A Tentação no Rancho Carmim

Uma noite de show, bebidas e olhares proibidos no Rancho Carmim vira o palco de uma tensão incontrolável entre Marina e seu cunhado Daniel. Segredos saem das sombras em uma história quente e irresistível, onde a linha entre o desejo e os limites se torna perigosamente nebulosa. Você resistiria?

por redação
0 comentários

Uma noite no Rancho Carmim

Há aproximadamente 8 anos, aconteceu um show no Rancho Carmim, e eu e minhas amigas estávamos empolgadas para ir. Eu e minha melhor amiga, Clara, namorávamos na época. Meu namorado, Marcelo, não poderia ir porque estaria em uma viagem de treinamento para o novo trabalho. O namorado da Clara, que por acaso era irmão do Marcelo, teria aulas na faculdade na mesma noite, já que o evento era uma sexta-feira.

Por outro lado, Marcelo confiou em mim e me deixou levar seu carro para que eu pudesse curtir com as meninas. Imagina o carro lotado de amigas animadas, ansiosas pela noite que prometia! Daniel, o irmão do meu namorado, garantiu que nos encontraria no Rancho após sua aula. Combinamos tudo certinho.

Entre risadas e flertes

Chegamos ao Rancho Carmim e começamos a noite com algumas bebidas no estacionamento, dançando e flertando com os rapazes que se aproximavam. A energia era contagiante. Já um pouco passadas da conta, decidimos entrar na arena para curtir o show. As meninas amavam a banda, mas eu e a Clara não éramos tão fãs assim. Estávamos lá mais pela festa.

Pouco antes de meia-noite, recebi uma mensagem do Daniel perguntando onde estávamos. Guiá-lo até nós foi uma tarefa complicada, já que o sinal do celular por ali era péssimo, mas finalmente ele nos encontrou, bem na frente do palco.

O início da tentação

Clara, minha melhor amiga, e as meninas foram para a frente do palco, quase se pendurando nas barras de ferro para estar mais perto dos músicos. Já eu fiquei recuada com Daniel, que também não parecia muito interessado no show. Tomávamos cerveja enquanto eu tentava seguir o ritmo da música, ostentando um decote profundo que escolhi especialmente para aquela noite.

Daniel logo ficou alto, não aguentando muitas latinhas. De repente, ele começou a querer dançar comigo. Senti seu corpo roçar no meu e, no meio da música alta, ele sussurrou no meu ouvido, mas em um tom nada discreto:

— Marina, não sei como seu namorado te deixa aqui sozinha. Por mim, eu cuidaria de você bem melhor.

Empurrei-o e tentei levar na brincadeira, pedindo para ele se controlar enquanto ria nervosamente. Clara percebeu a cena, mas achou cômico e não deu muita atenção. Contudo, a cada momento, Daniel se aproximava mais, deixando claro seu interesse. Ele chegou a me confessar que já assistiu a uma transa minha com Marcelo e que tinha fantasiado comigo desde então.

Do flerte à rendição

A tensão entre nós cresceu tanto que, quando pedi licença para ir ao banheiro, Daniel veio atrás de mim, puxando-me para um canto mais escuro e menos movimentado. Ele me agarrou pelo braço e, antes que eu pudesse protestar, beijou meu pescoço, deslizando sua mão para dentro da minha blusa. Sua respiração quente me deixou sem reação. Tentei relutar:

— Daniel, você enlouqueceu?

— Mar, desde que te vi, sempre quis provar você. Não me diga que não quer isso também.

Minhas palavras hesitaram, mas meu corpo não. Ele abriu o botão da minha calça e deslizou os dedos pela minha intimidade. Eu estava um verdadeiro rio. Quando finalmente perdi o controle, sentei-me no limiar do prazer enquanto ele me tocava e chupava meu pescoço, arrancando um gemido que eu não pude conter. Meu corpo vibrou até gozar, e ele saboreou tudo como se fosse um troféu.

Ao me recompor, deixei claro que aquilo tinha ido longe demais. Voltei para o grupo, tentando agir normalmente, enquanto Daniel lançou um sorriso de cumplicidade ao me ver.

Um desfecho à meia-noite

Ao chegar em casa, um banho quente foi o que tentei usar para lavar não apenas meu corpo, mas minha consciência. Mesmo assim, tudo em mim latejava pelo desejo daquela noite proibida. Quando liguei para Marcelo, fingi que tudo estava normal. Logo depois, o celular vibrou com mensagens e ligações de Daniel. Relutei em responder até que atendi, e ele continuou com suas investidas.

Daniel confessou estar se masturbando enquanto falava comigo. Sua voz ofegante foi suficiente para que minhas mãos se deslizassem pelo meu corpo. Gozei novamente ao som das palavras obscenas que saíam de sua boca.

No dia seguinte, ele continuou tentando se encontrar comigo. Me convidei a resistir, mas entre nós dois, ainda havia muito desejo não resolvido.

O desejo que persiste

E assim se seguiu o ciclo. Por mais que eu quisesse recuar, Daniel parecia disposto a não desistir. Eu me pergunto até hoje se devo colocar um ponto final nisso… Ou se devo, finalmente, juntar todas as reticências e completar o que começamos.

Você poderá gostar

Deixe um comentário