Traição – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com ContosSafados.com Fri, 07 Feb 2025 19:08:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://contossafados.com/wp-content/uploads/2024/08/chilli.png Traição – Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com 32 32 A Tentação no Rancho Carmim https://contossafados.com/conto/a-tentacao-no-rancho-carmim/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-tentacao-no-rancho-carmim https://contossafados.com/conto/a-tentacao-no-rancho-carmim/#respond Sat, 01 Feb 2025 21:30:35 +0000 https://contossafados.com/?p=2940 Uma noite no Rancho Carmim

Há aproximadamente 8 anos, aconteceu um show no Rancho Carmim, e eu e minhas amigas estávamos empolgadas para ir. Eu e minha melhor amiga, Clara, namorávamos na época. Meu namorado, Marcelo, não poderia ir porque estaria em uma viagem de treinamento para o novo trabalho. O namorado da Clara, que por acaso era irmão do Marcelo, teria aulas na faculdade na mesma noite, já que o evento era uma sexta-feira.

Por outro lado, Marcelo confiou em mim e me deixou levar seu carro para que eu pudesse curtir com as meninas. Imagina o carro lotado de amigas animadas, ansiosas pela noite que prometia! Daniel, o irmão do meu namorado, garantiu que nos encontraria no Rancho após sua aula. Combinamos tudo certinho.

Entre risadas e flertes

Chegamos ao Rancho Carmim e começamos a noite com algumas bebidas no estacionamento, dançando e flertando com os rapazes que se aproximavam. A energia era contagiante. Já um pouco passadas da conta, decidimos entrar na arena para curtir o show. As meninas amavam a banda, mas eu e a Clara não éramos tão fãs assim. Estávamos lá mais pela festa.

Pouco antes de meia-noite, recebi uma mensagem do Daniel perguntando onde estávamos. Guiá-lo até nós foi uma tarefa complicada, já que o sinal do celular por ali era péssimo, mas finalmente ele nos encontrou, bem na frente do palco.

O início da tentação

Clara, minha melhor amiga, e as meninas foram para a frente do palco, quase se pendurando nas barras de ferro para estar mais perto dos músicos. Já eu fiquei recuada com Daniel, que também não parecia muito interessado no show. Tomávamos cerveja enquanto eu tentava seguir o ritmo da música, ostentando um decote profundo que escolhi especialmente para aquela noite.

Daniel logo ficou alto, não aguentando muitas latinhas. De repente, ele começou a querer dançar comigo. Senti seu corpo roçar no meu e, no meio da música alta, ele sussurrou no meu ouvido, mas em um tom nada discreto:

— Marina, não sei como seu namorado te deixa aqui sozinha. Por mim, eu cuidaria de você bem melhor.

Empurrei-o e tentei levar na brincadeira, pedindo para ele se controlar enquanto ria nervosamente. Clara percebeu a cena, mas achou cômico e não deu muita atenção. Contudo, a cada momento, Daniel se aproximava mais, deixando claro seu interesse. Ele chegou a me confessar que já assistiu a uma transa minha com Marcelo e que tinha fantasiado comigo desde então.

Do flerte à rendição

A tensão entre nós cresceu tanto que, quando pedi licença para ir ao banheiro, Daniel veio atrás de mim, puxando-me para um canto mais escuro e menos movimentado. Ele me agarrou pelo braço e, antes que eu pudesse protestar, beijou meu pescoço, deslizando sua mão para dentro da minha blusa. Sua respiração quente me deixou sem reação. Tentei relutar:

— Daniel, você enlouqueceu?

— Mar, desde que te vi, sempre quis provar você. Não me diga que não quer isso também.

Minhas palavras hesitaram, mas meu corpo não. Ele abriu o botão da minha calça e deslizou os dedos pela minha intimidade. Eu estava um verdadeiro rio. Quando finalmente perdi o controle, sentei-me no limiar do prazer enquanto ele me tocava e chupava meu pescoço, arrancando um gemido que eu não pude conter. Meu corpo vibrou até gozar, e ele saboreou tudo como se fosse um troféu.

Ao me recompor, deixei claro que aquilo tinha ido longe demais. Voltei para o grupo, tentando agir normalmente, enquanto Daniel lançou um sorriso de cumplicidade ao me ver.

Um desfecho à meia-noite

Ao chegar em casa, um banho quente foi o que tentei usar para lavar não apenas meu corpo, mas minha consciência. Mesmo assim, tudo em mim latejava pelo desejo daquela noite proibida. Quando liguei para Marcelo, fingi que tudo estava normal. Logo depois, o celular vibrou com mensagens e ligações de Daniel. Relutei em responder até que atendi, e ele continuou com suas investidas.

Daniel confessou estar se masturbando enquanto falava comigo. Sua voz ofegante foi suficiente para que minhas mãos se deslizassem pelo meu corpo. Gozei novamente ao som das palavras obscenas que saíam de sua boca.

No dia seguinte, ele continuou tentando se encontrar comigo. Me convidei a resistir, mas entre nós dois, ainda havia muito desejo não resolvido.

O desejo que persiste

E assim se seguiu o ciclo. Por mais que eu quisesse recuar, Daniel parecia disposto a não desistir. Eu me pergunto até hoje se devo colocar um ponto final nisso… Ou se devo, finalmente, juntar todas as reticências e completar o que começamos.

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Comi o cuzão da sogra da minha irmã https://contossafados.com/conto/comi-o-cuzao-da-sogra-da-minha-irma/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=comi-o-cuzao-da-sogra-da-minha-irma Thu, 05 Sep 2024 16:28:23 +0000 https://contossafados.com/?p=2031

“Quer comer meu cu, quer garotão? Quer o cu da titia? Me faz gozar primeiro!” Tirei ela de cima, a joguei no chão, levantei suas pernas e dei uma surra de pica nela, agarrado em suas coxas.

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Reunião Familiar

Após minha irmã Laura se reconciliar com Carlos, seu marido, eles passaram a organizar mais reuniões em sua casa. Nessas reuniões, as famílias acabaram criando uma intimidade maior. Fomos convidados para o aniversário do sogro de Laura, Roberto, que seria realizado na casa dele, com um churrasco durante o dia.

Ao chegar lá, quem nos recebeu foi Vera, sua mulher, uma coroa enxuta. Com 52 anos, dá de 10 em muitas garotas jovens. Viciada em academia, ela tem um bundão durinho e empinado, seios pequenos, porém firmes, cabelo bem feito e coxas firmes, de deixar qualquer jovem excitado. E eu não sou diferente. Só não sei como aquele velho barrigudo dá conta dessa gostosona.

O Olhar de Vera

Tudo corria normal até que, durante o churrasco, resolvi ir ao banheiro. Estava no meio da mijada quando alguém empurrou a porta, que por descuido deixei aberta. Virei para ver, ainda com o pau na mão, e era Vera, a sogra da minha irmã. O olhar dela veio direto para o meu pau. Envergonhado, pedi desculpas e coloquei a pica para dentro. Ela só me respondeu com um sorriso sacana.

Voltei à mesa e continuei a beber e comer normalmente, sem contar a ninguém. Pensei que seria apenas aquilo. Até que, quando fui colocar meu almoço, ela apareceu pedindo para furar fila. A safada, a todo momento, dava passos para trás roçando aquele rabão na minha pica, que logo deu sinal de vida. Ela olhou para trás e riu, enquanto pegava uma linguiça, dizendo para mim:

“Eu adoro uma linguiça.”

Todos riram achando que era apenas uma brincadeira de uma velha fogosa, mas eu sabia que aquela porra ia dar merda…

O Convite para a Geladeira

Após o almoço, na conversa, ela se queixou de que sua geladeira estava com oscilações. Como fiz curso de refrigeração um tempo atrás, ela me perguntou se eu poderia dar uma olhada. Disse que sim, depois olharia, mas o dia transcorreu e a cerveja não parou. Acabei esquecendo da geladeira, mas não dela. Algumas olhadas e insinuações deixaram claro que aquela coroa queria minha vara. Na hora de ir embora, ela se lembrou da geladeira e me perguntou se eu não poderia ver outro dia. Combinamos para quinta-feira de manhã, pois eu estava livre. E o velho não estaria em casa, ela fez questão de frisar, dizendo que ele atrapalharia dando palpites. Ficou combinado.

O Encontro

Na quinta, às 09h, estava eu lá batendo em sua porta para fazer a manutenção, mas não seria na geladeira… Vera logo veio me atender, estava com uma calça de academia e um pequeno top. Ela sempre fazia questão de falar da sua idade e de seu corpo. Estava, mais uma vez, se exibindo. Fui ver a geladeira, enquanto ela foi tomar banho. Tentava descobrir se tinha algo de errado. Ela voltou com um vestidinho bem curto e branco, bem soltinho, dizendo que iria adiantar o almoço.

A coroa usou um truque clássico para me atrair, deixou uma colher cair no chão e se encurvou para pegar, me mostrando aquele rabão todo e sem calcinha. Meu pau subiu na hora. Levantei-me.

“Dona Vera, a senhora está me deixando cheio de tesão, é melhor parar.” Eu disse.

“Então tá dando certo. E quem disse que eu quero parar?” ela respondeu.

A Sedução

Logo a ataquei, dando um intenso beijo em sua boca carnuda e minhas mãos foram direto naquele rabo gostoso. Mas a coroa estava com pressa, me puxou até a sala. Em um minuto, ela tinha arrancado toda minha roupa. Sentei-me no sofá. Ela se agachou em minha frente. Lhe ajudei a tirar o vestido, revelando seus peitos com mamilos apontando para o céu. Não me deu tempo de falar nada e abocanhou meu pau. Que experiência ela tem! Sabe como chupar uma rola. Ela lambia toda a cabeça, depois chupava pouco a pouco, quase me torturando até colocar toda minha rola em sua boca. Mas quando ela abocanhava tudo, era uma delícia. Ela mamou… Mamou, e quando eu já estava doido de tesão, ela parou, passou a chupar só minhas bolas e punhetar levemente. Implorei para lhe fuder.

Ela então pegou um óleo em cima da mesa de centro da sala e passou na buceta. Então veio para cima de mim e sentou. E que sentada! Ela piscava a buceta, mordendo meu pau a cada momento. Eu ora apertava aquela bunda gostosa, ora enfiava dedos em seu cu, que era meu objetivo.

Ela percebendo que eu queria seu cu começou:

“Quer comer meu cu, quer garotão? Quer o cu da titia? Me faz gozar primeiro!” Tirei ela de cima, a joguei no chão, levantei suas pernas e dei uma surra de pica nela, agarrado em suas coxas. Fiz um vai e vem num ritmo frenético. Minhas bolas batiam na bunda dela a todo momento. Ela gritou, gritou muito enquanto gozava. Eu estava a ponto de gozar também. Então tirei a pica da buceta e encaixei na entrada daquele cu gostoso, melando-o todo de porra.

O Clímax

Ela se virou de quatro e ficou lá enfiando os dedos no cu, espalhando minha porra ora pela bunda, ora lambia os dedos. Observei aquilo por alguns minutos e parti pra cima. Montei atrás dela, enfiei minha rola de uma só vez. Ela gemeu, pediu pra eu parar um pouco, dizendo que o velho não comia seu cu. Não parei. Ela desmontou ficando apenas de bruços. Meu ritmo ia se acelerando a cada momento. Dei tapas, puxões de cabelo, mordidas no pescoço. Me deliciei naquele rabo. Ela me pediu pra comer de ladinho. Comi, e enquanto fodia seu cu, com os dedos estimulava a buceta, tocando sempre no grelo inchado de tesão.

Já estava quase gozando de novo, até que ela subiu no meu pau, de costas pra mim, rebolou com minha vara enterrada no cu, rebolou gostoso e pediu pra ganhar leite. E eu claro dei. Ao avisar que ia gozar, ela rapidamente se levantou, abaixou e abocanhou meu pau. Gozei tudo na sua boquinha, a coroa tomou toda a minha porra.

Exausta, pediu pra parar. Tomamos banho e voltamos para a cozinha. Não descobri o defeito da geladeira. Então, trocamos telefone e em breve vou lá acabar o concerto…

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Fantasia de Casal https://contossafados.com/conto/fantasia-de-casal/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=fantasia-de-casal Tue, 13 Aug 2024 17:54:32 +0000 https://contossafados.com/?p=1861 Explorando Novos Horizontes

Num final de semana em que minha esposa foi para a casa dos pais dela com nossos filhos, eu, Marcelo, decidi sair sozinho para dar uma voltinha. Mas não fui aos barzinhos da moda não, queria algo diferente, então fui para o outro lado da cidade onde não tenho costume de ir e é cheio de butecos no sentido da palavra, os famosos copo sujo.

Nesse buteco, descobri que fora da cidade, tem um local que o pessoal vai para dançar, que começa por volta de 14 horas sábado e domingo e vai até mais ou menos meia-noite. Perguntei se era uma zona ou coisa assim, e o cara que eu conversava me explicou que não, era um barzinho diferente, que ia todo tipo de pessoas, inclusive garotas de programa, e que casais não pagavam para entrar, mas homem sozinho pagava 20 reais.

Planejando a Noite

Entusiasmado com a informação, peguei o endereço e as instruções de como chegar lá. Decidi que na próxima semana iria com minha esposa, Lara. Ansiosamente esperei a semana passar. Já na segunda-feira, quando minha esposa chegou, contei a novidade para ela e sugeri que fôssemos conhecer esse lugar. Aproveitei para dizer a ela que fosse bem sensual.

O sábado finalmente chegou. Mandamos nossos filhos para a casa da minha mãe, que mora em outro bairro da cidade, e fomos para lá. Lara escolheu um vestidinho curto e leve de algodão, sem sutiã e sem calcinha – ela sempre sai sem calcinha para se exibir e facilitar caso rolar algo.

A Chegada ao Bar

Chegamos lá por volta de 17 horas. Já na descida do carro, Lara mostrou sua intimidade para o flanelinha, que não acreditou no que viu. Entramos no bar, que realmente era diferente. Era um galpão aberto, mas nos fundos tinha um portão, por onde ocasionalmente víamos casais indo e também alguns homens sozinhos.

Sentamos em uma mesa e pedimos cerveja. Lara se posicionou de forma a se exibir à vontade, enquanto o forró corria solto no salão.

A Primeira Dança

Depois de tomarmos alguns goles e dela se exibindo, apareceu um cara que a chamou para dançar. Lara foi, e o cara logo começou a encoxá-la ao ritmo do arrocha. Eles dançaram umas três ou quatro músicas, e percebi que ela gostava do papo do cara. Ele era um homem alto e forte, que parecia não se importar com minha presença, ou talvez soubesse que eu não faria nada.

Ele começou a falar coisas no ouvido dela, e ela foi se entregando. Eu sabia que em pouco tempo ela ia sair dali com ele. Pelas risadinhas que ela dava e a forma como eles dançavam, já sabia onde isso ia dar.

O Portão dos Fundos

Pouco tempo depois, vi ele apontando para o portão nos fundos do galpão. Ele a puxou pelas mãos e seguiram para lá. Esperei um pouco, imaginando que estivessem dando uns amassos mais quentes. Levantei-me e fui até o porteiro para saber o que acontecia lá nos fundos.

O porteiro, com um sorriso no rosto, me falou que lá era o “motel”, o ponto de abate. Casais iam para lá e ficavam à vontade. Perguntei sobre os homens desacompanhados, e ele explicou que alguns caras deixavam outros verem ou mesmo participarem.

Descobrindo o Segredo

Fiquei louco de curiosidade e fui para lá mais rápido que uma bala. Passei pelo portão e vi alguns casais transando numa boa, alguns sozinhos e outros com plateia. Procurei Lara e lá no fundo a vi, de quatro no chão com o vestidinho levantado, o homem bombando nela e outros três ao lado. Ela chupava um e masturbava outros dois.

Aproximei-me e o cara me falou para esperar minha vez, pois era por ordem de chegada. Falei que queria apenas ver. Lara gemia abafado com a rola do cara na boca e o homem bombando nela. Depois ele aumentou a velocidade e avisou que ia gozar, despejando tudo nela.

Uma Noite Inesquecível

Outro dos que estavam sendo masturbados tomou o lugar dele. Com a vagina dela cheia do sêmen do primeiro, ele enfiou seu pau nela também. Ele bombou e depois mudou para o ânus, fazendo-a gemer de dor e prazer ao mesmo tempo. Minha esposa começou a rebolar na pica dele e ele gozou no ânus dela.

O terceiro entrou em sua bucetinha, metendo com força e dando tapas em sua bunda, chamando-a de safada. Enquanto isso, outros caras chegavam e se preparavam para comê-la.

Minha esposa teve que aguentar muita rola, mas saiu de lá satisfeita, e eu saí de lá ainda mais corno e feliz.

Conclusão

Essa experiência nos proporcionou uma noite cheia de novas descobertas e sensações. O lugar revelou-se um espaço onde pudemos explorar nossas fantasias de forma segura e consensual. A cada semana, ficamos mais ansiosos para voltar e viver novas aventuras juntos, fortalecendo nosso relacionamento e alimentando nossa cumplicidade.

Se você também quer explorar novas experiências com seu parceiro, não deixe de conferir lugares como esse. A vida é curta demais para não aproveitar cada momento ao máximo.

E aí, já viveu algo parecido? Conte-nos nos comentários!


Vídeo:

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Soquei No Cú da Casada https://contossafados.com/conto/soquei-no-cu-da-casada/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=soquei-no-cu-da-casada Fri, 09 Aug 2024 00:36:55 +0000 https://contossafados.com/?p=1904 Olá, este é o meu segundo relato. Aqui vou contar como foi o meu segundo encontro com minha coroa gostosa…

Tenho 41 anos, sou baixinho, 1,65 m de altura, 70 kg, estou um pouco acima do peso, com uma barriguinha que me dá um charme a mais. Meu kct não é lá essas coisas em questão de tamanho, mas funciona, que é uma beleza….

Tinta sensual: Como escrever histórias eróticas criativas

No meu primeiro relato, já descrevi a morena gostosa que conheci através de um site de relacionamento, mas para quem ainda não leu, ela é uma morena deliciosa, 49 anos, coxas grossas e macias, bumbum durinho, arrebitado e delicioso, seios grandes e durinhos, com mamilos fantásticos, principalmente quando entumecidos pelo tesão…

Como ela mora em uma cidade do entorno próximo ao DF e eu em uma cidade satélite, cujo nome agora não vem ao caso, kkkk, marcamos que ela viria me buscar perto de onde eu moro…

Ela chegou com seu Gol prata, lindíssima e charmosa como sempre, muito cheirosa e exalando desejos e tesão por todos os poros…

Seguimos para um motel em Taguatinga, um motel muito bom, por sinal. Logo que entramos, ele me disse: “Amor, pede alguma coisa para bebermos” e entrou para o banheiro. Passados longos e demorados minutos, ela me saiu, vestida com uma cinta-liga vermelha, uma minúscula calcinha fio-dental também vermelha, toda enterrada naquele rabo lindo e delicioso. Seus seios fartos se espremiam dentro do desproporcional sutiã, que deixava seus lindos seios ainda mais lindos e deliciosos. Eu a esperava usando somente uma boxer preta, já bebia uma cerveja. Ofereci a ela, que aceitou, e ela disse: “Vou fazer uma coisa diferente com você.”

Ela começou a alisar meu pau por cima da cueca, que logo estava duro como rocha. Então, ela começou a me chupar, mas de um jeito bem diferente e muito gostoso. Ela dava goles na cerveja e, com a boca cheia, abocanhava meu pau. Era uma sensação deliciosa: sentir os lábios dela em torno do meu kct e sentir o frio da cerveja que estava em sua boca. Ela mamava assim e engolia a cerveja e, outra vez, enchia a boca e vinha me mamar gostoso. Após algum tempo me chupando assim, ela deixou meu pau e minhas bolas todas babadas, mas ainda duras.

Eu, a essa altura, já tinha livrado ela do sutiã, deixando-a só de cinta-liga e calcinha, com aqueles seios lindos à disposição e alcance da minha boca, e eu os mamava com prazer e muito gosto. Eu chupava e mordiscava os mamilos, fazendo ela gemer de tesão e prazer. Quando levei minha mão entre suas pernas, ela estava com a xaniha enxarcada e babando, dela escorria um mel delicioso que eu de imediato passei a sugar e a lamber tudo…

Como eu adoro chupar uma buceta, eu aprendi a sempre caprichar em minhas chupadas, levando ela ao delírio e quase desfalecendo. Eu deslizava a minha língua bem devagarinho entre os grandes lábios da bucetinha dela, voltava e chupava um dos lábios e depois o outro, mas sempre alternando chupadas suaves e chupadas mais intensas. Passava minha língua por toda a extensão da buceta dela e mordiscava o clitóris dela e às vezes o massageava usando só a pressão dos lábios. Eu deixava meus dentes raspar de mansinho no grelinho dela, e quando eu sugava o grelinho dela, ela segurava minha cabeça com as duas mãos e pressionava minha cabeça contra seu ventre molhado e quente…

Ela teve intensos e sucessivos orgasmos sendo chupada assim….

Como a grande maioria das mulheres, mulheres taradas e safadas, ela também gosta de ouvir e falar palavrões, adora uns tapas no bumbum, gosta de ser chamada de cachorra, safada, putinha, na verdade, ela é a minha putinha. Ela pedia: “Vem, meu cachorro safado, vem fuder a sua cachorrinha, vem meter na sua putinha, vem…”

Ela deitada de costas, eu ajoelhado, levantei suas pernas e me encaixando entre elas, comecei a meter bem devagarinho naquela buceta quente, apertada e deliciosa, no começo com movimentos suaves, que foram se alternando com o movimento do quadril dela. Ela rebolava e mexia com muita maestria. Eu soltei uma das pernas dela, mantendo a outra erguida, apoiando a perna dela no meu peito, fazendo assim ela ficar de ladinho. E nessa posição, ela gozou mais umas duas vezes sem tirar. Eu, quando ela passou a pedir para meter mais forte, a gemer mais intensamente, eu também anunciei que estava quase gozando. Ela então disse: “Não goza dentro, eu quero que você goze aqui nos meus seios, quero eles banhados por sua porra, quero sentar eles lambuzados…”

E assim eu fiz. Quando estava a ponto de gozar, eu tirei da buceta dela e fiquei ajoelhado perto do rosto dela e punhetando para gozar nela. Quando gozei, foi em jatos, espirrava nos seios, rosto e cabelos dela. Demos uma parada para recuperar as forças, abrimos outra cerveja e começamos a conversar descontraidamente…

Com as forças já estabelecidas, ela começou a me chupar, meu pau ainda meio mole. Ela disse: “Quero ele bem durinho, eu quero sentir ele no meu rabinho, estou louca pra sentir ele todo dentro do meu cuzinho…”

Com poucas mamadas, ela deixou ele vivo e totalmente duro de novo. Ela abriu a sua bolsa, retirou um frasco com um óleo lubrificante, começou a lubrificar todo o meu pau com o óleo e me entregou o frasco, dizendo: “Amor, lubrifica bem meu rabinho com esse óleo e me faz gozar gostoso…”

Ela se posicionou de quatro, segurando sua bundinha com as duas mãos e abrindo bem, deixando aquele botãozinho cheio de pregas à mercê da minha pica. Por meu pau não ser dos maiores, entrou com certa facilidade e também por estar bem lubrificado e ela com muito tesão, eu encostei a ponta rombuda de meu pau na portinha dos fundos dela e fui empurrando bem devagarinho. E, com uma deliciosa satisfação, eu o vi se esconder centímetro a centímetro dentro daquele cuzinho maravilhosamente.

Ela rebolava gostosa e, a cada rebolada, entrava um pouco mais. Então, com ele todinho enterrado, eu comecei um delicioso vai e vem, no início bem lento e logo passei a bombar com mais força e ela, completamente estasiada, gemia e pedia: “Mete, amor, fode o meu cuzinho, fode, arromba esse cuzinho que é seu agora.” Eu, segurando firme seus quadris, dava tapas na bunda dela, tapas que ela gostava muito e mandava bater mais. Ela dizia: “Bate, vai, me faz gozar.” Eu, com o pau todo enterrado no rabo dela, comecei a dedilhar seu grelinho, levando ela à loucura e a um orgasmo intenso e eu também gozei, enchendo o cuzinho dela de porra. Ela, com o corpo ainda em espasmos, deixou-se cair na cama, fazendo assim eu sair de dentro dela…

Foi um dos nossos melhores encontros e uma das nossas melhores trepadas…

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Meu Esposo é um Corno https://contossafados.com/conto/meu-esposo-e-um-corno/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=meu-esposo-e-um-corno Thu, 08 Aug 2024 00:27:48 +0000 https://contossafados.com/?p=1898 “Ai, meu cú, Pedro, por favor, não judia dele, senão meu marido vai perceber”. Quanto mais eu falava, mais ele socava e dava tapas na minha bunda, me xingando de vagabunda. “Toma nessa bunda, sua piranha, sente uma pica de verdade nesse cu branco, sua puta”.

Introdução

Eu me chamo Ana e vou chamar meu marido apenas como “meu esposo”. Eu tenho 34 anos e ele tem 30. Sou loira e tenho algo que os homens adoram – uma bunda grande e empinada. A última vez que medi, tinha mais de 130 cm de quadril. Meus seios também são volumosos, o que me faz chamar a atenção em qualquer roupa que uso.

Meu esposo é uma pessoa muito batalhadora. Quando o conheci, ele tinha apenas 24 anos, mas já era promissor no ramo em que atua. Nos conhecemos na faculdade; ele era um aluno muito aplicado enquanto eu, sempre fiz jus à cor dos meus cabelos… “loira”. Nunca me importei com as piadinhas e, sinceramente, nem sei como consegui terminar os estudos. Acho que foi por causa das colas que recebia, todos querem ajudar a “gostosona”. Homens são todos bobos, não aguentam ver uma bunda que fazem qualquer coisa.

O Passado e o Presente

Quando conheci meu esposo, ele já sabia mais ou menos quem eu era e a minha fama de “mina rodada”. Tive muitos namorados, nunca fui tímida. Se estava afim de um cara, eu ia e dava em cima dele. Sempre gostei de sexo e de seduzir os homens, andar bem arrumada, com roupas justas, calcinhas pequenas e sempre marcando.

Adoro usar leggings bem justas que chegam a “comer” a bunda, pois divide e fica bem sexy, ou então um vestidinho básico, decotado e meio justo. Meu esposo já me conheceu assim. Nos apaixonamos um pelo outro. Ele é moreno, e eu adoro negros. Embora tenha casado com um moreno, quase todos os meus namorados eram negros. Detalhe, não gosto de pinto pequeno; pra me agradar, tem que ser com 18 cm pra cima.

A Descoberta

Um dia, recebi um e-mail pornográfico de um ex-namorado que era tarado por mim, ou melhor, pela minha bunda. Namorei com ele por cerca de um ano e, depois, sempre que podíamos, saíamos. Ele era muito bom de cama. Segue cópia do e-mail que ele mandou:

“Boa tarde, gostosa!

Hoje lembrei de você e quis te escrever. Quando lembro dos ótimos momentos que passamos juntos, fico excitadíssimo e tenho que homenagear você. Pego alguma foto sua de calcinha ou biquíni e bato uma bem gostosa para esse rabão que um dia foi meu.

Guardei todas as fotos que tiramos juntos, é uma bela recordação. Adorava foder este teu rabo, arregaçar essa tua boceta e ver você gozar como uma vagabunda. Lembra de como você vinha à minha casa vestida? Eu colocava meu colchão no chão, você ficava de quatro e eu te fod** até não querer mais, principalmente esse cú seu.

Lembra-se quando você sentava esse rabão nos meus 23 cm de pica e pedia para eu foder seu cu de vagabunda? Você dizia ‘fode o cu dessa vagabunda, essa bunda grande merece pica grande, esse cu merece ficar arregaçado, arrombado, pois eu sou uma puta que merece tudo isso’.

Olha, sinceramente, nunca fodi um igual ao seu ainda. Adorava ver seu cu arregaçado escorrendo porra e tirar fotos e ver você fazendo poses como uma atriz porno. Adorava receber suas mensagens, dizendo que estava com o cuzinho doloridinho porque tinha levado muita pica. Era demais pegar minha pica e bater ela na sua cara e xingar você de vagabunda, puta, piranha de vários nomes que sei que você adorava, e depois esporrar esse seu lindo rostinho de modelo.

Gata, você é completa. Você não sabe como me arrependo de ter deixado você, a maior besteira da minha vida. Se quiser, sabe onde eu moro e sabe meu número também. Um beijo, saudades e desejo tudo de bom pra você. Não se preocupe com as fotos, estão bem guardadas, jamais faria ou farei algo para te prejudicar.”

Li esse e-mail e fiquei pensando se deveria mostrar ao meu esposo. Toda vez que eu mentia para ele, ele sempre descobria depois, e eu prometi para mim mesma que não omitiria nem mentiria mais para ele sobre nada do meu passado. Deixei o e-mail na caixa de entrada e, três dias depois, decidi que deveria mostrar. Quando ele chegou do serviço à noite, me vesti especialmente, do jeito que ele gostava. Bem perfumada, com batom vermelho e vestido escandaloso. Ele adorava chegar em casa e me encontrar assim.

Depois que jantamos, o chamei para perto do computador e disse que queria mostrar algo, mas antes fiz ele me prometer que não ficaria zangado comigo, pois isso fazia parte do nosso pacto de sermos sempre sinceros um com o outro. Falei que meu ex havia enviado um e-mail pornográfico para mim e que, se ele quisesse ler, estava ali. Se não quisesse, eu apagaria e pronto, assunto resolvido.

Mas ele disse que gostaria de ler e me prometeu que não ficaria zangado e que, quando brigássemos, não jogaria isso na minha cara. Fui para o sofá e deixei ele sozinho lendo. Daí a pouco, ele me chamou, me abraçou e senti a pica dele dura. Ele me perguntou se aquilo era realmente verdade, se eu tinha aguentado 23 cm de rola na minha bunda. Ele estava encostando minha bunda e virei o pescoço e disse, “Você acha que um negão iria dar moleza para uma gostosa como sua esposa? Ele fez tudo isso mesmo, tudo é verdade”.

Percebi que ele ficou mais excitado e disse, “Como a minha esposa é vagabunda, e ainda ficou regulando este rabo para mim”. E é verdade, quando dei o cu para meu esposo, já fazia seis meses que namorávamos. Eu fiquei provocando ele, dizendo que o negão arrombava o cu da mulher com quem ele casou, comia tanto que me largou porque eu era muito puta para ele. E é verdade isso, por causa disso terminamos. Não demorou muito, meu marido disse que ia gozar, me abaixei rapidamente e recebi uma esporrada na cara. O assunto naquele dia acabou.

A Fantasia

Conforme os dias foram passando, ele perguntava se algum ex tinha enviado e-mail para mim, ou pegava vídeos eróticos e me mandava, perguntando se eu já tinha feito algo igual à atriz pornô. O que era verdade eu dizia que sim e, do contrário, também. Eu não mentia. E normalmente era sempre alguma atriz fazendo sexo anal, ou vídeos de suruba, ou recebendo dois homens numa DP. Esses de DP eu negava, o que era verdade, nunca tinha feito uma DP, embora ele não acreditasse. Mas ele mandou um com uma mulher mamando duas picas e recebendo porra na cara. Esse eu disse que já tinha passado por situação igual. Aí foi que ele duvidou mesmo de que eu nunca tinha feito uma DP. A verdade era que eu já tinha transado com dois homens, mas nunca fiz uma DP. Não sei dizer por que não fiz; foi a única vez que possuí dois machos e não rolou dupla penetração, apenas enquanto eu chupava um, o outro metia e vice-versa. Ele demorou a acreditar, mas acabou acreditando. Eu não tinha razão para mentir.

E meu esposo ficava excitadíssimo quando eu falava essas coisas pra ele. Aí ele me pedia para dar detalhes das minhas transas, queria saber tudo, e eu contava. Não demorou muito, e ele me perguntou se eu transaria com outro homem com ele vendo. Eu disse que não. Eu não queria ter a vida promíscua que tive no passado. Mas ele sempre tocava no assunto, sempre conversávamos sobre isso, e a minha resposta era sempre a mesma, pois eu não achava isso correto, achava que isso acabaria com nosso casamento. Mas isso só fazia com que ele gostasse de me exibir mais, adorava quando me via sair escandalosa na rua. Os amigos dele babavam por mim. Ele adorava e sabia disso. Ou seja, não implicava mais com minhas roupas, ao contrário, incentivava eu usar.

A Decisão

Depois de dois anos com ele insistindo, perguntei se ele realmente queria me ver dando para outro homem, se suportaria me ver gemendo, se aguentaria levar um chifre, ver um cara metendo no meu rabão bem gostoso e eu pedindo mais. Porque ter uma fantasia é uma coisa; realizar a fantasia é outra. A resposta dele foi que era tudo o que mais queria. Eu respondi, “Então aguarde que você vai levar um chifre, mas não reclame, porque eu vou sair com a pessoa que eu quiser, e será como eu quiser”. Combinado não sai caro.

Nunca vi alguém tão ansioso para ser corno. Às vezes, me perguntava se aquilo era realmente possível, mas deixei os grilos de lado e comecei a pensar em como faria aquilo.

Neste intervalo de tempo, nós tínhamos comprado um sítio, já fazia uns dois anos, onde construímos casa, piscina, nada muito sofisticado, mas de extremo bom gosto. E nos últimos oito meses havíamos contratado um caseiro para tomar conta do sítio. Vou chamá-lo de Antonio. Era um homem negro, mas negro mesmo. Baiano, tinha na faixa de 45 anos, não tinha família, era separado da mulher e tinha porte físico até bonito. É alto e forte, nada de academia; aquilo era do trabalho duro mesmo da roça, dizendo ele que sempre trabalhou duro.

A Oportunidade

De repente, comecei a olhar aquele homem com outros olhos. Não era bonito, mas eu me sentia atraída porque aquele macho, rústico, grosso e indelicado, tinha mãos cheias de calo.

Vi ali a oportunidade de realizar a fantasia do meu esposo. Quando meu marido me cobrava, eu dizia que ele não perdia por esperar, pois ia levar um chifre.

Sempre que eu ia para o sítio, seu Antonio nos respeitava muito. O caminho dele era das plantações para a casa onde ele morava. A casa do caseiro é um pouco separada da nossa, mas dá perfeitamente para ver a nossa casa.

Eu ia toda escandalosa, mesmo antes de aceitar as fantasias do meu esposo, mas nunca fui muito de conversar com ele. Sempre quem acertava tudo era meu esposo. Mas de repente comecei a mudar, passei a conversar mais com seu Antonio e até a fazer comida para deixar para ele.

Bem, comecei a sentir um desejo intenso por aquele nordestino, ainda mais sabendo da fama que eles têm como amantes. Pedro era um homem forte e atraente, e desde que ele estava no sítio, nunca vi sinal de mulher por lá. Num sábado, precisei ir até o sítio sozinha para levar mantimentos para ele, a pedido do meu marido, que estava ocupado com o trabalho.

Após meu marido sair, tomei um banho, me arrumei, coloquei uma legging justa que ficava um pouco transparente, uma blusa decotada e uma sandália de salto. Peguei o carro e segui para o sítio, que fica a 70 km da nossa casa. Pedro sabia que eu iria sozinha, pois meu marido já tinha ligado para ele. Quando cheguei, buzinei, e ele abriu o portão. Pedi para ele descarregar as coisas do carro, dizendo que tudo era para ele.

Tenho certeza de que Pedro já me cobiçava antes, mas sempre manteve o respeito. Provavelmente, por causa das roupas provocantes, ele ficaria ainda mais tentado a partir de agora. Peguei uma sacola leve e fui caminhando na frente dele, que me seguia. Coitado, devia ter ficado excitado. A legging que eu usava mostrava claramente a calcinha. Entrei na casinha dele e conversamos um pouco. Ele adora conversar, pois fica sozinho a semana inteira e nem sempre vamos ao sítio. Ele é uma pessoa muito confiável, por isso deixamos o sítio sob seus cuidados.

Eu sempre tentando me mostrar para ele, notei que ele olhava para minha bunda, mas logo desviava o olhar. Perguntei se a piscina estava limpa, e ele confirmou que sim. Então, falei que estava pensando em dar um mergulho, pois estava muito calor. Não era mais aquela menina desinibida de quando solteira, que conseguia o que queria. Agora, não sabia bem como fazer aquele homem me desejar, uma vez que eu era a patroa dele e ele respeitava muito meu marido.

Me dirigi à casa do sítio e pedi a Pedro para descobrir a piscina e trazer uma cerveja para nós, pois estava muito calor. Eu estava inventando desculpas para ele me ver na piscina. Nunca antes tive essa liberdade com ele. Abri a casa para o vento entrar, fui ao pequeno guarda-roupa no quarto e escolhi um biquíni vermelho, modelo asa delta, que ficou totalmente enterrado na minha bunda, muito chamativo.

Deixei a legging e a calcinha sobre a mesinha perto da piscina, totalmente visíveis. Entrei na piscina de onde podia ver Pedro na cozinha dele. Ele já havia descoberto a piscina e voltado para sua casinha. Mergulhei na piscina e depois gritei para ele trazer a cerveja.

Pedro veio com uma lata na mão. Perguntei se ele não iria me acompanhar, e ele, meio envergonhado, disse que não estava com vontade. Ordenei que ele fosse pegar outra cerveja, colocasse uma bermuda ou uma sunga e voltasse. Ele foi, e depois de 20 minutos voltou de sunga com uma latinha na mão. Mas o que me impressionou foi o volume da sunga dele. Lembrei dos cabos de enxada que já tinha enfrentado na época de solteira.

Saí da piscina e, só para me exibir, disse para ele ficar à vontade, pois eu tinha certeza que meu marido não ficaria zangado em saber que ele me fez companhia. Coloquei uma saia branca, transparente, que me deixou ainda mais provocante. Imaginem, um bundão com um biquíni vermelho enterrado e os seios quase saindo da parte de cima do biquíni.

A timidez dele era visível, mas começamos a conversar sobre algumas coisas do sítio. Eu apenas concordava, pois não estava minimamente interessada no assunto. Percebia que ele me olhava com desejo, e a cerveja nos deixou mais soltos. Ele deu um mergulho e eu observava. Quer saber? Eu estava louca para ser a puta daquele homem forte e traçar meu marido com um belo par de chifres.

Enquanto ele tomava banho, fui preparar algo para comermos. Algumas comidinhas semi-prontas que eu havia trazido. Eu já estava planejando isso fazia tempo, então vim preparada. Comemos e bebemos mais cerveja. Ele já tinha perdido a timidez e eu mais ainda, tanto que parei de beber, pois já estava soltinha. Tomei coragem, me deitei na beira da piscina e pedi para ele passar protetor em mim. Ele simplesmente pegou o protetor e começou a passar, alisando minha bunda com aquelas mãos ásperas. Eu estava excitadíssima. O caseiro iria comer a madame loira e rabuda.

Quando ele terminou, me desvirei e falei que ele ainda não havia terminado. Puxei a parte de cima do biquíni e meus seios ficaram à mostra. Ele não disse nada, simplesmente estendeu as mãos para mim, levantou-me e logo me beijou, dizendo “Já sei o que a senhora quer”. Caí nos braços daquele homem, fui encostada na parede e ele me levou para o quarto da casa. Sentia aquele pau grosso e grande encostar na minha bunda ou nas coxas. Eu estava à mercê daquele tarado.

Ele me colocou de joelhos e ficou em pé. Logo entendi a senha. Aquele pau enorme na minha frente… não resisti, comecei a chupar. Era grosso e grande, mas eu já tinha visto outros assim na vida. Ele disse, “Você faz ideia, vagabunda, de quantas vezes já bati punheta pensando em você? Quantas vezes não gozei nas suas calcinhas que você deixou no varal?”. Ali, submissa àquele macho viril, eu estava excitada demais. Deitei na cama, ele tirou meu biquíni e empurrou o pau. Senti minha xana rasgar. Fazia tempo que não sentia algo assim. Ele bombou minha boceta raspada, sabia pegar uma mulher. Me fez sentar em cima dele e rebolar como uma vagabunda. Aquele filho da puta não gozava, e eu já tinha gozado umas três vezes. Logo descobri a estratégia dele quando passou o dedo no meu ânus, que fazia tempo que só pertencia ao meu marido.

Eu fiz charminho, mas ele cuspiu na mão e começou a enfiar o dedão. Quando vi, já estava com a tora enfiada no rabo, dizendo “Ai, meu cú, Pedro, por favor, não judia dele, senão meu marido vai perceber”. Quanto mais eu falava, mais ele socava e dava tapas na minha bunda, me xingando de vagabunda. “Toma nessa bunda, sua piranha, sente uma pica de verdade nesse cu branco, sua puta”. Não satisfeito, ele me fez sentar em cima da rola dele novamente. Eu já estava arrombada, com a bunda vermelha de tanto apanhar e com o cu só no buraco. Sentei em cima e rebolava. Ele segurou meu bumbum e gozou dentro de mim. Quando saí de cima, a porra escorria. Ele me fez deitar para levantar minhas pernas e ver meu cu escorrendo porra e sujando o lençol.

Nos recompusemos, ele foi para sua casinha e eu tomei um banho. Estava dolorida, mas percebi que meu marido tinha razão. Eu estava precisando daquilo, me sentia renovada. Saí do banheiro, me enxuguei e fui pegar minha roupa que ficou na mesinha. Só estava a legging e a blusa, faltava a calcinha. Vesti sem calcinha mesmo. Nesse momento, Pedro voltou com a calcinha na mão e disse, “Vou ficar com ela para lembrar da senhora”. Ele me pegou, me beijou, e rolou um tesão de novo. Mas já eram 6 da tarde, eu tinha passado o dia no sítio. Estava na hora de voltar. Tive que acalmar Pedro. Chupei aquele pau de novo até ele gozar na minha boca, o que foi difícil, mas consegui.

Levantei e fui ao banheiro me limpar. Ele me segurou pelo braço e disse, “Vai embora assim, beijar o corno do seu marido”. Fui embora daquele jeito mesmo, recomendei a ele que aquela aventura nunca tinha acontecido. Ele disse que eu poderia ficar tranquila.

Cheguei em casa, o corno estava no sofá me esperando. Mal sabia ele que, enquanto trabalhava, levava um chifre.

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