Novinhas – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com ContosSafados.com Thu, 26 Dec 2024 17:35:04 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://contossafados.com/wp-content/uploads/2024/08/chilli.png Novinhas – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com 32 32 Meu Tio Come Minha Mãe e Eu Também https://contossafados.com/conto/meu-tio-come-minha-mae-e-eu-tambem/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=meu-tio-come-minha-mae-e-eu-tambem Sun, 01 Sep 2024 02:20:02 +0000 https://contossafados.com/?p=1996

Passei pela sala e brinquei com ele, dizendo que ele estava muito cheiroso e que também ia tomar banho para ficar cheirosa. Ele aproveitou e me deu um tapa na bunda (como quase sempre), dizendo para tomar banho direitinho. Brinquei dizendo que o tapa que ele havia dado estava muito fraquinho, que não doeu nada.

Faltava uma semana para eu completar 17 anos quando descobri o que era sexo de verdade. Até então, eram apenas alguns beijinhos quase inocentes nos meninos da escola e conversas com as meninas, sem nada muito sério.

A Família

Minha mãe era uma linda mulher de 35 anos, com um corpo maravilhoso. Viúva, trabalhava como enfermeira no hospital da cidade. Meu pai havia morrido em um acidente de caminhão quando eu tinha 5 anos, então fui praticamente criada pelo meu tio Gabriel, irmão do meu pai, que morava com minha mãe fazia uns 3 anos.

Tio Gabriel era um homem lindo de 31 anos, com olhos azuis e, desde que veio morar conosco, sempre me paparicava com brinquedos, doces e muitos abraços. Ele era o tipo de homem que as mulheres da vizinhança viviam dando bola, algo que minha mãe sempre criticava.

Também tinha outro tio, Lucas, que morava perto de nossa casa e sempre vinha nos visitar. Ele também vivia me adulando.

Descobertas

Eu era loirinha, com um corpo bem desenvolvido… coxas grossas, bunda redonda e grande, cinturinha fina e seios pequenos, mas que eu sabia que iriam crescer, pois os da minha mãe eram grandes. O que mais me chamava atenção, e que descobri depois que também chamava a atenção de todos os homens, era minha bucetinha, uma buceta grande e cheinha, com um clitóris bem saliente. Eu sentia ele ficar durinho quando andava de bicicleta ou quando ia lavar no banho.

Uma semana antes do meu aniversário, ao chegar à escola no período da tarde, ocorreu um acidente no transformador e, como a escola ficou sem luz, todos foram dispensados. Após brincar um pouco com as colegas, resolvi voltar para casa e foi aí que descobri as safadezas de meu tio Gabriel com minha mãe.

O Encontro Secreto

Ao chegar em casa, escutei gemidos estranhos e, sem saber o porquê, entrei quietinha, intrigada com aquilo. Ao chegar em frente ao quarto da minha mãe, pela porta entreaberta, a vi na cama com as pernas abertas e meu tio Gabriel com a boca na buceta dela, lambendo-a todinha. Minha mãe gemia e se contorcia toda. Fiquei paralisada olhando aquela cena. Logo em seguida, meu tio se levantou e vi ele peladão com uma pica enorme, grande mesmo, dura com a cabeça vermelha. Ele então puxou minha mãe pelos cabelos e começou a enfiar aquela pica na boca dela, que não conseguia engolir nem metade. Ele dizia vários palavrões, mas o que mais me marcou foi ele dizendo… “chupa minha pica, sua putinha safada”.

O Primeiro Orgasmo

Meu coração parecia que ia saltar pela boca. Instintivamente, levei a mão entre as pernas, por debaixo da saia da escola, e senti um calor e uma umidade que nunca tinha sentido antes. Foi aí que meu tio deitou-se de barriga para cima, com aquela pica enorme apontando para o teto, e minha mãe foi por cima, começando a enfiar aquilo tudo na buceta dela. Pensei que ia rasgá-la no meio, mas ela foi descendo devagarzinho e aquela pica foi desaparecendo dentro dela.

Uma Nova Vida Cheia de Safadezas

Depois de alguns longos minutos, minha mãe deu um gemido forte, quase gritando, e gozou loucamente. Minha mão entre minhas pernas estava completamente melada, escorrendo pelas minhas coxas. Havia tido meu primeiro orgasmo apenas olhando para ela e imaginando-me no lugar dela, sentada naquela pica enorme enterrada na minha bucetinha virgem.

Sai cambaleando dali, entrei no meu quarto e deitei na minha cama, praticamente desfalecida pelos intensos prazeres que havia sentido.

De uma coisa tive certeza a partir daquele dia… aquela pica enorme, grossa e dura ia ter que entrar na minha buceta e me proporcionar o prazer que eu havia assistido entre meu tio e minha mãe. A partir daquele dia, começaria uma nova vida cheia de safadezas.

Planejando o Encontro

No outro dia, mais calma, comecei a analisar o que havia acontecido. Lembrei-me que meu tio sempre dava um jeito de me fazer sentar no colo dele quando minha mãe não estava em casa. Brincava de fazer cócegas, dava-me tapinhas na bunda, dizendo que minha bunda era grande e podia apanhar um pouquinho. Essas brincadeirinhas que agora percebia que não eram tão inocentes como eu imaginava.

Quando eu estava em casa, ficava com shortinhos bem folgados, minissaias, blusinhas curtinhas sem sutiã. Por diversas vezes, pude descobrir, depois de ver o tamanho da pica dele, que sempre sentia um volume duro cutucando minha bunda e na minha bucetinha gorda, principalmente porque ele em casa também usava uns calções folgados e de tecidos bem finos. Fazia tempos que tio Gabriel me bolinava disfarçadamente.

Mas agora, sabendo do que se tratava, quem ia comandar as safadezas era eu. Aquele desejo que ele sentia por mim iria crescer ainda mais.

Provocação e Ação

Dois dias depois do ocorrido, minha mãe foi trabalhar no turno da noite. Logo que ela saiu, meu tio foi tomar banho. Estava calor, então ele colocou um dos shorts bem fininhos e foi para a sala assistir TV. Passei pela sala e brinquei com ele, dizendo que ele estava muito cheiroso e que também ia tomar banho para ficar cheirosa. Ele aproveitou e me deu um tapa na bunda (como quase sempre), dizendo para tomar banho direitinho. Brinquei dizendo que o tapa que ele havia dado estava muito fraquinho, que não doeu nada.

Ele então se levantou do sofá, deu uma corridinha, me abraçou, me apertando e forçando a virar, e me deu mais três tapinhas na bunda com um pouquinho mais de força. Dei um gritinho safado e disse que agora doeu um pouquinho, rindo. Ele então me deu um tapa que realmente doeu, e eu dei um gritinho dizendo que agora tinha doído mesmo.

A Preparação

Ele disse “não fica insultando senão vou dar uns tapas bem dados”. Entrei no banheiro dizendo “seu maldoso, minha bundinha vai ficar vermelha, vou contar para minha mãe!”. Liguei o chuveiro e esfreguei meu grelinho, enorme, e em poucos segundos gozei. Estava ficando louca de tesão com aquilo que estava acontecendo e tinha certeza que ele também!

O Confronto

Depois do banho, coloquei um shortinho bem folgado, sem calcinha, um bustiê pequeno e fui para a sala. A TV estava ligada. Cheguei por trás dele e falei perto do ouvido “agora estou cheirosinha igual você” e dei um beijinho estalado no rosto dele. Só para provocar mais, disse “o último tapa que você deu ficou ardendo, tá vermelho” (mentirinha só para atiçar). Ele então disse “é mentira, nem bati tão forte assim”. Era o que eu queria. Abaixei o lado do short onde tinha levado o tapa e mostrei praticamente um lado da bunda, dizendo “tá doendo sim”, fazendo carinha de choro.

Ele ficou quase sem fala olhando um pedaço da minha bunda e com minha ousadia. Engoliu seco, mas logo brincou dizendo “mentira, tá branquinha, nem marca tem”. Retruquei dizendo que tinha ficado dolorida (mentirinha rsss). Levantei o short e olhei para o calção dele, aquele volume já estava levantando. Ele pegou uma almofada e disfarçadamente colocou em cima. Sentei no mesmo sofá. O que eu tinha imaginado ia começar a acontecer. Ele, recuperado da minha atitude ousada, começou a conversinha cheia de duplos sentidos.

“Tá doendo mesmo, minha princesa?” (eu adorava quando ele me chamava assim). “Um pouquinho… você foi muito ruim” (abafei o riso). “Quer que eu faça uma massagenzinha?” (quase não acreditei quando ele disse isso). “Se o tio prometer que não vai bater de novo…” (minha buceta já começava a melar, antevendo o que podia acontecer). Sorrindo, ele disse “claro que não… vou pegar o óleo de amêndoa da tua mãe, ela diz que faz bem para a pele”. Eu não estava acreditando que ia acontecer coisa boa tão rápido.

O Momento

Quando ele levantou, tentou cobrir o volume que sua pica fazia no short, mas a almofada caiu e deu pra ver o tesão que tinha tomado conta de seu corpo. Com certeza eu não ia deixar de fazer tudo para deixá-lo mais louco ainda.

Ele voltou com o óleo. Eu rapidamente me virei de bruços, colocando uma almofada debaixo do meu ventre. Minha bunda com certeza ficou maior ainda. Pedi para ele a almofada que tinha colocado em cima da pica para tentar escondê-la e coloquei-a embaixo do meu rosto, ficando com um lado do rosto virado um pouquinho para trás. Ele ficou por instantes parado em pé, mas levantando meus pés, sentou-se no sofá e colocou meus pés em seu colo. Só de imaginar ele olhando para minhas coxas, minha bunda arrebitada, minha buceta que já era grandinha devia estar enorme de inchada e toda melada, meu grelo então devia estar querendo furar o shortinho (ainda bem que era bem folgado rss)… eu ouvia… ele respirava pesado enquanto começávamos novamente o joguinho de sedução.

— Como vai fazer… abaixa o short um pouquinho onde ficou doendo…

Devagar, abaixei o short deixando minha bunda enorme toda nua. Ele suspirou.

— Pode passar, tio… devagar, tá…

Seus dedos pousaram em minha bunda, deslizando meio de lado. O toque era extremamente quente. Ele massageou e perguntou com a voz meio trêmula:

— Assim tá bom?

— Sim… é quente esse óleo… é gostoso…

— Eu passo de vez em quando na tua mãe…

— Você bate na bunda dela também? (risos)

— De vez em quando… só que nela eu bato com mais força… (ele tinha entrado no clima de vez… devagarzinho deslizei os pés e senti a pica dele totalmente dura).

— Mas ela não acha ruim de levar tapas? (eu era tão safada)

— Ela gosta, princesa… quase toda mulher gosta de uns tapinhas na hora de fazer amor (as mãos dele deslizavam pela minha bunda quase chegando no meu cuzinho que pulsava desejando que os dedos dele deslizassem por toda parte).

— Tá boa a massagem? (ele sabia que eu estava de safadeza e já tinha resolvido com certeza aumentar o grau de tesão… senti que ele tirava a pica pra fora do calção e esfregava-a nos meus pés… estava molhada).

— Vou massagear com um pouquinho mais de força… é mais gostoso… posso? Não vai doer, princesa… eu prometo… (minha buceta estava completamente encharcada… eu esfregava meus pés descaradamente na pica dele… dura como ferro).

— Vamos tirar o short todo pra não ficar cheio de óleo… pode?

 Entrega Total

Sem pensar, levantei o quadril e ele puxou o short deixando-me completamente nua. Percebi que o short dele também já não estava em seu corpo. Suas mãos começaram a deslizar por minhas nádegas, descendo pelas minhas pernas. Eu tremia e comecei a gemer bem baixinho.

Ele foi com as mãos até meus pés e pegou a pica, simulando que metia entre eles. Quando seus dedos subiram pelas minhas coxas, encontraram minha buceta toda encharcada e dedilharam meu grelo inchado, me fazendo gemer alto. Aqueles dedos me levaram à loucura. Ele enfiou um dedo no meu cuzinho, me arrancando um gemido forte, e eu disse gemendo:

— Tá doendo… (de prazer).

Um tapa bem dado estalou na minha bunda, chamando-me à realidade.

— Aiiiiii… agora doeu…

Outro tapa bem dado estalou na outra bunda e então ele mostrou seu lado macho dizendo:

— Cala a boca, putinha… você ainda vai apanhar mais um pouquinho antes de gozar gostoso… sua vadiazinha safada…

O tesão latente

Levei outro tapa forte e senti sua língua enfiando-se na minha buceta por trás, sugando meu grelo com força. Quase desfaleci de tanto prazer. Ele me virou de frente e chupou minha buceta toda. Meu grelo pulsava entre os lábios dele. Em segundos, gozei pela primeira vez na boca de um homem. E que homem… minha buceta estava totalmente molhada, encharcada.

Ele me pegou e me colocou de frente, sentada no colo dele. Beijou-me na boca, sugando minha língua e enfiando a sua quente na minha. Sua pica deslizava entre os lábios inchados de minha buceta. Meu grelo sentia o calor daquela pica enorme esfregando nele. Os tapas na minha bunda branca continuavam, e suas palavras aumentavam meu tesão:

— Vagabunda tarada igual a sua mãe… só uma pica na buceta pra acalmar uma vadia que nem você… princesa putinha… vou deixar tua buceta inchada…

Eu estava doida para que ele enfiasse aquela pica enorme de uma vez em mim. Então, ele começou a me torturar mais ainda antes de me comer de uma vez. Ele já sentia que era o dono do meu corpo e disse:

— Pede pra eu meter na tua buceta, sua putinha… pede, senão não vou te comer…

Eu estava em transe, doida pra sentir ele penetrar em mim. Nem quase percebia o que ele estava querendo… me transformar em uma putinha submissa. Era o que ele gostava… dominar a mulher. E eu começava a sentir que gostava de ser uma vadia bem vagabunda… igual ou mais que minha mãe. Quase sem perceber, pedi:

— Me come… por favor… quero dar pra você!

Levei um tapa forte no rosto e a voz do macho que ia ser meu dono mandou:

— Pede com vontade, sua puta… pede meu pau na tua buceta, vagabunda…

A Submissão Completa

Um tapa mais forte no outro lado do rosto. A pica no meio das minhas coxas deslizava entre os lábios da minha buceta, me torturando. Eu senti que ia ser assim… com um pouco de dor e o dobro de prazer!

— Me come… me arregaça com esta pica enorme… quero gozar igual minha mãe gozou no dia que vi vocês metendo… mete, seu tarado…

Levei mais dois tapas na cara com muita força. Titio colocou a pica na entrada da minha buceta melada e foi me puxando pra baixo. Senti sua pica entrando na minha buceta sem dó. Meu cabaço tinha ido. Sentei por completo em sua pica, me sentindo totalmente preenchida. Minha buceta era uma buceta de mulher agora.

Ele me deitou e começou a meter que nem um louco. Quando ele começou a gozar, senti minha buceta parecendo que estava pegando fogo. Aquele líquido quente fez com que meu corpo começasse a tremer e se convulsionar. Meu gozo foi tão intenso que gritei de prazer.

Foi tão bom… foi demais… perder o cabacinho com meu tio tarado… tem mais… depois eu conto… tudo!

Conclusão

Esse foi apenas o começo da jornada da protagonista ao explorar sua sexualidade de maneira intensa e proibida. Quer saber mais sobre as aventuras dela? Continue acompanhando nossas histórias para não perder nenhum detalhe.

Vídeo ilustrativo:

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Peguei Minha Sobrinha Tocando Siririca https://contossafados.com/conto/peguei-minha-sobrinha-tocando-siririca/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=peguei-minha-sobrinha-tocando-siririca Wed, 28 Aug 2024 17:43:51 +0000 https://contossafados.com/?p=1925 Quando completei 40 anos aconteceu uma loucura incrível em minha vida que resolvi contar pra vocês.

Tenho uma empresa de assistência técnica em computadores na minha cidade a mais de 10 anos.

Sou casado há 15 anos e tenho um casal de filhos.

Minha esposa tem uma irmã de 38 anos com uma filha que acabou de completar 17 anos.

Samara é o nome da garota e o que chamava a atenção nela eram duas coisas, a altura e a magreza. Tinha 1.74 m e com certeza ia crescer ainda mais. Ela treinava no time juvenil de vôlei da cidade.

Apesar de morarmos na mesma cidade não nos víamos com muita freqüência a não ser nos aniversários e nas festas tradicionais. Minha cunhada tinha ficado viúva há uns 2 anos e se tornara uma pessoa muito religiosa e evangélica.

Sempre fui um cara tranqüilo que trabalhava muito e não fazia muita farra com a mulherada, pois minha esposa era uma mulher bem fogosa e que sabia como satisfazer o maridão. RSS.

Foi então que um belo dia minha cunhada me ligou desesperada dizendo que os computadores de sua padaria estavam com problemas e necessitava urgente de meus serviços profissionais. Fui até lá de consegui solucionar tudo rapidamente.

Depois disso a minha cunhada me pediu que voltasse outro dia pra fazer uma revisão nos computadores pessoais dela e da minha sobrinha que também viviam apresentando problemas.

Minha cunhada e a sobrinha moravam no andar de cima do sobrado onde ficava a padaria.

Depois de 2 dias liguei pra minha cunhada dizendo que estava indo revisar os computadores na parte da tarde e ela então disse que apesar de ter que sair para resolver uns problemas eu poderia ir sem problemas, pois iria deixar a gerente avisada sobre minha visita.

Assim que cheguei à padaria a gerente comentou que minha cunhada tinha saído há uma meia hora e então subi calmamente as escadas para a parte superior do sobrado com minha maleta de serviço.

Na sala havia um computador onde era feita a gravação do sistema de vigilância da padaria e quando entrei pelo corredor onde levava aos quartos procurando o quarto da minha sobrinha onde estaria o outro computador comecei a perceber uns ruídos que pareciam ser gemidos.

Apesar de não imaginar nenhuma maldade logo tive certeza que aqueles gemidos eram de tesão e bem devagar fiquei escutando e notei que vinha do quarto em frente e a curiosidade tomou conta de mim. Se minha cunhada havia saído com certeza só podia ser minha sobrinha que estava ali dentro daquele quarto fazendo sacanagem com alguém.

Porem aquela situação me deixou intrigado porque há uns 6 meses eu havia ido com minha esposa e meus filhos ao aniversário de minha sobrinha e pra mim ela era uma garota jovem e que não despertava atenção.

Mas os gemidos aumentavam de intensidade e movido pela curiosidade meti a mão na maçaneta da porta e percebi que não estava fechada com chave e então abri a porta bem devagar e tive uma visão incrível que me deixou completamente estarrecido.

Não tinha nenhum garoto no quarto, mas Samara minha sobrinha de 17 aninhos estava deitada de bruços na cama totalmente nua com a mão entre as coxas e seus dedos ágeis brincavam entre os lábios de sua bucetinha peludinha. Ela se contorcia como uma cobra se masturbando deliciosamente e gemendo sem pudor. Foi ai que percebi que apesar de magrinha minha sobrinha tinha uma bundinha bem arrebitada e redondinha. Uma toalha de banho estava ao seu lado e deu pra perceber pelos cabelos molhados que a safadinha tinha saído do banho e se masturbava cheia de tesão em sua cama. Os gemidos eram fortes evidenciando o tesão que sentia. Senti que meu pau começou a crescer sem controle e minha bermuda estufou na frente. Meu pau era bem grande e grosso e quando ficava duro não tinha como esconder! RSS.

Dava pra ver que a bucetinha da minha sobrinha estava toda molhada, pois seus dedos até brilhavam de tanto liquido que escorria. Os gemidos ficavam cada vez mais fortes e seu corpo já estava completamente tomado pelo tesão se contorcendo incontrolável.

Quando Samara gozou quase gozei junto com a safada. Ela parecia uma cobra mal matada de tanto que rebolava e se contorcia sem controle gemendo alto como uma putinha tarada. Deu pra ver que seu grelinho era bem saliente e estava bem inchado. Devagar aquela garota tesuda foi se acalmando gemendo baixinho. Meu pau parecia que ia explodir de tanto tesão e foi então que pelo espelho enorme do guarda roupa minha sobrinha safada ao abrir os olhos notou minha presença ali a assistindo se masturbar e então se levantou toda atabalhoada e acabou escorregando e bateu com aquela bundinha gostosa no chão. Na hora resolvi ser solidário com aquela garota safada e entrando no quarto peguei a toalha e todo carinhoso disse:

-calma Samara…não precisa ficar assim…tá tudo bem…não fique nervosa…tá tudo bem minha querida! Não queria te assustar…toma a tolha…para se cobrir! Fique calma…meu anjo!

Ela tremia tanto que dava até dó notar o susto que ela levou a me ver ali em seu quarto e pegando a tolha se enrolou nela e depois de se sentar na beira da cama ela gaguejando sussurrou:

-ai…tio Roberto…que susto…eu…eu…meu coração parece que vai sair pela boca! Nossa…que vergonha…eu …eu…nem sei…o que dizer! Que vergonha…meu Deus!

Para deixá-la bem calma me sentei ao seu lado e carinhosamente sorri dizendo:

-Samara querida…não precisa ficar assim…isso que vc tava fazendo é completamente normal…os hormônios estão em ebulição no seu corpo…as garotas de sua idade fazem muito isso…não precisa ficar assim tão nervosa! Tá tudo bem!

-eu…eu…nossa…se minha mãe souber disso…ela me mata…ela é muito brava…principalmente sobre sexo… vive me dando sermões…ela nem sonha que eu faço isso…nossa!

-Samara…se acalma meu anjo…pela minha boca ela não vai saber…fica tranqüila! Eu sei como é…agora…vou te dar um conselho…quando vc for fazer isso de novo…tranca a porta! Pode ter certeza que se fizer isso ninguém vai ter ver! Vc vacilou…querida! RSS.

Ela então deu um sorriso tímido e disse:

-bem…isso é verdade! RSS. Pode deixar que da próxima vez…vou seguir seu conselho…nossa levei um susto que vai demorar um bom tempo pra esquecer! Pensei que ia me dar um treco! RSS.

Como senti que ela se acalmara resolvi brincar pra acabar de vez com aquele clima constrangedor e disse:

-é? Na verdade acho que minha querida sobrinha ia ter um “treco” quando estava gozando…até achei que vc ia desmaiar de tanto tesão! Vc sempre goza assim garota?

Ela então sorriu e disse:

-bem tio…ja que vc viu tudo não tem como esconder né! Sim…eu adoro brincar assim…eu tenho uma amiga do vôlei que me ensinou…muitas coisas…e eu adorei! Mas pra mim…é normal!

A conversa continuou bem tranqüila e reveladora.

-Claro querida…todo mundo sente tesão…uns mais…outros menos! Mas só pra vc saber…nossa família é bem tarada…sua tia minha esposa…é uma tarada….a gente transa que nem louco…ela adora sexo! Sua mãe também gostava muito antes de seu pai falecer…ele comentava comigo que ela queria transar quase todo dia…agora depois que ela virou crente é que parece que ficou estranha! RSS.

-é? É bom saber disso! Pelo menos não vou ficar pensando que só eu é que sou assim! Nossa tio…de vez em quando penso umas coisas…fico toda molhadinha…e tenho que me masturbar. RSS.

Aquela conversa estava me deixando completamente tarado me fazendo ter uma ereção tão intensa que dava a impressão que se tocasse meu pau com um pouco de força iria se quebrar ao meio e então resolvi que iria também mostrar meu lado safado e então disse:

-Samara…vc com essas safadezas deliciosas acabou me deixando também muito excitado…lembrei-me das loucuras que fazia quando era bem jovem…e te ver rebolando e gemendo daquele jeito na cama…também fiquei todo tarado…quase que me masturbei…junto com vc! RSS.

Minha sobrinha não pareceu ter ficado constrangida com aquela conversa e sorrindo bem safada disse:

-jura tio…nossa…to vendo que nossa família é bem louquinha mesmo! Foi tanto assim? RSS.

Na hora me levantei da cama e ficando em sua frente mostrei minha barraca armada e dando uma apertada de leve disse todo safado:

-claro que sim querida! Olha como estou…parece que vai explodir…ta duro até agora! Acho que vou ter que entrar no banheiro e fazer o que vc fez…brincar…até gozar! RSS.

Ela olhou abismada pra frente da minha bermuda e disse:

-nossa tio…que coisa enorme…o Sr. tem! RSS. Eu já vi de dois meninos da escola…nas festas…e não eram assim…nossa tio…eu não sabia que ficava assim…tão grande! RSS.

Na verdade a safadeza já tinha se instalado em minha mente e meu juízo já tinha ido embora e sem pensar muito comecei a querer levar aquela loucura adiante e sorrindo disse:

-mas…vc já pegou no pau dos garotos Samara…pode me dizer…acho que sabe que pode confiar em mim!

-sim…mas só por cima da roupa! Tenho medo de começar e não conseguir parar tio! RSS.

-é verdade…tesão é quase incontrolável…mas é uma delicia…acho que estou assim com muito tesão porque faz 4 dias que não transo…tua tia está menstruada! RSS. E depois de ver vc gozando gostoso deitadinha na cama brincando com sua bucetinha…ai não tem jeito de não ficar assim…bem duro! RSS.

Samara sorria toda safada e não tirava os olhos do volume na frente da minha bermuda e então continuei:

-bem…acho que minha querida sobrinha safadinha tá precisando tomar outro banho…sua bucetinha deve tá ensopada…de tanto que gozou! Antes de começar a arrumar os computadores também vou ao banheiro! Mas me fala uma coisa querida…o tombo que vc levou da cama…não deixou seu bumbum machucado? RSS.

-acho que não tio…acho que foi mais o susto…vou deixar escorrer bastante água nele…talvez fique só um pouco roxo! To acostumada a levar tombos na quadra…sempre some rápido as manchas! RSS.

-Tomara que sim…vou ficar triste se ficar marcado por causa do susto que causei na minha linda sobrinha…seu bumbum é muito lindo pra ficar com mancha roxa! RSS.

-tio…vc já falou que meu bumbum é lindo várias vezes…assim vou ficar me achando. Acho que sou muito magra …queria ter corpão…igual outras garotas…com pernas grossas e seios grandes! RSS.

-que nada garota…vc vai muito mais bonita que as outras garotas…se quiser vai poder até ser modelo…alta e elegante…com uma bunda arrebitada…não tem garoto que não vai querer te agarrar! RSS.

Ela deu uma gargalhada e toda safada disse:

-tio…espero que o Sr. esteja certo…tenho certeza que vou gostar…muito! RSS.

Foi então que Samara levantou a toalha e empinando a bunda para mim sorriu dizendo:

-tá vendo tio…não ficou marca do tombo…só ficou um pouquinho dolorido…acho que foi só o susto mesmo!

Ela entrou no banheiro e logo escutei o barulho do chuveiro e em seguida fui ao outro banheiro e em segundos tirei o pau pra fora da bermuda e depois de uma meia dúzia de bombadas gozei que nem louco no vaso sanitário. Espirou porra pra todo lado. Gozei como há muito tempo não gozava. Parecia que tinha um litro de porra armazenado no meu saco. Gemi forte imaginando minha sobrinha virgem e safada peladinha rebolando na cama como uma puta.

Dei uma limpada rápida e fui pra sala começar a revisão no computador. Quando estava terminando minha sobrinha apareceu na sala com uma mini-saia e uma blusinha curtinha toda cheirosa dizendo brincando:

-tio…pronto…estou toda molhadinha ainda…mas é do chuveiro! Adoro sair do chuveiro sem me secar direito…gosto de sentir o corpo secando aos poucos! Que coisa maluca né? RSS.

-é…cada louco com sua mania…mas vc com certeza pode fazer isso! Toda garota linda pode tudo! RSS.

-humm…assim desse jeito…vc vai me deixar mal acostumada! RSS. Mas e ai tio…conseguiu se acalmar? RSS.

-sua safadinha…pelo jeito vc só tem 17 anos na certidão de nascimento! De cabeça e de corpo…vc parece que tem bem mais…sua pilantrinha safada! RSS.

Ela deu um sorriso e então continuei dizendo:

-bem…agora deixa ver o seu computador…tua mãe disse que vc reclamou que está lento demais! Vamos fazer uma limpeza nele!

Fui até seu quarto e me sentei na poltrona em frente do computador e Samara ficou de pé ao meu lado e então comecei a dar uma olhada na maquina. Removi uns vírus que deixavam o computador lento e enquanto deixava tudo organizado resolvi voltar a falar de safadeza e disse:

-Samara…adorei o cheiro desse sabonete que vc está usando…é uma delicia…cheiro de mulher bonita!

A safadinha encostou-se ao braço da poltrona e toda sorridente disse:

-é tio…eu adoro ficar cheirosa…adoro me sentir bem feminina…gosto de usar roupas assim bem curtinhas…pena que minha mãe fica me podando…aproveitei pra colocar essa mini-saia e esse topzinho enquanto vc está aqui…e minha mãe vai demorar pra voltar…com ela por perto ela não deixa usar esse tipo de roupa! Quando vou pra casa das amigas levo roupas escondidas na bolsa pra ela não ver! RSS.

-Samara…realmente vc está linda assim…vc fica muito sexy e sensual! Fala-me uma coisa querida…que tipo de calcinha está usando por baixo dessa mini-saia? Espero que seja uma bem pequenina! RSS.

-Eu queria que fosse fio dental mas mamãe não compra assim…então enfio tudo no reguinho e fica atoladinha …minhas amigas fazem assim também! RSS.

Todo safado decidi arriscar uma safadeza legal e disse:

-humm…adoro calcinha enfiada no reguinho…vc podia mostrar para o tio…deixa-me ver! RSS.

Nem precisei pedir duas vezes e em instantes ela levantou a mini-saia e empinou aquela bundinha linda dizendo toda safada:

-pronto tio…o que vc achou…gostou da minha calcinha atoladinha?

Meu pau nem parecia que tinha gozado meia-hora antes e começou a crescer dentro da bermuda e todo tarado continuei:

-Minha sobrinha…assim vc arrasou…super linda! Mas…olhar essa bunda deliciosa assim tão pertinho ta deixando meu pau duro novamente! RSS. Olha como me deixou…sua safadinha linda!

Ela olhou e sorrindo toda safada disse:

-nossa tio…tá enorme de novo…que grandão! RSS.

-é Samara…vc é a culpada disso! RSS. Mas vou te falar uma coisa minha querida…apesar de ficar linda assim de calcinha…tenho certeza que prefiro vc do jeito que te vi deitada na cama…sem nada…peladinha! RSS.

Samara não abaixava a saia e então todo safado levei minha mão até suas pernas e fiquei apertando de leve suas coxas um pouco acima do joelho e então minha sobrinha disse uma coisa que me deixou tarado:

-quer…que eu tire a calcinha tio! Vc foi tão legal comigo que se quiser eu tiro!

Nem pestanejei e todo tesudo disse:

-claro que sim…se vc quiser…pode tirar…querida!

Foi quase inacreditável mas Samara em segundos tirou a calcinha e voltou a encostar-se à poltrona e sem pensar em mais nada deslizei minha mão entre suas pernas e conforme a fui subindo minha sobrinha foi abrindo as coxas e logo meus dedos deslizavam entre os lábios de sua bucetinha virgem. Quando toquei seu grelinho duro ela deu uma gemida forte e em seguida peguei sua mão e levei até meu pau. Ela apertou com vontade. Abri o zíper e tirei-o pra fora e ela então pegou deliciosamente e toda safada sussurrou:

-ahh tio…como é quente…nossa…que grosso que é…eu achava que não era desse tamanho…é uma delicia pegar…nossa…ahh…tio que mão gostosa vc tem!

O tesão tomou conta de vez e todo tesudo disse:

-Samara…vc é uma garota muito safada e deliciosa…que bucetinha gostosa…teu grelinho tá durinho…sua tarada…rebola nos meus dedos…deixa o tesão tomar conta do seu corpo…ahhh!

Minha sobrinha passou a rebolar totalmente entregue e em segundos sua bucetinha estava completamente ensopada. Ela punhetava minha pica dura como aço gemendo e rebolando nos meus dedos.

Depois de alguns segundos quase que instintivamente fui puxando minha sobrinha putinha em direção ao meu colo e quando ela docemente se sentou de costas pra mim sua bundinha redonda e empinada se encaixou perfeitamente fazendo minha pica grossa e dura agasalhar entre suas coxas. Quando ela sentiu a cabeça da minha rola deslizar entre os lábios ensopados de sua bucetinha virgem Samara pareceu que sabia perfeitamente o que fazer e rebolava como uma louca. A cabeça da minha pica toda babada deslizava firme provocando prazeres que nos deixavam completamente tesudos e sem juízo.

Antes que aquilo ficasse ainda mais sem controle levantei minha sobrinha do meu colo e coloquei-a de 4 na beira da cama com aquela bundinha toda exposta e enfiei meu rosto entre suas coxas ensopadas e meti a língua naquela bucetinha virgem lambendo e sugando seu grelinho duro que saltitava entre meus lábios.

Samara gemia alto sem controle e rebolava como uma puta experiente e não demorou pra dar um grito e gozar copiosamente na minha boca. Minha sobrinha parecia mijar de tanto liquido que expelia de sua bucetinha virgem tesuda. Todo tarado meti meu dedão no seu cuzinho que piscava sem controle. Eu não conseguia pensar em mais nada a não se em gozar e em seguida dei um tapinha na bunda da safada e todo tarado disse:

-Senta na cama…sua putinha safada…quero gozar…agora é sua vez…chupa minha pica…vou encher essa boquinha tesuda de porra!

Samara não demorou mais que 10 ou 15 segundos pra segurar minha pica entre suas mãos e começar a lamber a cabeça toda babada. Logo eu fodia sua boquinha como se fosse uma buceta e a vadia não refugava de jeito nenhum e engolia o maximo que podia em segundos dei um berro e comecei a ejacular loucamente na

sua garganta. Minha porra foi sendo sugada sem nenhum pudor. Samara engoliu quase tudo com prazer.

Quase nem dava pra acreditar que aquela garota magra e quase sem seios sabia como chupar uma pica enorme e grossa como a minha.

Quando olhei o rosto de minha sobrinha ela deu um sorriso cheio de tesão e sussurrou:

-tio…que delicia…essa brincadeira…nossa…muito melhor do que imaginei! Nossa…vou querer mais! RSS.

Também sorri e todo tarado disse:

-Samara…vc é uma maluquinha tarada…quase nem acredito que ainda é virgem! RSS.

-ainda sou tio…mas depois de hj…acho que não vou conseguir ficar virgem muito tempo! Foi tão gostoso… que tenho certeza que vou querer tudo…logo! RSS.

-garota…vc é muito tarada…ja pensou se alguém fica sabendo sobre isso! Nossa…nem quero pensar no que pode acontecer…vc tem 17 anos…Deus me livre!

-tio…na boa…fica sussu! Juro não vou contar pra nenhuma amiga…pode ter certeza! La na escola quando alguém apronta alguma coisa…todo mundo fica sabendo! Não quero ficar mal falada! Minha fama já não é muito boa! RSS.

-sua safada maluca…espero que vc tenha um pouco de juízo e seja discreta! RSS.

-mas…tio…quando vc vai voltar pra “ver” os computadores de novo? RSS.

-Samara…aqui não podemos fazer esse tipo de coisa…é loucura demais…ja pensou se chega alguém?

-tio…pode pensar em dar um jeito…pra gente brincar de novo…não quero nem saber…vou querer outra vez!

-tá bom…vou pensar…em algo…depois a gente se fala…liga na loja…o telefone tá na etiqueta que colei no computador!

Sai dali e fui embora com minha cabeça a mil e foi então que lembrei que nos fundos da minha loja de assistência tinha uma edícula onde eu guardava sucatas e outras coisas e então tive a certeza que ali seria um lugar bem seguro pra esse tipo de safadeza.

No outro dia logo cedo mandei a faxineira fazer uma limpeza em um dos quartinhos e coloquei umas poltronas usadas, instalei ventiladores e deixei tudo arrumado aguardando que minha sobrinha deliciosa ligasse.

Samara só me ligou 4 dias depois e até achei que a maluca tivesse desistido daquela loucura.

Ela então me contou que tinha levado um tombo na escada e torcera o pé e o ortopedista tinha recomendado repouso e aplicações de gelo e por causa disso não pode sair de casa.

Quando ela perguntou toda safada quando iríamos nos encontrar combinamos para o outro dia na parte da tarde. Samara disse que depois do treino de vôlei iria até minha loja.

Quando minha sobrinha chegou entrou pelo corredor lateral da loja sem que ninguém percebesse e logo sai dizendo que iria atender um cliente.

Minha sobrinha estava com um shortinho de lycra bem justinho que mostrava seu corpinho tesudo e logo estávamos nos agarrando com muito tesão. Ela demonstrava estar mais atirada que da primeira vez e quando me dei conta estávamos completamente nus e Samara estava ajoelhada entre minhas coxas mamando na minha pica com uma volúpia incrível.

Logo minha sobrinha mostrou que iria se tornar uma putinha bem devassa pois depois de alguns minutos chupando minha rola deu um sorriso bem safado e disse:

-tio…faz igual aquele dia…lambe minha bucetinha por trás…me faz gozar bem gostoso…até sonhei com isso!

Naquele instante percebi que Samara tinha nascido pra ser uma puta de verdade…só a idade é que não combinava com sua safadeza e resolvi que ia tratá-la como uma mulher…sem frescuras e todo tarado disse:

-sua putinha tarada…gosta de ser lambida assim…igual uma cadelinha…sua putinha safada! Vou te fazer gozar mais gostoso hj…ahh se vou! Fica de 4 sua putinha…e abre bem essas pernas!

Samara em segundos estava toda arreganhada diante de meus olhos no sofá e seu grelinho durinho denunciava todo seu tesão e peguei-o entre os lábios e suguei-o com maestria. Ela rebolava sem pudor e logo estava completamente ensopada. A putinha gozou rapidinho. Eu lambia sua bucetinha peludinha desde o grelinho até seu cuzinho rosado que piscava loucamente quando eu metia a língua no seu anelzinho.

Samara gemendo toda tesuda implorava sussurrando:

-ahh tio…que delicia…assim…chupa…lambe tudo…ahhh…que tesão…não para…quero gozar…de novo…adoro sentir a língua quente na minha bucetinha e no meu cuzinho…é uma delicia…ahh!

Ajoelhado atrás daquela putinha eu fazia com prazer o que ela pedia e logo metia um dedo naquele cuzinho tesudo. Ela passou a rebolar mais ainda e só pra testar o tesão da safadinha dei uns tapinhas naquele bumbum empinado. Ela deu uns gritinhos safados mas nem se importou e logo dei uns tapas mais fortes.

Gemendo mais alto Samara passou a se contorcer sem controle e gozou novamente de uma forma tão intensa que chegou a escorrer pelas suas coxas. Eu tinha dois dedos enterrados no seu cuzinho que também estava completamente úmido.

Meu parecia uma rocha de tão duro e sem pensar em nada me levantei e fiquei de pé atrás daquela bumbum todo exposto e passei a deslizar minha rola por aquela rachinha virgem e entre suas nádegas dizendo tesudo:

-rebola na pica do tio…sua putinha tarada…mostra…que vc gosta de pau…sua safada…abre seu bumbum… com as mãos…quero ver vc assim…toda arreganhada…mostra…sua putinha!

Dei dois tapas mais fortes em cada lado da bunda da safada e ela toda submissa fez o que mandei e quando vi aquele cuzinho se contraindo bem diante dos meus olhos encaixei a cabeçona toda babada e dei uma fincada firme. Acho que de tanto tesão que estávamos sentindo a cabeça pulou firme dentro daquele cuzinho.

Samara deu um gritinho e tentou ir pra frente mas o encosto da poltrona não deixava e então sem dó comecei a enfiar minha pica enorme naquele cuzinho tesudo e todo tarado sussurrei:

-ahh…que cuzinho delicioso…vou te enrabar sua putinha…dá esse cuzinho pro tio…vou te comer bem gostoso…relaxa…que vai ser gostoso…dá…pra mim…ahhh!

Minha sobrinha gemia de dor mas logo senti meus pelos colando naquela bundinha empinada. Eu estava inteirinho dentro dela totalmente engatado. Meu pau latejava de prazer naquele cuzinho quente como fogo. Passei a meter bem devagar e Samara logo correspondeu passando a rebolar na minha rola enorme. Ela gemia agora de prazer e passei a comer aquela bundinha como merecia ser comida. A penetração era total. O barulho do meu púbis batendo forte naquele bumbum era um prazer indescritível e logo dei um berro e comecei a encher aquele cuzinho de porra fervente. Minha sobrinha deu um grito e também começou a gozar copiosamente pelo cu se contorcendo sem controle. Meti forte e sem dó até o talo. A vadia levou vara naquele rabinho delicioso e adorou ser enrabada daquela maneira.

No pequeno banheiro que havia ali tomamos banhos juntos e examinando o cuzinho da minha sobrinha putinha deu pra notar que só havia ficado um pouco inchado mas a vadia agüentara minha pica enorme e grossa sem problemas e tive certeza que dali pra frente eu iria ter um rabinho delicioso pra meter gostoso.

E isso realmente aconteceu e toda semana após os treinos minha sobrinha putinha vem até os fundos da minha loja pra levar rola naquele cuzinho delicioso e engolir porra com sua boquinha sequiosa. Em pouco tempo aquele corpinho magrinho começou a se desenvolver e já mostrava que ia ficar super gostosa.

Samara se revelava uma ninfomaníaca sem nenhum pudor.

Durante nossas conversas fiquei sabendo que desde os 15 anos ela “fazia brincadeiras sexuais” com duas amiguinhas do colégio.

Durante um ano enrabei minha sobrinha putinha com minha rola grossa sem que ninguém desconfiasse a não ser minha esposa que sentindo nossas transas diminuíram um pouco de intensidade chegou a insinuar que eu podia estar “pulando cerca”. RSS.

Samara quase sempre implorava pra que eu tirasse o cabaço de sua bucetinha, pois das três amigas inseparáveis do colégio ela era a única que permanecia virgem. Apesar de desejar meter a pica naquela bucetinha virgem tesuda sempre consegui me controlar. RSS.

Porém…um dia depois de um bom tempo…pude meter minha pica grossa naquela bucetinha tesuda…mas isso vcs só vão saber depois…na continuação desse conto!

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A Secretária Novinha Fez de Tudo Comigo https://contossafados.com/conto/a-secretaria-novinha-fez-de-tudo-comigo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-secretaria-novinha-fez-de-tudo-comigo Wed, 28 Aug 2024 17:39:06 +0000 https://contossafados.com/?p=1914 O primeiro emprego, assim como a primeira “foda” ninguém nunca esquece e, para aquela menina de 15 anos que veio a trabalhar no meu escritório, que fica localizado em uma cidade do interior de Santa Catarina, certamente não seria diferente.

Tais fatos ocorreram no ano de 2002. Eu estava ao longo dos meus 29 anos de idade e, prestes a ser pai, pois, minha mulher estava grávida de 5 meses e, desde que engravidou não queria mais manter relações comigo, pois tinha alguns “preconceitos” com relação ao sexo na gravidez. Portanto, eu estava naquela “seca” e, diante disso, meu membro estava como um “lord”, ou seja, quando via uma mulher bonita, levantava.

Pois bem, eu tinha uma secretária em meu escritório e, ela teve de sair, pois, iria morar em outra cidade, entretanto, me perguntou se, no lugar dela eu não poderia contratar sua prima, que era uma menina nova que recém tinha feito 16 anos de idade, e era muito aplicada, séria e poderia muito bem assumir o papel de recepcionista. Eu disse que faria um teste e, então, no dia seguinte ela veio e trouxe sua prima. Uma “menina” com um corpaço de mulher ao longo de seus 1m 67 cm e 53 kg, cabelos castanhos claros, olhos azuis que mais pareciam dois diamantes reluzentes e brilhavam quando me olhavam, além de uma boca carnuda e vermelha, daquelas de tornear pinguelo e que só vemos em filmes. Tinha algumas sardas no rosto, típicas de sua idade adolescente e uma bunda fenomenal, que ficava muito bem torneada em meio aquele jeans justinho que ela usava. Não titubeei e apenas de olhar, resolvi contratá-la como experiência.

Suas primeiras semanas mostraram que era uma “menina” muito esperta e atenciosa, pois, fazia a recepção dos clientes com desenvoltura, além de atender com clareza e firmeza as ligações. Notei um crescimento grande nela e uma vontade grande de aprender, mas, não bastasse tudo isso, percebi que ela constantemente me olhava com aqueles enormes e lindos olhos azuis de forma que, à cada olhada eu perdia uns 3,0 kg. Sim, ela me secava de forma insaciável e eu, naquela seca, correspondia ao seu olhar e, por muitas vezes me dirigia até o banheiro para tocar uma punheta só imaginando aquela boca carnuda abocanhando minha pica. Esta era minha fantasia, mesmo porque, diz o ditado que, “onde se ganha o pão, não se come a carne”.

Bom, voltando ao assunto, meu escritório começava às 8:30 horas, mas, eu sempre chegava às 7:50 hs e, a minha secretária ninfeta já estava lá, pois, vinha às 7:30 hs de carona com o pai dela, sendo que, certo dia, ao chegar, e como sempre na minha cordialidade, desejei um bom dia e, ela respondeu da mesma forma. Ao olhar para trás, percebi que ela novamente me comia com os olhos e, então, em meio àquela estonteante “seca” de botar o deserto do “Saara” no chinelo, e levando-se em conta a premissa de que moça séria para mim é aquela que “quando trepa não ri”, me dirigi à ninfeta e, comecei a puxar assuntos diversos. Contudo, nada ligado ao trabalho em si.

Notei que no começo ela estava um pouco tímida e, quando ela começou a se soltar, então a elogiei e falei para ela que ela era muito esforçada, pois, aprendia as coisas muito rapidamente e que eu gostava muito disso, principalmente do interesse dela pelo trabalho. Então ela sorriu para mim e, a partir daquele momento disse para ela que, da mesma forma eu não poderia deixar de perceber os olhares que ela me direcionava com aqueles lindos olhos azuis e que mais pareciam dois diamantes reluzentes e, isto estava mexendo muito comigo.

Nesse momento vi que sua face ficou rubra e, então, para não deixá-la sem graça, falei para ela não se envergonhar, pois, eu gostava muito do olhar dela e, se não fosse verdade eu não iria correspondê-la com meu olhar. Então ela novamente sorriu e, quando assim o fez, me abaixei mais perto dela e disse para ela que estava morrendo de vontade de dar um beijo bem molhado nessa boca linda. Ela ficou mais vermelha ainda, mas, me disse que deixaria dar apenas um “selinho”. Então eu fui dar o tal do “selinho” nela… Pois, dei um beijo daqueles de cinema, sugando todo o ar de seus pulmões e, durante o beijo, deu para senti-la esfregando aquele corpinho e seus peitinhos no meu corpo, a ponto de ver aqueles biquinhos de seus peitos durinhos apontados para mim. Que tesão que me deu e, como um vício, passamos a ficar mais constantemente e, aos poucos eu ia chegando mais e mais, mas, não entendia o porquê daquele medo dela em chegarmos ao “finalmente”, até que certo dia ela me revelou ser virgem e, não era no signo.

Após ouvir aquilo, meu tesão começou a aumentar ainda mais e, comecei a investir mais naquela ninfeta gostosa que ficava comigo todos os dias e, passados mais algum tempo ela já estava a me permitir chupar aqueles pares de peitos empinados e duros e com um mamilinho empinado e apontando para o horizonte.

Não via o momento de enfiar meu cacete nela e, já estava virando um atleta de banheiro de tanta punheta que já tinha batido para ela. Já havia feito vários convites para sair com ela e, infelizmente ela ficava com muito medo e, isso se devia a vários fatores, dentre os quais ela ser de menor de idade, ser minha funcionária e a minha mulher estar grávida. Por isso fui indo com calma. Todavia, teve um dia que insisti mais em sair com ela e, ela resolveu ceder, pois, nós já estávamos há aproximadamente uns 20 dias nos passando naquele escritório no período que ia das 7:50 hs às 8:30 hs e, a coisa estava ficando cada vez mais quente.

Assim, ela saiu para a escola, pois minha ninfetinha estudava à noite e, marquei com ela de apanhá-la em determinado local. Não tinha certeza se ela iria, mas, quando passei por lá no horário combinado, lá estava ela e, de bate pronto embarcou no meu carro. Ela me perguntou onde eu iria levá-la e disse que iria levá-la para às alturas. Então ela sorriu e fomos para um Motel aqui na cidade e, ela me falou que tinha certo medo, pela dor, mas, a amiga dela que já tinha feito e disse que no começo doía um pouco, mas, depois era muito bom e ela estava morrendo de vontade de fazer. Eu tranquilizei-a e que era para ela não sentir medo e, da mesma forma que ela, eu revelei que não aguentava mais de vontade e, que eu me sentia o cara mais privilegiado do mundo em poder tirar o selo dela.

Chegando no Motel, começamos a nos beijar e, para quem era uma virgem, percebi que entre quatro paredes fechadas e, sem qualquer impedimento, ela estava até que bem soltinha. Tirou minha roupa, me deixando só de cueca, enquanto ela ficou apenas de calcinha. Abracei-a e, meu pau estava tão duro e com as veias tão saltadas que quase rasgou a minha cueca. Então ela sentou na cama, abaixou minha cueca e olhou aquele meu membro de 17 cm por 5 cm de largura e, com uma cara de safada me olhando, se pôs a chupar o meu cacete de forma insaciável. Chupava toda a cabeça do meu pau e, sua saliva escorria pela cabeça do meu cacete. Eu me deliciava em olhar aquela boca carnuda que se alimentava do meu membro. Não demorou muito para vir aquele meu tesão de gozo, pois, além dela chupar o meu pau, ela começou a tocar uma desenfreada punheta contra a sua boca e batia a cabeça do meu pau nos seus lábios carnudos. Eu gemia de tesão. Depois ela se pôs a chupar meus bagos e dar pequenas mordidas.

Perguntei para ela onde que ela havia aprendido isso, pois, até aquele momento estava sendo o melhor boquete que já havia recebido. Ela prontamente me respondeu que assistia a filmes pornôs que a mãe e o pai dela tinham em casa e, quando a mãe saía, ela ficava assistindo. Bom, percebi que as aulas teóricas por vídeo conferência, se é que posso dizer isso, foram bem proveitosas e ela aprendeu bem.

Então ela continuou a se deliciar ainda mais e, as veias do meu pau enrijecido já estavam latejando assim como a cabeça dele que estava quase explodindo de tesão por aquela boca carnuda e molhada. Mesmo assim, segurei o gozo e, logo ela se levantou, olhou nos meus olhos e abaixou sua calcinha. Neste momento segurou no corpo do meu pau e começou a roçar a cabeça dele nos lábios de sua bucetinha virgem. Minha nossa, que tesão que me deu. Passei o dedo pelos lábios e senti aquele gel lubrificante produzido por ela que, me olhava com aqueles olhos penetrantes me desejando e sabendo que hoje iria perder o seu selo.

Olhei de cima para sua xana e, como uma menina virgem, percebi que ela não se depilava e seus pelos formavam uma verdadeira selva densa. Deitei ela na cama e, logo fui beijando aquela minha ninfeta gostosa. Depois, fui descendo com minha língua passando pela imensidão daquele corpinho liso e cheiroso até chegar aquela densa floresta de pelos que fui desbravando até chegar aos lábios da sua bucetinha que estava totalmente molhadinha. Abri aqueles lábios molhadinhos e, comecei à chupar eles e também o seu grelinho rosadinho, fazendo ela gemer baixinho de tanto tesão, depois comecei a olhar mais até ver o seu ímem lá no fundo. Intacto e, não via o momento de corrompê-lo com o meu pau já petrificado de tanto tesão.

Fui subindo devagar e, beijei-a com vontade. Comecei a posicionar o meu cacete que é envergado para o lado esquerdo e, de forma suave deslizava a cabeça dele nos lábios de sua bucetinha virgem. Naquele momento, ela sentindo a cabeça do meu pau roçando em sua buceta, olhou para mim com aqueles diamantes azuis e me falou baixinho que estava pronta para perder o seu cabaço.

Assim fui colocando apenas a cabeça do meu pau na sua bucetinha, enquanto ela ia se contorcendo de tesão. Naquele momento eu apenas alisava os lábios molhados daquela buceta virgem e acariciando a cabeça do meu pau naquele ímem que até então era intransponível.

Quando ela ficou mais à vontade, forcei um pouco a passagem do meu pau e ela me segurou forte, cravando as unhas em minhas costas. Forcei mais um pouco e senti que rompeu, entrando o meu pau inteiro naquela bucetinha gostosa e jamais penetrada. Os olhos dela se encheram de lágrimas, mas, ela continuou firme. Então, sem movimentar meu pau, passei a acariciar ela de forma mais delicada e, quando ela estava se acostumando mais com o meu pau todinho dentro dela, não acusando mais dor, comecei a socar minha pica com mais força, fazendo aquele movimento gostoso de entra e sai. Nesse momento senti que ela começou a gostar e a ganhar mais tesão.

Depois de estar fodendo gostoso aquela bucetinha em posição papai mamão, ela pediu para sentar em cima do meu cacete e, revelou que sempre queria fazer isso. Quando ela fazia o movimento de sobe e desce, comecei a ver aquele sangue escorrendo pelo lado do meu pau que já estava todo rubro. Então ela começou a mexer com mais força e dizia que estava com muito tesão e que aquilo era bom demais. Eu não queria descer o nível na primeira vez dela e falar um monte de palavrões que me davam vontade de tanto tesão que estava sentindo, então silenciei e passei apenas a gemer do tesão que aquela buceta me dava. Logo a vontade de meu pau explodir lá dentro era grande, mas, ainda não era o momento, então me esforcei em segurar. Todavia, minha ninfeta não segurou e, naquele seu movimento frenético de sobe e desce, começou a mexer com mais intensidade sentindo um prazer enorme. Algum tempo depois, após ela virar os olhos, parou o movimento e só falava que tinha acontecido algo bom demais e que era um tesão tão grande que deixou o seu corpo quente e sua boca seca. Não tinha dúvidas, ela havia gozado bem na cabeça do meu pau enrijecido e latejante.

Ela descansou um pouco e, após breve pausa, deixei ela de 4 e, como ela já estava mais imune a dor, comecei a socar meu cacete com força naquela buceta peluda. Repentinamente, ela se levantou da posição de 4 ficando apenas de joelhos. Meu pau saiu completamente ensanguentado daquela buceta rompida e arregaçada e, nesse momento começou a escorrer muito sangue pela perna da minha ninfeta até parar naquele lençol branco. Que tesão eu senti quando percebi que rompi bem o lacre da minha ninfeta gostosa. Naquele momento, minha vontade era de ir lá fora e pendurar o lençol em um varal como um troféu e um costume dos italianos após a noite de núpcias.

Já a minha ninfeta estava esgotada e sua buceta estava bem vermelha e, segundo ela, bem ardida. Então ela me pediu para parar, pois, não estava aguentando de dor. Eu respeitei a vontade dela, todavia, de forma surpreendente, ela me disse que queria me fazer gozar, pois, não era justo ela ficar no um a zero e não ver o homem que a desvirginou não gozar para ela. Dito isso, ela me disse que queria chupar o meu pau até eu gozar.

Obviamente que mais uma vez respeitei a vontade dela. Limpei meu pau daquele sangue e, deixei-a saciar sua vontade. Aliás, sua não, mas, nossa!!! Nisso ela começou chupando o meu cacete petrificado, cujas veias e a cabeça latejavam de tanto tesão vendo aquela boca carnuda lambendo a cabeça do meu pau. Então ela começou a sugar com mais vontade e intensidade, punhetando meu pau contra seus lábios e, depois de algum tempo neste ritmo alucinante, falei para ela que estava vindo a minha vontade de gozar. Então ela, em movimentos ainda mais firmes de vai vem, punhetava meu pau em sua boca e, neste momento pede para eu gozar e lambuzar ela inteira. Minha nossa, que tesão que me deu quando ela falou isso e, não demorou mais alguns segundos quando o meu pau finalmente explodiu gozando. O jato de porra que saiu dele foi de tamanha violência que ela até se engasgou, mas, ainda em meio às tossidas, agarrou firme minha pica e sugou todo o meu caldinho quente.

Depois daquela vez, rolaram muitas outras vezes entre eu e ela, o que ocorreu por mais ou menos dois anos. Hoje ela está casada, com um filho e não nos vemos mais há alguns anos. Nunca mais rolou nada entre a gente, mas, para matar a saudade dela, acabei comendo mais tarde a mãe dela que é uma coroa enxuta casada e pra lá de gostosa, mas, essa é uma outra história.

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Novinha Com o Pai Da Amiga https://contossafados.com/conto/novinha-com-o-pai-da-amiga/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=novinha-com-o-pai-da-amiga Sat, 24 Aug 2024 17:54:29 +0000 https://contossafados.com/?p=1859 A Primeira Impressão

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A Mãe Natureza havia acabado de modelar o meu corpo aos 18 anos, e minha sensualidade atraía olhares masculinos por onde eu passava. Na curiosidade de saber o quanto eu os atraía, comecei a observar e me excitar com o volume da ereção nas suas calças. Mas foi com o pai de uma amiga do colégio que eu me perdi desesperadamente.

Ao contrário dos outros homens, ele parecia não me desejar, embora fosse nítido o volume nas suas calças. Frequentando sua casa, percebi que o volume estava em repouso, e comecei a imaginar qual o tamanho que ele atingiria ereto. Eu não conseguia mais disfarçar meu interesse e criava inúmeros pretextos para chamar sua atenção, mas sempre era ignorada. Frustrada com sua indiferença, dei um tempo de frequentar sua casa. Minha amiga, que não sabia do meu desejo pelo seu pai, dizia que ele era um velho babão e que vivia perguntando por mim.

O Reencontro

Fiquei excitada ao saber que ele havia sentido minha falta. No dia seguinte, vigiei até minha amiga sair para o colégio e fui à sua casa com um ar de inocente. Toquei a campainha e ele atendeu. Perguntei por ela e ele disse que já tinha ido. Indecisa quanto ao meu próximo passo, ele perguntou com certa aspereza se eu queria mais alguma coisa ou deixar um recado. Num estalo, disse que aceitava um copo d’água.

Ele me convidou a entrar e fechou a porta. Eu o acompanhei até a cozinha e ele me serviu. Nos examinamos gole a gole até que o copo secou. Ele voltou a perguntar se eu queria mais alguma coisa. Com um tímido sorriso, perguntei se poderia ir ao banheiro e ele apenas me estendeu o braço como autorização.

O Momento Decisivo

Precisava urgentemente me secar, minha calcinha estava ficando toda babada. Antes de sair do banheiro, decidi que seria mais direta com ele. Ao abrir a porta, fiquei surpresa ao vê-lo me aguardando do lado de fora. Ele me segurou firme pelos braços e perguntou, com o rosto quase colado ao meu, se eu realmente sabia o que queria.

Era completamente estranho o misto de sentimentos entre o medo e o tesão. Meu corpo todo estremeceu, meu coração acelerou, meu ar faltou e minha calcinha voltou a se ensopar. Sentia os meus líquidos escorrendo entre as pernas e instintivamente as cruzei, tentando conter o orgasmo. Percebendo isso, ele me conduziu pela mão em direção ao seu quarto, sentou-se na beirada da cama e disse que eu merecia ser castigada por estar matando aula. Perguntou se eu concordava com ele e, assustada, apenas assenti com a cabeça.

O Castigo

Ele me fez curvar sobre suas pernas, levantou minha saia e acariciou minha bunda. Quando relaxei, desferiu a primeira palmada. Estava muito excitada e vinha me segurando para não gozar. O grito de dor veio acompanhado do meu orgasmo. Ele me deu mais cinco palmadas até sentir que eu estava toda molhada na sua perna. Logo em seguida, puxou minha calcinha para o lado e introduziu um dos seus dedos, rapidamente começando a friccionar.

Foi um sentimento novo e estranho. Minha bunda estava dolorida das palmadas, mas minhas pernas estavam moles após o intenso orgasmo. Sentia-me super excitada sendo possuída pelos seus dedos. Estava quase chegando novamente ao prazer quando ele parou, me pôs de joelhos na sua frente e me serviu seus dedos melados do meu prazer. Inconscientemente, comecei a chupá-los. Quando estava começando a sentir prazer nisso, com a outra mão ele me esbofeteou.

A Escolha

Fiquei caída e encolhida aos seus pés, sem entender a razão dessa nova agressão. Ele disse que eu não era tão má e que concederia o direito de escolha. Eu poderia me levantar e ir embora ou ficar para ver o que tanto desejava.

Eu continuava caída no chão, muda, olhando para ele com receio. Ele voltou a dizer que não poderia ser meu namoradinho, que um homem experiente queria uma mulher para fazer sexo e não passear no shopping de mãos dadas. Se eu quisesse ir embora, não iria me impedir; se eu ficasse, nossa relação se resumiria apenas em sexo.

Acuada, quando ele tentou me tocar, pedi calma. Carinhosamente, ele me recolheu do chão e me sentou no seu colo, acariciou meu rosto, retirando o cabelo que o cobria, e beijou suavemente os meus lábios. Começou a desabotoar minha blusa. Meu coração estava a mil e novamente, com uma voz suave, pedia calma. Disse que tudo dependia de mim. Se eu fosse boazinha, ele me trataria com carinho; se fosse malvada, ele me castigaria.

A Entrega

Quando terminou de tirar minha roupa, mandou que eu me levantasse para admirá-la melhor. Tímida, tentei cobrir o corpo com os braços e ele balançou a cabeça, advertindo-me para ser boazinha. Temendo uma nova agressão, relaxei rapidamente os braços. Ele circulou, observando-me, e alisou meus peitos sem que eu reagisse. Inesperadamente, na segunda volta, deu um chupão no meu pescoço, deixando-me toda arrepiada. Mandou que eu me deitasse na cama e saiu do quarto.

Foram momentos de angústia e agonia tentando decidir entre ir e ficar. Quando finalmente me levantei, ele retornou. Olhou-me friamente e perguntou se eu queria ir embora ou estava pronta para ter o maior orgasmo da minha vida. Minhas pernas tremiam e eu estava completamente indecisa, mas acabei voltando para a cama. Ele havia ido ao banheiro e trouxe toalhas, uma bacia com água, uma lâmina e creme de barbear. Carinhosamente, começou a espalhar a espuma; sua lâmina afiada percorria meu corpo, deixando uma suave ardência. Quando terminou de esfregar a toalha úmida, minha xoxota estava completamente lisinha e sensível aos seus toques. Ela latejava tanto que eu já havia perdido a conta de quantas vezes gozei na sua boca. Estava tão excitada que não aguentava mais sentir sua língua tocando meu corpo. Já nem sabia se ainda o queria ou se o repelia.

O Clímax

Ele me olhava fixamente enquanto se despia, e quando o seu imenso cacete negro pulou para fora, me espantei. Eu era praticamente uma virgem tendo minha primeira relação sexual. Já havia me masturbado algumas vezes, mas além dos meus dedinhos, só os dele haviam entrado na minha xoxota, e seu cacete parecia valer por toda a minha mão e ter o comprimento do meu antebraço. Nu, ele veio em minha direção e eu me acuei. Ele me puxou pelas pernas, já me abrindo toda, pronto para me possuir, quando gritei que ainda era virgem.

Ele começou a balançar a cabeça em negativa, dizendo que eu era uma menina má e que teria que pedir para ser possuída ou seria castigada. Sem resposta, ele me deu uma bofetada e rapidamente levei minhas mãos da xoxota para a face, esfregando a dor. Estava deitada entre as suas pernas e minha xoxota ficou completamente exposta, mas ele não a penetrou. Começou a bater e esfregar o cacete na minha xoxota. Excitada, logo comecei a gemer e desejar que ele me possuísse, mesmo sem saber se seria capaz de suportar todo o seu tamanho. Quando ele apontou o cacete na entrada da minha xoxota molhada, ela cedia espaço para ele entrar, mas ele logo tirava e insistia em continuar batendo e esfregando seu imenso cacete. Numa dessas vezes, puxei-o de encontro ao meu corpo e parte do cacete me invadiu rapidamente, me fazendo faltar o ar. Mas novamente ele retirou e, continuando sua excitante agressão à minha xoxota, não demorou muito para que, extasiada, eu o implorasse para me possuir. E ele assim o fez.

Seu imenso cacete negro, quente e pulsante, me invadiu pouco a pouco. Ainda faltava a metade para ele entrar, mas a suave dor que se iniciava me dizia que ele já havia chegado ao fundo. Minha xoxota latejava quando ele iniciou o vai e vem e eu firmava os braços na sua cintura, tentando conter seu avanço. A profusão de sentimentos entre dor e prazer era tanta que, aos poucos, meus braços cederam, envolvendo-o num forte abraço, fazendo com que todo o seu cacete me invadisse por completo até nossos corpos se encostarem. Logo depois, uma onda de calor começou a brotar no interior da minha xoxota, seguida de várias pulsações fortes do seu cacete enquanto ele urrava no meu ouvido o seu prazer. Exaustos, ficamos deitados lado a lado entre os lençóis. Pensava em tudo o que havia me acontecido naquela tarde enquanto acariciava seu corpo másculo. Após ele ter diminuído, seu imenso cacete negro já não me assustava tanto ao ponto de, mesmo dolorida, ainda desejar que ele estivesse pulsando dentro de mim.

A Partida

Tive que ir embora com o avançar das horas. Não poderia levantar suspeitas do nosso relacionamento, mas prometi ser boazinha e retornar no dia seguinte para uma nova lição.

Reflexão

Eu estava de mudança quando reencontrei meu diário em meio à bagunça. Me emocionei relendo algumas das minhas lembranças antes do casamento e escolhi este trecho da minha vida para compartilhar com vocês. Espero que tenham gostado e, quem sabe, em outra oportunidade, eu volte para contar algum trecho mais picante.
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Vídeo Ilustrativo:

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A Amiga da Minha Prima me Deu Gostoso https://contossafados.com/conto/a-amiga-da-minha-prima-me-deu-gostoso/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-amiga-da-minha-prima-me-deu-gostoso Thu, 08 Aug 2024 00:32:55 +0000 https://contossafados.com/?p=1901 O dia que transei com a amiga da minha prima

Depois que voltei do Canadá e antes de ir pro navio, me aventurei a fazer facul de Propaganda e Marketing

como eu sou um dos primos mais velhos, foi a época que minha prima estava entrando na facul e íamos todos juntos no meu carro. um dia, combinamos de tomar cerveja na casa dela, minha tia tinha viajado.

ela convidou duas amigas, mais meu outro primo… ficamos tomando cerveja, conversando, e ela não parava de me olhar. como eu tinha tomado um pouco a mais, resolvi dormir na casa dela, e me ajeitei na sala, minha prima e as amigas foram dormir no quarto.

no meio da noite, levantei para ir ao banheiro e quando cheguei na porta, vi que a luz estava acesa. esperei a porta se abrir e lá estava a amiguinha, que ficou me olhando a noite inteira. dei uma risadinha, fiz uma brincadeira sobre a quantidade de cervejas e entrei. quando eu sai, quem estava sentada no sofá?

eu perguntei se ela estava bem, disse que estava sem sono. sentei no sofá ao lado dela e me ofereci pra fazer companhia, perguntei se ela gostaria de tomar um copo d’água, peguei água pra ela. moreninha, cabelos pretos, um sorriso que me hipnotizava cada vez que eu olhava pra ela , shorts curtinhos, blusinha de bichinho, sem sutiã. 18 aninhos, uma delícia!

sentadinha com as pernas encolhidas no sofá perguntei se ela estava com frio, a cobri com o lençol que eu estava usando lógico, eu tb estava coberto, começamos a conversar e dar risada baixo para ninguém acordar.

Eu estava dormindo só de calça, sem camiseta, não tinha levado roupa pra dormir. Eu ia dormir de cueca, mas achei melhor não. Eu estava usando uma cueca boxer preta.

Conversa vai, conversa vem, o papo de namorado, beijo e etc entrou em pauta. ela disse que só tinha tido um namoradinho, com quem ela perdeu a virgindade e tinha ficado com outro carinha na faculdade, mas estava sem ninguém e eu… “pobre de mim” rsr tinha ficado com uma menina, mas já fazia mais de um mês que eu não beijava e disse que a boca dela era linda e que cada vez que ela sorria eu me hipnotizava mais ainda.

Aí ela abriu um dos sorrisos mais lindos que eu já vi , a sala estava escura, só a luz da rua entrando pela janela e aquele sorrisão lindo iluminou tudo. Aí eu não resisti e acariciei o rosto dela, dizendo que era realmente um dos sorrisos mais lindos que eu já tinha visto e nos beijamos. eu cheguei mais perto, ela colocou as pernas por cima das minhas, reparei nos bicos dos seios durinhos por cima daquela blusinha.

Cada barulhinho que vinha dos quartos, a gente ficava esperto e os beijos foram esquentando, as mãos começaram a brincar. Enfiei minha mão por dentro da camiseta, mas nas costas e descia usando só as pontas dos dedos, bem de leve. Ela se arrepiava toda, arqueava as costas, olhava pra mim e mordia os lábios.

Ela passava a mão no meu rosto, descia pelo meu peito, passava na barriga, ia até o elástico da cueca e voltava. Comecei a acariciar sua barriguinha, coxas, corria os dedos desde o joelho até a linha do shorts e depois descia para a parte interna da coxa. Nas coxas, a pele se arrepiava cada vez que minha mão passava, uma hora a mão ia nas costas, outra hora nas coxas, nunca as duas de uma vez senão ela não ia sentir nem um, nem outro.

Finalmente, encostei a ponta do meu dedo no biquinho do seio dela, durinho e pressionei levemente e ela me olhou com um sorrisinho muito safado e eu fiquei brincando com ele por cima da blusinha e subi minha mão das costas para a nuca, entre os cabelos. Segurei a cabeça dela e a beijei com força, mordi seus lábios e por baixo da blusa, encaixei minha mão direitinho no seio dela, encaixe perfeito, minha mão fria na sua pele quenteO corpo inteiro se arrepiou e eu fiz um sinal e ela entendeu na hora. Levantou os bracinhos e eu tirei a blusinha dela …. que seios lindos, pequenos, firmes, durinhos e ARREPIADOS.

Eu a sentei no meu colo, de pernas abertas e os acariciei com as duas mãos, hora de leve, hora os apertava mas não com força. Passei a lingua no biquinho e dei uma leve moridinha.

Ela se empolgou e começou a rebolar no meu colo, abriu o ziper da minha calça…

Eu a levantei, baixei seu shorts tirei a minha calça e fiquei só de cueca

Se alguém aparecesse pelo menos não iam pegar a gente totalmente pelado. Coloquei o lençol por cima e ela sentou no meu colo novamente, mas não a penetrei. Fiz ela se sentar em cima dele, e ela estava molhadinha, fiz ela ficar passando a bucetinha no meu pau pra frente e pra trás. Eu sentia aquela bucetinha lisinha, se encaixar direitinho no meu pau, passando molhadinha. Ela já estava mais do que empolgada, adorando cada vez que o pau chegava no seu grelinho e numa das vezes que ela passou, eu fiz um movimento com a cintura e meu pau entrou direitinho na bucetinha dela.

Ela não esperava e adorou (já tinha colocado a camisinha) ficamos abraçados, coladinhos, ela gemendo baixinho, meu pau encaixado direitinho dentro dela, ela toda meladinha, rebolando, cada vez mais rápido, ficou ofegante, respirando fundo.

O corpo tremeu todo, ela gozou e logo depois eu gozei. Ela ficou em cima de mim, me deu um abraço apertado, e um beijo. os lábios estavam gelados, a boca seca. Ela se levantou, pegou a roupa e foi para o banheiro.

Depois fui eu e quando voltei ela ainda estava lá no sofá. Disse que a vontade dela era dormir abraçada comigo pra terminar uma noite perfeita mas que se acordasse fora do quarto, as meninas iam suspeitar.

Ela voltou pro quarto, eu dormi no sofá. Acordei com as meninas todas bagunçando na cozinha, dando risada, todas de pijaminha, sem sutiã, gostosinhas e a minha moreninha no meio. Meio aérea, com um sorriso no rosto e quando me viu, sorriu mais ainda.

Lavei o rosto, disse que ia pra casa.

Elas pediram pra eu não ir.

Eu tomei café com elas e fui. Minha prima depois me ligou e perguntou o que eu achava da morena. Eu disse que achava ela linda e perguntei o motivo dela estar perguntando.

Ela me disse que a menina não parava de falar de mim, como eu era bonito, educado, mas nunca ficou sabendo do que realmente aconteceu.

Eu sai com a menina mais duas vezes, mas aí fui pro navio e já era.

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A Sobrinha Da Minha Esposa https://contossafados.com/conto/a-sobrinha-da-minha-esposa/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-sobrinha-da-minha-esposa Wed, 07 Aug 2024 00:14:02 +0000 https://contossafados.com/?p=1895 Introdução e Primeiro Encontro

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Minha esposa tem uma sobrinha de 18 anos, chamada Larissa, mas desde os 15 anos ela me provoca descaradamente sempre que sua tia não está por perto. Eu e minha esposa, Ana, temos um relacionamento extremamente aberto, e conto tudo para ela. Sua confiança em mim é tanta que pediu para eu dar uma facilitada e ver até onde ia a insistência da sobrinha. Quando resolvi tirar alguns dias de férias no escritório, Ana ligou para Larissa (morena clara, cerca de 1,75m de altura, magra, cabelos pintados de loiro mas originalmente castanhos na altura dos ombros, usa aparelho dentário) para passar alguns dias conosco e ela aceitou. Numa quarta-feira à tarde, ela chegou à nossa casa, me deu um abraço apertado onde pude sentir seus seios pequenos junto ao meu peito e me deu dois beijinhos no canto da boca antes de se instalar no quarto da nossa filha. À noite, por volta das 19h, Ana chegou do trabalho perguntando como estava o plano, e informei apenas sobre o abraço e os beijinhos.

A Primeira Noite

Por volta das 20h, pedimos uma pizza e, após o jantar, me recolhi para o quarto para assistir TV, enquanto Ana conversava com Larissa na sala. Às 22h, as crianças se recolheram, pois tinham escola pela manhã, e Ana veio para o quarto, deixando Larissa assistindo TV na sala. Fui até o banheiro social que fica ao lado da sala, tomei banho e saí enrolado com a toalha na cintura. Despedi-me de Larissa desejando-lhe uma “boa noite” e fui para o quarto, deixando a porta entreaberta e apagando a luz, deixando acesa apenas a luz do abajur que Ana utiliza para ler livros à noite. Eu estava super excitado com a ideia de comer a sobrinha da minha esposa e falei baixinho no ouvido dela que iria fodê-la pensando na sobrinha safadinha. Ela adorou e já foi alisando meu pau por baixo do lençol, que rapidamente joguei fora da cama, ficando pelado com o pau duro apontando para a porta. Sentei-me apoiando as costas na cabeceira da cama, oferecendo para ser chupado, e recebi uma chupada deliciosa; Ana estava demais. Ela explorava toda a extensão do meu pau, lambia a cabeça e meu saco. De repente, vejo um vulto; era Larissa nos observando pela fresta da porta. A luz que vinha da sala denunciava sua presença ali. Fiz de conta que não a percebi e me dediquei a foder sua tia. Mudamos de posição e fizemos um 69 com a buceta de Ana voltada para a porta. Eu chupava e me lambuzava enquanto dedilhava seu clitóris; ela gemia e pedia para eu não parar de chupar, pois ia gozar. Acelerei as chupadas e pedi para ela gozar bem gostoso na minha língua.

A Presença de Larissa

A presença de Larissa atrás da porta deixou nossa transa muito mais excitante. Após fazer um delicioso 69 com Ana, encaixei-me entre suas pernas e passei a fode-la de quatro, dando fortes estocadas. Seus gemidos ecoavam pelo quarto, e na minha cabeça vinha a imagem da sobrinha se masturbando enquanto nos observava. Comecei a bombar com mais força, e Ana, percebendo que meu gozo estava por vir, retirou meu pau da sua buceta e pediu que eu gozasse na sua boca. Estranhei o pedido, pois ela não gosta muito disso, mas atendi. Gozar na boca dela foi algo incrível; a sensação de estar sendo observado tornou tudo mais intenso.

O Dia Seguinte

Fomos para o banheiro do quarto, e avisei Ana que sua sobrinha assistiu nossa transa. Ela disse que sabia da presença de Larissa e que pediu para eu gozar na sua boca por isso. Dormi só de cueca, e pela manhã tive a oportunidade de ficar a sós com Larissa. Levantei às 9h e ela ainda estava dormindo. Fui até o quarto e vi aquela deusa só de calcinha e blusinha. Sai e bati a porta fazendo um pouco de barulho antes de ir tomar café. Ela levantou e foi tomar banho, saindo apenas com uma toalha e foi tomar café comigo. Ficamos calados por alguns minutos até ela falar que deveríamos foder de portas fechadas, pois as crianças poderiam acordar e ver. Sorri e falei que ela deveria parar de olhar a intimidade dos outros por trás da porta. Ela disse que o que é bom é para se mostrar. Perguntei então o que ela achou, e antes que ela respondesse, levantei para pegar mais pães. Ela notou o volume por baixo da cueca e disse que achou super excitante, que se masturbou e gozou várias vezes nos observando, mas que tinha medo de sua tia interpretar mal se entrasse para participar. Ela parecia hipnotizada pelo conteúdo da minha cueca e não tirava os olhos de lá. Aproveitei o clima e me aproximei, dizendo para ela experimentar, já que sua tia não estava em casa.

Um Novo Encontro

Ela olhou nos meus olhos e fui de encontro a ela. Coloquei meu pau para fora da cueca e disse “ele é todo seu agora, faça o que quiser”. Ela parecia não acreditar no que estava acontecendo, mas timidamente pegou e começou uma leve punheta. Aos poucos, a timidez foi ficando de lado e ela abocanhou, lambendo a cabeçinha e dizendo “é assim que a titia faz, não é?” Não respondi e levei-a para o quarto, dizendo para fazer tudo o que sua tia fez e o que ela tinha vontade de fazer. Sentei-me apoiando as costas na cabeceira da cama, oferecendo meu cacete para ela, que chupou com tanta maestria que nem parecia ter só 18 anos. Ela cuspia e engolia tudo, ainda passando a língua no meu saco, quase me fazendo gozar. Coloquei-a deitada de barriga para cima e me encaixei entre suas pernas, retirando a toalha e roçando meu pau entre suas pernas enquanto a beijava demoradamente. Ela estava super molhada, e meu pau, de vez em quando, entrava na sua buceta. Eu sentia seus gemidos no pé do ouvido, e aquilo estava me deixando louco. Para não gozá-la, retirei meu pau e resolvi chupar sua buceta. Fui descendo aos poucos, mordisquei seu pescoço e desci até seus seios, chupando-os enquanto olhava seu rosto, que fazia expressões de prazer. Desci mais até sua bucetinha, uma maravilha rosadinha e sem pelos, com lábios pequenos. Chupei e dava linguadas em seu clitóris, fazendo seu corpo estremecer. Não demorou muito e senti seu primeiro gozo; seus gemidos e as mordidas nos lábios denunciavam o prazer que estava sentindo. Novamente me encaixei entre suas pernas, colocando-as entre meus braços e enterrando bem fundo na sua bucetinha deliciosa. Estoquei com força e rapidez, fazendo-a gozar novamente. Ela então pediu que a comesse de quatro e que gozasse na sua boca, e assim fiz. Encaixei-me, segurei firme na sua cintura e bombardei até anunciar que meu gozo estava por vir. Sentei na cama e ela chupou meu pau, absorvendo todo o leite que saia dele e engoliu. Fomos banhar e ficamos trocando carícias.

O Segredo

Quando Ana chegou à noite, esperei todos dormirem para contar a ela tudo o que fizemos. Ela disse que achou super excitante e pediu para fotografar nossas transas. Larissa, no começo, não permitiu, mas o tiozinho aqui pediu com jeitinho e tirei várias fotos para mostrar a minha mulher à noite quando chegasse do trabalho. Estou mantendo este segredo; a sobrinha imagina que a tia não sabe das nossas fodas matinais e nem que ela vê tudo pela câmera digital. Infelizmente, minha folga acabou e Larissa voltou para casa, mas já estamos preparando outra semana de folga.
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