Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com ContosSafados.com Fri, 21 Feb 2025 13:52:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://contossafados.com/wp-content/uploads/2024/08/chilli.png Casa Dos Contos Eróticos https://contossafados.com 32 32 236344640 Putaria Com A Promotora https://contossafados.com/conto/putaria-com-a-promotora/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=putaria-com-a-promotora https://contossafados.com/conto/putaria-com-a-promotora/#respond Fri, 21 Feb 2025 13:52:00 +0000 https://contossafados.com/?p=3027 É a primeira vez que escrevo. Sempre gostei muito de ler contos eróticos e sempre me excitam bastante. Bem me chamo Allan,36 anos, 1,83m, moreno, corpo normal nem gordo nem magro, enfim um cara comum. Trabalho como segurança de rua, cuidando de algumas lojas, o que me faz ter contato com muitas mulheres, mas eu nunca fui muito mulherengo, sempre fui muito na minha.

O que vou compartilhar aconteceu comigo há uns dois meses e eu jamais me imaginaria vivendo isso. Uma das lojas que faço segurança é de produtos de beleza e trabalham muitas promotoras, além das funcionárias fixas da loja. É nessa loja que eu costumo almoçar e descansar,pois tem um estoque bem espaçoso e bem refrigerado e o gerente é um amigo e não se importa que eu acesse a loja. Certo dia chega na loja uma morena linda, deve ter 1,70m, cabelos pretos até a cintura, uma boca que só de olhar já te faz imaginar mil maravilhas,olhos mel, seios médios e firmes, cintura bem desenhada,uma bunda linda redondinha de deixar qualquer um babando e uma bucetinha bem marcadinha na calça legging que ela estava vestindo. Parecia uma passista de escola de samba. Chegou se apresentou (eu estava fazendo a abertura da loja e ela pensou que eu era o gerente) dizendo que ia substituir uma menina que trabalha fixa na loja, pois ela teve que resolver umas coisas particulares e tal e ela ficaria naquele dia. Até então tudo normal, pois como já relatei nunca fui mulherengo e sempre respeitei as meninas das lojas e com a Carla (a substituta) não seria diferente. Terminei de fazer a abertura da loja e fui fazer a ronda nas outras lojas. Quando voltei uma das funcionárias fixas da loja veio brincando comigo dizendo:

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– Toma cuidado que você está sendo investigado.

E eu respondi:

– Eu? Por que? Sou tão bonzinho…

– Deixa de ser sem vergonha que você sabe de quem eu estou falando

– Eu não sei de nada…

E saí rindo imaginado quem seria, pq realmente eu não fazia idéia. Era aniversário de uma das promotoras e as meninas estavam fazendo uma intera pra comprar um bolo e salgadinhos. Eu estava com pouca grana e colaborei com o que eu tinha e a Bárbara (que estava recolhendo o dinheiro e que havia brincado comigo) falou:

– Tá cheio do dinheiro e fica aí de mão fechada.

E nessa hora a Carla que estava perto fala:

– É abre essa mão, deixa de ser coração duro…

E solta uma risadinha

Eu falo:

– O coração não, tenho outras partes duras, mas o coração não é uma delas.

Pra minha surpresa ela se mostrou interessada em saber me perguntando

– O que por exemplo?

Nessa hora a Bárbara sai de fininho e me fala:

– cuidado com a investigação…

Entendi que quem estava perguntando por mim era a Carla.

E ela perguntou de novo:

– O que por exemplo?

Resolvi então “brincar” um pouco pra ver na que ia dar e respondi:

– Esse é o tipo de coisa que não se fala, mas se mostra….

E saí andando achando que não ia dar em nada.

Quando subi pra almoçar quem está na cozinha? Carla a morena delícia que estava tornando o meu dia muito agradável (e eu não fazia idéia do quanto agradável ainda ia ficar). Ela abre um sorriso lindo e eu não acreditei que era pra mim. Ficamos conversando sobre muitas coisas e a mente pensando muita sacanagem mas certo que seria apenas isso, PENSAMENTO. Acabei de comer(a comida rsrs) e fui deitar um pouco pra descansar. Fui pra parte mais escondida do estoque e onde pode ficar com a luz apagada e quando eu olho vem a Carla procurando um lugar pra ficar. Mexi. Com ela dizendo:

– Cuidado pra não dormir demais e passar da hora

Ela então vem e pegunta

– Cabe mais um aí nesse cantinho?

Respondi que sim e ela foi se ajeitando. Enquanto ela se ajeitava virou aquele bundão maravilhoso quase na minha cara e eu que não sou de ferro já fiquei de pau duro. Ela termina de se ajeitar e conversamos mais um pouco e ela então pergunta

– E então vai me deixar curiosa até quando?

– Qual a sua curiosidade?

-Não se faça de desentendido, você sabe exatamente o que eu estou falando.

E tendo dito isso já começou a passar a mão na minha coxa e foi subindo e com cara de safada fala pra mim

– Você disse que é um tipo de coisa que não se fala, mas se mostra então me mostra que eu fiquei curiosa pra saber se é duro mesmo.

E já meteu a mão por cima da calça e começou a alisar. Meu pau que já estava quase estourando dentro da cueca latejava demais na mão dela. Ela então abre a minha calça e lambe ele por cima da cueca. Eu não estava acreditando que aquele mulherão daquele estava me atacando daquela maneira. Ela coloca meu pau pra fora e começa a punhetar bem devagar dizendo

– Nossa está bem duro mesmo

E tendo dito isso caiu de boca, e que boca, quase gozei logo de cara. Ela definitivamente sabe chupar um pau. Subia, descia, parava na cabeça dava linguados e engolia tudo. Eu estava no paraíso. O risco de entrar alguém e nos pegar tornava o nosso ato ainda mais prazeroso. Falei pra ela que tbm queria sentir o seu sabor e ela vira-se de costa pra mim e bota aquele bundão na minha cara. Abaixei a calça dela e me deparei com uma bucetinha linda,carnuda, cheirosa e completamente ensopada. Não resisti e caio de boca arrancando um gemido gostoso dela que me chupa com mais vontade. Não podíamos fazer barulho pra não ser descobertos, mas o prazer que aquela situação nos proporcionava fazia com que os gemidos saíssem sem percebermos. A hora do almoço estava abando mas a sacanagem estava apenas começando e mesmo querendo que não acabasse falo pra ela:

– Tenho que sentir essa bucetinha no meu pau

Ela então se levanta e tira a calça, se ajoelha de costas pra mim e senta no meu pau deslizando aquela bucetinha bem devagar. Ela estava tão molhada que entrou fácil e ela começa então um sobe e desce maravilhoso, eu agarro ela por trás apertando seus peitos e ela gemendo bem gostoso no meu ouvido pedindo pra eu meter nela mais e mais, que ela estava adorando sentir o meu pau na sua bucetinha, e ela deita a cabeça no meu ombro e aperta meu braço anunciando que estava gozando no meu pai, e eu já tomado de prazer já nem me preocupava mais se alguém poderia entrar e nos pegar daquele jeito e peço pra ela ficar de quatro. Quando ela ficou e eu me deparei com aquele cuzinho eu pensei ele vai ter que ser meu hj, e enquanto eu metia nela de quatro comecei a alizar aquele cuzinho que estava piscando pra mim, não houve objeção, e então resolvi ir mais um pouco e enfiei um dedo naquele cuzinho. Percebi que ela estava com a mão na boca pra não gritar e foi então que eu falei: é agora

Tirei da sua bucetinha e coloquei na entradinha do cuzinho dela e ela começou a jogar o corpo pra trás querendo que meu pau entrasse logo, comecei um vai e vem gostoso e aquele rabo parecia querer me engolir. Senti o gozo se aproximando e comecei a socar mais forte e ela gemendo e falando

– isso vai fode esse cu, enche ele com seu leite

Gozei como a muito tempo não gozava,enchi o cuzinho dela com a minha porta e ela continuou se mexendo, pois meu pau ainda estava duro e ela falou que estava quase gozando. Colaborei masturbando seu grelinho enquanto ela rebolava com meu pau no cu. De repente a respiração dela fica mais forte e ela explode em um orgasmo maravilhoso.

Nos vestimos e voltamos ao trabalho como se nada tivesse acontecido, porém a Bárbara percebeu que havia acontecido algo e ficou olhando mas não questionou nada. Peguei o número da Carla e de vez em quando nos encontramos para transas maravilhosas onde experimentamos lugares arriscados, mas outro dia eu conto.

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Como chegamos primeiro adiantamos nosso check-in e verificamos que estávamos em quartos colados

Fomos para a recepção e esperamos a chegada de nossos amigos que não tardaram. Após os beijinhos de saudação eles fizeram seu check-in e subimos juntos para colocarem suas malas no quarto. Para sentir o ambiente, cheguei por traz da Angela, passei a mão em sua cintura e a puxei para mim, ela se encostou em meu corpo, sentiu meu pau duro, virou o rosto, me deu um beijo na boca e disse: tesão !

Logo após saímos para almoçar uma truta e tomar um drink.

Nos posicionamos na mesa de forma que Ângela e Telma ficassem uma de frente para a outra e Renato e eu também.

Após os primeiros goles em nossas caipivodkas começamos a abrir o jogo e falar sobre nossas expectativas e o que esperávamos deste tão aguardado encontro. Renato disse que o ideal era que após o almoço fossemos para o quarto para ficar conversando bem a vontade.E completou: Não há melhor maneira de nos liberarmos.

Enquanto a conversa rolava eu não tirava os olhos da Ângela que por sua vez retribuia com um sorriso de aprovação.

Por baixo da mesa estiquei meu pé e comecei a alisar as pernas dela que retribuiu na hora. Renato e Telma já tinham notado e conversavam entre eles. Renato foi mais ousado, aproximou sua cadeira e nitidamente colocou suas mãos nas coxas da Telma e virando para mim falou: espero por este encontro há meses e não quero perder um minuto, agora então que estou sentindo estas coxas firmes em minhas mãos. Telma virou para Ângela e disse que não se responsabilizava pelo que ia acontecer. O almoço foi servido e rapidamente terminamos pois todos queriam voltar para os quartos. Já no hotel e no caminho para os quartos Renato me perguntou: O combinado ainda esta valendo ? Claro que sim respondi, Telma esta sabendo e aguardando, e Angela ? Também , respondeu Renato. O combinado era que primeiramente iriamos trocar de parceiras e ficar sozinhos por um tempo para ter a intimidade que tanto queríamos, evitando que nos sentíssemos retraídos e que o inevitável voyeurismo tirasse nossa concentração na nova parceira e/ou parceiro.

Naturalmente, ao chegarmos a porta dos quartos, demos um até já, abraçamos nossas novas companheiras e nos trancamos em nossos quartos.

Estava começando o tão esperado encontro.

Ângela então me perguntou: quem teve a ideia de ficarmos sozinhos ? A ideia foi minha para poder ficar mais a vontade com você. Se ficássemos juntos Renato ficaria de olho em você, você nele e a mesma coisa comigo e Telma. Assim, quando estivermos juntos já teremos feito tudo aquilo que temos vontade, sem nenhuma inibição.

Enquanto falávamos íamos tirando nossas roupas e nos alisando, beijando e roçando. Já nus, Ângela sentou na cama , me puxou para ela e foi engolindo e envolvendo meu pau com uma linguá divina. Sua cabeça fazia movimentos ora rápidos ora lentos, de entra e sai, que me levavam a loucura. Minhas mãos percorriam seus seios, beliscavam suavemente seus mamilos e seguravam sua cabeça quando meu pau estava todo dentro de sua boca. Resolvemos parar pois estava quase gozando. Ela então, deitou, abriu as pernas e disse: olha como estou, quero você aqui dentro, precisamos gozar gostoso. Já sonhei muito dando para você, agora quero realidade, quero sentir esta pica dentro de mim. Agarrou meu pau, colocou na entrada da xoxota e pediu: vem, me come gostoso. Enterrei devagar até a cabeça entrar, depois comecei a estocar fundo e rápido.O tesão era tanto que Angela ficou descontrolada, pedia para receber tapas na bunda, perguntou se estava gostando de sua nova putinha e que adorava transar com o macho escolhido pelo Renato pois ele adora ser corno e pede que ela seja bem vadia. Entre tapas na bunda e estas declarações gozamos muito gostoso. Enquanto descansávamos perguntei se quem escolhia as novas aventuras era só o Renato ou ela também sugeria algum novo casal. Ela disse que normalmente era ele que acessava o sexlog e outros sites, iniciava os contatos e depois mostrava a ela que aprovava ou não a continuação da amizade.

Pouco depois Renato me liga e convida para tomarmos um banho juntos. Nos enrolamos nas toalhas e fomos para o quarto deles. Logo que abriu a porta vimos que estavam nus, retiramos nossas toalhas e nos juntamos a eles. Telma então disse: preciso tomar banho logo pois o tarado do Renato melou meu corpo todo, olha só:pegou minha mão e esfregou sobre seus seios,barriga e a testa da xoxota e pude notar que ele havia gozado sobre seu corpo todo.Fomos todos para o banheiro e enquanto Renato dava banho na Angela perguntei: Ele não te comeu? Só gozou fora? Telma disse que tinha sido muito bem fudida, que estava com o cuzinho ardendo pois a pica do Renato é bem grossa e que Renato tirou na hora de gozar pois fazia questão de me deixar toda melada, espalhar sua porra sobre meu corpo para eu mostrar para você e na próxima sim, gozaria tudo dentro. Quer disser que ele já começou comendo seu cú e ela disse sim e que o culpado tinha sido eu que havia mandado fotos do cuzinho dela arrombado depois de ser comido por mim. Depois do banho voltamos ao quarto, Telma deitou ao lado da Angela e eu e Renato ficamos nas laterais da cama. Renato pegou a mão da Angela e colocou sobre a testa da xoxota da Telma, Angela logo começou a alisar Telma que facilitou abrindo as pernas e deixando Angela massagear seu grelo depois, sacanamente olhou para Renato e comentou: Vocês homens adoram uma pegação entre mulheres. Toma juízo, pois com 2 homens ao meu lado não vou ficar gozando nos dedos de outra fêmea.Só vou experimentar isto no dia que fizer um menage feminino. Sentando na cama curvou o corpo e começou a chupar o pau do Renato, entre uma chupada e outra virou para mim e disse: não te falei que era muito grosso e sorriu. Angela não ficou atras e logo começou a me chupar. Pouco depois levantou, foi ao banheiro e na volta ficou de 4 na cama, pegou meu pau e colocou na porta do seu cuzinho, deu uma rebolada e mandou cravar com força. O pau deslizou suave pois a sacana foi ao banheiro para passar um gel lubrificante.Telma já estava deitada, pernas abertas e gemendo muito com a pica do Renato desta vez em sua buceta. Voltei a me dedicar ao cú da Angela porem não pude deixar de escutar Telma dizer que ia gozar e pedir para Renato gozar junto com ela. logo depois notei que os dois gozaram por longo tempo. Angela também pedia para eu gozar e encher seu rabo de porra quente (realmente as reações dela na hora da foda são de uma puta), acelerei as estocadas e enchi suas entranhas como ela queria. Caímos os 4 exaustos na cama porem, pouco depois, Telma diz no meu ouvido: quero que você limpe a porra do Renato que esta escorrendo (ela sabe que adoro fazer isto). Vem me linguar toda ! E para surpresa do Renato e da Angela, ali mesmo, na frente deles abri as pernas da Telma e fui enfiando a lingua em sua buceta,recolhendo a porra, e engolindo aquela mistura de semens .No final enfiei o rosto no meio de suas pernas e dei um grande chupão naquela buceta rosadinha. Estávamos realizados.

Fomos para nosso quarto, tomamos outro banho e cama para um merecido descanso.

Já no inicio da noite saímos para dar uma volta pela cidade e deixar as mulheres verem vitrines. Mais tarde fomos a uma pizzaria e voltamos para o hotel pois alem da viagem o dia tinha sido de muitas “atividades”.

Cada casal foi para seu quarto. Telma e eu, já deitados, trocamos opinião sobre nossos parceiros,falamos sobre o tesão que estávamos para sair com eles e que valeu a pena pois ficamos totalmente satisfeitos com nossas transas.Telma falou sobre a pegada do Renato e que ele era um senhor macho. Perguntou sobre a Angela, falei que era um mulherão, e contei sobre sua transformação em uma autentica puta quando estava com a pica dentro. Concluímos que ainda tínhamos muito que aproveitar no dia seguinte.

Após o café saímos para tomar um banho de cachoeira, se possível nus.

Escolhemos uma bem afastada e por um pequeno espaço de tempo ficamos nus e na maior pegação. Depois, com a chegada de outras pessoas ficamos comportados porem de casais trocados, o que permitiu muitas alisadas e apalpadas que nos deixavam com muito tesão pois víamos nossas mulheres se entregando sem qualquer censura, na nossa frente, aos seus novos machos.

Na volta ao hotel não resisti e dei uma senhora trepada na Telma que estava esperando por isto e gozou muito gostoso.

Após o almoço nos reunimos em nosso quarto e propus o jogo da garrafa como forma de recomeçarmos nosso swing.

A regra era que quando a boca da garrafa apontasse, quem escolheria e retiraria a peça de roupa escolhida seria o marido ou a mulher dos casais trocados. Exemplo: Quem escolheria e tiraria a peça de roupa do Renato seria a Telma, da Angela seria eu e que teríamos que, após tirar a peça de roupa alisar, beijar ou fazer qualquer carinho na parte despida. Desta forma, quando todos estivéssemos nus a atmosfera já estaria pronta para novos momentos de prazer a 4.

Na 1ª rodada a garrafa apontou para a Angela, escolhi sua blusa e após tirar a mesma dei uma bela chupada nos seus seios que logo ficaram arrepiados. Nova rodada e a Telma foi a sorteada,Renato escolheu o vestido ( Telma sempre prefere vestido ou saia e blusa quando vamos para encontros, facilita muito as coisas e mostra logo a disposição de se entregar. Ela ficou de pé e Renato desabotoou o vestido que caiu de uma só vez no chão. Depois , abriu as

pernas dela e segurou firmemente sua xoxota por cima da calcinha.Quando Telma sentou deu para ver a calcinha com a marca de gozo. A melhor parte foi quando Telma e Angela tiraram nossas cuecas e deram uma bela chupada em nossas picas.

Sem nada combinado fomos para a cama e coloquei Telma deitada de barriga para cima e pernas abertas, se oferecendo para o Renato que começou a enfiar seu pau duro e grosso , deitei ao lado dela e Angela veio por cima de mim, colocou meu pau dentro dela e começou a rebolar e gemer. Ficamos assim até gozarmos. Logo após, ainda todos juntos em cima da cama, nossas mulheres limparam nossos paus e nós suas xoxotas.

Renato e Angela foram para o quarto deles e assim que ficamos sozinhos Telma revela que por ela fudia outra vez com o Renato pois nunca tinha levado uma surra de pica tão gostosa e sacana. Revelou que Renato enquanto estava comendo ela nesta ultima foda, tirou a pica da buceta e enterrou no seu cú e vendo que ela tinha gostado ficou revesando as enterradas e completou: você limpou minha xota mais o cú ainda esta todo melado.

Descansamos um pouco, tomamos um banho e fomos ao centro da cidade para jantar pois depois de tanta atividade a fome era grande. Após o jantar, uma pequena passeada pelo shopping do Papai Noel para fazer a digestão e volta ao hotel para dormir. Combinamos café da manhã as 8 já com segundas intenções pois tínhamos que deixar o hotel até as 12. Durante o café Telma pediu que na volta para o quarto queria ficar novamente um pouco sozinha com Renato e logo me lembrei do que havia me dito na tarde anterior. Subimos, entrei com a Angela em nosso quarto e falei para os dois aproveitarem para uma boa despedida.Já dentro do quarto e dando o primeiro “trato” na Angela ela comentou que Renato ficou louco com a Telma, que nunca tinha saído com mulher tão gostosa e fogosa, etc e etc. Falei, então que Telma também comentou a pegada do Renato e queria dar novamente para ele. Concluímos que os dois iam se acabar nesta despedida. Foi quando perguntei sobre sobre nós e se ela tinha gostado e Angela disse que sim, que adorou as posições que fizemos, que bastou pedir uma vez para que eu entendesse que gostava de levar uns tapinhas mas que queria de levar para casa uma recordação do fim de semana em seu corpo e pediu que eu desse uns chupões bem fortes em seus seios e na bunda até deixar marcas roxas para ela mostrar ao Renato e deitando de bunda para cima disse para começar por alí. Me transformei e pensei: se é isto que ela quer ela vai ter. Comecei a chupa por força sua bunda até deixar uma marca de sangue sob a pele, repeti na outra nádega. Nos seios fui mais delicado e as marcas foram pequenas e leves. Após esta pequena seção sado coloquei Angela de 4 e me acabei no seu cuzinho quente e delicioso. Gozei muito junto com ela e desabamos na cama.Assim que sai de cima ela pediu para eu pegar sua calcinha e limpa-la com a mesma pois iria para casa com ela e quando lá chegasse esfregaria no rosto do Renato, mostraria os chupões em sua bunda e peitos pois ele gostava de saber que sua mulher tinha aproveitado ao máximo o macho que ele escolheu.

Angela foi para seu quarto e pedi que chamasse Telma pois tínhamos que arrumar as malas.

Fizemos nossos check-outs, e na despedida Renato comentou que seus encontros anteriores tinham sido por horas em um motel e que tinham gostado muito de um encontro mais demorado e queriam repetir. Ficou aquele gostinho de quero mais em todos.

Já na estrada perguntei a Telma como tinha sido a despedida e ela respondeu que não poderia ter sido melhor. Tirou uma calcinha de dentro da bolsa, passou na minha boca e nariz dizendo para eu sentir o cheirinho da porra dos dois.

Logo que chegamos em casa pegou seu telefone e me mostrou algumas fotos tirada pelo Renato do seu cú arrombado.

Foi o suficiente para uma grande trepada final!

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Comeram minha namorada! https://contossafados.com/conto/comeram-minha-namorada/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=comeram-minha-namorada https://contossafados.com/conto/comeram-minha-namorada/#respond Fri, 21 Feb 2025 13:46:29 +0000 https://contossafados.com/?p=3019 Prazer sou Pedro pra quem não conhece e recomendo que leiam meus contos, estou tentando contar os fatos por ordem de ocorrência. Atualmente estou contando coisas que aconteceram quando eu tinha meus 18 anos e namorava Carla, tenho 1, 80m, branco, um pouco de músculos nos braços porém magro, cabelo pretos e olhos verdes, meu pinto tem 23 cm. Nesse tempo eu já estava pegando minha sogra, minha cunhada e tinha pego uma amiga da minha namorada a Jéssica e sua mãe também, porém descobri que ela me traia também.

Era uma quinta feira e minha namorada disse que iria ao médico, ou seja, casa do Luís. Fui para sua casa na esperança de encontrar Rosa minha sogra e dar uma bela comida nela porém quando chego lá sou recebido por minha cunhada Letícia, Letícia tinha 1, 62m, com uns peitos enormes, uma bunda redondinha e aquela cintura fina, era loira de cabelo curto, com os olhos azuis e uma boca perfeita. Ela então falou:

– Pedro é quem eu precisava para conversar, vamos no parque da água branca?

Topei e saímos. Pegamos o metrô e descemos na barra funda, fomos até o parque e começamos a andar por lá, pegamos um sorvete e quando fomos mais para o fundo do parque que tinha pouco movimento, achamos um banco e nos sentamos.

Eu: – Então o que você queria conversar?

Letícia: – Você não vai acreditar no que rolou ontem.

Eu: – O que?

Letícia: – Eu e a Carla transamos com o Matheus.

Eu: – Os três juntos?

Letícia:- Siiiiim, nossos pais saíram ontem a noite e Larissa iria dormir na nossa avó, então ficamos os três em casa.

Eu apenas escutava atentamente e já ficando excitado, enquanto Letícia prosseguiu:

– Estávamos entediados e resolvemos jogar stop, ( para quem não sabe, tem vários temas e as pessoas tiram no dedo uma letra tipo N e tem que colocar palavras que começam com aquela letra nos temas, palavras repetidas são 5 pontos, palavras únicas 10 pontos e nada 0 pontos) porém Matheus falou que seria interessante se fosse um strip stop e a cada letra quem tivesse menos ponto tirava uma peça. Carla e eu aceitamos.

Na primeira rodada Carla perdeu e tirou a camisa ficando de shorts, calcinha e sutiã, então na segunda rodada Carla e Matheus empataram como perdedores e ambos tiveram que tirar, Carla ficou de calcinha e sutiã e Matheus de camisa e cueca. Prosseguimos e perdi, tive que tirar a camisa, em seguida Matheus perdeu e tirou a camisa ficando de cueca e começamos a rir e falar que quem deu a ideia ficaria nu primeiro. Jogamos e perdi junto de Carla, tirei meu shorts ficando somente de sutiã pois estava sem calcinha e Carla tirou o Sutiã ficando com os peitos para fora, logo percebemos o volume na cueca de Matheus. Jogamos mais uma vez e Matheus perdeu, ele tirou a cueca e aquela rola dura de 19 cm saltou para fora, então rimos e perguntamos se ele estava excitando com as irmãs no que ele afirmou.

Eu e Carla dissemos que ele havia perdido, porém ele propôs pagar uma prenda caso perdesse, dito e feito ele perdeu então Carla que havia ganhado pediu a prenda, pediu que ela batesse uma punheta. Matheus então começou a bater e falar, preferia fazer outra coisa com ele. O pau dele começou a babar e pedimos para parar e continuamos, dessa vez eu perdi e tirei o sutiã, na próxima Matheus perdeu novamente e Carla ganhou e pediu que ele fodesse meus peitos, eu me ajoelhei e cuspi em seu pau no que ele enfiou entre meus peitos e começou a foder bem gostoso, quando estava quase gozando, Carla pediu para parar, jogamos mais uma e eu perdi, Matheus pediu para para chupar o seu pau e comecei a chupar porém estava de olhos fechados e quando sinto algo na língua e abro meus olhos é Carla chupando do outro lado.

A partir dai foi só putaria entre a gente, chupamos muito o Matheus e botamos ele para foder nós duas a noite toda, ele comeu todos nossos buraquinhos e sabe o que mais?

Eu: – O que?

Letícia: – Eu não lavei, a porra dele tá dentro de mim ainda.

Eu já não aguentava mais de tesão e a puxei para trás de uma casinha das que tem dentro do parque, como estava pouco movimentado ninguém iria ali, abaixei meu shorts e Letícia cuspiu e batia uma punheta gostosa, assim que meu pau estava bem molhado a coloquei apoiada na parede e comecei a comer aquela buceta meladinha pela porra do irmão, não demorou muito e explodi em um gozo dentro dela. Quando estávamos se arrumando percebemos dois caras, um aparentava ter por volta de uns 40 anos e outro por volta dos 20, um estava com celular na mão e ele disse que gravou tudo e que colocaria na internet.

Letícia pediu que não fizessem isso, que apagassem, então veio a condição, ela tinha que fazer eles gozarem também, se aproximaram dela e tiraram seus paus para fora, o senhor de 40 anos tinha uma rola bem grossa, devia ter uns 18 cm e não fechava na mão de Letícia, o outro de 20 anos tinha uma rola de uns 16 cm e era normal. Letícia ajoelhada batia uma punheta para eles e eles riam falando:

– Tá gostando de ver sua namorada putinha cuidando das nossas rolas?

Eu estava muito excitado vendo aquela cena mas apenas disse para não machucarem ela.

Sr de 30 anos: – Podemos garantir que não a machucaremos mas os nossos paus não podem dizer o mesmo.

Letícia começou a chupa-los e o Sr de 40 anos forçava a rola na sua garganta e ela vivia engasgando, afinal ela tinha 18 anos e uma boquinha deliciosa. Quando estavam com a rola bem dura abaixaram o shorts de Letícia o tirando e o Sr de 40 anos a ergueu e colocou o seu pau em sua buceta, era um estranho a comendo sem camisinha, os riscos dele ter doença ou sei lá o que, porém o amigo dele veio do outro lado e falou:

– Vamos ensinar uma coisa que só amigos de verdade podem fazer para putinhas como você.

Então ele forçou até entrar os dois paus na buceta de Letícia que a essa altura se segurava para não gritar de dor e prazer, então começaram a comê-la e perguntavam se eu corninho estava gostando. Fiz que sim com a cabeça, eles anunciaram que iriam gozar e desceram ela e gozaram em sua cara e na sua boca.

– Agora vai lá corninho dá um beijo na namorada.

Fui em direção de Letícia e olhando em seus olhos demos um beijo de língua.

Eles então riram e falaram, a gente não gravou nada mas obrigado pela gozada putinha.

Foram embora e ficamos ali, Letícia percebendo que eu estava duro apena tirou meu pau para fora novamente e bateu uma punheta molhando com o esperma de sua boca e seu rosto até que eu gozasse no mato. Nos arrumamos e voltamos para casa, deixei ela na casa dela e nem esperei por Carla aquele dia.

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Dei para os meus “tios” https://contossafados.com/conto/dei-para-os-meus-tios/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=dei-para-os-meus-tios https://contossafados.com/conto/dei-para-os-meus-tios/#respond Fri, 21 Feb 2025 13:42:26 +0000 https://contossafados.com/?p=3015 Hoje vim contar de uma época em que eu morava com uma tia no Rio, era perto de uma igreja pequena e ficava ao lado de um escritório agropecuário de um senhor de uns 45 anos chamado Fabrício ,em dias de final de semana sempre fazia churrasco nos fundos do escritorio com seus amigos e clientes, apenas homens frequentavam, sempre era uma bebedeira entre eles e muita conversa, dava pra ouvir tudo do meu quarto.

Como ninfomaniaca sempre ficava rolando na minha mente uma fantasia louca onde eu estava no escritório semi nua e deixava todos os homens me foder inteirinha sem dó nem piedade, ficava molhadinha pensando nos tiozões enlouquecidos de tesão me fodendo como a boa putinha que eu sou.

O que eu não sabia é que minha tia é uma boa amiga da esposa de Fabrício, ele ia as vezes em casa tomar um café e bater um papo,eu não deixava nunca passar nada em branco,fiz uma bela amizade com ele no nível de dar beijinhos no rosto e até mesmo sentar em seu colo,ele me via como uma criança mas eu amava o provocar de uma forma bem sutil.

Em um desses sábados de churrasco minha tia pediu que eu levasse uma travessa de maionese até o escritório, sem nem pensar duas vezes eu aceitei e fui até meu quarto, coloquei uma mini saia jeans e uma blusinha rosa claro bem transparente e delicada e claro, sem calcinha, eu estava lisinha por baixo e pronta pra ir.

Era umas 22:30 quando eu esperei por Fabricio , ele me recebeu com aquele grande sorriso cheirando a álcool e cigarro, cheiro que particularmente amo juntos, o cumprimentei beijando o canto de sua boca nem disfarçando que era proposital, desviei dele entrando sem ser convidada (sim, ousada), atraí os olhares de todos ao chegar no fundo do escritório, era cerca de 15 tios bebendo e comendo mas no momento paralisados, me olhavam de cima a baixo, logo Fabrício aparece e me apresenta como sua sobrinha Navi, não de sangue mas de coração (ou ereção, aposto que já havia ficado duro pensando em mim).

Aos poucos os tios puxam assunto enquanto bebo cerveja e os agrado sempre sendo simpática e fazendo absolutamente tudo de forma sensual, estava inquieta imaginando o quando logo eu estaria satisfeita, Tio Fabrício tava sempre por perto tocando meu braço enquanto falava e olhando meus peitos através da blusinha,acho que ele sabia que eu queria exatamente o que eu mesma queria.

Conversa vai e conversa vem aos poucos os tios iam pra casa,eu já estava bem alterada mas ainda queria realizar minha fantasia, havia só dois tios e o Fabrício, estavam começando a limpar tudo mas dei o golpe super velho de derrubar cerveja na minha blusa com a maior expressão de inocência, tio Fabrício me levou imediatamente para a pia pra limpar a blusa, os outros dois nao deixavam de olhar para os meus mamilos , e claro que para ser justa, não deixava de olhar o volume deles.

Tio Fabrício passava o pano devagar nos meus peitos, todos sabiam o que fazer mas ninguém fazia então comecei a passar a mão no pau do tio por cima de sua calça, surpreso, tio Fabrício não sabia como reagir mas eu continuei o provocando enquanto olhava para os seus amigos sem vergonha alguma na cara, devagar comecei a beijar lentamente tio Fabrício em seu pescoço e sua boca enquanto passava a mão no pau e seus amigos lentamente, surpresos também, porém animados, e bem animados.

O clima esquentou muito rápido eles tiravam minhas roupas aos poucos começaram a me acariciar o que me deixava super quente e excitada, não demorou muito para que eu abaixasse as calças deles e começar a chupar o primeiro a minha frente com a maior fome e sede de porra, masturbavao os outros dois a minha esquerda e direita com as mãos bem ocupada com da frente inteirinho na minha boca, era minha primeira vez fazendo isso com três homens ao mesmo tempo mas a bebida e a minha excitação ajudou bastante, eu estava completamente molhada e ansiosa para que o primeiro enfiasse fundo na minha bucetinha, o que não demorou muito porque eles também não viam a hora. sentei no colo do tio Luis sem pressa com medo de me machucar,quem diria que era tão grande! Seu pau molhado entrava bem fundo na minha bucetinha pequena, eu engolia o pau de seu amigo sempre rezando para não deixar o outro só, afinal,todos merecem amor, tio Luiz empurrava minha cintura contra o seu colo com força, eu delirava com isso, estava tão gostoso que eu não pude acreditar, finalmente, eu já havia gozado mas ele aparentava estar só no começo e seus amigos também,eu não tinha muita experiência mas acho que ele sim.

Minha goza transparente escorrendo as bolas do tio Fabrício era melhor sensação da noite, tio Fabrício tem um tapa forte na minha bunda e me fez levantar, era hora de outra posição e outro tio, um tio de barba me colocou de quatro massageando meu clitóris cuspindo um pouco sua mão, não ouve calma ele começou no hard, esse tio adorava bater e puxar forte no meu rabo de cavalo para trás dando um super impulso fazendo minha bucetinha engolir o seu pau inteiro pau inteiro sem dó.

Cada tapa era um gemido engolido pois eu não conseguia emitir os sons com o pau enorme do tio Fabrício na minha garganta, imaginei que se eu fosse morrer um dia gostaria que fosse assim, estava tão molhado, quente e rápido eu não estava aguentando, eu já havia gozado pelo menos cinco vezes, estava indo ao delírio, mas logo o tio com barba preencheu minha bucetinha inteirinha de porra, foi uma sensação maravilhosa, eu não estava nem um pouco preocupada, o tio de barba saiu do jogo se vestiu e foi fazer uma ligação, me restavam dois.

Decidimos ir para o sofá do escritório, era mais confortável e mais reservado, quando chegarmos o segundo tio me deitou no sofá de frente para ele, abrindo bem as minhas pernas, seu pau tinha uns 15 cm, ele enfiava rápido mas de forma não muito intensa, eu chupava com gosto o pau do tio Fabrício, que gemia como um urso, já seu amigo estava me chateando, notei que o melhor era acabar logo com esse tio e ficar a sós com o tio Fabrício, dei sinal de que queria mudar de posição , fiquei por cima cavalgando rápido e forte, ele chupava e mordia meus mamilos gemendo alto, logo gozou todo seu leite na minha buceta, escorrendo um pouco no sofá do tio Fabrício, o que acho que na hora ele não notou, e lá se vai o terceiro tio!

Eu estava muito cansada mas agora era o que eu mais, queria meu Gran finale, a lenda do tio Fabrício entrando inteirinha em mim, acho que eu estava completamente apaixonada por aquele tio, ele era tão intenso , bruto e grande que me levava a loucura e me faz esquecer que horas eram, olhei por acaso para o meu relógio, já era 1:30 da manhã, meu celular no chão não parava de piscar,certeza que já vi umas 40 ligações da minha tia, isso começou me deixar paranoica preocupada, pedir para que o tio Fabrício terminasse rápido pois precisava voltar para casa, ele entendeu, pediu que eu deixasse ele gozar na minha boca,supercontente como sinal de gratidão eu fui totalmente a favor, infelizmente não passei mais tempo contigo Fabrício naquela noite, mas houveram outras noites e tardes e outras histórias que serão contadas em próximos contos!

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15 de Agosto de 2004

 

MEU FINAL DE SEMANA

Sabadão

Como eu tinha muitas coisas para fazer e não tive tempo durante a semana, resolvi tirar este final de semana para colocar minhas coisas em ordem e colocar a cabeça no lugar, rs…

Eu estou muito confusa com tudo que têm acontecido na minha vida.

E preciso fazer tantas coisas que nem sei por onde começar. É muita coisa para uma menina de 19 anos resolver. Mas ao mesmo é bom porque me sinto útil para a vida.

A Tati está doente, e eu fiquei muito preocupada com ela nestes últimos dias. A Gabi jogou fora um resto de comida que estava podre,rs, e colocou num saquinho no chão, quando ela foi ver a Tati tinha rasgado e comido tudo, como se fosse uma vira lata da vida. Só sei que ela ficou muito mal… Na sexta feira eu ligava toda hora para a Gabi para ter notícias, acho que fui muito chata tanto que ela me falou: “Bruna, se você é assim com uma cachorra, quando você tiver um filho você vai ficar louca”.

Ontem a faxineira que contratei veio aqui em casa, ela é irmã da tia que vende natura e avon para mim e por isso, ambas me conhecem como Bruna. Bom, eu estava no banheiro quando a campainha tocou: era uma mulher que vende lingerie para a mulherada do prédio e que me conhece pelo meu nome verdadeiro. Então a faxineira abriu a porta e a outra perguntou por mim.
Vocês não sabem o que aconteceu… não é que a tia gritou para mim: “Brunaaaa você conhece alguma ****???? “. Putz… eu não sabia o que fazia, se eu entrasse no ralo, eu entrava para me esconder. Enrolei um pouco para pensar em alguma forma de me ‘proteger’ e cheguei na conclusão que a melhor forma seria falar para a tia assim: “Tia, você está louca!! Bruna é a minha amiga que mora comigo”. Porém, a outra sabe que a minha amiga chama Gabi.
Só sei que phudeu… Bom, eu não tenho medo de que pensem que eu sou putinha e que por isso eu tenho dois nomes, tenho medo que pensem que eu sou sei lá o quê, tipo uma estelionatária. Rs. Mas é sério…

Eu já tenho quase 3 gavetas só de lingerie que eu nunca usei mas não tem jeito, não posso ver uma diferente que eu não resisto…. :roll: Coisas de mulher… Quando eu não tenho nada para fazer, eu fico vestindo uma por uma e me olhando no espelho, mas eu espero que eu as use com algum homem, um dia… Mas não pode ser qualquer um, se é que vocês me entendem. Acho que lingerie dá mais tesão quando usamos com um namorado, mas da forma que as coisas têm andado, vai demorar para eu ter um fixo. Rs…

Como homem é um bicho complicado, as vezes dá vontade de virar lésbica e procurar a felicidade em alguma fêmea. Rs. Mas pensando bem, mulher é mais complicada ainda.

O phoda é que os homens com quem eu já me relacionei até então, pensam que eu vou ficar correndo atrás como uma cadela no cio… eu já perecebi isso. Tadinhos…
O último vive me testanto e se há uma coisa que eu não suporto é homem me testando.

Sabe o que eu percebo que está acontecendo hoje em dia??? Os homens estão sem criatividade para xavecar, e para conquistar demonstram ser outra pessoa, como se colocassem uma máscara. Os homens de hoje em dia estão muito sem personalidade, não sabem o que querem. Dizem que procuram alguém para amar mas quando encontram, não dão valor.

Um dia desses, eu estava conversando com a Gabi sobre peixes. Sim, sobre PEI-XES… Eu gosto de ficar observando os peixes mas somente quando eles estão livres na natureza, eu não conseguiria ter um aquário em casa, mesmo sabendo que eles transmitem uma sensação de paz. Um dia eu fui num lugar onde só vendem peixes e fiquei os observando, parecem ser uns animaizinhos tão tristes, que nadam sem parar e não chegam à lugar nenhum.
Eu não conseguiria ser um peixe de aquário… eles comem uns pozinhos tão sem graça, não fazem sexo porque a fêmea fecunda com os negocinhos soltos pela água, dormem de olhos abertos e ainda tem que aguentar váriós narizes e olhares de curiosos.
Mas estávamos conversando sobre os peixes machos. Segundo um amigo que conhece muito à respeito destes pequenos seres, me contou que o macho é muito fiel,não traí de jeito nenhum e defende a fêmea de supostos ataques, fora que se ela morre, ele acaba morrendo por sentir falta. Fofo não é ???
Bom, eu e a Gabi chegamos na conclusão que se fosse possível, nos casaríamos com um peixe!:oops:

Para completar o meu sabadão, quando eu fui ligar a televisão deu um tilti e acho que pifou… :'( O phoda é que o meu som fica em Moema porque aqui em casa nós escutamos cds pelo dvd… só que sem tv, o dvd também não funciona.
Aiiii ninguém merece passar um final de semana sem nenhum barulho em casa.

No começo da noite fui passear com a Tati para ver se ela se animava um pouco. Acabei passando numa banca de revista e comprei no total 8 desde intelictuais até as futéis. Cheguei em casa e fiquei deitada folheando uma por uma. Eu adoro ficar em dia com o que acontece pelo mundo que vivemos e pelo mundo fútil dos famosos.

A noite eu fui na casa de um amigo e dormi por lá.

O dia foi produtivo porque eu consegui fazer tudo o que eu queria e consegui colocar tudo em dia.

DOMINGÃO

Acordamos ( eu e o meu amigo ) bem cedo já que ele tinha que trabalhar… Vim para casa e quando vi o dia lindo que estava, não pensei duas vezes, fui na farmácia para comprar bronzeador, voltei, coloquei meu biquini fio dental e fui para a piscina.
Nossa, o dia estava lindo e consegui ficar bem bronzeadinha do jeito que eu gosto. ;)
Fiquei na piscina das 11hs até as 16h30… tinham várias pessoas que moram aqui e que eu nunca tinha visto antes.
Fiz “amizade” com duas mulheres e com dois caras. Ficamos conversando sobre diferentes assuntos. Foi bem divertido.
Quando eram umas 13hs um deles teve a maravilhosa idéia de ir buscar cerveja e ficamos bebendo.
Porém, eles começaram a jogar baralho e como eu não tenho paciência, eu fiquei de fora do jogo mas fiquei conversando com uma das duas meninas.
Ela tem um corpo lindo, e durante nossa conversa não deixei de admirar os peitos dela, putz, fiquei com tesão, até molhei o meu biquini. :oops: Sério.
O fato é que faz tempo que eu não pego uma bu pra valer e estou com saudades de sentir o gosto do gozo de uma mulher.
No swing é complicado porque eu não gosto chupar mulher no meio do povo, faz tempo que não fico com uma a sós entre quatro paredes.
No ano passado eu conheci uma mulher na Boogie, onde eu batia cartão com a Gabi, ela era maravilhosa porém ela é casada e segundo ela, o marido não sabia e nem ela queria que ele soubesse.
Ficamos juntas somente duas vezes, ela veio me buscar e fomos para o motel Desirré… Ela não sabia que eu fazia programa acho que cortaria o clima.
Nossa, ela foi a melhor mulher que já tive a oportunidade de ficar. Coisa muito boa mesmo.
Perdemos contato porque nossos horários disponíveis não estavam batendo mas eu tenho o telefone dela… Será que eu ligo??? Quem sabe um dia que eu estiver muito na ‘secura’.

Ah, amanhã eu não posso me esquecer de comentar a respeito do casal que saí na semana passada…. Só não comento agora porque ainda tenho que responder meus emails.

Boa semana à todos.

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14 de Agosto de 2004

Segunda sexta feira 13 deste ano.
Para muitos, é um dia ‘perigoso’ mas para mim, é um como outro qualquer.
Tem gente que coloca cada ideinha na cabeça que Deus me livre.
Eu acho incrível, como há pessoas que complicam a vida, já bastam os nossos problemas naturais mas ficar se preocupando com supertição, macumba, dia de azar, etc… É phoda!

Esta semana que passou foi super corrida para mim e por isso fiquei totalmente sem tempo para responder os emails como também detalhar os meus dias…

** NOVIDADES **

1) Finalmente marquei o exame prático para tirar a carta, será no dia 23 às 7h30. Espero que eu consiga acordar… :roll:
2) Recebi uma proposta para um emprego. Mas ainda estamos entrando num acordo. O fato é que se eu aceitar, prometi à determinada pessoa que eu pararei de fazer programa :(
Estou um tanto confusa porque eu não quero deixar o certo pelo duvidoso. Eu sei que se eu decidir deixar a putaria, muitas pessoas ficarão felizes, por bem ou por mal.
Mas minha vida mudará muito, não somente pelo lado financeiro, mas também por outros motivos…
Deixar de ser puta ou não, eis a questão… Rs.
É um assunto complicado…. Sei que não devo fechar nenhuma porta que se abre para o meu próprio bem. Mas será que eu conseguirei lidar com uma vida “normal”?
Ao mesmo tempo que eu gostaria de deixar a putaria, eu não consigo me imaginar sem sexo.

Esta semana em relação ao trabalho, foi bem produtiva. Fui duas vezes no swing, atendi um casal ( que relatarei como foi, depois…) e atendi dois homens juntos, como já relatei o programa, fora os programas básicos…

Na quarta feira eu não trabalhei. Acordei com uma preguiça aguda e tirei o dia para descansar e fazer as minhas coisinhas. Fui com a Gabi no shopping. Essa é a melhor época para comprar roupas porque está tudo em liquidação.
Como sempre, nós nos divertimos muito passeando. Ela é também observadora, como eu. Rimos muito por causa de um brinco que uma menina estava usando. Nossa, parecia um bambolê em cada orelha…
É estranho porque nós estamos muito sincronizadas. Teve um dia que eu estava em Moema e o telefone tocou, antes de ver quem era eu pensei: “É a Gabi” e… era!! Num outro dia, eu cheguei em casa e ela me contou um pouco assustada que tinha sentido que eu estava chegando. Num outro dia, estávamos escutando música, eu estava no quarto e ela na sala, estávamos quietas mas do nada cantamos a mesma frase no mesmo momento.
Mas deve ser tudo apenas coincidência…

Em relação ao coração… Ai ai… Tem acontecido cada coisa mas por enquanto não entrarei em maiores detalhes enquanto eu não resolver.

Hoje, sexta feira, passei o dia todo na maior ressaca. Tomei muita água de coco porque não há nada melhor para curar.
Nessa semana eu bebi muito, dormi pouquíssimo e me alimentei super mal… Preciso me cuidar mais.
Eu prometi para mim mesma que semana que vem eu começarei a controlar o cigarro para parar de vez. Eu não quero iniciar o outro ano com este vício. Só basta a minha força de vontade.

Passei a semana toda pensando no meu pai. Ele nem me ligou, como eu já sabia. Foi estranho porque eu não desliguei o meu telefone nem durante os programas, deixei no vibracall e toda hora eu olhava para ver se não tinha uma ligação perdida.
O velho é orgulhoso demais, mais do que eu. Ninguém merece… Será que não custava ele ter me ligado para dizer apenas: “Oi, obrigado pela carta e pelas flores” ??????
Aliás, quero comentar a respeito de vários emails que recebi em relação aos pais. Me emocionei com muitos, juro. Se eu pudesse, eu os colocaria por aqui.
Mas me surpreende o fato de saber que há casos e mais casos de filhos que não se dão bem com o pai. O que me deixa ‘feliz’ é o fato que com isso, percebo que eu não sou uma louca que não soube amar o próprio pai ou então que o meu pai não é o único no Mundo que não soube compreender o filho.
Eu sei que deve ser phoda para um pai saber que a filha se sustenta vendendo o corpo mas acho que pai deve perdoar e aceitar o filho, por pior que ele seja.

Ah sei lá… Só sei que esta vida é muito louca!

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13 de Agosto de 2004

ÊÊÊÊÊ… duas noites seguidas no swing… :D:D:D:D:D

QUARTA FEIRA

Swing: Marrakesh :D
Cliente: o mesmo que eu fui da última vez
Horário que ficamos por lá: das 23H30 às 4hs

A casa estava cheia, não lotada mas estava com um número de casais ideal, se é assim que posso dizer.
Como eu estava numa boa companhia, eu não reparei se haviam casais bonitos.
Fui com um cliente conhecido, que aliás é o qual não quis trocar de casal. Hoje aconteceu o mesmo…
Ele não se sentiu novamente à vontade para ficar entre a suruba e por isso ficamos apenas nós dois.
Bebi, dancei, me diverti muito.
Eu e ele transamos muito. Ficamos um tempão juntos tanto que perdemos os shows de stripp, mas sussu.
Rolou uma puta química entre nós tanto que não me importei em ter perdido nada. Mas a sensação de estar transando naquele ambiente que cheira sexo dá um tesão que não tem preço. Rs. Juro.

Ah, aquela promoção que eu já comentei a um tempo atrás continua… quem levar um agasalho ou cobertor paga apenas 20 de consumação. Mas cá entre nós, vale a pena apenas para quem bebe puouco.

QUINTA FEIRA

Acabei de voltar por isso que estou empolgada…

Swing: Inner :(
Tempo que ficamos por lá: das 23hs às 4:30
Cliente: também já o conhecia e hoje foi a terceira vez que fomos juntos. Não sei se vocês se lembram, mas foi com ele que me deu pela primeira vez uma sensação estranha no final de noite e eu chorei no quarto de casais.

Hoje estava lotado. Porém não estava legal apenar de ter um pessoal bonito. Bom, tinham muitos molequinhos sozinhos, muita mulher fresca e no labirinto de quinta feira é permitido a entrada de homens sozinhos. Sendo assim, nem dá para ficar passeando por lá, porque parece que são vários urubus em cima da carniça. Sério…

O som estava excelente, tocou muito flashback do jeito que eu gosto, ainda mais porque tocou uma das minhas músicas preferidas que eu não sei o nome mas é da banda The mammas and pappas.

Shows de strip

De quinta feira, para azar dos homens, há apenas shows para a mulhereda. Hoje teve dois shows de homens, sendo que apenas um era bonito. Um deles estava fantasiado de marceneiro, rs… sei lá, mas ele entrou segurando um martelo e o outro estava fantasiado de bandido ou algo do tipo porque entrou com uma pistola, provavelmente de brinquedo.
Não fui puxada para o meio dos shows, mesmo porque eu não estava afim.

Hoje trocamos três vezes de casal. Sendo que apenas um para mim, valeu a pena.

PRIMEIRO

A menina era muito gostosa porém, ela não ficava com mulher, para a minha infelicidade. Mas trocamos de casal já que o cliente estava doido para comê-la.
Fomos para um minúsculo quarto. Quando eu tirei minha blusa e ela apertou um peito meu, ela disse: ” É silicone né fia??”.
Me chamar de fia ainda mais durante o sexo, para mim é brochante. Mas relevei já que não ficaríamos juntas. Mas quando eu escutei isto eu ri na cara dura.
Odeio que me chamem de filha, muito menos de fia.
O parceiro dela era um moleque chato. Transamos um pouco e depois ele queria gozar no meu peito, eu não aceitei e ele insistiu. Acabei falando que deixaria porque odeio também que me insistem algo que eu não quero, mas eu sacaneei porque quando ele ia gozar, eu saí da frente e nenhuma gota caiu em mim. Rs.

SEGUNDO

Foi com um japinha que eu até gostei mas na hora H não curti. Já tínhamos trocado no quarto de casal, mas a parceira dele estava com frescura e então o meu cliente me puxou para sairmos. Nos encontramos novamente e então fomos para um dos cubículos.
Estávamos transando de quatro, ele estava em pé e eu de joelhos no sofá. Ele metia muito forte, e para me proteger eu virei o rosto de lado para não bater o nariz com tudo na parede, porém, eu bati a cara com tudo. Vi estrelinhas. Ele foi um pouco agressivo, mas por sorte, ele gozou rapidinho.
O meu cliente fingiu que tinha gozado com a menina, e quando eles saíram do quarto, transamos nós dois e ele gozou comigo.

TERCEIRO

Foi com uma moreninha muito gostosa. Ela estava dando para o parceiro dela, e eu sentei ao lado dela para tocá-la. Não aguentei segurar o tesão e comecei a chupar os peitos dela que eram deliciosos. E nos beijamos muito. Porém não passou disso.
Eu estava louca para chupá-la mas acabei não tendo coragem.
Trocamos de casal e foi ótima troca. Curti o parceiro dela e ele me pegou do jeito que eu gosto mas infelizmente gozou rápido.

Um fato engraçado foi quando um carioca que estava muito bêbado me puxou, e ele começou a falar umas coisas nada a ver, no meu ouvido. Ele ficou me dizendo que quando me viu, se lembrou do filme Perfume de mulher e começou a me contar o filme todo. Ninguém merece ficar escutando a sinopse de um filme em pleno swing.

Quando estávamos indo embora, numa mesa, tinha uma loira muito gostosa acompanhada por um velho que tinha a idade para ser avô dela. Juro.
Ela me puxou mas notei que estava bêbada. Fiquei na frente dela e ela colocou um peito meu para fora do decote e começou a chupá-lo. Enquanto ela lambia o peito, ela ficava olhando para mim, sem piscar. Coisa muito boa.
Porém, o meu cliente me puxou para irmos embora.:(

Apesar de eu não ter chupado nenhuma bu, por apenas ter curtido uma das trocas que fizemos, e por estarmos no Inner, eu me diverti muito e valeu a pena. ;)

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11 de Agosto de 2004

 

PRIMEIRO PROGRAMA

Foi com um cliente super tímido e travado. E este foi o motivo por não ter rolado química.
O programa foi rápido e simples porque não rolou nada além do basicão.
No primeiro tempo ele gozou rapidinho enquanto eu o chupava e massageava o c* dele pelo lado de fora. ( Detalhe: foi ele que levou o meu dedo até lá ) .

Durante a gozada, deu uma tremedeira nele que parecia que ele teria um piripaque. Mas nada abalável.

Logo após, quando eu deitei ao lado dele, notei que ele estava sem graça e percebi que foi pelo fato dele ter levado o meu dedinho naquele lugar. Trocamos algumas palavras porque eu percebi que ele não estava afim de bater papo comigo.
Foi quando ele me revelou que hoje foi a segunda vez que ele saía com uma putinha, sendo que na primeira, segundo ele, à muito tempo atrás, foi para perder o cabacinho, rs… E este foi o motivo para o “travamento”.

Fomos para o segundo tempo no qual eu o fiz gozar com uma cavalgada com a bu.

Trocamos mais algumas palavras e fomos para o terceiro tempo, porém, não concluímos por dois motivos: escasso tempo e porque segundo ele, ele já passou da idade de conseguir dar três gozadinhas. Rs.

O programa foi bom apesar de ter sido mecânico por causa da falta de química. Mas valeu…

SEGUNDO

Foi com um quarentão.
Pessoa nitidamente carente, mas na hora do tesão, deixou a carência de lado e aproveitou a putinha que estava ali presente.
Primeiro, ele começou a chupar o meu corpo todo, começou pelos meus pés e foi subindo. Algo que eu quero que o meu marido faça todas as noites, rs…
Depois eu virei, e ele fez o mesmo, até atingir o meu ponto fraco: a nuca.
O sexo foi selvagem porque ele me pegou com força, em certos momentos até que foi um pouco agressivo por ter me apertado tão forte e quando foi chupar a bu ele levantou as minhas pernas para cima de tal maneira que eu me senti como se fosse de borracha. Juro. Nem eu sabia que era capaz de me contorcer tanto.
Bom, eu não gozei por falta de concentração.
E ele gozou apenas uma vez, me comendo de quatro e fazendo anal.
Bom, eu gostei do programa porque eu gosto de que me tratem como puta.

TERCEIRO

Foi com um português que a pouco tempo está no Brasil. Achei muito fofo o sotaque ainda mais porque ele não falava ‘ aqui’ e sim ‘cá’. Rs.
Rolou uma química muito boa, e o programa foi um namorinho safadado.
Depois apenas ficamos nos curtindo, ele estava muito carente e percebi que ele não foi apenas para gozar e sim para receber um cafuné e desabafar.
Ele gozou na bu comigo de quatro. Apenas uma vez também já que perdemos um tempão nas preliminiares.
É do tipo de pessoa que dá vontade de sentar numa mesa de bar, encher a cara e conversar muito.

QUARTO

Foram com dois clientes ao mesmo tempo. Já fazia muito tempo que eu não fazia DP , da última vez eu não sei se vocês se lembram, mas foi numa festinha que fiz com seis clientes e eu era a única menina.
Bom, no início eu nem sabia para quem eu dava mais atenção… rs… Eu dava umas chupadas num, depois umas noutro. Beijava um depois outro.
A sensação de estar entre dois homens é de poder.
Depois, enquanto eu chupava um que estava deitado, eu fiquei de quatro enquanto o outro me comia. Ficamos assim por um tempo.
Fizemos DP que para quem não sabe, eu explicarei : Dupla Penetração, ou melhor, é a capacidade de transar com um na bu e outro no c.
Algo que eu adoro… Sentir dois p. dentro de mim, não tem preço. Rs.
O que estava fazendo anal, gozou primeiro… Ele saiu do quarto e eu continuei cavalgando no outro até ele gozar.
O programa foi rapidinho, foi apenas um tempo. Mas valeu…

TERÇA FEIRA

PRIMEIRO PROGRAMA

Foi com um japinha.
Notei que ele tinha uma tristeza no olhar, e realmente, ele me contou que está sofrendo por uma mulher. Ele me contou toda a história, e eu me derreti, porém infelizmente não contarei a história aqui porque pode comprometê-lo.
Ele não se sentiu muito à vontade, mesmo porque foram poucas as vezes que ele saiu com putinha. Segundo ele, é estranho transar com alguém logo de cara.
O programa foi bem namorinho, como ele estava carente, fizemos um sexo de namoradinhos. O chupei e depois ele gozou na bu, comigo cavalgando nele.
Depois ficamos conversando e no início, me senti como se eu estivesse sendo julgada num tribunal por causa de perguntas do tipo: “Onde você mora? ” “Com quem?” “Sua amiga faz programa? ” e blá blá blá.
Fiquei o observando mais… e notei que ele faz o estilo de nerd, com todo o respeito. Mas nada que abale.

SEGUNDO

Foi com um japinha também. Entrou de cabeça baixa e eu perguntei se estava tudo bem.
Pessoa muito tímida, até para tirar a roupa na minha frente ele ficou com vergonha. Tanto que eu falei para ele: ” Vou fechar os olhos para você tirar a roupa” Rs.
Percebi que ele faz o estilo de pessoa complexado com o corpo.
No primeiro tempo, eu fiquei fazendo algo que eu adoro: lambendo e dando mordidinhas no bumbum, nas costas e na nuca. [ Porém, faço isso apenas quando o cliente
não é peludão, rs]. Depois o virei de frente e o chupei. Adorei ter chupado os saquinhos depilados dele.
Depois ele me chupou, no início foi como um cachorrinho mas eu dei uma dica para ele e eu consegui gozar com a minha força interna.
Ele me pegou de quatro e gozou na bu.
Ficamos batendo um papo muito intelectual. Rs.
Fomos para o segundo tempo, ele pediu para fazer 69. Ok… ele gozou assim. Porém eu não, então ele me deitou e chupou até que eu gozasse.
Apesar da timidez dele, rolou química e deu uma sensação de que já nos conhecíamos.

TERCEIRO

Foi com um cliente que saiu comigo na terça feira passada. E que segundo ele, sairá comigo todas terças feiras até enjoar de mim. Rs.
Como da outra vez, rolou uma puta química entre nós. Ele é um quarentão do tipo que eu gosto, e isso faz com que eu me empolgue.
Apesar da química, o sexo não é selvagem, não por mim que eu adoraria, mas por ele… Ele faz o estilo bem carente e ficamos nos abraçando muito.
Ele fala que abraço para ele vale muito mais que sexo. Então tá né… Como eu também gosto de abraçar forte, ficamos agarrados como se fôssemos marido e mulher em lua de mel. Rs. Mas é sério…
Ele gozou duas vezes no oral. Chupei com gosto porque o p. dele encaixa direitinho na minha boca.
Ficamos duas horas juntos, ele é do tipo de cliente desencanado… Se gozar, beleza… Mas ele não exige nada. Tanto que conversamos mais do que qualquer outra coisa e quando eu o desabracei para ir para cima dele, ele me pediu outro abraço.
O programa mesmo não tendo rolado sexo, foi ótimo. E não foi aquela melação.

QUARTO

Foi com uma japinha que já tinha saído comigo no ano passado. Aliás, ele vivia na Michigan atrás de uma garota… [ Michigan é o nome de rua de um privê no bairro Brooklin que eu trabalhei durante quase 4 meses no ano passado].
Lembro que na primeira vez que saímos eu o achei um pouco estranho porque a fantasia dele é depilar as putinhas. Então ele levou uma gilete e um creme de barbear, e tirou os poucos pêlos que restavam na bu, fiquei carequinha. Depois ele ficou tirando fotos da bu…. Eu deixei. Mas isto aconteceu no programa do ano passado.
Hoje, eu não me senti bem com ele, não sei porquê mas é como se tivesse uma barreira entre nós. Talvez seja porque ele seja muito amigo de uma menina que me odeia e que deseja a minha morte. Pode ser por isso que eu fiquei encanada com a presença dele.
O programa foi mecânico, o chupei bastante, depois transamos em diversas posições mas ele demorou muito para gozar, quase uma hora. Acabou terminando na punhetinha básica.

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Fomos para uma reserva ecológica, toda turma, 35 adolescentes, alguns namorando, outros, que namoravam pessoas de fora da turma, acabaram indo sem seus pares e é claro que tinha a turma dos solteiros, doidos para se pegarem, e obviamente havia uma turma grande de professores responsáveis por cuidar da gente.

A reserva era enorme, com campo de futebol, quadras de vôlei, tênis e paddle, um grande lago onde podia se andar de caiaque e uma cachoeira lindíssima, alem de uma vasta floresta por onde se podiam fazer trilhas a pé, de bicicleta e de quadriciclos.

Todos dormiriam em barracas, montadas lado a lado, na nossa, é claro que dormiríamos apenas Beto e eu. Os professores que estavam nos cuidando eram os mais legais do colégio, então permitiram até que bebessemos com moderação. Eu já estava alta e o sol quase raiava na primeira noite que passamos lá quando fui para a barraca, a noite era fria, ventava bastante, me tapei com a coberta e aproveitei pra ficar completamente nua esperando que Beto parasse de conversar com os amigos e viesse deitar também, vinho me deixava com tesão e eu sempre sonhara em transar numa barraca, sentindo o chão nas minhas costas.

Ele logo entrou na barraca, as vozes na rua cessaram ele achou que eu estava dormindo e se surpreendeu quando ergueu a coberta e viu meu corpo nu. Minha bucetinha agora tinha pêlos ralos, não tinha me depilado a mais ou menos uma semana, minha barriga continuava trincada, minha bunda estava maior, e meus seios continuavam durinhos e bons de apertar, Beto os amava.

Ele rapidamente também ficou nu, seu pau não estava duro quando senti ele me abraçar, colando meu corpo ao dele, me beijando e procurando com a mão minha buceta. Senti os dedos dele tocarem meu grelo e obviamente retribui pegando com gana seu pau mole, apertando, colocando minha boca na sua orelha.

-Vai brochar? Sua putinha esperando você peladinha e você vai brochar? – Eu gemia no ouvido dele, já sentindo o pau crescer entre meus dedos.

-Eu to bêbado. – Falou rindo, enfiando 2 dedos dentro da minha bucetinha.

Bucetinha essa que mesmo depois de passar dando continuava apertadinha, mordi o ombro dele assim que senti os dedos me invadirem, gemi baixo no seu ouvido.

-Não vai conseguir me fuder então? – Provoquei, eu jogava minha cintura para frente, fazendo os dedos dele me penetrarem ainda mais.

-Claro que consigo, quero ver se você vai aguentar até eu gozar. – Ele ria, ficando sobre mim.

Abri minhas pernas, senti minhas costas doerem pelo chão duro abaixo do meu corpo, as mãos dele me pegaram com força e aquele pau delicioso me invadiu, socando forte, arrancando um gemido alto da minha boca. A boca dele logo foi nos meus seios, o Beto amava mamar em mim e eu o provocava, chamava de filhinho, o fazia me chamar de mamãe.

-Mama na mamãe bebê, mama na minha teta vai, mama me fudendo, issssssooooooooo aaaaaahhhhhhhhh soca na minha bucetinha soca.

Eu achava que estava gemendo baixo, mas o som era bem perceptível nas barracas ao nosso lado onde estavam 2 amigos dele dormindo sozinhos.

Beto não tinha mais cabelos longos, agora estava com a cabeça raspada, eu não conseguia puxar eles então o que fazia era arranhar sua careca e nuca, cravando minhas unhas com força na sua cabeça, eu sentia ele acelerar as socadas, via ele enterrando o pau em mim, meu corpo se chocava com a terra abaixo da barraca, sentia minhas costas pressionadas e o pau sendo socado cada vez mais forte dentro de mim, enterrando cada vez mais fundo a rola na minha xoxota.

-Vou passar a manhã inteira fudendo você do jeito que to bêbado. – Falou ele ofegante, com as duas mão apoiadas ao lado da minha cabeça, mantendo seu corpo sobre o meu.

-Eu vou amar, vou amar você esfolando minha xana! – Provoquei mais ele e em seguida dei um tapa no seu rosto. – Se eu der o cu você goza mais rápido? – Falei miando.

-Aaaaahhhhhh só testando pra saber. – Respondeu rindo e saindo de cima de mim.

Beto ficou sentado sobre suas pernas, esperando eu ficar de quatro, mas ficar no chão era muito ruim pra mim então me levantei, ou quase isso, já que na barraca era impossível ficar em pé, empurrei ele para o chão, forrado apenas por uma fina camada de colchonete. Ele logo deitou e eu sentei sobre o rosto dele.

-Lambe meu cuzinho pra deixar ele babadinho pra fuder, lambe. – Eu rebolava na cara dele enquanto gemia, falando baixo, com uma das mãos na sua coxa e a outra pegando sua pica. – Issssssoooo, baba bem o cu da sua putinha, baba, baba tudo, lambe tudinho. Aaaaaahhhhhhhh filho da puta, que língua boa…. – eu delirava sentindo a língua do meu namorado nas preguinhas do meu cu.

Logo escorreguei meu corpo pelo tronco dele e ainda agarrando seu pau o passei na entrada da minha xoxota, mas não sentei, levei a rola até meu cuzinho, abrindo minha bunda com uma das mãos e segurando a pica com a outra fui sentando com meu rabo naquela tora, mordia meu lábio com força, morrendo de vontade de gritar alto, sentia meu corpo quente, sentia meu cu ardendo, sentia o gosto do sangue dos meus lábios.

As mãos de Beto estavam na minha cintura, me pegando com força e me segurando mexeu o quadril e o pau entrou com força em mim, vi estrelas, senti meu cu arder como se tivessem colocado pimenta nele e uma imensa vontade de cagar, precisei me controlar, meu cu latejava, ele começou a bombar sem deixar eu me concentrar, sem permitir que eu quicasse, ele que comandava tudo, comendo forte o meu cuzinho.

-Isssssooooooo fode meu rabinho, aaaaaaahhhhhhh come meu cu com força vai, fode, aaaaaaaaahhhhhhhhhh issssssoooooooooooo AAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH – Eu não me controlava mais.

Minhas pernas estavam abertas em volta das pernas dele, eu completamente aberta, nua, com a buceta virada para porta, com o rosto abaixado, as mãos na frente, bem na ponta no colchonete, tentando ter equilíbrio para seguir quicando no pau dele, mas ele socava tão forte no meu cu que eu precisava segurar o colchonete e jogar meu corpo pra frente pra aguentar aquele pau maravilhoso me rasgar.

-É assim que você gosta né, vagabunda, piranha, vadia. – ele me xingava, me deixando ainda mais doida.

-Opa, desculpa. – Falou uma voz que não deveria estar ali.

Eu rapidamente olhei pra frente e vi o nosso professor de biologia, por reflexo me atirei pro lado e me cobri com a coberta, deixando o corpo nu de Beto bem evidente para o professor.

-Usem camisinha, por favor e me desculpem. – disse saindo depois de me encarar, fechando o zíper da nossa cabana.

Beto começou a rir e veio para perto de mim, me puxando novamente para o colchonete.

-Se assustou putinha? – Falou acariciando minha bunda.

-Porra o professor me viu transando, queria que eu ficasse como? – Falei enquanto ele me puxava de volta para o seu corpo.

-E qual o problema? – Ele estava bem bêbado, pegava minha bunda com força.

-Porra, qual o problema? Você é doente Roberto? Só pode né. ELE ME VIU PELADA, DANDO PRA VOCÊ, LEVANDO PICA NO CU!

Beto só sabia rir, seu pau estava duro como eu nunca tinha visto antes, mas não liguei uma coisa a outra, me virei de lado, ficando de costas pra ele, eu queria ir dormir, tinha perdido o tesão.

-Pára Roberto! – Falei sentindo a mão dele abrir minha bunda e seu pau forçar contra meu cu.

-Cala a boca, aguenta e não geme. Não era o que você queria? Me esperou pelada aqui, doida pra passar a noite tomando no cu, agora vai aguentar, vai calar a boca e dar o rabo. – Ele falava puxando meus cabelos com força, seu pau já tinha adentrado meu cu novamente, com brutalidade.

Ele fazia eu abrir minha perna esquerda, erguia ela com a mão e enterrava mais o pau dentro do meu cu, socando, afundando aquela rola grossa, grande, maravilhosa no meu rabinho. Seu braço estava embaixo do meu rosto e eu o mordia, evitando gemer, minha vontade era gritar, mas o medo de alguém aparecer de novo me consumia, eu precisava ser uma adolescente normal e me controlar, eu precisava me conter, eu não podia gritar, eu mordia ele cada vez mais forte, assim como cada vez mais forte ele arrombava meu cu, socando sem pena, esfolando minhas pregas, me deixando ardida e morrendo de vontade de cagar.

Ele sabia disso, e todos vocês homens deveriam saber também, dar o cu da uma vontade de cagar imensa, inclusive parece que você está cagando constantemente enquanto aquela tora entra no seu rabinho, mas é delicioso sentir aquilo, mas ele sabia que eu sentia vontade de cagar, que eu precisava me controlar muito pra não sujar a pica dele.

-Pára, pelo amor de deus, pára, se não eu vou gozar, pára Beto, pára de comer meu rabinho, por favor, pára. – Eu me arrepiava inteira.

Meu cu começara a piscar, estava tendo espasmos, senti ele montar mais em mim, o pau ir mais fundo, socando até o talo, arrebentando as preguinhas do meu cu, quase gritei, mas ele sentiu que eu estava gozando, sabia que eu gritava quando gozava muito e foi prudente em tapar minha boca, abafando o som. Em seguida senti mais duas bombadas fortes na minha bunda e a porra quente dele invadindo meu cu. Nós dois estávamos suados, ele tirou o pau do meu rabo e me abraçou. Eu logo virei de frente pra ele beijando sua boca.

-Ficou mais excitado de saber que o professor tava vendo? – Perguntei a ele enquanto o abraçava.

Ele não respondeu, apenas aninhou o rosto no meu pescoço e dormiu.

Acordamos pouco tempo depois, com a gritaria do pessoal, o dia estava ensolarado, logo coloquei meu biquini e um short e uma blusa por cima dele. Roberto colocou uma sunga e um short. Fomos os últimos a sair das barracas, escovamos os dentes e tomamos café, mesmo já tendo passado do meio dia não almoçamos, já que queríamos ir tomar banho na cachoeira.

Para chegar lá precisávamos passar por uma das trilhas, o sol estava quente demais, então logo tirei minha blusa, ficando apenas de sutiã na parte de cima, ele era colorido, parecendo um conjunto de folhas secas, verdes, amarelas e laranjas, pequeno, deixava parte da marca de onde meus seios não estavam bronzeados aparecendo, fingindo que o biquinho logo surgiria. O short e a calcinha do biquini eram pretos, o primeiro era largo de propósito, já que dava espaço para as mãos de Beto entrarem confortavelmente para me masturbar.

Logo que chegamos à trilha o professor Túlio, o mesmo que havia nos visto transando na barraca, estava na entrada dela, indicando o caminho a todos alunos, ele me encarou, imagino que a cena da minha buceta escancarada devia estar retornando a mente dele.

-Vou acompanhar vocês pra não se perderem. – Disse me encarando.

Meu deus, minha vergonha era imensa, ele ficou atrás de nós, Roberto ia na frente e eu estava no meio deles, ele ia falando as coordenadas, as mesmas que as placas indicavam, eu ficava imaginando que ele devia estar lembrando da nossa foda na noite anterior, que devia ter notado que o pau estava sumindo no meu cuzinho e estar vendo minha bunda no short agora, imaginando como algo tão pequeno como meu rabinho aguentava engolir toda tora do meu namorado, mas graças a deus ele passou na nossa frente, mas toda hora olhava pra trás eu, mega inibida, nem olhava para o rosto dele, mas quando chegamos ao topo do morro e era só descer as escadas para chegar a cachoeira ele parou e eu o olhei, seus olhos estavam vidrados nos meus seios. Era óbvio que ele tinha visto meu peito balançar enquanto eu quicava sentada com meu cuzinho na pica do Beto, por instinto mexi no sutiã do biquini, tentando tapar a parte branquinha deles, mas acho que aquilo o deixou ainda mais louco, pois quando foi falar conosco gaguejou.

-E…e euuu, que… queria pedir…. desculpas por ontem, achei que…. alg… alguma coisa estava acontecendo. – Falou tentando ficar com a voz normal.

-Nem esquenta fessor, a Prica que é muito escandalosa. – Beto ria.

Eu dei um tapa fortíssimo no braço dele e deixei os dois sozinhos, indo para as escadas e descendo rapidamente, fui tão rápida que tropecei nos degraus e quase cai, sorte que me segurei no corrimão. Sentei na pequena prainha que havia lá embaixo e não me mexi, fiquei olhando os outros se banharem, as meninas pediam para eu entrar na água, mas fiquei lá estática, remoendo o que tinha acontecido.

Logo Beto chegou, sentou ao meu lado, já estava sem short e o volume na sunga dele era bem evidente.

-Nem me esperou. – Reclamou.

-Esperar pra que? Pra ouvir o professor falar que eu tava dando o cu e ele viu? – Esbravejei com a voz baixa.

-Ele deve ter ficado de pau duro. – Falou ele rindo.

-Ahhh e você deve ter adorado ver o pau duro dele. – Eu estava irritadíssima. – Tu é viado Roberto? Gosta de pau? Porque se gosta de rola, me avisa, eu procuro outro namorado, porque não vou aturar namorado viado!

Me levantei e desci para a cachoeira com minhas amigas, estava tão possessa que até esqueci de tirar o short pra entrar na água, nadei sozinha para perto das quedas de água, que não eram muito fortes, assim como o riacho também não era tão fundo, as pedras podiam ser alcançadas pelos pés da maioria dos meninos e não havia o menor perigo de nos banharmos ali.

Não demorou muito para minha melhor amiga aparecer, ela se chamava Aline, uma loira bem bonitinha, éramos como irmãs, daquele tipo de amiga que fica pelada na frente da outra e que vão no banheiro juntas. Inclusive achava a buceta dela bem feinha, foi vendo a vulva de Aline que descobri que as pepecas tem tamanho e estilos diferentes, a dela tinha lábios enormes, parecia um hamburger suculento.

-Brigou com o Beto? – Perguntou ela sentando-se na mesma pedra que eu, entre uma pequena gruta e as quedas d`agua.

-Ele me irrita. – Falei bufando, olhando ele se divertindo com os meninos.

-Pegou ele olhando alguma garota de biquini? – Ela queria saber o motivo, mas não teve coragem de perguntar, mesmo sabendo que não escondíamos nada uma da outra.

-Não, foi pior que isso. Acho que ele é viado. – Falei sincera ao extremo.

-Viado? – Ela ficou boquiaberta. – Vai dizer que ele pegou no pau de algum menino? – Ela estava assustada.

-Não, não chegou a tanto. – Respirei fundo e comecei a contar tudo. – Ontem estávamos transando na barraca e eu, bêbada, gemi muito alto e a barraca do lado é a do Túlio, e ele ouviu e achou que eu tava apanhando eu acho. – Agora eu já ria. – Apareceu lá na barraca de samba canção e me pegou quicando com o cu no pau do Beto.

Aline ria, ria alto, sem se controlar, enlouquecida.

-Vai dizer que o Beto pediu pra ele por o pau pra fora e foi chupar ele? – Aline ia muito além nos pensamentos.

-Não – Ela tinha arrancado risos de mim também. – Eu me escondi, e ele ficou ainda mais louco quando o Túlio saiu, veio pra cima de mim, parecia ter ficado mais excitado, me comeu com mais força, mal to conseguindo sentar hoje. – Falei envergonhada. – E hoje o Tulio ficou me olhando, aquele tarado, e o Beto deu papo pra ele, ficou falando, eu to com um nojo dos dois, não sei como vou conseguir ficar com o Beto de novo.

-Não vejo nada demais nisso, a situação pode ser excitante. – Ela parecia calma. – Lembra o Gabi, aquele meu ex-namorado? Então, a gente transou uma vez com o irmão dele dormindo na mesma cama que a gente, do nosso lado e foi mega excitante, eu fiquei doida, pelo perigo, pelo possível exibicionismo, sou doida pra transar nesse mato aqui, torcendo pra alguém ver, acho que eu ia ficar bem doida, pena que pirralhos não me atraem, mas olha, até que o Túlio eu judiava bastante se me pegasse, ô professor gostoso. – Ela ria, era muito louca e eu amava esse jeito sincero e expontâneo dela. – Acho que você tem que conversar com o Beto e não tem nada de viado nisso…

Eu não respondi pra ela, continuei calada, pensando no que ela dizia, ela estava certa, exibicionismo é bem interessante, eu já tinha dito pro Beto que queria transar no riacho, com os outros perto, sem saberem que a gente estava trepando. Ela tinha razão, quando dei por mim ela já tinha ido e quem estava chegando perto de mim, passando pelas quedas dagua era meu namorado.

-Vai ficar de bico? – Falou sentando ao meu lado.

-Qual é a sua? Porque ficou dando trela praquele tarado filho duma puta? – Disse descarregando minha raiva.

-Porque ele tava doido te olhando e saber que outro cara fica louco pela minha namorada me excita, sei que você é só minha e me orgulha você ser tão linda e boa de cama, quero que todos saibam que a namorada mais gostosa e puta é a minha, só isso. – Falou me abraçando.

-Ahhh então porque não namora uma atriz pôrno? – Falei irritadíssima.

-Porque atriz pôrno dá pra qualquer um e você dá só pra mim. Sou seu dono esqueceu? – Ele falou colocando a mão no meu pescoço, fazendo meu ar faltar.

Eu não sabia ainda, mas ser enforcada me deixava alucinada e sentir aquela mão na minha garganta me fez ter vontade de dar.

-Pára. Seu viado de merda. – Falei com dificuldade.

Ele desceu a mão e abriu meu short, beijando minha boca com tesão, foi enfiando a mão dentro da calcinha do meu biquini e alisando minha buceta.

-Se eu fosse viado ia beijar você assim? Eu gosto de você, eu te amo como se fosse a minha vida, para de bobeira. Só curto saber que você é desejada, curto o medo de ti fuder e outros ouvirem, porque eu não tenho vergonha de ser teu, de ter a garota mais linda do mundo como minha namorada. Se eu pudesse mostrava você pelada pra todo mundo, pra verem a perfeição que só eu posso ter na cama e que me ama mais que tudo.

Aquela declaração foi a mais linda que eu já tinha recebido, olhava ele nos olhos, sentindo a mão máscula dele na minha campainha, sentando do jeito errado e lembrando do quão estragado e machucado estava meu cuzinho. Não pensei duas vezes, Tirei o pau dele de dentro da sunga com rapidez e comecei a mama-lo, sabia que a água da cachoeira ia dificultar a visão dos outros e que eles não saberiam o que estava acontecendo ali. Ainda podia sentir o gosto de cu que havia no pau dele e aquele gosto de pau sujo me deixava ainda mais louca.

-Mama vai cadela, mama no teu dono. – Ele falava entre os dentes, com uma mão na minha cabeça forçando seu pau contra minha garganta e a outra na minha calcinha me masturbando no grelinho.

Eu não respondia nada, tentava enfiar o pau até minha garganta, mas apesar de ter melhorado meu boquete, ainda não tinha a classe necessária para engolir todo ele, seu pau também estava maior, passava dos 18cm, eu o punhetava, apertava com carinho as bolas, que ainda estavam dentro da sunga, me babava toda enquanto o chupava. Amava sentir aquele pedaço grosso de carne entre meus lábios, passava a língua em volta dele, como se estivesse tentando limpar o gosto de merda que estava naquela rola.

Beto me pegava pelos cabelos e ao mesmo tempo acariciava meu grelo com pressão, esfregando a mão nele, fazendo o short entrar mais no meu rabo, eu sentia meu cu doer, arder, ele estava assado de tanto levar pica, e a bucetinha babava de tesão, escorrendo mel.

-Eu preciso dar, me leva pro mato, vamos, vem… – Falei olhando pra ele com a boca toda babada, olhando-o com cara de puta.

-Quer que eu saia da água com a pica nesse estado?- Disse ele rindo.

-Quero. Você não gosta que os garotos e o PROFESSOR me vejam bem gostosa? Deixa as meninas verem o que eu aguento levar no cu. – Falei beijando a boca dele. – Seu pau tá fedendo a merda, de tanto fuder meu cu sujo! Sabia que se eu cagar hoje vai sair porra de dentro dele? – Eu tinha aproximado minha boca do ouvido dele. – E você não vai poder comer meu rabo durante um bom tempo, porque tá doendo muito, porque você foi bruto ontem. – Agora eu fazia beicinho e me afastava dele, mergulhando na água, nadando para longe.

Quando cheguei na grama, do outro lado do riacho, que dava acesso à trilha pela qual chegamos o professor estava falando com Aline, os dois riam juntos, ele de short, era alto, grisalho, magro tinha uns 40 e poucos anos, um dos professores mais engraçados e queridos do colégio, ela estava somente de biquini, tinha nitidamente atolado a calcinha no rego, fazendo ela sumir na sua bunda, que não era de se jogar fora. Quando me aproximei roubei o olhar dele para mim, ela notou que Túlio me encarava, olhei para água e vi Beto se aproximando, resolvi então provocar os dois, já que ele gostava que me vissem, comecei a rebolar para meu short, que já estava aberto, sair, ele molhado estava grudado no meu corpo, precisei rebolar mais, empinei bem a bunda em direção ao riacho, para que Beto visse, notei o professor também tentando olhar, então na hora que fui pegar o short do chão tomei cuidado de virar a bunda para ele e, olhando para Beto, sorri. Senti minha calcinha atolada, então coloquei um dedo de cada lado da parte traseira dela e desmasquei em câmera lenta, deixando parte do meu reguinho aparecer propositalmente, mas rapidamente o tapei e tirei os dedos, caminhando rápido pela trilha, sem dar bola para os olhares do professor.

Ouvi os passos de Beto se aproximando de mim, então olhei para trás rindo safada, ele tentou me pegar pela cintura mas me esquivei, comecei a subir correndo os degraus, até que uma parte de mata fechada apareceu e ele me puxou com força, me pegando e escorando meus peitos em uma árvore. De onde estávamos podíamos ver quem passasse pela trilha mas era difícil que quem estivesse nela nos enxergasse.

-Pára, me solta!- Falei cravando minhas unhas nas mãos dele. – Preciso fazer xixi.

Eu sorria, me virei pra ele acocando-me na sua frente, afastei a calcinha para minha virilha e mostrando a xoxota para ele comecei a mijar, um xixi dourado, que saia da minha xaninha com força, quente, molhando toda a terra seca a nossos pés, ele me olhava incrédulo. Já tinha mijado na sua frente, mas sempre no vaso ou no máximo durante o banho junto, mas assim, mostrando a bucetinha, foi a primeira vez.

Me levantei e ele me pegou com força de novo, escorando novamente meu peito na árvore, tinha deixado minha calcinha ainda recolhida, sem precisar segura-la, ele tirou a pica pela lateral da sunga e socou em mim, seus joelhos estavam arqueados e os meus delicados pés, com unhas pintadas justamente para essa viagem, com meus dedinhos pequenos, fininhos, segurando meu corpo naquela terra vermelha.

O pau entrou com força e eu gemi alto.

-Aaaaaahhhhhhh issssssssssoooooo, fode minha xoxota.

Senti as mãos dele me pegando com força pela cintura, tentando que eu ficasse mais alta, tentando que o pau entrasse mais fácil, empinei mais minha bunda pra trás, rebolando minha buceta no pau dele, esfregando, enlouquecendo na pica dele.

-Não era isso que você queria? Fuder minha bucetinha no mato? Agora aproveita vai, come que nem macho, vai, fode, machuca ela que nem machucou meu rabo. Andaaaaaaaa me fode forrrrteeeeeee aaaaaaahhhhhhhhh.

-Mijona, sua puta vagabunda. – Ele falava brabo, metendo sem parar. – Buceta suja que nem o cu.

-Você gosta né?! Gosta de comer minha mijadinha? Gostou de me ver mijar ou vou ter que mostrar pro professor como minha racha fica quando to fazendo pipi?

Eu falava gemendo e as socadas só aumentavam, cresciam dentro de mim. Até que ouvimos passos, passos muito perto da gente. Não era só eu que estava escutando, Beto também ouviu e parou de meter, deixou o pau agasalhado dentro de mim. Quando olhei pra baixo não acreditei, Túlio estava com o short arriado, escorado em uma árvore, sendo mamado por Aline, o professor tarado, pedófilo, era chupado pela minha melhor amiga. Ele dava tapas na cara dela, que engasgava no pau dele. Eles não nos viam, estávamos muito acima, mas nossa visão era muito clara.

-Que porra é aquela? – Falei indignada.

-Ele tá matando a vontade de comer alguém. – Beto disse.

-Ela tem 16 anos e ele quase 50, ele tem que ser preso. – Eu estava irritada, enojada, fiquei em pé e ajeitei minha calcinha.

-Você que é culpada, pirou ele, olha no que deu. – Beto parecia ainda mais louco.

-Eu vou chamar alguém, isso é crime! – Falei me afastando correndo.

Mas Beto me segurou.

-Olha lá, ela quer, deixa eles, ele não tá obrigando ela.

Eu fiquei muda, o pau de Beto ainda estava latejando, todo babado da minha buceta. Quando olhei pra baixo Aline estava de quatro, olhando pra trás, com o professor comendo sua buceta, ela tentava gemer mas ele não deixava, tapava a sua boca, a calcinha dela estava no chão e o pau dele era grande o suficiente para machuca-la, seus olhos eram de prazer, Beto me pegou estática assistindo àquilo.

-Tá com inveja dela? – Ele me pegava por trás alisando minha buceta por cima da calcinha. – Sabe que ele tá comendo ela pensando em você né? Daqui a pouco ele põe ela na posição que flagrou você ontem.

As palavras dele me chocaram, mas o que mais me chocou foi Túlio fazer o que ele falou menos de 10 segundos depois, a diferença é que Aline dava a buceta e não o rabo, ela gemia alto agora, quicando forte no colo dele, pulando, olhando em direção à trilha, rebolando no pau do professor, que abria a bunda dela para ver o seu cuzinho.

-Vai lá ajudar ela. – Falou brincando comigo.

Eu empurrei ele com força e fui correndo para a trilha, fugindo daquilo.

Ele demorou para aparecer, quando chegou no acampamento eu já estava com minha roupa e a toalha de banho nas mão indo para o vestiário das meninas.

-Demorou hein. – Falei sem dar bola pra ele continuando caminhando.

-Fiquei lá pra ver o que ia acontecer. – Respondeu na maior cara de pau.

-FICOU VENDO MINHA AMIGA DANDO? PARABÉNS, VOCÊ É TÃO NOJENTO QUANTO ELES. -Eu estava furiosa.

Caminhei rápido pro vestiário, quando fiquei nua e entrei no chuveiro ele apareceu no banheiro, ainda só de sunga. O vestiário era daqueles abertos, que a porta não trancavam, apenas as cabines podiam ser fechadas, e quando fui fechar a minha ele pôs a mão e empurrou para abrir.

-Sai daqui ou eu vou gritar. – Falei furiosa.

-Eu precisei ficar lá, ele bateu nela. – Beto falou triste. – Ele tava gritando seu nome e dando tapa na cara dela.

Beto narrava a história enquanto nossos corpos se juntavam.

-A cara dela ficou marcada, mas ele chamava por você. – Ele alisava minha barriga, apertava meus seios. – O professor queria estar comendo você.

-O que você fez? – Perguntei com tesão só pelo olhar que meu homem me dava.

-A professora Ana estava na trilha, chamei ela, ela levou ele e a Aline pra algum lugar e a professora Janaína já está pedindo pra todo mundo arrumar as coisas.

-Você salvou ela? – O que eu mais amava em Beto era o caráter e toda safadeza que ele tinha e unir essas duas coisas me enlouquecia. – Meu macho salvou minha melhor amiga? – Eu pegava o pau dele com força, baixando a sunga.

-Acho que eu estraguei tudo, porque ela tava adorando levar rola. – Ele ria. – Você também gosta de apanhar. – Ele me encarava enquanto eu batia punheta, apertando seu pau com força.

-Gosto de apanhar é? Gosto né… – Eu o olhava com cara de vadia, com a boca meio aberta, e a língua fugindo da boca, meus dentes aparecendo e mordiscando meu lábio inferior. – Gosto mais quando você pensa nos outros e faz coisas boas assim…- Eu apertava forte o pau dele. – Ele não podia estar comendo uma aluna, é errado e você foi um ótimo menino. – Eu sussurrava com a boca perto da dele. – Ela não sabia o que estava fazendo…. – Eu o mordia agora, batendo punheta ainda mais forte.

Já sentia o pau dele latejar, começava a sair o líquido pela cabecinha, me ajoelhei rápido, colocando a boca na pica, punhetando mais forte, só deu tempo de eu dar 2 engolidas na pica e ele começou a gozar, jorrando porra na minha boquinha, me dando leitinho, sem parar, seu pau já não tinha mais gosto de cu, agora seria eu quem ficaria com bafo de porra. Engoli tudo, me levantei, abrindo a boca e mexendo a língua mostrando que tinha engolido tudo, em seguida soltei o ar na cara dele.

-Fiquei com bafo?

Ele me pegou com força e me bateu na cara, dando um tapa forte, me arrepiei inteira, logo abri a porta do banheiro e o empurrei pra fora.

-Vai arrumar nossas coisas, meu herói, sai daqui antes que alguém veja você.

Quando sai do banho todas barracas haviam sido desmontadas, o clima era de luto, ninguém parecia saber por que as professoras estavam apavoradas, irritadas, grosseiras e principalmente aflitas. A coordenadora do colégio não estava mais entre nós, nem Tulio, nem Aline, era meio claro que ela tinha levado eles para Curitiba, nada fora dito aos alunos, apenas que Aline havia se machucado e todos iriamos embora.

A viagem acabara 2 dias antes do previsto, e a culpa era minha, se Beto e eu tivéssemos sido cuidadosos, nada teria acontecido. Durante o trajeto de volta, que durou pouco mais de uma hora e meia, fui tentando mandar mensagens para Aline, mandei várias e ela não respondeu nenhuma.

Fiquei nervosa durante os 3 dias seguintes, até encontrar ela na escola na Segunda-Feira seguinte. Ela me contou que levaram eles para o colégio, queriam que ela fizesse exames para provar que tinha sido abusada, mas ela se recusou, não queria que sua mãe soubesse de nada, acalmou as professoras, mas o professor foi demitido, não se ouviu mais falar de Túlio, que segundo Aline, ficou calado o trajeto todo, arrependido do deslize que havia dado.

No fim de semana Aline foi dormir lá em casa, Beto também estava lá, ele nunca dormia no mesmo quarto que eu, já que meus pais não permitiam, então dormiríamos ela e eu na minha cama de casal e ele no quarto de hospedes. Passamos conversando sobre a vida até irmos dormir.

Deitei, propositalmente só de calcinha azul e baby look, meus seios estufavam a blusinha, Aline estava de shortinho e blusa branca, coladinha no seu corpo. Ficamos conversando durante um bom tempo, eu alisando seus cabelos, nossas bocas estava próximas, podia sentir a sua respiração, o corpo dela me excitava, nunca tinha ficado com mulheres, mas para meu plano de pedido de desculpas por tudo que tinha acontecido dar certo, era necessário aquele beijo, fechei meus olhos e tomei coragem, a reação dela poderia ser das piores possível, peguei sua nuca com força e a beijei. Minha língua invadiu sua boca, e qual não foi a minha surpresa quando senti sua mão apertar minha bunda e trazer meu corpo mais para perto do dela. Agora nossos seios se espremiam, a sensação de beijar uma mulher era maravilhosa, eu sentia seu corpo colado no meu e aquilo me pirava, me deixou encharcada, meu corpo quase tremia nas mão dela, me arrepiava inteira, nossas bocas não desgrudavam, eu a mordia, puxava seu cabelo, senti sua mão entrar na minha calcinha, tirando a parte que estava atolada no meu reguinho, precisei empurra-la para que parássemos.

-Desculpa, não sabia que minha mão assustaria você. – Falou ela limpando a boca e me olhando incrédula, eu ainda estava muda. – Você beija bem. – Disse quebrando o silêncio.

Eu sorri sem jeito, não sabia o que falar.

-Foi tão ruim assim, que você precisa ficar muda? – Perguntou ela preocupada. – Quer que eu vá pra minha casa? – Ela agora tinha sentado na cama.

-Não, não quero. – Respirei fundo. – Eu estraguei sua trepada com o professor, sei que ficou chateada por tudo que eu fiz, mas ele é pedófilo, você não tem idade pra decidir dar pra um homem velho como ele. – Ela me olhava sem entender qual ligação havia entre uma coisa e outra. – E eu quero compensar isso…

-Ah esse beijo então foi sem nenhuma vontade? Foi só uma compensação pelo que aconteceu? – Ela se levantou da cama irritada.

Peguei ela forte pelo braço e levei-a até a parede, quando suas costas tocaram ela a beijei novamente, dessa vez com mais fogo, colocando a mão direto no seu seio por cima da baby look, apertei forte ele e mordi seu lábio.

-É uma compensação sim, e acho que o Beto ia adorar brincar com nós duas. Você é minha melhor amiga, nunca tinha te visto com olhares maliciosos, nem quando tomamos banho juntas, mas seu beijo me fez ficar doida e agora não é mais compensação, to com desejo. – Seu seio já tinha saído por cima da baby look e eu colocava a boca nele.

A auréola era rosadinha, o biquinho pequeno, o tamanho era bem menor que o do meu, senti ela meter a mão na minha buceta por cima da calcinha, Aline tentava não gemer, já eu, não sabia como ser menos escandalosa. Ela ouviu meus gemidos abafados pelo seu seio e logo me empurrou.

-Vai logo chamar ele. – Disse tirando a blusa e a calcinha, ficando completamente nua na minha frente.

Eu abri a porta do meu quarto enquanto ela se deitava na cama, o ar condicionado estava ligado no frio e dormir de cobertor era necessário. Abri a porta do quarto de hóspedes com cuidado, entrei e o vi acordado, estava lendo alguma revista de super herói, coisas de nerd como ele era, Beto imediatamente largou a revista e me olhou sorrindo. Não entrei no quarto, apenas o chamei com o dedo indicador e sai saltitando, voltando para o meu aposento.

O esperei na porta, ele entrou e logo apontou para Aline, deitada na cama, fingindo que dormia. Eu coloquei o indicador verticalmente entre meus lábios, falando para se manter em silêncio, então tirei minha blusa e a calcinha, atirando ambas no chão, ele trancou a porta com chave e me agarrou, beijando minha boca e metendo a mão na minha buceta sentindo toda minha umidade.

-Ela tá toda babada. – Falou entre o beijo.

Não respondi, apenas puxei-o para cama, o fiz deitar entra Aline e eu, de costas para ela, baixei sua samba canção e peguei sua pica com força, ela estava dura, pulsando.

-Não faz assim putinha, sua amiga vai acordar. – Gemeu em meu ouvido, mordendo minha orelha em seguida.

Aline ouviu e abraçou ele por trás, colando os seios nas costas de Beto, levantei meu corpo, deixando meus seios na altura do rosto dele e a beijei, ele estava atônito, sem conseguir entender o que se passava naquela cama.

-Dá conta das duas? – Falei descolando minha boca da dela.

Antes que ele pudesse responder Aline beijou sua boca, ele correspondeu, eu apertei forte seu pau, aquilo me deu um ciúme intenso, um medo de ele preferir ela na cama, de ele não me querer mais depois daquilo.

-Meu herói. – Falou Aline desgrudando a boca da dele e pegando no seu pau.

Agora nossas mãos o masturbavam juntas, ele permanecia incrédulo, mas sorria, me olhava apaixonado.

-A gente precisa recompensar a Line, por ter estragado a foda dela né…

Agora Aline virara pra mim e beijava minha boca, Beto estava hipnotizado.

-Ele é lentinho coitado. – Falei rindo para minha amiga.

-Vamos ver se eu consigo acelerar ele. – Ela falou e logo foi por a boca no pau do meu homem.

Beto pegou ela pelos cabelos, como fazia comigo e a obrigou a engolir tudo, Aline era mais experiente, conseguiu fazer o pau entrar na sua garganta, engasgou, eu fiquei com raiva, enciumada, forcei o rosto dela contra o pau com força, fazendo-a ficar sem ar, se afogar na pica. Aline rapidamente tirou a boca, tossindo ficou me olhando, em seguida riu, seu rosto estava todo babado, então me aproximai e suguei a saliva com gosto de pau que escorria pelo seu queixo.

-Quer me matar sua puta? – Ela falou me dando um tapa forte na cara. -Se quer desistir por ciuminho fala agora. – Ela estava realmente braba.

-A idéia foi minha sua arrombada, ele nem sabia de nada. só que pra satisfazer meu homem precisa estar disposta a engasgar no pau. – Falei me sentindo dona da situação.

Me ajoelhei e abri a boca na sua pica, nunca tinha conseguido fazer como ela fez, mas estava decidida a conseguir colocar aquela pica gostosa na minha garganta, forcei, forcei e forcei, até sentir ânsia, senti o vômito vindo na minha boca mas engoli e o pau foi junto, até minha garganta, me deixando desesperadamente sem ar, como se tapassem meu nariz e boca, eu engolia a pica, como sempre sonhara, babada, quase cuspia no pau, quase vomitava, saí da pica tossindo, limpando minha boca com a mão e rindo para eles. Beto suava de tanto tesão.

Sentiu uma mão puxar meus cabelos e tirar meu rosto da pica, era Aline, que me beijava loucamente eu sentia o gosto da pica de Beto na boca dela, nossas línguas se entrelaçavam, Beto colou seu corpo atrás do meu, o trio estava de joelhos no colchão, se pegando, meu ciúme era grande mas o tesão era maior ainda, parei de pensar no que tudo aquilo poderia acarretar e resolvi curtir a loucura que eu mesma havia provocado.

-Aproveita sua nova putinha, não precisa meter em mim hoje. – Falei ficando de frente para ele e beijando-o com mais vontade.

Saí do beijo e atirei-o na cama de costas, voltei a beijar Aline, foi a minha vez de puxar seus cabelos, ela tinha beiços grandes ótimo para morder, chupei seu pescoço, mordendo ele, sugando-o.

-Senta no meu macho. – Falei mordendo sua orelha e respirando com força nela.

Aline prontamente fez o que eu mandei, não sem antes empinar a bundinha para trás, deixando seu reguinho, extremamente branco, bem amostra para mim, agarrando o pau de Beto ela colocou um dos pés sobre o colchão e agasalhou todo pau dele, sentando forte, logo precisando se apoiar com o outro joelho para ter total controle sobre seu corpo que começava a ser fodido.

Os dois me olhavam, o tesão era evidente naqueles corpos, eles queriam se deliciar mas tinham medo da minha reação.

-Podem aproveitar, eu sei bem o que estou fazendo aqui, não vai mudar nada entre nós três. – Falei, tentando aliviar a tensão.

Aline foi a primeira a acreditar, começou a quicar forte no pau do meu namorado, apoiando as mãos sobre o peito dele e arranhando-o, Beto a pegava forte pelos braços, mexia o quadril fazendo ela quicar mais, a loirinha começava a gemer no ouvido dele, mordendo sua orelha, quicando cada vez mais. Eu fui para trás dela, sentei na altura dos joelhos de Beto e fui beijando a nuca dela, depois de jogar seus cabelos para frente, tapando parte do seu rosto, desci mais a língua, sentindo o gosto de hidratante corporal, o meu, que ela tinha roubado no meu banheiro no começo daquela noite. Enquanto a beijava arranhava com força suas costas, sentia seu corpo deslizar pelo meu enquanto ela levava socadas na xoxotinha, minha mão desceu até sua bunda, abrindo seu rego, levei meus dedos até o pau de Beto e sentia ele molhado, entrando e saindo da bucetinha dela.

-Pode gozar dentro que ela é puta e toma pílula pra poder ganhar porra dos ficantes, né Line? – Falei rindo mordendo-a na altura cóccix.

Ela não falou nada, ainda gemendo, balançou a cabeça confirmando. Minha língua chegou no seu cuzinho e passei a lambe-lo, babando bastante aquele rabo maravilhoso, dando linguadas sem parar, senti um pesar por seu cuzinho ser tão limpo e não feder como o meu, ri sozinha pensando em como seria se ela me visse peidando para Beto, eu não podia estragar tudo fazendo isso, precisava me controlar. Enfiei meu indicador no seu ânus e vi minha unha pintada de vermelho rasgar suas preguinhas, sumindo dentro do seu rabinho rosado.

-Meuuuu cu, tira o dedo dai Pri, pára. – Gemeu ofegando, alto.

-Cala a boca, não grita, quer que meus pais batam aqui e peguem a gente fudendo? – Esbravejei no pé do seu ouvido.

-Eu nunca dei o cuzinho, tira a mão. – Falou miando segurando meu braço que a penetrava.

Beto, experiente já e bem no clima, começou a socar mais forte nela, fazendo-a não conseguir raciocinar, meu dedo entrava mais forte, ia fundo na sua bundinha, rasgando suas pregas, arrombando aquele cu virgem, eu lembrava de tudo que eu amava no meu cu, comecei a girar meu dedo dentro dela e em seguida deixei só a ponta dele dentro e comecei a tocar a parte interna do seu anel anal, fazendo-a começar a tremer.

Ela não teve forças pra se controlar, não conseguia se equilibrar, deitou o peito sobre o corpo de Roberto e começou a gozar, tremia como se estivesse tendo um ataque epilético, eu soquei mais fundo o dedo nela, rápido, enterrando ele dentro do seu cu enquanto Beto estava completamente dentro da sua buceta, esperando ela acabar de tremer.

Sai de trás de Aline e deitei ao lado do meu namorado, comecei a passar meu dedo indicador na sua boca enquanto aproximava a minha da sua orelha, ainda com o corpo dela deitado sobre o dele.

-Sente o gosto do cu dela amor, olha só, ainda tem todas preguinhas. – Eu miava no ouvido dele.

Beto abriu a boca e começou a sugar meu dedo, passando a língua em todo ele, voltando a meter forte na buceta de Aline, socando com voracidade, enterrando a rola com gana, metendo sem dó, ela gritava entre nós e eu precisei beija-la para que o som fosse abafado. Quando vi, Beto também estava gozando, enchendo a buceta da minha melhor amiga de porra, eu ri sozinha, ficando em pé na frente dos dois e afastando minhas pernas, os dois me olhavam, levei minha mão até minha xoxota e puxei com o dedão e o indicador todo mel que escorria dela, eu estava completamente babada, minha buceta jorrava o líquido que provava toda minha excitação com aquele menage muito bem planejado em minha mente.

Empurrei Aline para o outro lado da cama e fiquei de quatro na sua frente, com o rabo empinado para Beto, vi o líquido branco escorrendo da xana dela e logo pus a boca. Nunca tinha chupado uma buceta antes, mas amava o gosto da minha e era louca pelo gosto da porra do meu namorado, comecei a lamber ela, fundo, sentindo o líquido viscoso nos meus lábios, eu bebia a porra de Beto junto com o mel dela, limpando toda a xaninha, ela segurava meus cabelos e enlouquecia com meus toques leves. Senti Beto me pegando pela cintura e pincelando minha xoxota com sua pica, então peidei, Aline estava tão extasiada que nem ouviu, mas ele sim e sentiu meu cheiro, sabendo que aquele sinal significava que eu queria dar o cu e não a bucetinha, então subiu a pica, já babada da minha xana e forçou no meu cu, minhas pregas, já úmidas pelo que havia escorrido da minha buceta, arregaçaram facilmente e eu gritei, olhando para Aline com o rosto todo sujo de porra e mel, eu ria, ela me olhava suando frio, com calafrios pelo corpo todo.

-Não faz ideia de como é bom dar o cu. – Falei gemendo, sentindo Beto socar mais. – Sua buceta também é uma delícia de chupar.

Beto forçou meu rosto contra a xana dela novamente, voltando a bombar forte na minha bunda, eu rebolava na pica dele, sentindo todo caralho invadir meu corpo, ia quase até meu intestino, eu mexia a bunda pra cima e pra baixo, sentia a buceta dela ser esfregada no meu rosto e meu corpo ser dominado.

-Arromba o cu dessa puta Beto. – Falou Aline, com a consciência já recobrada.

-Vou arrombar o seu depois. – Falou ele ofegando e olhando para ela com cara de tarado.

-Não. . aahhhhhh aaaahhhhhh meu cu não aaaahhhhhhh. – Ela gemia se deliciando com minha língua no seu grelo.

Beto socava forte na minha bunda, puxando meus cabelos, me deu um tapa forte, de som alto, que me fez olhar pra ele com raiva.

-MEUS PAIS O FILHO DA PUTA! QUER QUE ELES ME PEGUEM DANDO O CU E CHUPANDO XANA? VAI SE FUDER! – Falei irritada mas controlando o tom de voz.

Beto riu, olhando com cara de quem pede desculpas, socando mais fundo a pica, meu cu já ardia, já piscava sozinho, eu estava perto de gozar, tirei a boca da buceta dela e comecei a me concentrar no meu rabo sendo esfolado, ele socava fundo, com força, a grossura do pau dele me abria, fechei os olhos e apertei a coberta da cama com força, só os abri novamente quando senti meus seios serem apertados e meu grelo começar a ser sugado pela boca de Aline, a língua dela era ágil, tremia rápido na minha campainha, eu não consegui me controlar, para não berrar cai de boca de novo na buceta dela, gemendo dentro dos grandes lábios da nossa loirinha. Gozar pelo cu continua sendo a melhor sensação da minha vida.

Beto me viu gozar e logo teve o pau arrancado do meu cu, fazendo meu rabo arder mais, deitada embaixo de mim Aline mamava na pica do meu namorado, pagando boquete para ele praticamente de cabeça pra baixo, quando voltei a tona fiquei de 4 na cama e tirei o pau da boca dela, começando a chupa-lo, enfiava fundo a rola na minha boca, tentando engolir ela inteira, sem sucesso, ela já tinha se posicionado como eu, mas sua boca estava na minha orelha.

-Gosto do seu cu é de sujeira. -Falou gemendo. – Você fede, seu cu tem gosto de merda. – Ela me provocava, forçando meu rosto contra o pau de Beto e me fazendo engasgar. – Mama direito, puta arrombada. Anda, engole toda pica. Não consegue né!? A pica é muito grande pra sua boquinha de vadia?

Eu estava ficando sem ar, a mão pressionava mais meu rosto, eu lacrimejava, tinha ânsia, sentia vontade de vomitar, mas estava amando. Até que ela aliviou a mão e eu pude tirar o pau da boca. Foi a vez dela de cair de boca, sem me dar a chance de olha-la, de dar um tapa na sua cara para me vingar. Beto me puxou para ele, beijando minha boca, enroscando a língua na minha, acariciando minhas costas, eu arranhei seu peito, apertava suas bolas com carinho, sentindo elas inchadas.

-Dá porra pra mim? Deixa eu provar seu leitinho? – Aline pediu miando, olhando ele com cara de vagabunda.

Beto não aguentou, gozou na boca de Aline, que ante de engolir o leite me puxou para ela, beijando minha boca, dividindo a porra comigo, senti sua língua toda melada, seus lábios me passavam o líquido para que eu me deliciasse, Beto tinha caído na cama, deitado, sem acreditar ainda em tudo que vivera.

-Seu leite alimentou duas gatas hoje. – Falou Aline olhando Beto e limpando o líquido que escorrera pelo seu queixo.

-Você conseguiu engolir tudo, a Prica nunca consegue. – Beto falou, olhando Aline encantado.

Aquilo me deu raiva, pensei que nosso namoro estaria estragado, ele preferia minha amiga a mim.

-Bom, agora o herói já foi condecorado, eu já me desculpei em grande estilo por ter estragado sua foda e a putinha está saciada, pode ir embora. – Falei do lado de fora da cama já, entregando a ele sua roupa e indo abrir a porta.

Abri com cuidado, meus pais ainda dormiam sem dúvida, eu estava quase aliviada.

-Vai me deixar fora do resto da brincadeira? – Falou ele na minha frente, tentando me beijar.

-Sim, agora é só pra meninas! – Falei baixando meu rosto na hora do beijo e empurrando-o pra fora do quarto.

Deitei ao lado dela na cama, ia me tapar, mas mesmo com o ar a toda velocidade o quarto parecia estar pegando fogo. Eu ainda pensava que as coisas poderiam estar arruinadas entre Beto e eu, e até com minha amizade com Aline, estava de olhos fechados, deitada de frente, imaginando o teto que eu não via, quando ela me abraçou.

-Você sabe que não precisava ter feito isso. -Disse com a voz doce e o braço sobre meus seios.

-Eu quis, queria apimentar as coisas. – Falei abrindo os olhos mas sem olha-la.

-Conheço você há 10 anos, sei que tá preocupada.- Aline sentara sobre mim, nua, me obrigando a olha-la. – Sabe que eu amo você como uma irmã, não senti nada de amor por ele, só tesão e por vocês dois, principalmente por ti e pela situação toda. Jamais farei algo sozinha com ele e sem você concordar.

Ela me beijou de novo, desceu a mão pra minha buceta e esfregou meu grelo. Eu estava muda até sentir seus toques, mas via verdade nos olhos dela e sabia que teria total lealdade da sua parte.

-Ele te ama, EU te amo. – Falou miando no meu ouvido. – E amei a sua bucetinha…

-Então fode ela. – Pedi pegando-a pela nuca.

-Só se peidar só pra mim!

Ela tinha ouvido meu peido, eu fiquei muda, sem reação.

-Mandei peidar! Quero sentir seu cheiro! – Falou mandando em mim, apertando forte meu seio, deixando a marca das unhas nele.

Peidei, alto, estralado, com força, rindo de vergonha.

-Fedorenta, vadia, peidorreira. – Falou enquanto entrelaçava as pernas na minha e começava a esfregar uma buceta na outra.

Meu grelo inchava de novo, sentia a sua buceta úmida, apertava sua bunda, procurando as suas preguinhas novamente, ela mamava em mim e se esfregava sem parar. Nunca gozei tão rápido, nunca havia gozado junto com uma menina, nós duas chegamos a orgasmos multiplus juntas, tremendo, nos beijando com os seios colados um no outro e as bucetas pulsando, eu sentia os batimentos do seu coração através da sua xota e ela os meus.

Dormimos assim, nuas, abraçadas, com as bocas coladas, e completamente gozadas, foi o despertar de um desejos que se manteria oculto durante muito tempo.

Essa foi somente o começo da história, a primeira vez que eu dei e eu nem imaginava ainda a puta que eu iria virar. Gostaram da história? Então não deixem de comentar, quero saber se vocês querem saber mais sobre mim e minhas milhares de fodas, podem me mandar e-mail para vargasprica@gmail.com

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Quando eu era da igreja em 2007… https://contossafados.com/conto/quando-eu-era-da-igreja-em-2007/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=quando-eu-era-da-igreja-em-2007 https://contossafados.com/conto/quando-eu-era-da-igreja-em-2007/#respond Fri, 07 Feb 2025 18:59:55 +0000 https://contossafados.com/?p=2985 Olá a todos. Moro em Curitiba. O que vou contar aconteceu em março de 2007. Desde que mudei para uma casa nova, percebi na filha da minha vizinha a beleza e a sedução. Branquinha, cabelos pretos à altura dos ombros, olhos pretos, uma bundinha muito apetitosa, umas pernas muito gostosas e carnudas, peitinhos médios e uma boca muito gostosa.

Tudo começou com troca de olhares quando ela ia trabalhar de manhã. Com o passar do tempo, descobri que ela frequentava uma igreja na mesma rua e eu como estava a fim de comer aquela gostosa, comecei a frequentar também.

Aos poucos fomos nos entrosando até o ponto de nos tornarmos amigos, mas nada de assanhamento ou de avançar o sinal. Tudo com muito respeito. Por ironia do destino e sorte minha, a casa dos fundos, que a mãe dela alugava, ficou vazia e eu de imediato conversei com sua mãe para alugar. Fui morar lá e percebi que ela ficou muito alegre e eufórica.

No domingo seguinte ela se produziu da maneira mais dócil e meiga para ir à igreja. Parecia querer me dizer: veja como estou provocante para você, quero vc dentro de mim. Estava de meia, saia preta justa, salto alto e um colete preto também muito lindo com uma blusa branca por baixo e sem soutien, coisa que só percebi mais tarde quando a abracei ao nos despedirmos no final do culto. Os biquinhos estavam rígidos e ela fez questão de me abraçar mais forte que o comum, parece que querendo mesmo que eu visse como ela estava excitada. O tempo foi passando e ela sempre indo lá em casa pra gente conversar e tal e eu tive que viajar para uma outra cidade do Prana. Ao voltar como de costume, no sábado a noite, ela foi lá em casa e ao descobrir que eu tinha acabado de comprar um computador, ficou toda eufórica e logo quis ver, mexer e tal. Eu falei pra ela que o pc estava no meu quarto e que se ela não se incomodasse em entrar no quarto de um homem, ficasse à vontade que eu ia tomar um banho.

Ainda não internet nem nada. Quando voltei, ficamos ouvindo música, por sinal bem romântica e quando ela me olhou bem nos olhos, sentada na minha cama, eu falei pra ela: “sabe o quanto eu gosto de vc não é? Desde que vim morar aqui que eu eu te observo e esperava este momento. Aliás, foi por causa de você que decidi vir morar aqui, pra ficar mais pertinho de você e acompanhar sua rotina.” Ela respondeu: ” eu sei e por isso que faço questão de vir aqui te ver”. Depois disso, não aguentei e já fui pra cima. Comecei a beijar aquela boca pela primeira vez. Até hoje foi o melhor beijo que já recebi. Uma boca maravilhosamente macia e uma língua suculenta. De vez em quando ela parava de me beijar e olhava bem nos meus olhos, acariciava minhas orelhas, nuca e puxava de novo a minha boca de encontro à sua e sugava minha língua fazendo-a sumir. Que delícia.

Enquanto a música tocava no fundo, comecei a lambê-la no pescoço. Ela gemia e sussurrava e pedia para não parar porque nunca tinha sentido algo tão gostoso. Fui descendo um pouco mais, abri os dois primeiros botões de sua blusa e comecei a lamber seu colo, ela não aguentou e abriu o restante. Arranquei a blusa, retirei o soutien e me deparei com os seios mais lindos que já vi.

Para idade de 23 aninhos nem tinha biquinhos ainda. Estavam enterrados na carne. Comecei a chupar e eles, começaram a aparecer na minha língua. Enquanto isso, Sandrinha já tinha arrancado minha camisa e me alisava todo. Começou a alisar meus peitos e fazer movimentos circulares. Chupei, chupei e chupei aquelas tetas até ela não aguentar e partir pra cima de mim. Ela começou a chupar meus peitos também, coisa que adoro, e me punhetar. Eu já tava quase gozando, mas tinha que segurar. A essas alturas ela já tinha tirado minha cueca e me empurrou na cama, veio pra cima de mim e começou a esfregar a boceta em cima do meu pau. Ela ainda tava de calcinha, mas neste momento, ela fez o que eu menos esperava: abaixou a cabeça e abocanhou meu pau como se fosse o último deste mundo. chupava, punhetava, e o melzinho já saindo ela lambia e eu olhava aquele fio de mel entre a boca da safada e meu pau. Chupou muito.

O momento mais mágico, porém, que eu até hoje ainda sinto, foi quando ela arrancou aquela calcinha e eu vi aquele corpo completamente nú. O sonho do meu desejo que eu sempre quis estava ali na minha frente pronta para ser consumida por mim. Ela se agachou entre minhas pernas e colocou só a cabecinha na entrada da boceta, que mais parecia virgem. E aí eu comecei a sentir cada pedacinho do meu caralho invadindo aquela boceta maravilhosa. Ainda sinto a mesma sensação. Ela foi descendo até encostar na base. Nossa, era maravilhoso ver aquele corpo nu sentado no meu pau, começando a subir e descer lentamente e gemendo. Enquanto ela cavalgava, se inclinou em minha direção e começou a me beijar, me chamar de meu amor, de puto safado, descarado… dizia que queria gozar muito comigo e que queria ser a mulher de minha vida.

Depois dela gozar umas duas vezes, e eu segurando meu gozo, eu tirei-a de cima de mim, inclinei-a de 4 e enterrei minha pica dentro daquela boceta, enquanto olhava aquele corpo maravilhoso com um rabinho piscando para mim. Foi tudo de bom. Eu socava e ela gemia. Soquei muito até que não aguentava mais segurar e anunciei que ia gozar. Ela falou que queria gozar comigo e juntos, acelerando as estocadas, gozamos maravilhosamente. Ela pela terceira vez e eu pela primeira. Ainda tinha fogo pra muito mais, pois ainda eram apenas 23:45.

Fomos tomar um banho gostoso e nos divertimos muito o resto da noite.

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