado tesão. Não resisti, dei um beijo em Beth, ela retribuiu, nos abraçamos, partimos para a sacanagem, minha 1ª foda, que coisa deliciosa. Ela perguntou: gostastes menina? Adorei. Usa teu corpo, aproveita a juventude, deixa de lado essa timidez.

Despedimo-nos, vesti-me, não botei calcinhas e soutien, fui para meu apê me sentindo mulher. Decidi andar nua em casa, já tinha fumado escondida, passei a faze-lo abertamente.

Dia seguinte, no trabalho, o filho da patrão, George seu nome, foi me levar um serviço, colocou as mãos na minha cintura, não me contive, deu um suspiro de tesão, me encabulei, ele percebeu, foi direto ao aassunto: queres sair comigo hoje a noite? Vamos a um motel? Sou virgem, se vc quiser ainda assim, eu topo. Claro, tesuda.

No fim do expediente levei meu carro para casa, ele me apanhou lá, fomos a um motel, ficamos nús, nos bolinamos, me penetrou, um pinguinho de sangue, depois o orgasmo, um banho na hidromassagem, um jantar real,me deixou em casa tarde da noite, pensei: essa é realmente a vida que eu quero.

O chefão, Pedro, voltou de viagem. Me chamou: soube que ja trepastes com Beth e George, verdade? Ruborizei, esperei o pior. Ele riu, calma, agora é minha vez. Podes sair hoje? Que alívio, sem problemas, respondi. Beth ja sabe, somos um casal aberto.

No fim do dia recebi uma caixa de presente, dentro um mini vestido e um bilhete: “te apanho as 20:00 h. Usa o vestinho, nada em baixo, buceta e cú em forma”.

O chefe mostrou ser um mestre no excitar uma mulher, me deixou louca, comeu minha buceta, depois meu cú, minha outra virgindade se foi, doeu muito mas que orgasmo, banheira, jantar regado a vinho, me deixou em casa, exausta de tanto gozar.

Tornou-se umm hábito pasasar os fins de semana com meus patrões, na beira da piscina, nua, nadando, apanhando sol, fudendo. Isso é que é viver!

Em conversa, Pedro me disse que a firma gastava muito dinheiro pagando putas para seus clientes mais importantes em suas visitas. Prefereria dar esse dinheiro para vc, gostas de fuder, es bonita, topas? Nada a perder, pensei, topo.

Logo surgiu a 1ª foda: levei o cliente ao motel após o expediente, tomei pica, dois dias depois outra trepada, logo depois mais outra, a coisa se tornou costumeira, no fim do mês recebi uma bolada, ser puta de luxo rende muito bem.

O chefão viaja muito ao exterior a negócios, são viagens rápidas, muitas reuniões, tenho ido com ele em algumas. Nessas ocasiões, exerço minha função de secretária e, nas horas vagas, sou o “cobertor de orelhas” do chefe.

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A Secretária Novinha Fez de Tudo Comigo https://contossafados.com/conto/a-secretaria-novinha-fez-de-tudo-comigo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-secretaria-novinha-fez-de-tudo-comigo Wed, 28 Aug 2024 17:39:06 +0000 https://contossafados.com/?p=1914 O primeiro emprego, assim como a primeira “foda” ninguém nunca esquece e, para aquela menina de 15 anos que veio a trabalhar no meu escritório, que fica localizado em uma cidade do interior de Santa Catarina, certamente não seria diferente.

Tais fatos ocorreram no ano de 2002. Eu estava ao longo dos meus 29 anos de idade e, prestes a ser pai, pois, minha mulher estava grávida de 5 meses e, desde que engravidou não queria mais manter relações comigo, pois tinha alguns “preconceitos” com relação ao sexo na gravidez. Portanto, eu estava naquela “seca” e, diante disso, meu membro estava como um “lord”, ou seja, quando via uma mulher bonita, levantava.

Pois bem, eu tinha uma secretária em meu escritório e, ela teve de sair, pois, iria morar em outra cidade, entretanto, me perguntou se, no lugar dela eu não poderia contratar sua prima, que era uma menina nova que recém tinha feito 16 anos de idade, e era muito aplicada, séria e poderia muito bem assumir o papel de recepcionista. Eu disse que faria um teste e, então, no dia seguinte ela veio e trouxe sua prima. Uma “menina” com um corpaço de mulher ao longo de seus 1m 67 cm e 53 kg, cabelos castanhos claros, olhos azuis que mais pareciam dois diamantes reluzentes e brilhavam quando me olhavam, além de uma boca carnuda e vermelha, daquelas de tornear pinguelo e que só vemos em filmes. Tinha algumas sardas no rosto, típicas de sua idade adolescente e uma bunda fenomenal, que ficava muito bem torneada em meio aquele jeans justinho que ela usava. Não titubeei e apenas de olhar, resolvi contratá-la como experiência.

Suas primeiras semanas mostraram que era uma “menina” muito esperta e atenciosa, pois, fazia a recepção dos clientes com desenvoltura, além de atender com clareza e firmeza as ligações. Notei um crescimento grande nela e uma vontade grande de aprender, mas, não bastasse tudo isso, percebi que ela constantemente me olhava com aqueles enormes e lindos olhos azuis de forma que, à cada olhada eu perdia uns 3,0 kg. Sim, ela me secava de forma insaciável e eu, naquela seca, correspondia ao seu olhar e, por muitas vezes me dirigia até o banheiro para tocar uma punheta só imaginando aquela boca carnuda abocanhando minha pica. Esta era minha fantasia, mesmo porque, diz o ditado que, “onde se ganha o pão, não se come a carne”.

Bom, voltando ao assunto, meu escritório começava às 8:30 horas, mas, eu sempre chegava às 7:50 hs e, a minha secretária ninfeta já estava lá, pois, vinha às 7:30 hs de carona com o pai dela, sendo que, certo dia, ao chegar, e como sempre na minha cordialidade, desejei um bom dia e, ela respondeu da mesma forma. Ao olhar para trás, percebi que ela novamente me comia com os olhos e, então, em meio àquela estonteante “seca” de botar o deserto do “Saara” no chinelo, e levando-se em conta a premissa de que moça séria para mim é aquela que “quando trepa não ri”, me dirigi à ninfeta e, comecei a puxar assuntos diversos. Contudo, nada ligado ao trabalho em si.

Notei que no começo ela estava um pouco tímida e, quando ela começou a se soltar, então a elogiei e falei para ela que ela era muito esforçada, pois, aprendia as coisas muito rapidamente e que eu gostava muito disso, principalmente do interesse dela pelo trabalho. Então ela sorriu para mim e, a partir daquele momento disse para ela que, da mesma forma eu não poderia deixar de perceber os olhares que ela me direcionava com aqueles lindos olhos azuis e que mais pareciam dois diamantes reluzentes e, isto estava mexendo muito comigo.

Nesse momento vi que sua face ficou rubra e, então, para não deixá-la sem graça, falei para ela não se envergonhar, pois, eu gostava muito do olhar dela e, se não fosse verdade eu não iria correspondê-la com meu olhar. Então ela novamente sorriu e, quando assim o fez, me abaixei mais perto dela e disse para ela que estava morrendo de vontade de dar um beijo bem molhado nessa boca linda. Ela ficou mais vermelha ainda, mas, me disse que deixaria dar apenas um “selinho”. Então eu fui dar o tal do “selinho” nela… Pois, dei um beijo daqueles de cinema, sugando todo o ar de seus pulmões e, durante o beijo, deu para senti-la esfregando aquele corpinho e seus peitinhos no meu corpo, a ponto de ver aqueles biquinhos de seus peitos durinhos apontados para mim. Que tesão que me deu e, como um vício, passamos a ficar mais constantemente e, aos poucos eu ia chegando mais e mais, mas, não entendia o porquê daquele medo dela em chegarmos ao “finalmente”, até que certo dia ela me revelou ser virgem e, não era no signo.

Após ouvir aquilo, meu tesão começou a aumentar ainda mais e, comecei a investir mais naquela ninfeta gostosa que ficava comigo todos os dias e, passados mais algum tempo ela já estava a me permitir chupar aqueles pares de peitos empinados e duros e com um mamilinho empinado e apontando para o horizonte.

Não via o momento de enfiar meu cacete nela e, já estava virando um atleta de banheiro de tanta punheta que já tinha batido para ela. Já havia feito vários convites para sair com ela e, infelizmente ela ficava com muito medo e, isso se devia a vários fatores, dentre os quais ela ser de menor de idade, ser minha funcionária e a minha mulher estar grávida. Por isso fui indo com calma. Todavia, teve um dia que insisti mais em sair com ela e, ela resolveu ceder, pois, nós já estávamos há aproximadamente uns 20 dias nos passando naquele escritório no período que ia das 7:50 hs às 8:30 hs e, a coisa estava ficando cada vez mais quente.

Assim, ela saiu para a escola, pois minha ninfetinha estudava à noite e, marquei com ela de apanhá-la em determinado local. Não tinha certeza se ela iria, mas, quando passei por lá no horário combinado, lá estava ela e, de bate pronto embarcou no meu carro. Ela me perguntou onde eu iria levá-la e disse que iria levá-la para às alturas. Então ela sorriu e fomos para um Motel aqui na cidade e, ela me falou que tinha certo medo, pela dor, mas, a amiga dela que já tinha feito e disse que no começo doía um pouco, mas, depois era muito bom e ela estava morrendo de vontade de fazer. Eu tranquilizei-a e que era para ela não sentir medo e, da mesma forma que ela, eu revelei que não aguentava mais de vontade e, que eu me sentia o cara mais privilegiado do mundo em poder tirar o selo dela.

Chegando no Motel, começamos a nos beijar e, para quem era uma virgem, percebi que entre quatro paredes fechadas e, sem qualquer impedimento, ela estava até que bem soltinha. Tirou minha roupa, me deixando só de cueca, enquanto ela ficou apenas de calcinha. Abracei-a e, meu pau estava tão duro e com as veias tão saltadas que quase rasgou a minha cueca. Então ela sentou na cama, abaixou minha cueca e olhou aquele meu membro de 17 cm por 5 cm de largura e, com uma cara de safada me olhando, se pôs a chupar o meu cacete de forma insaciável. Chupava toda a cabeça do meu pau e, sua saliva escorria pela cabeça do meu cacete. Eu me deliciava em olhar aquela boca carnuda que se alimentava do meu membro. Não demorou muito para vir aquele meu tesão de gozo, pois, além dela chupar o meu pau, ela começou a tocar uma desenfreada punheta contra a sua boca e batia a cabeça do meu pau nos seus lábios carnudos. Eu gemia de tesão. Depois ela se pôs a chupar meus bagos e dar pequenas mordidas.

Perguntei para ela onde que ela havia aprendido isso, pois, até aquele momento estava sendo o melhor boquete que já havia recebido. Ela prontamente me respondeu que assistia a filmes pornôs que a mãe e o pai dela tinham em casa e, quando a mãe saía, ela ficava assistindo. Bom, percebi que as aulas teóricas por vídeo conferência, se é que posso dizer isso, foram bem proveitosas e ela aprendeu bem.

Então ela continuou a se deliciar ainda mais e, as veias do meu pau enrijecido já estavam latejando assim como a cabeça dele que estava quase explodindo de tesão por aquela boca carnuda e molhada. Mesmo assim, segurei o gozo e, logo ela se levantou, olhou nos meus olhos e abaixou sua calcinha. Neste momento segurou no corpo do meu pau e começou a roçar a cabeça dele nos lábios de sua bucetinha virgem. Minha nossa, que tesão que me deu. Passei o dedo pelos lábios e senti aquele gel lubrificante produzido por ela que, me olhava com aqueles olhos penetrantes me desejando e sabendo que hoje iria perder o seu selo.

Olhei de cima para sua xana e, como uma menina virgem, percebi que ela não se depilava e seus pelos formavam uma verdadeira selva densa. Deitei ela na cama e, logo fui beijando aquela minha ninfeta gostosa. Depois, fui descendo com minha língua passando pela imensidão daquele corpinho liso e cheiroso até chegar aquela densa floresta de pelos que fui desbravando até chegar aos lábios da sua bucetinha que estava totalmente molhadinha. Abri aqueles lábios molhadinhos e, comecei à chupar eles e também o seu grelinho rosadinho, fazendo ela gemer baixinho de tanto tesão, depois comecei a olhar mais até ver o seu ímem lá no fundo. Intacto e, não via o momento de corrompê-lo com o meu pau já petrificado de tanto tesão.

Fui subindo devagar e, beijei-a com vontade. Comecei a posicionar o meu cacete que é envergado para o lado esquerdo e, de forma suave deslizava a cabeça dele nos lábios de sua bucetinha virgem. Naquele momento, ela sentindo a cabeça do meu pau roçando em sua buceta, olhou para mim com aqueles diamantes azuis e me falou baixinho que estava pronta para perder o seu cabaço.

Assim fui colocando apenas a cabeça do meu pau na sua bucetinha, enquanto ela ia se contorcendo de tesão. Naquele momento eu apenas alisava os lábios molhados daquela buceta virgem e acariciando a cabeça do meu pau naquele ímem que até então era intransponível.

Quando ela ficou mais à vontade, forcei um pouco a passagem do meu pau e ela me segurou forte, cravando as unhas em minhas costas. Forcei mais um pouco e senti que rompeu, entrando o meu pau inteiro naquela bucetinha gostosa e jamais penetrada. Os olhos dela se encheram de lágrimas, mas, ela continuou firme. Então, sem movimentar meu pau, passei a acariciar ela de forma mais delicada e, quando ela estava se acostumando mais com o meu pau todinho dentro dela, não acusando mais dor, comecei a socar minha pica com mais força, fazendo aquele movimento gostoso de entra e sai. Nesse momento senti que ela começou a gostar e a ganhar mais tesão.

Depois de estar fodendo gostoso aquela bucetinha em posição papai mamão, ela pediu para sentar em cima do meu cacete e, revelou que sempre queria fazer isso. Quando ela fazia o movimento de sobe e desce, comecei a ver aquele sangue escorrendo pelo lado do meu pau que já estava todo rubro. Então ela começou a mexer com mais força e dizia que estava com muito tesão e que aquilo era bom demais. Eu não queria descer o nível na primeira vez dela e falar um monte de palavrões que me davam vontade de tanto tesão que estava sentindo, então silenciei e passei apenas a gemer do tesão que aquela buceta me dava. Logo a vontade de meu pau explodir lá dentro era grande, mas, ainda não era o momento, então me esforcei em segurar. Todavia, minha ninfeta não segurou e, naquele seu movimento frenético de sobe e desce, começou a mexer com mais intensidade sentindo um prazer enorme. Algum tempo depois, após ela virar os olhos, parou o movimento e só falava que tinha acontecido algo bom demais e que era um tesão tão grande que deixou o seu corpo quente e sua boca seca. Não tinha dúvidas, ela havia gozado bem na cabeça do meu pau enrijecido e latejante.

Ela descansou um pouco e, após breve pausa, deixei ela de 4 e, como ela já estava mais imune a dor, comecei a socar meu cacete com força naquela buceta peluda. Repentinamente, ela se levantou da posição de 4 ficando apenas de joelhos. Meu pau saiu completamente ensanguentado daquela buceta rompida e arregaçada e, nesse momento começou a escorrer muito sangue pela perna da minha ninfeta até parar naquele lençol branco. Que tesão eu senti quando percebi que rompi bem o lacre da minha ninfeta gostosa. Naquele momento, minha vontade era de ir lá fora e pendurar o lençol em um varal como um troféu e um costume dos italianos após a noite de núpcias.

Já a minha ninfeta estava esgotada e sua buceta estava bem vermelha e, segundo ela, bem ardida. Então ela me pediu para parar, pois, não estava aguentando de dor. Eu respeitei a vontade dela, todavia, de forma surpreendente, ela me disse que queria me fazer gozar, pois, não era justo ela ficar no um a zero e não ver o homem que a desvirginou não gozar para ela. Dito isso, ela me disse que queria chupar o meu pau até eu gozar.

Obviamente que mais uma vez respeitei a vontade dela. Limpei meu pau daquele sangue e, deixei-a saciar sua vontade. Aliás, sua não, mas, nossa!!! Nisso ela começou chupando o meu cacete petrificado, cujas veias e a cabeça latejavam de tanto tesão vendo aquela boca carnuda lambendo a cabeça do meu pau. Então ela começou a sugar com mais vontade e intensidade, punhetando meu pau contra seus lábios e, depois de algum tempo neste ritmo alucinante, falei para ela que estava vindo a minha vontade de gozar. Então ela, em movimentos ainda mais firmes de vai vem, punhetava meu pau em sua boca e, neste momento pede para eu gozar e lambuzar ela inteira. Minha nossa, que tesão que me deu quando ela falou isso e, não demorou mais alguns segundos quando o meu pau finalmente explodiu gozando. O jato de porra que saiu dele foi de tamanha violência que ela até se engasgou, mas, ainda em meio às tossidas, agarrou firme minha pica e sugou todo o meu caldinho quente.

Depois daquela vez, rolaram muitas outras vezes entre eu e ela, o que ocorreu por mais ou menos dois anos. Hoje ela está casada, com um filho e não nos vemos mais há alguns anos. Nunca mais rolou nada entre a gente, mas, para matar a saudade dela, acabei comendo mais tarde a mãe dela que é uma coroa enxuta casada e pra lá de gostosa, mas, essa é uma outra história.

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Foda Com o Barbeiro – Relato https://contossafados.com/conto/foda-com-o-barbeiro-relato-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=foda-com-o-barbeiro-relato-2 Mon, 05 Aug 2024 23:35:20 +0000 https://contossafados.com/conto/foda-com-o-barbeiro-relato-2/ Aconteceu comigo hoje mesmo, e preciso compartilhar essa história com vocês.

Por ser bastante vaidoso, vou ao salão cortar o cabelo todo mês. No salão onde sempre vou, há um cabeleireiro que é uma verdadeira gracinha. Vou chamá-lo de Rafael (nome fictício).

Um Encontro Inesperado

Hoje, saí de casa por volta das 15h para resolver algumas coisas antes de ir ao salão. Chegando lá, cumprimentei Rafael e um cliente que estava terminando seu corte. Rafael, gentilmente, abriu uma exceção para mim, mesmo já sendo o último cliente do dia.

Sentei-me e comecei a folhear uma revista enquanto conversávamos sobre assuntos banais. Quando o cliente terminou, despediu-se e eu finalmente pude sentar na cadeira, ansioso.

A Conversa Esquenta

Começamos a conversar sobre sexo, um tema que já havíamos abordado superficialmente antes, mas nunca tínhamos passado desse ponto. Rafael, visivelmente excitado, começou a acariciar o próprio membro por baixo da calça enquanto cortava meu cabelo. Ficava evidente o volume crescente em suas calças. Ele então decidiu fechar a loja para garantir privacidade total.

Eu já estava tomado pelo desejo, quase sem conseguir me conter. Rafael fez uma pausa e foi ao banheiro, deixando a porta aberta. Lá, ele olhou para mim e perguntou:

  • Você acha que é grande?

Ele estava com o pau na mão, literalmente. Rafael era baixinho, moreno, com cabelo arrepiado e olhos levemente puxados. Seu corpo era delicioso, e seu membro, apesar de não ser longo, era grosso e tinha uma cabeça avermelhada.

Explorando os Desejos

Meio sem jeito, perguntei:

  • Posso senti-lo?

Ele assentiu com a cabeça. Comecei a masturbar seu pau, depois abaixei e o coloquei na boca. Comecei a chupá-lo avidamente.

Rafael gemia de tesão, e eu aproveitava para explorar cada centímetro do seu corpo, chupando seu pau, saco e pescoço.

De repente, ele começou a perder o tesão, e eu fiquei sem entender. Então ele confessou, timidamente:

  • Queria pedir uma coisa, mas tenho vergonha.

Cocei a cabeça e disse, com a mão ainda em seu pau:

  • O que é? Pode falar.
  • Eu adoro um fio terra.

Aumentando a Intensidade

Voltei a chupá-lo e molhei meu dedo com cuspe, começando a massagear seu ânus. A reação foi imediata; Rafael ficou extremamente excitado. Fui inserindo o dedo devagar, massageando sua próstata enquanto chupava seu membro com mais fervor. Ele gemia como nunca antes, e eu conseguia sentir seu prazer crescendo.

Coloquei dois dedos e aumentei a velocidade da chupada, até ele gozar abundantemente.

  • Quero gozar também – disse eu.
  • Não sou gay – respondeu ele.

Pedi para ele relaxar e garanti que não contaria a ninguém. Rafael começou a me chupar, e sua boca era incrivelmente suave, como veludo. Depois, comecei a lamber seu ânus, e ele imediatamente disse:

  • Eu não vou dar!

Pedi para ele ficar quieto, dizendo que só ia chupar seu cuzinho. Seu pau voltou a ficar duro. Aproveitei um momento de distração, passei cuspe no meu pau e, sem ele perceber, penetrei-o de uma vez.

O Clímax

Rafael gemia gostoso e falava sacanagens no meu ouvido enquanto eu bombeava. Finalmente, ambos gozamos intensamente.

Depois de terminarmos, ele cortou meu cabelo e pediu segredo.

Respondi que só manteria o segredo se pudéssemos repetir a dose todos os dias.

Essa foi minha aventura. Quem quiser falar comigo…

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Putaria Com o Encarregado https://contossafados.com/conto/putaria-com-o-encarregado-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=putaria-com-o-encarregado-2 Sat, 03 Aug 2024 23:22:46 +0000 https://contossafados.com/conto/putaria-com-o-encarregado-2/ Desejo no Depósito

Meu nome é Ricardo. Quando eu tinha 18 anos, fui trabalhar em um supermercado, pois minha família era pobre e eu precisava ajudar com as despesas de casa. No meu primeiro dia de trabalho, tive uma surpresa agradável ao ser apresentado a Marcelo, meu encarregado. Ele era um homem lindo e muito atraente, devia ter uns 30 anos, 1 metro e oitenta, olhos verdes e um sorriso safado. Estava usando uma calça bem apertada, que deixava evidente o volume entre suas pernas. Meu corpo reagiu imediatamente àquela visão, e eu não conseguia tirar os olhos do seu volume. Ele percebeu meu olhar fixo e, com um gesto provocante, coçou o volume enquanto me olhava diretamente.

O Primeiro Contato

Não resisti e comecei a passar a mão no volume de Marcelo. Estávamos no depósito de embalagens, e ele mandou que eu fechasse a porta. Quanto mais eu apertava seu volume, mais ele crescia e engrossava. Marcelo olhou para mim e perguntou com um sorriso malicioso:

— Então, Ricardo, quer dizer que você gosta de um macho, de levar uma rola na bunda?

Eu confirmei com a cabeça, e imediatamente abri seu zíper. Fiquei admirado ao ver como sua vara era linda, tinha uns 23 cm, e a cabeçona era rosada. Comecei a mamar aquele mastro delicioso enquanto acariciava minha própria rola, que já estava em ponto de bala. De repente, ele segurou minha cabeça com as duas mãos e a pressionou contra seu pausão, dizendo:

— Chupa esse caralho bem gostoso, viadinho. Você gosta de dar a bundinha, né? Vou foder esse cuzinho até ele ficar inchado.

Intimidade Crescente

Quanto mais Marcelo falava, mais eu sentia tesão. Sua pica era gostosa, com a cabeça bem macia e quentinha. Comecei a acariciar suas bolas, que mais pareciam duas bolas de sinuca, e coloquei-as na boca enquanto batia uma punheta para ele e para mim. Marcelo gemia de prazer e acariciava meu cuzinho, enfiando um dedo. Meu cu era bem apertadinho, pois eu não dava com frequência.

Ele comentou:

— Como você vai aguentar minha pirocona com um cuzinho tão fechadinho?

Tiramos a roupa completamente, e ele me pôs de quatro. Lubrificou meu buraco com cuspe e começou a esfregar aquela cabeçona na entrada do meu rabo. Com a mão, direcionei seu mastro para o lugar certo. Ele começou a enfiar aquele pausão no meu cu. Quando a cabeça entrou, senti um misto de dor e tesão. Pedi que tirasse um pouco, pois estava doendo. Mas em vez de tirar, ele me segurou com força e enfiou tudo, dizendo:

— Você não queria, seu viadinho? Agora vai aguentar tudinho, vou arrombar esse cu, você nunca mais vai me esquecer.

Clímax Inesquecível

Eu estava sentindo um pouco de dor, mas as coisas que Marcelo falava me davam mais tesão e vontade de ser enrabado. Ele começou a bombar mais rápido e, ao mesmo tempo, começou a bater uma punheta para mim.

— Vai, Ricardo, quero ver você gozar com meu caralho enfiadinho no seu cu.

Quanto mais rápidas e bruscas eram as estocadas, mais eu rebolava. De repente, senti um jato de porra bem quente inundando meu cu. Marcelo soltou um gemido delicioso, e gozamos juntos intensamente.

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Tive Que Comer a Dentista https://contossafados.com/conto/tive-que-comer-a-dentista/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tive-que-comer-a-dentista Thu, 01 Aug 2024 00:10:09 +0000 https://contossafados.com/?p=1893

Introdução

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Depois de sofrer um acidente, precisei fazer uma restauração dentária. Como era recém-chegado na cidade, pedi algumas indicações a amigos sobre bons profissionais.

Um dos meus amigos, o Marcelo, era um homem charmoso, casado com uma mulher linda, mas extremamente galanteador. Quando pedi uma dica a ele, em vez de falar sobre a qualidade do atendimento, mencionou que havia ido a uma dentista que era muito atraente, e que ele não conseguiu tirar os olhos dos seios dela.

A princípio, fiquei sem graça, mas aquilo não saiu da minha cabeça.

Apesar de ter recebido umas dez indicações, fui até a clínica que o Marcelo mencionou.

Primeira Visita à Clínica

Chegando na clínica, fui muito bem atendido por uma recepcionista jovem. Apesar de não ser bonita de rosto, ela tinha um corpo maravilhoso.

Para não passar vergonha, disfarcei bem e disse que queria ser atendido pela Dra. Clara, pois queria fazer uma avaliação.

Ela pediu que eu esperasse alguns minutos e, após algum tempo, fui chamado pela Dra. Clara. Ela devia ter cerca de 29 anos, mas aparentava no máximo 26. Tinha seios médios a fartos, um olhar muito sedutor, lábios carnudos e um corpo que parecia ser muito bonito, apesar da roupa padrão usada pelas dentistas.

Após explicar minha situação, sentei na cadeira e ela começou a observar meus dentes calmamente.

Como era necessário verificar os dentes de trás, ela, sem querer, roçava em mim com aqueles seios deliciosos.

Bem, eu não queria partir para a sacanagem, mas enquanto ela me examinava, acabei lembrando das histórias do Marcelo e fiquei um pouco excitado, somados àqueles seios quentinhos e roliços misturado com seu cheiro doce.

Acredito que ela tenha percebido que eu estava de pau duro, pois quando ela mudou de posição e olhou para baixo, não tinha como disfarçar (eu estava de calça social).

Se eu disser que comi aquela mulher naquele dia, estarei mentindo, pois não rolou nada. Mas houve uma química boa, pois conversamos bastante e ela agendou outras consultas.

Crescendo a Intimidade

Consulta após consulta, íamos ficando mais íntimos. Ao ponto de que ela me contou que tinha um filho e era separada.

Com o passar dos dias, começamos a conversar pela internet. Trocamos mensagens no WhatsApp, Facebook e eu vi as fotos daquela linda mulher na web.

Puxa, não conseguia entender como um homem em sua plena sanidade teria perdido uma mulher daquela!

O Encontro Íntimo

Durante uma das consultas, após me cumprimentar, ela trancou a porta (geralmente deixava apenas encostada), fez os procedimentos rapidamente (geralmente levava de 1h30min; naquele dia não levou 20 minutos) e no finalzinho, começou a ser mais carinhosa e eu percebi que ela passou a encostar mais os seios em mim.

Hmmm, seus seios estavam inchados, os mamilos pontiagudos, sua pele suava um suor que dava vontade de lamber e eu percebi logo que ela queria algo mais.

Ela ficou ali, fazendo suas atividades, e eu aproveitei para roçar de leve em sua perna. Quando ela percebeu que eu encostei em sua perna, fechou os olhos, tirou as mãos da minha boca e respirou fundo, arfando, como se estivesse sentindo prazer.

Ah, meu, eu não tive mais dúvidas; passei a mão até encontrar a xoxota úmida da dentista e comecei a massagear seu grelinho, mesmo por cima da calça.

Ela abriu mais a perna e com a outra mão passei a mão nos seios dela.

Como ela estava fazendo tratamento, pediu alguns minutos, terminou o que estava fazendo, nos higienizamos e fomos para o outro lado da sala. Lá, ela tirou a roupa (tipo um avental) e abaixou um pouco a calça. Eu só abri o zíper e pedi para que ela chupasse minha pica com aquela boca deliciosa.

Ela não falou nada, apenas abaixou e caiu de boca no meu pau. Hmmm, que delícia. Era uma boquinha úmida, mal tocava no meu pau. Só me dava prazer.

Quando eu estava quase gozando, pedi para ela ficar sentada em cima da mesa. Lá eu chupei os seios dela com gosto e fui descendo até alcançar sua xotinha.

Eu sou um profundo admirador de mulheres que sabem se depilar. Ela tinha uma bucetinha bem cheirosa e com um pouquinho de pelo. Eu fiquei ali chupando a xota dela e ela rebolando de jeito na minha boca.

Ela não chegou a avisar, mas quando eu menos percebi, senti ela gozando como uma doida, falando: “Agora que eu já gozei, mete seu pau em mim, vai?”

Eu não pensei duas vezes. Peguei meu pau e coloquei na entrada da xota dela. Putz, eu nem percebi, mas quando comecei a colocar a cabeça, ela reclamou baixinho, quase gritando: “Para, você quer me rasgar? Espera um pouco. A cabeça dele é muito grande”.

Eu perdi totalmente o rumo, mas deixei ela encontrar o ponto ideal. Pedi para que ficasse à vontade e deixei ele ali relaxado na entrada da bucetinha dela.

Quando ela relaxou, começou a rebolar devagarzinho e aos poucos fui enfiando meu pau.

Hmmm, pelo visto ela estava há um bom tempo sem transar. Era apertadinha. Para não gozar no início, pensei em futebol, churrasco, problemas do dia a dia… até que começamos a meter com força, até o talo.

Doido e sem pensar no que estava falando, pedi para comer o seu rabinho. Claro que ela negou e falou: “Eu não dou meu cu de primeira. Principalmente para um homem pintudo, mas te garanto que um dia você ainda vai comer o meu.”

Cara, eu quase morri de felicidade, pois estava na cara que não ia ficar apenas naquela transa.

Como estava demorando para gozar, ela pegou meu pau e começou a mamar, pois viu que eu quase tinha gozado na primeira vez que ela chupou.

AHHHHHH, que delícia. Ela chupou, chupou e eu gozei. Não sei quanto tempo fazia que eu não gozava tanto. Hmmm, ela bebeu tudinho e lambeu cada gota.

Satisfeita, disse que foi maravilhoso e que queria mais, e pediu para marcarmos outra consulta. Após eu sair do consultório, recebi sua ligação falando que na próxima semana queria me encontrar no motel.

Foi assim por muito tempo. Fudemos muito e, em uma de nossas saídas, comi aquele rabo gostoso, mas isso conto em uma próxima mensagem.
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