Oferecendo Minha Esposa

Durante um final de semana no interior de Minas Gerais, um casal explora os limites de desejo, ciúme e fantasia. Uma experiência inesperada e repleta de sensualidade transforma a intimidade deles para sempre.

por redação
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Atração no Horizonte Mineiro

Olá, me chamo Gabriel e sou casado com Helena há 6 anos. Helena é um deslumbre, morena com cabelos castanhos ondulados na altura dos ombros, cerca de 1,68m de altura, seios delicados, curvas impecáveis e um olhar castanho hipnotizante. Ela tem aquele charme natural que vira cabeças por onde passa. Desde os tempos de namoro, sempre foi muito assediada, algo que secretamente sempre me provocou mais desejo do que ciúme.

Adoro comprar roupas provocantes para ela e ver os olhares em sua direção quando saímos juntos. No supermercado, no parque ou no shopping, Helena sempre chama atenção, seja pelos vestidos curtos ou os shorts justos que evidenciam sua beleza. Quando voltamos para casa, esses momentos parecem acender uma chama a mais no nosso sexo—cheio de confissões picantes das cantadas que ela recebe no dia a dia.

Mas o que vou relatar agora aconteceu há cerca de dois anos, e posso dizer que foi uma experiência que transformou nossa relação de uma forma que nunca imaginei.

O Convite

Helena fazia trabalhos extras como promotora em eventos e, naquela época, meu amigo de infância, Diego, que é representante de uma marca de vinhos renomada, a convidou para participar de uma feira enogastronômica. O evento aconteceria em uma cidade charmosa na Serra Paulista, começando no sábado de manhã e terminando no domingo à tarde. Com o bom pagamento oferecido, concordei sem pensar duas vezes. Diego e ela viajaram na sexta-feira logo após o entardecer.

Na manhã seguinte, por volta das 9h, recebi uma vídeo chamada da minha mulher, e o que vi imediatamente acelerou meu coração. Helena vestia um macacão preto tão justo que parecia pintado no corpo. O decote profundo exibia suavemente sua pele, enquanto as costuras do tecido abraçavam suas curvas de maneira provocante, deixando pouco para a imaginação.

— Hoje os homens aqui vão enlouquecer, você sabe disso, né? — Ela disse com um sorriso cheio de malícia. — Já estou toda molhadinha só de imaginar.

Aquilo era um misto de ciúmes e excitação. A ideia de outros homens admirando minha esposa fazia meu corpo fervilhar de desejo.

— Pode deixar, amor. Quero saber cada detalhe depois — respondi, tentando soar casual, ainda que minha mente já estivesse percorrendo longas fantasias.

Helena soltou uma risadinha, me jogou um beijo na câmera e desligou. O dia passou devagar, com a expectativa do que poderia acontecer martelando na minha cabeça.

Suspiros ao Anoitecer

Quando o relógio marcava 18h30, ela ligou novamente. Agora, sua voz parecia cheia de adrenalina e… algo mais.

— Oi, meu amor. Sentiu minha falta?

— Com certeza. E você, foi muito cantada?

— Ai, Gabriel. Você nem imagina. Perdi a conta de quantas vezes me chamaram de deliciosa e pediram meu número — disse ela, rindo.

— E algum deles te chamou a atenção?

Ela hesitou por um momento, e então, com aquele sorriso atrevido que eu conhecia tão bem, respondeu:

— Talvez. Tem um cara aqui, o Joaquim. Ele chegou a dizer que se eu não fosse casada, ele me pegaria no ato.

— E o que você disse?

— Eu disse que ser casada não era exatamente um problema… — disse com a voz provocante, jogando lenha na fogueira.

Helena contou que o homem, aparentemente confiante e charmoso, havia passado por trás dela no corredor da feira e sussurrado no ouvido que o macacão estava deixando ele louco de tesão, especialmente a forma como o tecido marcava as curvas dela. Subitamente, eu a interrompi.

— Você gostou?

— Mais do que devia — confessou ela, rindo baixinho.

Entre palavras, Helena detalhou como ele a encoxou na fila para pegar café, esfregando o volume na calça contra a bunda dela, enquanto descrevia em detalhes o que gostaria de fazer com ela. Eu não sabia se ficava com ciúmes ou ainda mais excitado. Não consegui me segurar e comecei a me tocar.

— E aí, o que você sentiu? — perguntei, ofegante.

— Gabriel, senti um calor, sabe? Um tesão impossível de ignorar. Não sei se consigo segurar isso por muito tempo…

A Decisão

Mais tarde naquela noite, Helena voltou a me ligar para dizer que o grupo de expositores planejava jantar juntos e talvez sair para dançar. Era evidente o tom de diversão maliciosa na voz dela, especialmente quando mencionou que Joaquim era quem havia organizado o convite.

— Então é isso? Você vai sair com ele? — perguntei, tentando alinhar minha voz com o turbilhão de sentimentos dentro de mim.

— Só se você me disser que está tudo bem — respondeu ela. — Se eu for, vou me permitir fazer o que der vontade.

Houve uma pausa nervosa na nossa conversa. Parte de mim estava tomada de desejo pela ideia, enquanto outra parte temia as consequências.

— Vá e faça o que sentir que precisa ser feito. Só não me ligue hoje, me conte tudo amanhã quando voltar — decidi, deixando que as palavras escapassem antes que eu pudesse repensar.

— Tem certeza, amor?

Eu confirmei. Quando desligamos, meu coração parecia prestes a explodir. A fantasia tinha ultrapassado os limites da imaginação — agora era real.

A noite se arrastou, cheia de ansiedade e excitação, enquanto eu esperava pelo amanhecer e pelas confissões de Helena…

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