Meu Cú Na Reta

Uma partida de cartas inocente acaba se transformando em uma noite de descobertas e prazeres intensos. Lara e Guilherme mergulham em um mundo de apostas ousadas, entrega e paixão avassaladora, vivido de maneira intensa e sem tabus. Um jogo onde perder pode ser tão excitante quanto vencer.

por redação
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Uma Manhã Movida a Jogo e Desejo

Era uma manhã quente de primavera, e o ar parecia carregado de eletricidade. Eu e Guilherme estávamos sozinhos no apartamento dele, sem nada para fazer além de deixar nossas mentes vagarem. A ideia da aposta veio por puro acaso, um desafio que saiu da minha boca sem muito planejamento, mas com uma certeza interna de que ele aceitaria. Que homem resistiria, afinal?

Guilherme, um homem alto, negro, de ombros largos e um olhar tão penetrante quanto uma tempestade se aproximando, sorriu como quem aceita um desafio inevitável. Seus 32 anos bem vividos o tornavam ainda mais irresistível, com uma confiança que podia ser sentida no ambiente. Ele pegou um baralho da gaveta e o colocou sobre a mesinha de madeira onde estávamos.

— Que tal apostarmos algo para deixar as coisas interessantes? — sugeriu ele, embaralhando as cartas com destreza.

Eu ajeitei meu cabelo castanho ondulado, uma forma inconsciente de medir sua reação.

— Se eu perder, você pode me usar como quiser… — falei com um sorriso provocante, observando sua expressão surpreendida.

Guilherme deixou escapar uma risada potente, mas sua curiosidade era clara.

— Você é mesmo única, Lara. Mas não entraria numa aposta dessas se não tivesse certeza de que vai vencer. Então, o que eu ganho se você vencer?

Sorrindo de canto, expliquei minha proposta.

— Você será meu submisso. Vai fazer tudo o que eu mandar… e se desobedecer, leva punições. Medroso ou topa?

Ele arqueou uma sobrancelha, claramente intrigado, mas também desafiador. Com um leve movimento das mãos, aceitou.

— Quero ver como isso vai acabar. Prepare-se, Lara, porque eu vou ganhar.

O Jogo Começa

Distribuímos nove cartas para cada um e ele anunciou as regras. O jogo seria pife, melhor de três rodadas. Observando as cartas na minha mão, percebi que não estava com sorte na primeira rodada. Mesmo assim, mantive a calma enquanto comprávamos e descartávamos, tentando esconder minha apreensão.

— Venci. — exclamou ele, largando as cartas na mesa com um sorriso largo.

Eu apenas ri, embaralhando novamente. A segunda rodada foi minha vez. Com sorte, finalizei uma jogada perfeita em três turnos curtos.

— Empatamos, Guilherme. Prepare-se, porque agora é tudo ou nada.

Na terceira rodada, meu coração batia mais rápido enquanto segurava cartas promissoras. Quando finalmente fechei meu jogo, tive que conter o sorriso vitorioso que se espalhava pelo meu rosto.

— Ganhei! — levantei abruptamente, comemorando de forma quase teatral.

Ele suspirou, derrotado, mas aceitou com dignidade.

— Está bem, Lara. O que você quer que eu faça?

Com um brilho malicioso nos olhos, fui buscar alguns acessórios em minha bolsa. A noite estava apenas começando.

A Dominação de Guilherme

Puxei uma coleira preta com uma guia de cachorro e balancei no ar, observando a expressão de surpresa no rosto dele.

— Você é meu agora, cachorrinho.

Guilherme hesitou, mas sua curiosidade o manteve no jogo. Tirei sua camisa, exibindo o peitoral definido ainda marcado por pequenas gotas de suor. Ele tirou a calça em seguida, ficando completamente nu diante de mim. Seu corpo reagiu imediatamente, e eu aproveitei para dar uma chicotada suave em sua direção.

— Fica de quatro.

Ele me obedeceu, uma mistura de resistência e entrega no olhar enquanto segurava a guia. Caminhei até o quarto, puxando-o pelo chão, sentindo aquele poder eletrizante correr pelo meu corpo.

Quando chegamos, o jogo virou totalmente. Depois de colocar um plug anal com um rabo de pelúcia em mim mesma, deitei-me na cama de quatro, provocando-o. Ele entrou no personagem, percorrendo com sua boca e língua cada pedaço do meu corpo. Quando finalmente nos entregamos, sua intensidade deixou-me sem fôlego, provocando gemidos que pareciam ressoar pelas paredes.

A química entre nós era elétrica, cada movimento seu me levando a níveis de prazer quase incontroláveis. O ritmo aumentava, a conexão entre nossos corpos parecia perfeita. Quando ele finalmente gozou, senti sua satisfação como um selo daquela noite inesquecível.

O Círculo Se Fecha

Depois de nossa brincadeira terminar, fui até o chuveiro, ainda sentindo o calor em cada parte do meu corpo. Ao retornar, encontrei Guilherme no sofá, ainda nu e usando a coleira.

— Já pode tirar a coleira. A brincadeira acabou. — Disse, sorrindo.

— Só se eu puder usar o rabinho da próxima vez. — Brincou ele, fazendo-me rir alto.

Aquele dia marcou uma nova dinâmica entre nós. Não era apenas sobre quem controlava quem, mas sobre um vínculo intenso e inquebrável que fomos construindo – um jogo de poder, desejo e entrega mútua.

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